54 ANOS DA ABIGRAF - REGIONAL RIO GRANDE DO SUL

 Hoje - 28 de julho - data importante para a Associação Brasileira da Indústria Gráfica, Regional Rio Grande do Sul, que está completando 54 anos de trajetória! Fundada em 1967, a Abigraf-RS foi o primeiro braço estadual da entidade Nacional.
Desde então, cumpre o seu dever de representar e defender os interesses da Indústria Gráfica, promovendo oportunidades de desenvolvimento a seus associados, valorizando a comunicação impressa e incentivando a união entre as empresas e empresários. Parabéns empresários gráficos do Rio Grande do Sul. 

https://www.abigraf-rs.com.br/


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Prêmio São Paulo de Literatura

O Prêmio São Paulo de Literatura, o maior do país em premiação individual para o gênero, abriu as inscrições da sua 14ª edição. Serão contemplados um autor pela categoria "Melhor Romance de Ficção do Ano de 2020" e outro como "Melhor Romance de Ficção de Estreia do Ano de 2020".
Cada ganhador receberá um prêmio de R$ 200 mil. Para concorrer, a obra de ficção deve ter sido escrita originalmente em português e ter sua primeira edição publicada ao longo de 2020. Somente obras no formato impresso, com ISBN, podem participar.
Os interessados têm até o dia 06 de setembro de 2021 para se inscrever no site do prêmio e para conferir o edital completo, clique aqui.
Criado em 2008, o Prêmio São Paulo de Literatura tem como objetivo estimular a produção literária de qualidade, valorizar o setor e favorecer a formação de leitores e escritores, reconhecendo grandes nomes e também novos talentos.

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Scortecci e União Brasileira de Escritores realizam evento a Jorge Amado


Jornal Tribuna do Norte - 26.07.2021 - Encontro virtual marca os 109 anos de nascimento e 20 anos de falecimento do escritor brasileiro. O Grupo Editorial Scortecci, com apoio da União Brasileira de Escritores, realizará, em agosto, um evento que marca os 109 anos de nascimento e 20 anos de falecimento do escritor brasileiro.

O encontro ocorrerá no dia 10 de agosto de 2021, uma terça-feira, por meio virtual, com acesso público e gratuito; e tem como objetivo homenagear o baiano Jorge Amado (Itabuna, 10.8.1912 – Salvador, 6.8.2001), um dos mais premiados e traduzidos escritores brasileiros.

Autor de vasta obra com adaptações para televisão, teatro, cinema e traduções em dezenas de países e idiomas, Jorge Amado participou ativamente da vida política, intelectual e literária do país, recebeu inúmeros prêmios e títulos nacionais e internacionais, tendo sido eleito, em 1961, para a Academia Brasileira de Letras.

A vida e a obra de Jorge Amado serão rememoradas e celebradas com a participação especial de familiares e amigos, que apresentarão depoimentos e comentários sobre sua relação com o escritor, leitura de textos e informações sobre as atividades da Fundação Casa de Jorge Amado.

Ao final do evento, serão sorteados livros de Jorge Amado e de Zélia Gattai, além de caneca comemorativa dos 40 anos da Scortecci Editora.

Link de acesso para entrar na sala do ZOOM no dia do evento: https://us02web.zoom.us/j/7254675353.

Fonte: 
Jornal Tribuna do Norte 

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OS INCUNÁBULOS / Por João Scortecci

