FLIPOÇOS 2020 SERÁ REALIZADO EM AGOSTO

O Festival Literário Internacional de Poços de Caldas e a Feira do Livro vão acontecer entre os dias 15 e 23 de agosto deste ano.

O Festival Literário Internacional de Poços de Caldas, o Flipoços e a Feira do Livro já têm nova data para acontecer: de 15 a 23 de agosto deste ano. O evento seria realizado entre os dias 25 de abril a 03 de maio, mas foi adiado por decisão da Curadoria do Flipoços em conjunto com as Secretarias de Cultura, Educação e de Saúde de Poços e determinação do Governo do Estado de Minas Gerais. A nova data foi definida em reunião realizada na tarde desta segunda-feira, 16, entre a equipe da GSC Eventos e o secretário municipal de cultura de Poços de Caldas, Ricardo Fonseca de Oliveira para realocar a Feira e o Festival em todo Espaço Cultural da Urca. "Apesar da agenda do Espaço Cultural da Urca e do Teatro Benigno Gaiga estar ocupada para todo o ano, houve um remanejamento feito em comum acordo com os agentes culturais e outras secretarias para a realização do Flipoços, um dos eventos mais importantes de nossa cidade. Precisamos todos desse espírito de união e colaboração nesse momento", afirmou Ricardo.

A medida está sendo tomada seguindo a recomendação do Governo do Estado de Minas Gerais, que na última sexta-feira, 13 de março, anunciou a suspensão de eventos públicos com aglomeração de mais de 100 pessoas por pelo menos os próximos 30 dias. O Governador do estado, Romeu Zema, recomenda que a mesma decisão seja tomada por eventos privados.

O Festival e a Feira do Livro reúnem milhares de pessoas todos os anos durante os nove dias de realização das palestras, mesas e oficinas literárias, grande parte da programação em ambientes fechados, especialmente no Teatro Benigno Gaiga. A diretora da GSC Eventos e Curadora do Flipoços, Gisele Ferreira, afirma que mudar a data de realização do evento é o melhor a ser feito diante da pandemia do coronavírus que assola o mundo. "O público, os escritores e expositores que prestigiam o Flipoços merecem esse cuidado. Vivemos um momento em que a prevenção a novos casos da COVID-19 é fator primordial para toda a humanidade e estamos cientes dessa missão, que é de todos nós", afirma. Gisele garante que os próximos quatro meses serão de ainda mais trabalho e dedicação para que o Flipoços, nesta edição comemorativa de 15 anos, seja um marco na história e  mostrando muito mais a força da temática "Mulher e Literatura: da poesia ao poder". "Acreditamos que os avanços da ciência e medidas de todos os governos farão com que a transmissão da doença seja controlada da forma mais breve possível e em agosto estaremos prontas para realizar o Flipoços e a Feira do Livro. A literatura e a cultura são os maiores instrumentos de conhecimento e união entre os povos e com eles, continuaremos sempre de mãos dadas para vencermos esse grande desafio".

Todas as informações sobre programação, convidados e detalhes das possíveis mudanças na grade, serão devidamente informadas no site www.flipocos.com e nas redes sociais do Festival.


ACESSE:
WWW.FLIPOCOS.COM
Fale com a gente por e-mail ou ligue (35) 3697-1551.
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Presentão: Vizinha assume aluguel de livraria de Porto Alegre

Publishnews - 19/03-2020 |

É de se esperar que as recomendações de isolamento social afetem diretamente o comércio de produtos que não sejam álcool gel, comida congelada e papel higiênico. Livreiros estão, com muita razão, muito preocupados com os seus negócios. Quem pode, ainda os mantém abertos, oferecendo a clientes produtos sanitizantes, um atendimento menos caloroso, sem apertos de mão, abraços ou eventuais beijinhos na bochecha e ainda opções de venda por telefone e entrega em casa.
Em Porto Alegre, a Livraria Taverna é um desses comércios que externalizou a sua preocupação com a situação. Pelas suas redes sociais, fez um apelo: “Estamos vivendo um momento delicado que exige responsabilidade e colaboração de todos. (...) Nós, assim como tantas outras pequenas livrarias, estamos desamparados. O faturamento está menor a cada dia e as contas não param de chegar (...) Durante as semanas de contenção da pandemia, estamos estimulando a compra de livros por telefone, pelo what's e pelo nosso site. Entregamos de bicicleta e motoboy (para residentes de Porto Alegre/RS) e para todo o Brasil via Correios”.

Depois desse desabafo, Ederson Lopes, um dos sócios da livraria, recebeu uma ligação, no mínimo, insólita. “Recebi um telefonema hoje que me deixou estático, sem reação. Era uma vizinha e cliente aqui da livraria, ela queria saber o valor do nosso aluguel. Achei aquela pergunta meio estranha e invasiva, mas acabei falando o valor”, escreveu nas suas redes sociais.

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Posicionamento Abrelivros em relação à PEC 188/2019

A Associação Brasileira de Editores e Produtores de Conteúdo e Tecnologia Educacional – Abrelivros submete suas considerações em relação à PEC 188/2019. Entendemos que se trata de proposta meritória, que visa aumentar a responsabilidade social e controles sobre os gestores locais. Todavia, manifestamos preocupação quanto aos efeitos que provocará no funcionamento de determinadas políticas públicas educacionais.

Referida PEC propõe um novo modelo fiscal para o país, sendo um de seus eixos a descentralização de recursos para Estados e Municípios, visando dar maior autonomia a esses entes para que possam atender aos anseios de suas populações. Nesse sentido, a PEC, na alteração proposta ao artigo 212, §6º da Constituição Federal, repassa integralmente o Salário Educação para os Estados e os Municípios, extinguindo a participação da União.

A atual cota da União, representando 40% do Salário-Educação, é utilizada para o financiamento de diversos programas educacionais, como transporte escolar, alimentação na escola e aquisição de materiais didáticos, sendo esse último o ponto que focaremos nossas considerações.
A compra de livros didáticos é concretizada hoje por meio do Programa Nacional do Livro Didático, política pública octogenária, que leva os livros que serão utilizados nas salas-de-aula em todas as escolas públicas brasileiras que aderem ao programa. No ano de 2018, foram quase 148 mil escolas e 35 milhões de alunos beneficiados com a distribuição de 126 milhões de livros.
Colocar o Programa todo ano funcionando, de forma a garantir que cada aluno e professor receba tempestivamente o seu livro antes do início das aulas, exige um enorme esforço de autores e de editoras, do parque gráfico, da indústria do papel e dos Correios. A necessidade de orquestrar todos esses agentes não é baixa, não devendo ser subestimado o trabalho efetuado pelas competentes equipes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação – FNDE.
Atualmente, mais de 85% do orçamento do PNLD advém do Salário Educação, razão pela qual a Abrelivros vê com preocupação esse aspecto da PEC em apreço, que ameaça a continuidade dessa eficiente e eficaz política pública.