 Incunábulo ("começo", "origem", "berço") é um livro impresso com tipos móveis entre 1455 - data aproximada da publicação da "Bíblia de Gutenberg" - até 1500. Sua origem vem da expressão latina "in cuna" ("no berço"), referindo-se assim ao berço da tipografia. Os incunábulos imitavam os manuscritos. Muitos incunábulos não tinham páginas de rosto, e em poucos deles há indicação de onde e por quem foram impressos. Demorou 50 anos para que o livro impresso passasse a ter suas próprias características, abandonando, paulatinamente, as de livro manuscrito.
Existem incunábulos em 18 idiomas: latim, alemão, italiano, francês, holandês, espanhol, inglês, hebreu, catalão, checo, grego, eslavo, português, sueco, bretão, dinamarquês, frísio e sardo. Foram identificados cerca de mil tipógrafos e seus respectivos livros. Um, em cada dez, era ilustrado com gravuras feitas em madeira ou metal. Outros tinham a letra inicial do capítulo manuscrita artisticamente, após a impressão. Do incunábulo mais comum, "Liber Chronicarum" - conhecido como "Crônica de Nuremberg" -, restam 1250 cópias. O autor, Hartmann Schedel (1440-1514), médico, humanista e historiador, foi um dos primeiros cartógrafos a fazer uso da impressão, inventada por Johannes Gutenberg em 1493. Da "Bíblia de Gutenberg" - o primeiro e certamente o mais famoso e valioso dos incunábulos - restam 48 cópias conhecidas.
Há registro de cerca de 28 mil títulos desse tipo de livro, a maior parte usando letras góticas. Os exemplares conhecidos no Brasil derivam, em sua maioria, da vinda da Família Real portuguesa em 1808 e se encontram na Biblioteca Nacional, na cidade do Rio de Janeiro. Outros foram trazidos por congregações religiosas - como o da Biblioteca do Mosteiro de São Bento, na cidade de São Paulo - ou comprados de particulares - como os nove exemplares da Biblioteca Mário de Andrade (fundada em 1925), também na capital paulista.
É de 1477 o exemplar mais antigo pertencente à Biblioteca Mário de Andrade, o da "Suma Teológica", de Santo Tomás de Aquino. Nessa biblioteca há outros sete incunábulos, entre eles: um exemplar da "Bíblia de Gutenberg" (1492) e dois exemplares da "Crônica de Nuremberg" (1493), que descreve a história do mundo, com cerca de 1.600 xilogravuras, considerado o maior livro ilustrado de sua época.

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Antologia PALAVRAS DO COTIDIANO 2021

Estão abertas as inscrições para a antologia de poesias, contos e crônicas PALAVRAS DO COTIDIANO 2021, da Scortecci Editora. O tema é livre. Dela poderão participar escritores brasileiros, residentes no Brasil ou não, maiores de 16 anos. Serão aproximadamente 80 autores, organizados por nome de autor, em ordem alfabética. Inscrições até 15 de outubro de 2021 ou até o preenchimento das 80 vagas, o que acontecer primeiro.

Cada Autor poderá participar com um ou mais trabalhos de sua autoria, nos gêneros poesias, contos ou crônicas, em duas, três, quatro, cinco ou seis páginas (número máximo de páginas). No cabeçalho de identificação de cada participante constará a biografia do autor, com até 500 caracteres.

A antologia não é concurso e todos os inscritos terão seus trabalhos publicados, desde que em conformidade com as regras de participação. Não há obrigatoriedade de o material enviado para publicação ser inédito. Os trabalhos deverão ser em língua portuguesa, o que não impede o uso de termos estrangeiros no texto. Não serão aceitos trabalhos coletivos. Cada inscrição deverá ter obrigatoriamente apenas um autor. 

Regulamento completo, ficha de inscrição e valores de participação AQUI

OBSERVAÇÕES GERAIS

1) O Autor participante responderá legal e individualmente por plágio, publicação não autorizada, calúnia, difamação e não autoria, isentando a Scortecci Editora de qualquer responsabilidade sobre o conteúdo enviado para publicação na antologia.

2) O material será enviado por e-mail pela editora para revisão e liberação do autor, através de arquivo digital, em PDF.

3) Não haverá cessão de Direitos Autorais, ou seja, os trabalhos continuarão pertencendo aos autores.

SOBRE O LANÇAMENTO DA ANTOLOGIA

1) Evento virtual, acesso pela plataforma ZOOM, dia 11 de dezembro de 2021, sábado, às 16h00 - ID 725 467 53 53

DADOS TÉCNICOS DA OBRA

Antologia: formato 14 x 20,7 cm, impressão digital, miolo Preto e Branco, papel book slim 80 gramas, capa 4 cores, impressão digital, papel 250 gramas, com orelhas, laminação fosca.