A responsabilidade pela continuidade dos programas de aquisição de materiais didáticos passaria a ser dos Estados e Municípios, conforme redação proposta ao artigo 212, §4º da Constituição Federal.
A justificativa da PEC aponta um objetivo primário de descentralizar recursos, e objetivo secundário de incentivar a melhoria de desempenho dos indicadores sociais do país. Isso porque seria dado maior autonomia para os gestores locais, mais bem posicionados para compreender os anseios de suas respectivas populações.

Todavia, o PNLD apresenta particularidades que não permitem que essas justificativas sejam a ele imputadas. E a razão é simples: o PNLD centraliza o que deve ser centralizado, e descentraliza o que deve ser descentralizado. Vejamos.

Diferente de outros programas educacionais, o PNLD não envolve repasse de recursos, mas engloba toda a execução do programa, até a garantia da efetiva entrega dos livros nas escolas. Uma descentralização de tais compras aumentaria os custos administrativos do país, algo que a PEC busca evitar. Cada entidade da federação precisaria ter sua própria equipe para gerir todo o programa, desde a elaboração de um edital, avaliação pedagógica das obras, negociação, organização logística e controle de qualidade do material produzido. Ou seja, haveria uma repetição, entre os estados e municípios, de estruturas administrativas para gerir seus diversos programas locais, aumentando o custo administrativo do estado brasileiro. Assim, mais recursos seriam gastos para manter a máquina pública, do que efetivamente empenhados na prestação de serviços públicos. Ao garantir a centralização dessas funções, o PNLD evita a duplicidade de organizações administrativas, se mostrando uma solução eficiente para atendimento do cidadão.

A centralização também traz uma importante eficiência orçamentária. A indústria do livro envolve grandes economias de escala. E o PNLD se aproveita disso, tornando as compras públicas federais extremamente eficientes. Conforme dados públicos, o preço unitário pago por materiais didáticos pelo Estado é de aproximadamente ¼ do preço de produtos similares no mercado privado.[1] Em 2019, por exemplo, pagou-se, em média, apenas R$8,66 por livro. Essa economia somente é possível devido à compra dos volumes gigantescos que o PNLD envolve. Qualquer fragmentação implicará custos de produção maiores, que serão refletidos em preços também maiores. Consequentemente, a soma dos investimentos de cada estado e município na compra de material seria muito superior ao atual orçamento do Programa.

Considerando as sérias restrições orçamentárias que o país vive, vislumbramos um cenário de impossibilidade de manutenção de um programa de qualidade de materiais didáticos. As consequências educacionais seriam gigantescas, especialmente para aqueles locais mais vulneráveis, aumentando as desigualdades do país. Se “a condição atual de fragilidade fiscal em todos os níveis de governo na federação e visando trazer os incentivos corretos para uma boa gestão pública” é um dos pilares da PEC, suas consequências, ao impedir a continuidade de um programa como o PNLD vai em sentido contrário.

A gestão centralizada do programa no MEC/FNDE garante, ainda, a continuidade de outro elemento essencial para o sucesso do programa: que é o processo de avaliação pelo qual as obras didáticas são submetidas. Referido exame, que conta com profissionais de diferentes redes de ensino, é responsável por garantir que apenas obras de excelência e em perfeita conformidade com as normas educacionais brasileiras estejam disponíveis para uso das escolas. Mais uma vez, ao centralizar esse processo, permite-se uma otimização dos trabalhos, sem necessidade de duplicação de estruturas, além de permitir maior coesão para a implementação de certas políticas educacionais, em nível nacional, garantindo-se que todas as escolas e todos os alunos recebam materiais de excelência. Essa centralização da avaliação pedagógica de forma alguma fere a individualidade local, uma vez que apenas se avalia se a obra atende os requisitos legais básicos, definidos pelo próprio Congresso Nacional. Nesse ponto, passamos a enfrentar a o perfil descentralizado já existente no PNLD.
Apesar de haver a centralização da compra e da avaliação do programa no FNDE, o Programa envolve um importante componente de descentralização: as escolhas quanto aos materiais que serão trabalhados no ano escolar cabe exclusivamente às escolas e secretarias de educação, estaduais e municipais.

Trata-se de um dos pilares do programa, e exemplo de gestão democrática. Inscritos os livros didáticos, e aprovados no processo de avaliação, cabe às escolas escolherem o material que mais condiz com a sua realidade local. Ou seja, o PNLD já envolve um importante pilar descentralizado, e justamente o mais relevante do ponto de vista educacional, que é aquele que garante a aderência pedagógica das obras à realidade escolar.

Por todo o exposto, entendemos que a realidade do PNLD é bem distinta daquela inicialmente apresentada na PEC. Trata-se de um programa que possui uma operação sofisticada e complexa, mas extremamente bem desenhada: centraliza-se a avaliação no MEC/FNDE, para garantir a observância de padrões mínimos de qualidade; descentraliza-se o processo de escolha, garantindo-se a liberdade pedagógica às próprias escolas; e volta-se a centralizar o processo de compra e distribuição, aproveitando-se de ganhos de escala, e permitindo preços módicos. Em síntese, possui uma arquitetura extremamente eficiente, garantindo-se as eficiências inerentes de um processo centralizado, e as vantagens de conceder autonomia local para as redes optarem pelos materiais que entendam mais apropriados.

Assim, a descentralização de um programa como um PNLD acarretaria maior pressão orçamentária nas já fragilizadas contas municipais e estaduais; sendo certo que os recursos extras eventualmente recebidos pela distribuição da antiga cota da União do Salário Educação não compensariam os investimentos a serem realizados para se manter um programa de qualidade em nível local. A situação é agravada pelo §7º do artigo 212 proposto na PEC, o qual permite que estados e municípios não façam o investimento mínimo em educação previsto no caput do referido artigo (25%), podendo tais recursos serem aplicados onde o gestor achar conveniente, entre saúde e educação. Ou seja, os próprios recursos adicionais recebidos pelos entes federativos poderão ser aplicados em serviços não relacionados à educação, aumentando-se a carência do país nessa área – algo na contramão do momento que se vive no país, de crescente conscientização da importância dos investimentos numa educação pública de qualidade.

Dessa forma, a Abrelivros, em sua missão de preservar e de aprimorar os programas do livro, solicita que haja uma reapreciação desse ponto específico da PEC, especialmente para manter ao menos parte da cota do Salário Educação destinado à União, de forma a permitir a sobrevivência dessa importante política educacional, que é o PNLD.


ABRELIVROS 
Associação Brasileira de Editores e Produtores de Conteúdo Educacional
São Paulo, 10 de dezembro de 2019






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Estão abertas as inscrições para o Prêmio Jabuti 2020

A partir de hoje, 17 de março, editores e autores brasileiros poderão inscrever suas obras no mais tradicional e prestigiado prêmio do livro brasileiro, o Jabuti.
Realizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Prêmio Jabuti confere aos vencedores o reconhecimento da comunidade intelectual brasileira e do mercado editorial. Neste ano, serão 20 categorias e um vencedor do Livro do Ano.
"Estamos sempre renovando o Jabuti para que ele se torne cada vez mais relevante para os leitores e para o mercado do livro", afirma Vitor Tavares, presidente da CBL.
Nesta edição, os quatro eixos permanecem organizados em: Literatura, Ensaios, Livro e Inovação. Algumas atualizações foram realizadas para que o prêmio seja cada vez mais abrangente e alinhado ao espírito do nosso tempo:

Subdivisão da categoria humanidades 

A categoria Humanidades foi dividida em Ciências Humanas e Ciências Sociais. Essa reorganização foi realizada porque a categoria Humanidades reunia um grupo grande de temas distintos e também porque foi, nos últimos dois anos, a categoria em que houve o maior grupo de livros inscritos, o que tornava o trabalho do avaliador mais complexo que o das demais categorias.
"Adotamos a classificação básica das ciências seguida tanto pela Capes [Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior] quanto pelo CNPq [Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico]. Divididas as Humanidades em Ciências Sociais e Ciências Humanas, editores e autores terão mais clareza de onde inscrever suas obras e os jurados poderão fazer uma avaliação mais adequada dentro das duas novas vertentes de classificação", explica o curador do prêmio, Pedro Almeida.

Criação da nova categoria: Romance de Entretenimento 

A categoria Romance de Entretenimento foi criada para premiar os autores nacionais de ficção que, normalmente, não são contemplados pelos prêmios de literatura.
"A nova categoria renova o prêmio e o atualiza com o que acontece e se produz na indústria editorial, diante dos olhos de um público leitor e, mais do que nunca, inova. É o Prêmio Jabuti atravessando as fronteiras da academia para chegar ainda próximo dos leitores. Buscamos com essa inclusão reconhecer os autores nacionais de ficção para que eles se tornem tão populares quanto Tolkien (fantasia), Shelley e Bram Stoker (terror), Julio Verne (aventura), Charlotte Brontë e José Mauro Vasconcelos (romances sentimentais) e Agatha Christie (Mistério)", destaca Almeida.
A tradicional Categoria Romance ganha novo nome a partir dessa edição, Romance Literário.
A Categoria Impressão é retirada do prêmio por considerarmos que há um prêmio muito importante da Indústria gráfica. A CBL vai apoiar diretamente o Prêmio Fernando Pini, realizado pela Abigraf.
Os primeiros colocados em cada categoria, como ocorre desde 2018, serão revelados somente no dia da cerimônia de premiação. Apenas a auditoria Ecovis Pemon terá acesso aos resultados.
O vencedor do Livro do Ano do Prêmio Jabuti 2020 será escolhido entre as obras vencedoras dos eixos Literatura e Ensaios.
O formato de envio para obras concorrentes nas categorias dos eixos Literatura e Ensaios permanece em arquivo PDF. Apenas para o eixo Livro, será necessário o envio de exemplares físicos, conforme instruções descritas no Regulamento.
Os finalistas de cada categoria serão anunciados pela CBL em duas fases. Na primeira, serão divulgados pela CBL os dez finalistas para cada uma das 20 categorias. Mais próximo da premiação, a CBL fará o anúncio dos cinco finalistas.

Outra novidade deste ano é a antecipação da cerimônia, que antes era feita em novembro. Neste ano, ela ocorrerá em setembro, em local e data que serão anunciados brevemente pela CBL.

Valor das inscrições foi mantido sem alteração pelo 4º ano consecutivo. Para obras individuais: 

R﹩ 285,00 para associados da CBL;
R﹩ 327,00 para autor independente, ou seja, autor (Pessoa Física) que se autopublica e não está abrigado por nenhum selo de editora ou quaisquer Pessoas Jurídicas;
R﹩ 370,00 para associados de entidades congêneres;
R﹩ 430,00 para não associados.

Valor das inscrições para coleções: 

R﹩ 440,00 para associados da CBL;
R﹩ 457,00 para autor independente;
R﹩ 475,00 para associados de entidades congêneres;
R﹩ 515,00 para não associados.

Premiações: 

Cada um dos autores e editoras vencedoras recebem a estatueta do Prêmio Jabuti.
Ao autor, caberá também uma premiação em dinheiro:
Vencedor de cada uma das 20 categorias: R﹩ 5.000 (Cinco Mil Reais)
Vencedor do Livro do Ano: R﹩ 100.000,00 (Cem Mil Reais).

Ao lado de Pedro Almeida, fazem parte do Conselho Curador do Prêmio Jabuti, pelo segundo ano: 

Camile Mendrot (AB Aeterno Produção Editorial)
Mariana Mendes (Canal Bondelê)
Cassius Medauar (Jornalista, Editor, Professor e Tradutor)
Marcos Marcionilo (Sócio e Publisher da Parábola Editorial)

Indicação de Jurados 

O corpo de jurados terá 60 integrantes, sendo três para cada categoria. Cada jurado deverá selecionar 13 obras e atribuir notas em três diferentes critérios a dez delas. Serão dois meses para análise e atribuição das notas.
O mercado editorial e os leitores podem fazer indicações ou se candidatar para integrar o júri de cada categoria da premiação. O Conselho Curador será responsável pela verificação, seleção e complementação do corpo de jurados. A Consulta Pública para indicação de jurados será de 17 de março a 17 de abril de 2020, por meio de um formulário disponível para preenchimento no site www.premiojabuti.org.br.

Como concorrer?

Poderão concorrer ao Prêmio Jabuti obras inéditas com ISBN e Ficha Catalográfica, impressas ou digitais, publicadas em língua portuguesa no Brasil, em primeira edição, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2019.
As inscrições vão de 17 de março a 30 de abril de 2020 e podem ser feitas por meio do site www.premiojabuti.org.br, onde está disposto o regulamento completo da premiação.

Personalidade Literária 2020 

Depois de homenagear a Conceição Evaristo na última edição, este ano a grande homenageada do Jabuti 2020 será a escritora Adélia Prado.
Em 1978, seu livro de poemas, "O Coração Disparado", recebeu o Prêmio Jabuti, e logo depois alçou voos para outros países. Desde então Adélia recebeu muitas outras condecorações nacionais e internacionais, entre elas, o maior Prêmio Canadense de poesia, o Griffin. Como reconhecimento de seu talento, sua obra é estudada em universidades de todos os continentes.
Por sua obra e seu compromisso intenso com as artes, e principalmente com nossa Literatura, temos a honra de anunciar que Adélia Prado foi escolhida pela Câmara Brasileira do Livro como a personalidade literária da 62ª edição do Prêmio Jabuti.