MAIS INFORMAÇÕES

Grupo Editorial Scortecci
https://www.scortecci.com.br
(11) 3032-1179 ou (11) 3032-8848

Regulamento completo, ficha de inscrição e valores de participação AQUI

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A CRIANÇA E O ADOLESCENTE PODEM LER JORGE AMADO? / Por SUELI BORTOLIN

Obviamente que essa pergunta é provocativa, mas eu a fiz na intenção de enfrentar alguns estereótipos e preconceitos que rodeiam o escritor Jorge Leal Amado de Faria, mais conhecido como Jorge Amado.

Jorge Amado nasceu em Itabuna na Bahia no dia 10 de agosto de 1912 e morreu em Salvador no dia 06 de agosto de 2001.

A Wikipédia informa que foram 49 livros publicados e “[...] traduzidos em 80 países, em 49 idiomas, bem como em braile e em fitas gravadas para cegos.”

Apesar da repercussão nacional e internacional das obras de Jorge Amado, ele nos tempos atuais, se estivesse vivo, talvez fosse achincalhado por não ser um bom exemplo aos brasileiros. Afinal para muitas pessoas suas obras abordam apenas: sexo, candomblé e comunismo. No entanto, essa maneira de pensar é reducionista e equivocada.

Porém, crítica aos livros dele não seria novidade, pois em dezembro de 1937 em Salvador (BA), por exemplo, foram queimadas obras com tendência comunista e segundo Pablo Uchoa: “Mais de 90% dos exemplares incinerados, recolhidos nas livrarias de Salvador, eram de autoria de um jovem escritor baiano já proeminente com obras de cunho marcadamente social: Jorge Amado.

Apesar da fama dos livros dele direcionados aos adultos sobrepor as que foram escritas para o público infantojuvenil, gosto e indico três delas.

Só indico as que eu conheço, mas sei da existência de uma intitulada O Capeta Carybé que não tenho, mas ainda pretendo comprar. Para não deixar o leitor curioso extraí do Dicionário crítico da literatura infantil e juvenil brasileira de Nelly Novaes Coelho o seguinte comentário a respeito dele: “Dentro da estrutura e objetivo da coleção (introduzir os pequenos no gosto pela arte plástica e/ou no conhecimento de nossos pintores consagrados). Este volume dedicado a Carybé registra vinte e sete belas reproduções da arte maior do grande pintor nascido em Buenos Aires e que escolheu a Bahia como morada.

Das três obras que eu já li e já reli, começo por aquela que considero uma das preciosidades da literatura brasileira e que todos deveriam ler. (justifico que o destaque na palavra - deveriam - tem a intenção de sugestão e não de obrigação). Trata-se do livro Capitães da areia que para alguns é obra para adulto, mas para outros é recomendado também para o público infantojuvenil. Da minha parte, eu o coloco nessa classificação, em outras palavras considero adequado aos jovens e penso que precisam lê-lo.

Capitães da areia tem um personagem que provoca em mim muita emoção. É um menino que se chama João José, cujo apelido é Professor, visto que era o único “inteiramente letrado” e que gostava de ler em voz alta os livros para os que não sabiam ler.

“O Professor, desde o dia em que furtara um livro de histórias numa estante de uma casa da Barra, se tornara perito nestes furtos. Nunca, porém, vendia os livros, que ia empilhando num canto do trapiche, sob tijolos, para que os ratos não os roessem.” (AMADO, 2008, p. 32).

Este personagem é adorável e eu advogo em sua defesa, pois ele roubava para ler e acalentar seus amigos-meninos que moravam como ele nas ruas sofrendo abandono e discriminação. Na palavra do autor, ele “[...] contando aquelas histórias que lia e muitas vezes que inventava, fazia a grande e misteriosa mágica de os transportar para mundos diversos [...]”. (AMADO, 2008, p. 32).

Sei que desde 2011 existe o filme Capitães da areia e que foi dirigido por Cecília Amado neta de Jorge Amado, só que ainda me falta coragem para assistir, creio que a emoção será triplicada.