Para mais informações à imprensa:

Lis Ribeiro - lisribeiro@cbl.org.br
(11) 3069-1300 

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SNEL e ABDR vão a Brasília defender combate à pirataria em sites de livre comércio

Publishnews - 11/03/2020 |

Uma das principais missões do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) é fomentar a leitura e o mercado consumidor de livros, além da defesa do Direito Autoral, indispensável para garantir a justa proteção ao criador de obra intelectual. Dessa forma, as entidades participam, nesta quinta-feira (12), do Congresso de Defesa do Consumidor e Balanço da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), um evento que visa analisar as atividades da Senacon relativas ao planejamento, elaboração, coordenação e execução da Política Nacional das Relações de Consumo. O SNEL e a ABDR vão aproveitar a oportunidade para afirmar à Senacon os prejuízos que são causados aos consumidores que pesquisam na Internet os livros em formato digital do seu interesse e são direcionados para marketplaces que disponibilizam milhares de anúncios de livros piratas. As entidades serão representadas pelo advogado Dalton Morato. Para ele, é essencial discutir a adoção de regras de responsabilidade das empresas de marketplace para garantir que os consumidores não sejam enganados por esses anúncios de venda de livros piratas. “Se essa situação persistir, os consumidores continuarão a sofrer grandes prejuízos, e representará uma grave ameaça para a cultura do livro no Brasil”, argumenta.
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João Scortecci: editor, livreiro, gráfico, escritor, mas sobretudo um conciliador

Publishnews - Leonardo Nero e Talita Facchini  - 20/02/2020 |

Atuando em diversos dos elos da cadeia do livro, entrevistado da PublishNewsTV dessa semana fala da sua trajetória e de como tenta ponderar os interesses dos diversos elos da cadeia do livro

João Scortecci é um homem de muitos chapéus. Ele pode usar o de escritor (acaba de lançar Dos cheiros de tudo – memórias do olfato), o de editor, de gráfico ou de livreiro. Mais do que atuar nos diversos elos da cadeia do livro, ele briga pelos interesses de cada um deles, mesmo quando a briga é antagônica. Nesses momentos, entra a figura do conciliador, uma das marcas do profissional. Scortecci, prestes a comemorar 50 anos de história no livro, está no sofá do PublishNews Entrevista, programa da PublishNewsTV que quer formar um arquivo da memória do mercado editorial brasileiro.

Seu primeiro envolvimento com o mundo das letras se deu em 1973, na revista Poetação, editada pelo então estudante de arquitetura Milton Hatoum. Mas, foi no ano de 1978 que ele reconhece como um marco na sua carreira como editor. Foi nesse ano que se juntou com amigos que conheceu na universidade e fundou a primeira editora. “Meus amigos se separaram, cada um seguiu sua profissão, e eu continuei. Essa brincadeira tem 37 anos, com 10 mil títulos em primeira edição”, disse no papo que teve com Argolo.

Percebeu desde cedo que havia uma demanda a ser suprida no mercado: as baixas tiragens, ideia contrária ao modelo de offset, mais econômico na lógica de imprimir grandes quantidades de livros. Funda aí o braço gráfico da sua empresa. “Criamos uma fórmula que é o grande segredo da Scortecci: fazer apenas o necessário”, comenta. Ele defende que o custo um pouco mais elevado do modelo é compensado com as economias em estocagens e a compra adiantada de grandes quantidades de papel.

Sobre o seu perfil conciliador, Scortecci brinca: “não que eu não deixe de brigar, mas eu sou da paz”. E deixa claro que estudar e entender todos os lados da cadeia do livro é essencial. “Eu fico sempre tentando entender essa régua, que primeiro pela formação de leitores, que passa por encontrar novamente o preço justo de capa da obra, pelo entendimento do editor e gráficos e que passa por uma política de repensar a condição do leitor”, explica.

Na conversa que teve com André Argolo, o editor-livreiro-gráfico-autor falou ainda da sua atuação em entidades que representam cada um desses elos: está na União Brasileira de Escritores (UBE), na Associação Brasileira da Indústria Gráfica (Abigraf) e na Associação Brasileira de Tecnologia Gráfica (ABTG).

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Ricardo Ramos Filho, neto de Graciliano Ramos, assumiu a presidência da organização buscando um novo relacionamento com o mundo dos livros: Abigraf e UBE/SP se unem em prol da cultura

Revista Abigraf - Tânia Galluzzi  - 20/02/2020 |

“A cultura está fragilizada, sofrendo muito nas mãos do atual governo. Precisamos nos unir.” Independente das questões intrínsecas ao mercado editorial, a necessidade de lutar contra o desmonte da cultura no Brasil é uma das principais alavancas para a aproximação da Abigraf com a União Brasileira dos Escritores, UBE, segundo João Scortecci, vice-presidente da Abigraf-SP.

Fundada em 1958, a UBE defende a liberdade de expressão, os direitos do autor, a cadeia produtiva do livro e a democratização do acesso à informação. Esvaziada e enfraquecida nos últimos anos, a entidade ganhou novo fôlego em outubro de 2019, quando o escritor Ricardo Ramos Filho, neto de Graciliano Ramos, assumiu a presidência da organização buscando um novo relacionamento com o mundo dos livros, seus sócios e colaboradores. Nesse movimento, Ricardo procurou a Abigraf, que vem auxiliando a organização a recuperar seu papel.

De acordo com Scortecci, que também ocupa a vice-presidência da UBE, as entidades trabalharão, num primeiro momento, em duas frentes: reposicionar a UBE junto aos escritores no sentido de fortalecê-los, e perante os editores. “Queremos incentivar os escritores a se reconectarem com os leitores por meio de ações como a presença deles nas livrarias, como acontecia no passado, sobretudo com a volta das livrarias independentes. O mesmo tem de acontecer em relação aos editores. Precisamos fazer com que as partes conversem, sem radicalismos”, afirma Scortecci. Frente importante é o acompanhamento da reforma da Lei de Direitos Autorais, que pretende flexibilizar a Lei 9.610, de 1998.

As entidades estão discutindo a ida da UBE para o prédio-sede da Abigraf. Já foi negociado junto à Câmara Brasileira do Livro, CBL, um estande da UBE na Bienal do Livro de São Paulo, que acontecerá entre 30 de outubro e 8 de novembro. A Abigraf também está articulando uma parceria com a Associação Brasileira para Proteção dos Direitos Editoriais, ABDR, no sentido de auxiliar os escritores associados a UBE.

Em entrevista ao jornal O Escritor, da própria UBE, Ricardo Ramos Filho afirmou que o maior desafio para sua gestão é viver no Brasil de hoje, “dirigir uma entidade voltada para os escritores e os livros, quando o status quo faz de tudo para acabar com o pensamento livre”. “A nova gestão precisará fazê-la crescer, ampliar o número de sócios, até porque quando mais vozes falam, o discurso é mais ouvido.”



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Talk Show Literário - UBE

Evandro Affonso Ferreira é um escritor raro, das vozes mais originais da atualidade. Criador nato com rara erudição. Não à toa é tão premiado. Não à toa, também, estará na Livraria Martins Fontes (Paulista), no dia 11/03, das 19h00 às 21h30, com o seu talk show literário, convidado pela UBE - União Brasileira de Escritores.
Com ousadia, imaginação e muita determinação em fazer a literatura chegar aos leitores renovada, Evandro apresentará monólogo que traz humor, poesia e reflexão, com histórias sobre grandes autores: Guimarães Rosa, Kafka, Hilda Hilst, Freud, Borges e outros. Entre uma historieta e outra, apresentará, ainda, textos de sua autoria.
Seu livro “Nunca houve tanto fim como agora”, foi ganhador do Prêmio Literário Biblioteca Nacional 2018. O escritor também já foi agraciado com o Prêmio APCA 2010 por “Minha Mãe se Matou Sem Dizer Adeus” e o Prêmio Jabuti de 2013 pelo livro “O Mendigo que Sabia de Cor os Adágios de Erasmo de Rotterdam”. Em 2016, a revista Bravo! lhe conferiu o prêmio de melhor romance do ano por “Não tive nenhum prazer em conhecê-los”.

Talk Show Literário - com Evandro Affonso Ferreira
Data: 11 de Março de 2020
Horário: das 19h00 às 21h30
Local: Livraria Martins Fontes (Paulista)
Endereço: Av. Paulista, 509 - São Paulo/SP
Investimento:
Sócios da UBE/SP - R$ 25,00
Público em Geral - R$ 50,00

Mais informações: www.ube.org.br / ube@ube.org.br / Whatsapp (11) 93418-5858

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Vendas de livros cresceram, mas ainda estão longe do patamar do período de pré-crise

Publishnews - Leonardo Neto  -  17/02/2020 |

O Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e a Nielsen divulgaram na manhã desta quinta-feira (13), o primeiro Painel do Varejo de Livros no Brasil de 2020. Na comparação com igual período de 2019, houve aumento de 9,95% no número de exemplares vendidos e de 8% no faturamento apurado com a venda de livros nos estabelecimentos monitorados pela Nielsen. Em números absolutos, a Nielsen diz que foram vendidos 3,6 milhões de exemplares o que redundou em faturamento de R$ 180,8 milhões.

Em 2019, que serve como base de comparação, o mercado vivia o auge das incertezas que rondavam Saraiva e Cultura, que juntas detinham, segundo estimativas do mercado, cerca de 40% do varejo de livros no País. O fechamento de lojas também impactou os números negativos da época. Além disso, os livros didáticos sumiram das livrarias no período de volta às aulas: com o pedido de recuperação judicial, editoras de livros didáticos buscaram outros caminhos para chegar aos seus consumidores.

Em relação a 2019, o gênero Infantil, Juvenil e Educacional, no qual a Nielsen classifica os livros didáticos, apresentou crescimento de 0,26 pontos percentuais na sua importância dentro do faturamento geral dos estabelecimentos monitorados. O preço médio desses livros ficaram 3,74% menores na mesma base de comparação.

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2º PRÊMIO LITERÁRIO AFEIGRAF 2020

O prêmio literário tem por objetivo prestigiar a literatura brasileira e descobrir novos talentos com a publicação em antologia dos trabalhos selecionados por uma comissão julgadora. É da expertise da entidade patrocinadora, fornecedora de tecnologia para o mercado gráfico, promover através da comunicação gráfica, o conhecimento sustentável da cultura impressa.

Tema Livre. Inscrições até 31 de Julho de 2020. Ao fazer a inscrição, o AUTOR concorda com as regras do concurso, autorizando, inclusive, divulgação e a publicação da POESIA, na antologia de nome 2º PRÊMIO LITERÁRIO AFEIGRAF 2020 pela Scortecci Editora e responderá por plágio, cópia indevida e demais crimes previstos na Lei do Direito Autoral.
A SCORTECCI escolherá uma Comissão Julgadora de renomado prestígio literário e uma Comissão Organizadora, que resolverá os casos omissos deste regulamento, se houver. O AUTOR poderá participar com apenas 1 (uma) POESIA, obrigatoriamente inédita. A obra terá que ter um TÍTULO e estar em língua portuguesa, o que não impede o uso de termos estrangeiros no texto. NÃO haverá cessão de direitos autorais. AUTORES brasileiros, residentes no exterior, deverão preencher o formulário de inscrição com um endereço do Brasil.

PRÊMIOS

Publicação da obra na antologia PRÊMIO AFEIGRAF 2020 com 70 (setenta) POESIAS selecionadas pela comissão julgadora, mais biografia do autor com até 500 caracteres. NÃO haverá por parte dos AUTORES nenhuma despesa ou taxa e todos os custos, inclusive de publicação, serão pagos pela Scortecci. Os Autores vencedores receberão 5 (cinco) exemplares grátis a título de direito autoral.

DADOS TÉCNICOS DA OBRA

Edição de 1000 (mil) exemplares, com aproximadamente 160 páginas, formato 14 x 20,7 cm, com orelhas, capa colorida, papel 250 gramas, laminação fosca, miolo PB e impresso em equipamento digital CANON. A Antologia será organizada por ordem alfabética de nome de Autor (nome literário), terá número de ISBN, ficha catalográfica, selo da Scortecci Editora e logomarcas dos patrocinadores e colaboradores do prêmio.

CRONOGRAMA

- Inscrições: até 31 de Julho de 2020.
- Período de seleção: até 15 de Setembro de 2020.
- Resultado: até 30 de Setembro de 2020
- Lançamento Outubro/Novembro de 2020 no estande da Scortecci, durante a 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, no Expo Center Norte, São Paulo/SP

Mais informações: eliaquim@scortecci.com.br (11) 3032-1179 ou (11) 3032-8848








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Bienal Mineira do Livro transformará Belo Horizonte na capital da Literatura, de 22 a 31 de maio de 2020

Com o tema "Conquiste Paixões. Leia Livros", evento promovido pela Câmara Mineira do Livro e pelo Grupo Asas será realizado no BH Shopping

Com nova proposta ainda mais completa, inclusiva e inovadora, a Bienal Mineira do Livro será realizada de 22 a 31 de maio, no BH Shopping, Piso Ouro Preto (BR 356, n.º 3.049 - Bairro Belvedere - Belo Horizonte). Com o tema “Conquiste Paixões. Leia Livros”, a iniciativa chega à 6ª edição repleta de novidades e prepara uma programação intensa com atividades para todos os públicos.
A edição de 2020 da Bienal Mineira do Livro promete, durante os dez dias de programação, transformar Belo Horizonte na capital nacional da literatura. A iniciativa é realizada pelo Grupo Asas em parceria com Câmara Mineira do Livro e é viabilizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e da Lei Estadual de Incentivo à Cultura.
Para Gláucia Gonçalves, presidente da Câmara Mineira do Livro e Editora da Uni Duni e Unicult Editoras, “a Bienal Mineira do Livro 2020, maior evento literário de Minas e com uma edição inédita para o público e os expositores, reunirá grandes personalidades do mundo literário e profissionais do mercado editorial, com uma extensa programação cultural, acessibilidade para o leitor e ainda, oferecerá a oportunidade para gerar novos negócios, sem deixar de protagonizar o livro como meio principal e necessário da cultura."

Uma das principais iniciativas literárias do Brasil

Entre as novidades desta edição, a Bienal Mineira do Livro 2020 está de casa nova e será realizada no BH Shopping, no Piso Ouro Preto, em um espaço de 15 mil metros² e reunirá as mais importantes editoras e livrarias do Brasil, além da participação de autores representativos da literatura mineira, brasileira e internacional.
Com programação cultural e educativa abrangente, consistente e inovadora, a sexta edição da Bienal promoverá atividades e atrações que vão agradar os leitores de diversas faixas etárias, incluindo educandos e educadores. “Estamos inovando na construção da Bienal, um dos destaques nesse sentido é a reunião de grandes entidades mineiras, e brasileiras, que farão as curadorias dos 11 eixos temáticos e das 03 estações vivencias da programação cultural. Será uma iniciativa repleta de encontros literários enriquecedores, realizada em um local muito especial, com a meta de contribuir para o estímulo à leitura, especialmente das comunidades mais vulneráveis, e para vitalizar a cadeia econômica do livro em Minas”, afirma Marcus Ferreira, diretor presidente do Grupo Asas.