Outro livro que eu gosto muito é O gato Malhado e a andorinha Sinhá que foi escrito em 1948, mas publicado apenas em 1976. A edição que eu tenho é a 14ª e é datada de 1984, ainda com espaçamento de entrelinhas pequeno que não é tão confortável para os olhos. Quando eu o li pela primeira vez me diverti bastante pelo inusitado caso de amor entre um gato e uma andorinha. Hoje passados tantos anos, retorno ao livro e percebo muitos aspectos que constam na dedicatória que já escaparam da minha memória. Por exemplo, esse livro foi escrito para o seu filho em 1948. No período de sua publicação (em 1976) foi dedicado ao afilhado, aos netos, à dona Zélia; com especial referência aos amigos e admiradores, sem esquecer seu amigo e ilustrador argentino - Carybé.

A obra narra a “História amorosa do gato malhado (um pária entre os animais) e a andorinha Sinhá (delicada criatura, misto de alta dama, pássaro e flor), esta retoma o tema básico do Romantismo: o amor versus desigualdade de classes. (Como se vê, problemática que escapa à área de interesse da criança a quem o livro foi destinado. Poderia, sim, interessar ao adolescente, não fosse a forma infantil que equaciona o tema e a problemática.)” (COELHO, 2006, p. 374).

Fazendo um contraponto com a afirmação entre parênteses, destaco que na atualidade ela deve ser relativizada/flexibilizada/refletida, pois são publicados no Brasil livros infantis de autores nacionais e estrangeiros com temática: violência doméstica, estupro, nazismo, ditadura militar, tortura entre outros. Esses são aceitos e recomendados, pois o que se deve avaliar é a maneira como o assunto é abordado e não obrigatoriedade para uma faixa etária específica. Há muito tempo que a recomendação por idade saiu da quarta capa dos livros, apesar de permanecerem em catálogos como forma de facilitar a adoção e a venda e não de forma cerceadora ou proibitiva para a leitura.

Voltando ao livro O gato Malhado e a andorinha Sinhá: uma história de amor, destaco, só para atiçar a curiosidade, que o autor parte de um trecho de um poeta popular Estevão da Escuna “poeta popular estabelecido no Mercado das Sete Portas, na Bahia” e que toma um ritmo divertido com um gato “vagabundo” e “que se acha” o máximo. Ele é afrontado por uma andorinha de boa família e boa educação que o chama de feio. No transcorrer da história eles se apaixonam e causam um escândalo no Parque onde moram diversos animais; são criticados por estarem infringindo uma lei antiga de que um gato e uma andorinha não podem se casar... Bom o que acontece no final é melhor conferir...

A outra obra é A bola e o goleiro que foi publicada em 1984 e narra uma “Pitoresca história de amor de uma bola de futebol por um goleiro. Em linguagem concisa e bem-humorada, a efabulação vai direto ao desenlace imprevisto e divertido.” (COELHO, 2006, p. 375).  Atualmente é publicada pela Editora Record e sua ilustração foi bordada por Ângela Dumont, Antônia Diniz Dumont, Marilu Dumont, Martha Dumont, Sávia Dumont sobre os desenhos de Demóstenes Dumont Vargas Filho.

Apesar de futebol não ser uma temática que me desperte a atenção, o amor entre uma bola e um goleiro é algo inusitado. O teor engraçado, na minha perspectiva, está nas contorções realizadas pela bola Fura-Redes para estar perto do goleiro Bilô-Bilô (o Cerca-Frango). Não conheço as outras edições, por exemplo, a de 1984 com ilustrações de Aldemir Martins. A edição que eu tenho foi bordada primorosamente por mulheres com mãos talentosas e linhas coloridérrimas.

Reunir o futebol e a tessitura do bordado deu um resultado, no mínimo, interessante!!!

Ao retornarmos a pergunta-título dessa Coluna, podemos respondê-la: sim a criança e o adolescente podem e devem ler Jorge Amado! O único impedimento seria a desinformação e o preconceito por parte de algum mediador.