Programação

A Bienal Mineira do Livro 2020 aposta na ideia de que ler é uma atividade dinâmica, que deve despertar prazer e ser realizada com autonomia, para o pleno desenvolvimento da capacidade crítica e do repertório cultural de cada leitor. Para tanto, a iniciativa convida o público a descobrir e conquistar paixões, considerando que elas podem ser descobertas e conquistadas na bibliodiversidade, nos mais diversos temas, nas histórias, em biografias e ficções, nos quadrinhos, nos guias, na literatura, nos didáticos e em tantas outras categorias e gêneros abordados nos livros.
Além do contato direto entre escritores e seus leitores, a programação da Bienal promoverá vivências e debates em prol do desenvolvimento do setor, com valiosas oportunidades de negócios, trocas de informações e ampliação da rede de contatos entre editores, distribuidores, livreiros, autores e os diversos agentes culturais e educacionais envolvidos.
Em 2020, a programação da Bienal Mineira do Livro será composta por dois grandes conjuntos de atividades:

- Feira Literária – espaço de promoção da leitura, destacando o livro como o grande personagem da cultura nacional, estimulando a geração de novos negócios para as editoras e para os demais elos do mercado editorial.

- Programação Cultural e Educativa – serão mais de 350 horas de atividades focadas em promover a formação de leitores e intensificar o hábito da leitura.

Eixos Temáticos

Outra grande novidade da sexta edição da Bienal Mineira do Livro é a segmentação da programação por idades e interesses, pelos seguintes eixos curatoriais:

- Escolas na Bienal e Escolas do Interior na Bienal – destaques da programação, com ações formativas e culturais para estudantes, professores, bibliotecários e coordenadores pedagógicos que estimularão a interação de educandos e educadores das escolas públicas com todo o conteúdo e repertório das vivências ofertadas pela Bienal. As iniciativas visam ainda formar, atualizar e enriquecer o crescimento profissional e literário dos educadores da rede pública de ensino. Foco também na acolhida dos alunos e professores das escolas do interior de Minas, com centralidade na valorização das bibliotecas das escolas mineiras. Os educadores do interior do estado terão acesso especial a edições do "Seminário Biblioteca Viva" para coordenadores pedagógicos, bibliotecários, professores e gestores públicos das cidades do interior de Minas.

- Café Literário – Mais tradicional atração da Bienal, promove o encontro com autores em rodas de conversas para o público adulto, com curadoria da Câmara Mineira do Livro;

- Momento Jovem – Programação especial para os leitores do segmento Young Adult, conta com atividades e interações destinadas ao público de 15 a 29 anos, com curadoria do Grupo Asas;

- Espaço Eu Criança – Para promover maior interatividade entre os pais e os pequenos leitores, este ambiente especialmente desenvolvido realizará atividades para o público de 0 a 6 anos e seus acompanhantes, com curadoria da Câmara Mineira do Livro;

- Palavras com Tempero – Para proporcionar diálogo da literatura com as outras artes, este espaço contará com atividades de entretenimento para a família com temas ligados à gastronomia, às artes plásticas e à música;

- Agenda Cultural Ibero-americana – Atividades de internacionalização da Bienal através de interação com obras literárias e representantes de países da América Latina, além de Portugal e Espanha, com curadoria da Organização dos Estados Ibero-americanos – OEI;

- Mais idade, Mais livros – Tema inovador da Bienal com foco para o público 60+, as produções literárias para esse segmento e as discussões sobre os desafios da longevidade, com curadoria da Rede Longevidade;

- Biblioteca Viva – Programação especialmente elaborada com oficinas de mediação e encontro com autores, voltados para o público de 07 a 15 anos, além do compartilhamento das melhores práticas e atividades de formação para bibliotecários e profissionais do setor no Seminário Biblioteca Viva, com curadoria do Instituto Pró-Livro;

- Encontro Educação – Voltado para a promoção da interação entre a literatura e os educadores, contará com atividades de formação e atualização para professores, coordenadores pedagógicos e profissionais da área de educação, com curadoria da autora, especialista em BNCC e editora Cláudia Seixas em articulação com a Secretaria de Estado da Educação de Minas Gerais e com a Secretaria Municipal de Educação de Belo Horizonte.

- Espaço Negócios – Para incentivar o desenvolvimento e a valorização do mercado literário, o espaço promoverá compartilhamento de informações e dados para o setor, rodas de negócios e encontros entre autores, ilustradores, editoras, livrarias e fornecedores da área, com curadoria da Fundação Dom Cabral - FDC.

Estações Vivenciais

Inseridas com destaque no espaço físico da Bienal Mineira do Livro, as estações serão dedicadas à realização de experiências lúdicas ligadas à descoberta e à afirmação do prazer proporcionado pela leitura.

- Estação Livro + Patrimônio Cultural e Turismo – Espaço que disponibilizará vivências com livros que promovem a representação do patrimônio cultural nacional e a importância da sua valorização e preservação, com foco também em disseminar e estimular o turismo cultural. A curadoria é do Projeto Conhecer Para Cuidar.

- Estação Olhos na Leitura – Realização de diagnósticos para identificação de eventuais problemas da visão, como a Síndrome de Irlen, e sugestões de tratamentos e novos hábitos que proporcionem conforto na leitura. A curadoria é da Fundação Hospital de Olhos.

- Estação Leitura Inclusiva – Espaço de partilha de experiências, de saberes e de materiais pedagógicos que proporcionam oportunidades de leitura para pessoas com necessidades especiais. A curadoria é da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais.

Na Bienal serão lançados os prêmios Prefeitura Amiga do Livro e Educador Amigo do Livro, em parceria com a Associação Mineira de Municípios e a Fundação Dom Cabral. O Prêmio Prefeitura Amiga do Livro reconhecerá as iniciativas de destaque das prefeituras que contribuíram para a valorização do livro e da leitura. Já o Prêmio Educador Amigo do Livro agraciará os educadores que criaram as melhores práticas de estímulo ao hábito de leitura. Os prêmios terão periodicidade anual e as cidades polos de Minas Gerais serão visitadas pela estrutura itinerante de divulgação.

Ingressos

Os ingressos para a Bienal Mineira do Livro 2020 custam R$ 18,00 (inteira) e R$ 9,00 (meia-entrada). Cada ingresso é válido para 1 (uma) entrada em 1 (um) dia de evento. Os ingressos podem ser adquiridos antecipadamente através da compra online no link https://bienalmineiradolivro.com.br/compre-seu-ingresso/.

Sobre o Grupo Asas

Com o objetivo de contribuir para o enriquecimento da educação e da cultura no Brasil, surgiu, em 02 de abril de 1986, a Asas Produções. A referida entidade foi o primeiro passo para a criação de outras cinco empresas que hoje compõem o Grupo: Nos últimos cinco anos, o Grupo Asas obteve reconhecimento internacional para três de suas iniciativas: Túnel da Ciência – Sociedade Max Planck (realizado em parceria com o Governo da Alemanha); Conhecer Para Cuidar e Vem Com a Gente. Nesses mais de 33 anos de existência, o Grupo Asas realizou 40 projetos com a participação de mais de 2 milhões de crianças, jovens e adultos dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Goiás, Bahia e Rio Grande do Sul.

SERVIÇO
Bienal Mineira do Livro 2020

Data: 22 a 31 de maio
Local: BH Shopping, Estacionamento Piso Ouro Preto - BR 356, nº 3.049 - Bairro Belvedere - Belo Horizonte
Site: www.bienalmineiradolivro.com.br Contato: contato@bienalmineiradolivro.com.br

Assessoria de Imprensa – Bienal Mineira do Livro:

ETC Comunicação
(31) 2535-5257
imprensa@bienalmineiradolivro.com.br
Jihan Kazzaz, Luciana d’Anunciação e Nina Rocha
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Inteligência Social – A perspectiva de um mundo sem fome(S) / Luciana Chinaglia Quintão



Luciana Quintão lança o livro Inteligência Social – a perspectiva de um mundo sem fome(s)

Com uma nova visão mais ampla e sistêmica sobre o conceito de Inteligência Social, a autora afirma que “sempre vivemos e sempre vamos viver em rede, não se tratando apenas de uma questão tecnológica. Diante desta evidente interconexão, colocamos em risco o funcionamento da engrenagem social todas as vezes que atuamos de modo não inteligente e negligente. Mais do que nunca precisamos aprender a viver em sociedade”. À frente da ONG Banco de Alimentos desde 1998, a economista Luciana Chinaglia Quintão lançou o livro Inteligência Social – A perspectiva de um mundo sem fome (s) no dia18 de dezembro, na Livraria da Vila (Pátio Higienópolis).

Certa de que as pessoas são as responsáveis pela construção do mundo à sua volta, Luciana nunca se conformou com a visão da desigualdade e da violência, de tanta pobreza em meio a tanta riqueza. Intuitivamente, já praticava o conceito de Inteligência Social, agora abordado em sua obra a partir de uma visão inovadora: a Inteligência Social “expandida para a sociedade de uma forma mais ampla, com todas as camadas que a compõem integradas e correlacionadas conscientemente, no intuito de criar um tecido social saudável”. Já na introdução, Luciana questiona: “Até quando vamos presenciar tantas fomes sem que nos permitamos virar o rosto para problemas tão graves? A fome dói, exclui, mata e constitui-se em um abuso social. Sempre entendi a fome como metáfora para todo tipo de carência. Temos fome de comida, de justiça, de amor, de transporte, de moradia e de educação. Tudo isso é fome. Tem fome, portanto, quem é privado de algo, inclusive de seus direitos sociais, como vivenciam tantos cidadãos do Brasil e de outras regiões do planeta”.

Para Luciana, a Inteligência Social é o caminho para mudar essa realidade; e a evolução social ocorre quando a inteligência coletiva está presente e atuante. Inteligência Social é transformar o que já não produz bons resultados, construir e fazer o bem e o necessário para que haja harmonia, segurança, paz, necessidades básicas atendidas, proteção ao meio ambiente e uso sustentável dos recursos naturais. É nesse contexto, a partir de um novo olhar sobre o que é a Inteligência Social e como praticá-la, que a obra se desenvolve. Com uma visão mais ampla e sistêmica, a autora vai além dos conceitos já estabelecidos na literatura, que relacionam a Inteligência Social ao âmbito pessoal e interpessoal, para demonstrar que o conceito compõe um grande sistema comunicante, que envolve o meio ambiente, ciência e tecnologia, arte e cultura, economia, cidadania, educação, espiritualidade e política. “O germe da Inteligência Social nasce dentro do indivíduo, mas se manifesta ao ser aplicado para o bem coletivo”. É esta inteligência que “permite construir uma estrutura social justa e equilibrada e, se possível, tecnologicamente avançada, em que estejam assegurados os direitos humanos e civis”. “Se o eleitor muda, o político muda. Se o consumidor muda, a indústria muda. Se o professor muda, o aluno muda. Se eu mudo, eu mudo o mundo”, destaca a autora. Há uma relação intrínseca também, entre inteligência e escolhas. ”Quanto mais consciente for o indivíduo de seus atos e de suas consequências, melhores serão as suas escolhas”, analisa Luciana.

Quando a escolha é consciente e em benefício de todos, destaca-se a presença da Inteligência Social. Entre os indicadores do descaso – exemplos de más escolhas – estão o desperdício de água, o desmatamento de florestas, o descarte irresponsável do lixo, o desperdício de alimentos... Para Luciana, é fundamental o entendimento de que “sempre vivemos em rede e sempre vamos viver, não se tratando apenas de uma questão tecnológica”. “Trata-se de um universo onde tudo e todos estão interconectados – a natureza nos mostra isso a todo momento, tal qual uma engrenagem que funciona com perfeição”. “Por essa razão”, afirma, “colocamos em risco o funcionamento da engrenagem social todas as vezes que atuamos de modo não inteligente e negligente, ou seja, quando criamos desequilíbrios que nos levam para longe de uma harmonia. Mais que nunca precisamos aprender a viver em sociedade”.  Com 253 páginas, a obra se divide em três partes: I – Inteligência Social; II – Rumo à Evolução Social; III – Inteligência Social Aplicada. No apêndice, o livro traz considerações importantes relacionadas à história da ONG Banco de Alimentos, instituição que busca alimentos onde sobre e leva onde falta, com 41 instituições assistidas que beneficiam mais de 20 mil pessoas. Relata a história da fome no Brasil, com um rico levantamento da segunda metade do século 19 até os dias atuais, que revela que a questão da negação da necessidade mais básica do ser humano, a fome, não é recente em nosso país, fruto não só do subdesenvolvimento econômico, mas, na análise de Luciana, de uma grave falta de Inteligência Social.

No Brasil, 52 milhões de pessoas vivem em situação de insegurança alimentar, ou seja, passam fome em diferentes graus. Com muita informação e inspiração, Luciana destaca como é importante que cada pessoa – em todas as esferas de atuação, mesmo política e governamental – participe do grupo e do ambiente em que vive, mesmo em pequena escala, criando a melhor realidade, com empatia para com as outras pessoas, expandindo uma visão de mundo mais inteligente. Na construção deste círculo virtuoso, surgem antídotos para a desinteligência, como a boa educação e o caminho do auto-aperfeiçoamento, gerador de conhecimento e promotor de consciência. “Novos paradigmas políticos, econômicos, sociais e educacionais são necessários. Educar é muito mais que ter o antigo sistema de giz. A economia é muito mais que servir aos interesses de poderosos; e a política é muito mais do que mandar e desmandar a seu bel prazer, mas sim entregar resultados”. E como começar a praticar a Inteligência Social? A primeira atitude é não ser indiferente à realidade que nos cerca, sair da zona de conforto e crescer como indivíduo, como nação. Quando há Inteligência social, há também uma maior contribuição das pessoas em geral para o ambiente social, com base em pilares como o comprometimento, sabedoria, conhecimento, eficiência, verdade, convivência harmoniosa e formação.