Tenho dito!

Sugestões de leitura:

AMADO, Jorge. A bola e o goleiro. Rio de Janeiro: Record, 2008.
AMADO, Jorge. Os capitães da areia. 50.ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.
AMADO, Jorge. O gato malhado e a andorinha sinhá.
COELHO, Nelly Novaes. Dicionário crítico da literatura infantil e juvenil brasileira. 5.ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2006.
UCHOA, Pablo.  “Capitães da Areia”: o dia em que o Estado Novo queimou um dos maiores clássicos da literatura brasileira. BBC Brasil em Londres, 26 novembro 2017. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-41969983. Acesso em: 30 abr. 2021.

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HOMENAGEM A JORGE AMADO

Realizado pelo Grupo Editorial Scortecci com apoio da União Brasileira de Escritores, evento marca os 109 anos de nascimento e 20 anos de falecimento do escritor brasileiro.

O evento, que será realizado no dia 10 de agosto de 2021, terça-feira, por meio virtual, com acesso público e gratuito, tem como objetivo homenagear o baiano Jorge Amado (Itabuna, 10.8.1912 - Salvador, 6.8.2001), um dos mais premiados e traduzidos escritores brasileiros.

Autor de vasta obra com adaptações para televisão, teatro, cinema e traduções em dezenas de países e idiomas, Jorge Amado participou ativamente da vida política, intelectual e literária do país, recebeu inúmeros prêmios e títulos nacionais e internacionais, tendo sido eleito, em 1961, para a Academia Brasileira de Letras.

A vida e a obra de Jorge Amado serão rememoradas e celebradas com a participação especial de familiares e amigos, que apresentarão depoimentos e comentários sobre sua relação com o escritor, leitura de textos e informações sobre as atividades da Fundação Casa de Jorge Amado. Ao final do evento, serão sorteados livros de Jorge Amado e de Zélia Gattai, além de caneca comemorativa dos 40 anos da Scortecci Editora.

PROGRAMAÇÃO

Abertura: Maria Mortatti

Mediação: Rogério Duarte

Depoimentos e leitura de textos de Jorge Amado:

Paloma Amado, Janaína Amado, Antônio Torres, Ricardo Ramos Filho, Ângela Fraga e João Scortecci.

Encerramento: Sorteio da caneca da Scortecci Editora 40 anos e de livros de Jorge Amado e Zélia Gattai.

Sobre a SCORTECCI - A Scortecci é uma editora laureada, com mais de 39 anos no mercado editorial brasileiro. Edita, imprime e comercializa livros em pequenas tiragens desde 1982. Possui gráfica própria com tecnologia digital, acabamento de qualidade, sofisticado controle de vendas e central de logística. São mais de 10 mil títulos publicados em primeira edição. Já recebeu os prêmios: Jabuti, APCA, FBN, ABL e PEN Clube. Em sua história, conserva os mesmos objetivos e propósitos desde a sua fundação: publicar livros, organizar e apoiar concursos e prêmios literários, realizar recitais e eventos culturais, editar e coordenar antologias de novos talentos, desenvolver o mercado literário através de cursos, palestras e oficinas, trabalhar pela formação de bibliotecas e fomentar o hábito da leitura.

Sobre a UBE - A União Brasileira dos Escritores (UBE) é uma sociedade fundada em 17 de janeiro de 1958 com a fusão da seção paulista da Associação Brasileira de Escritores e da Sociedade Paulista de Escritores Brasileiros. Sucedeu à Sociedade dos Escritores Brasileiros, primeira associação profissional de escritores, fundada em 14 de março de 1942 por Mário de Andrade e Sérgio Milliet. É uma sociedade civil representativa em âmbito nacional. Luta pela defesa da liberdade de expressão, direitos autorais, difusão da cultura e democratização do acesso à informação.

SERVIÇO

Assunto: Jorge Amado
Data: 10 de agosto de 2021, terça-feira
Horário: 19h30 às 21h30
Local: Plataforma ZOOM – ID de acesso: 725 467 53 53
Evento aberto e gratuito.