É preciso também redefinir o significado de riquezas de uma sociedade e migrar para um novo modelo. Além disso, devemos nos ater ao bem verdadeiro como a  prática da Inteligência Social e investir em conhecimento dos fatos, no entendimento das relações humanas e sociais, na moral e na ética, e no conhecimento do próprio ser humano. Agirmos como médicos sociais, conhecendo a doença que acomete o nosso corpo social e seguir o caminho da cura com base no uso da inteligência sanadora aplicada aos males que se apresentam. Com muitos exemplos, práticas inspiradoras, referências e dados referentes à política, economia, educação, saneamento e gestão pública, Luciana Quintão proporciona uma leitura enriquecedora para seguirmos na prática de uma nova configuração do tecido social, com coragem e ética para fazer o bem: “O tecido social terá a configuração e a aparência de como o bordarmos, assim como da qualidade das linhas que usarmos.” A autora certamente dá aos leitores um caminho iluminado capaz de levar à prática a dedicatória estampada no início da obra: “Para todas as crianças de hoje e de amanhã, na esperança de que, por meio de uma nova consciência, possam ser melhores alimentadas e curadas de todas as fomes que tiram a paz do mundo.”

Serviço:

Inteligência Social – A perspectiva de um mundo sem fome(S) 
Autora: Luciana Chinaglia Quintão 
Páginas: 253
Dialógica Editora
Preço: R$ 55,00 
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Prêmio Sesc de Literatura abre inscrições para edição 2020

As inscrições são gratuitas e os escritores podem concorrer com obras inéditas nas categorias Conto e Romance 

Rio de Janeiro, janeiro de 2020 -- As inscrições para o Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes do país, serão abertas na próxima segunda-feira, dia 20. Os autores estreantes podem inscrever suas obras inéditas nas categorias Romance ou Conto. Os interessados têm até 20 de fevereiro para concluir o processo de inscrição, que é gratuito e online. O regulamento completo pode ser acessado em www.sesc.com.br/portal/site/premiosesc.
Ao oferecer oportunidades aos novos escritores, o Prêmio Sesc de Literatura impulsiona a renovação no panorama literário brasileiro e enriquece a cultura nacional. Os vencedores têm suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, com tiragem inicial de 2 mil exemplares. Desde a sua criação, mais de 14 mil livros foram inscritos e 29 novos autores foram revelados.
A parceria com a editora Record contribui para a credibilidade e a visibilidade do projeto, pois insere os livros na cadeia produtiva do mercado livreiro. A premiação foi criada em 2003 e se consolidou como a principal do país para autores iniciantes. No ano passado, houve recorde de inscritos com 1.969 obras, sendo 1.043 romances e 926 livros de contos.
O processo de curadoria e seleção das obras é criterioso e democrático. Os livros são inscritos pela internet, gratuitamente, protegidos por pseudônimos. Isso impede que os avaliadores reconheçam os reais autores, evitando qualquer favorecimento. Os romances e contos são avaliados por escritores profissionais renomados, que selecionam as obras vencedoras pelo critério da qualidade literária.
A relevância do Prêmio Sesc também pode ser medida por meio do sucesso dos seus vencedores, que vêm sendo convidados para outros importantes eventos internacionais, como a Primavera Literária Brasileira, realizada em Paris, o Festival Literário Internacional de Óbidos, em Portugal, e a Feira do Livro de Guadalajara, no México.

Vencedores

No ano passado, o vencedor na categoria Romance foi Felipe Holloway, com ‘O legado de nossa miséria’. A obra narra a história de um crítico de literatura e professor universitário que é convidado para um evento sobre jornalismo literário, numa fictícia cidade do interior de Minas Gerais. Lá ele conhece um famoso escritor cuja obra sempre admirou. Os personagens rememoram suas respectivas carreiras, nas quais os fracassos éticos e estéticos se alternam. Natural de Canindé, no Ceará, Holloway mora desde criança em Cuiabá (MT), onde leciona Língua Portuguesa na rede estadual.
João Gabriel Paulsen foi o ganhador na categoria Conto, com o livro 'O doce e o amargo'. Ele escreveu uma coletânea de nove contos que tratam das tensões geracionais e os conflitos ocasionados pelos ritos de passagem. Paulsen nasceu em Juiz de Fora (MG), onde mora, estuda Filosofia e escreve desde os 15 anos.
Eles se juntam a um time de vencedores do Prêmio Sesc Literatura, que tem entre suas estrelas Franklin Carvalho, ganhador com o Romance “Céus e Terra”, em 2016, e vencedor do Prêmio São Paulo de Literatura 2017; a carioca Juliana Leite em 2018, com Romance com “Entre as mãos”, que após a premiação do Sesc, ganhou o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA); a paulista Sheyla Smanioto Macedo, vencedora da edição 2015, com o Romance “Desesterro”, que conquistou o Prêmio Machado de Assis 2016; Marcos Peres, com “O Evangelho Segundo Hitler”, vencedor do Prêmio SP de Literatura 2014 na categoria estreantes; e Debora Ferraz, autora do livro “Enquanto Deus não está olhando”, vencedora do Prêmio São Paulo de Literatura 2015.


Mais Informações: 
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Secretaria abre concurso para acessibilizar bibliotecas públicas

Bibliotecas podem enviar projetos até o dia 30 de janeiro de 2020, usuários com deficiência visual serão os principais beneficiados 

A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência recebe até 30 de janeiro de 2020 projetos de bibliotecas públicas do Estado de São Paulo, interessadas em receber equipamentos de tecnologia assistiva capazes de assegurar o acesso à leitura para pessoas com deficiência visual.
A ação faz parte do programa São Paulo + Inclusão Bibliotecas, que tem como parceiro o Fundo de Interesse Difusos (FID) da Secretaria da Justiça e Cidadania e juntos já entregaram equipamentos há mais de 60 bibliotecas públicas.
Os interessados em participar devem indicar em formulário específico (abaixo) como pretendem aprimorar os serviços bibliotecários para as pessoas com deficiência e qual estratégia será utilizada para divulgação dos novos serviços com foco no público com deficiência visual.
As bibliotecas vencedoras receberão kits compostos pelos seguintes equipamentos: scanner leitor de mesa, linha braile e computador.
O formulário deve ser preenchido no link http://bibliotecas.sedpcd.sp.gov.br e as propostas bem como, anexos, digitalizados e devidamente assinados, devem ser enviados para o e-mail spmaisinclusaobibliotecas@sedpcd.sp.gov.br ou encaminhados pelo correio.

SERVIÇO
Abertura do edital - São Paulo + Inclusão Bibliotecas
Data de inscrição: até 30 de janeiro de 2020
Inscrições: http://bibliotecas.sedpcd.sp.gov.br
Envio de documentação: spmaisinclusaobibliotecas@sedpcd.sp.gov.br
Endereço para envio, caso haja necessidade: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10 - Barra Funda - São Paulo - SP
CEP: 01156-001

Assessoria de Imprensa 
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(11) 5212-3812
fernandaribeiro@sp.gov.br
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