Mais informações:

Eliaquim Batista / eliaquim@scortecci.com.br

Telefone: (11) 3032-1179 ou (11) 3032-8848

WhatsApp: (11) 97548-1515

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Academia Brasileira de Letras disponibiliza a 6.ª edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa

A Academia Brasileira de Letras lança a nova edição do Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa (Volp), disponível exclusivamente na versão on-line no site da ABL e pelo aplicativo oficial. Esta 6.ª edição conta com 382 mil entradas, mil palavras novas, incluindo estrangeirismos, além de correções e informações complementares nos verbetes, como acréscimos de ortoépia, diversas possibilidades de plural e, apenas em alguns casos, para desfazer dúvidas e ambiguidades, a indicação de homonímia, paronímia e significado.
Desde a publicação da 5.ª edição do Volp, em 2009, a equipe de Lexicologia e Lexicografia da Academia Brasileira de Letras vem reunindo novos vocábulos colhidos em textos literários, científicos e jornalísticos ou recebidos como sugestão por consulentes do Volp. Pouco mais de uma década depois, com o grande volume de palavras que passaram a fazer parte do cotidiano da língua e a necessidade de corrigir algumas falhas tipográficas e inserir informações adicionais, a equipe – orientada pelo Acadêmico Prof. Evanildo Bechara, presidente da Comissão de Lexicologia e Lexicografia da ABL – viu-se no dever de atualizar a obra para oferecer ao público uma edição aumentada em seu universo lexical e em dia com a evolução da língua, refletindo as mudanças da nossa sociedade.
Muitos acréscimos estão relacionados aos novos termos originados do desenvolvimento científico e tecnológico, às palavras surgidas no contexto da pandemia do novo coronavírus, ao registro mais abrangente de nomes de povos indígenas, língua e família linguística, assim como termos técnicos das diversas áreas do conhecimento e novos vocábulos de uso comum, muito divulgados na mídia impressa e em textos acadêmicos, sempre de acordo com os critérios de formação de palavras da língua-padrão.
Podemos citar a inclusão das entradas telemedicina, teleinterconsulta, laudar, biopsiar, bucomaxilofacial, ciberataque, cibersegurança, aporofobia, gerontofobia, feminicídio, sororidade, decolonialidade, notícia-crime, judicialização, infodemia, covid-19, pós-verdade, negacionismo, necropolítica, homoparental, gentrificação, ciclofaixa, mocumentário, docussérie, entre muitas outras. Em relação aos estrangeirismos, tivemos o registro de botox, bullying, compliance, coworking, crossfit, delay, home office, live-action, lockdown, podcast, emoji, parkour, jihad, chimichurri, entre outros.
A Academia Brasileira de Letras reafirma seu compromisso de cultivo da língua portuguesa na vigência da realidade brasileira. Neste sentido, continuará atualizando o Volp com o propósito de fazer um registro o mais completo possível dos vocábulos de uso comum, além da terminologia técnica e científica, respeitando as Bases do Acordo Ortográfico de 1990

19/07/2021

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PROJETO "GELATECA" DE VENÂNCIO AIRES/RS

O Projeto GELATECA é desenvolvido pelo Rotary Club da cidade de Venâncio Aires, no Rio Grande do Sul. O objetivo do projeto é promover a leitura e o compartilhamento de conhecimento por meio de empréstimos e trocas de livros - gratuitamente - em geladeiras usadas, adaptadas para um espaço de biblioteca e instaladas em locais públicos da cidade.
Já são 5 geladeiras espalhadas em praças públicas, paradas de ônibus, escolas e centros de saúde. O Rotary Club – gestor do projeto - compra as geladeiras usadas, adesiva com a logomarca do projeto GELATECA e – com a ajuda de amigos do livro – abastece mensalmente a biblioteca circulante.
O “Portal Amigos do Livro” e o “Portal Livros para Todos” são colaboradores e apoiadores da ideia. 
O objetivo do projeto LIVROS PARA TODOS é contribuir para o desenvolvimento social, cultural e educacional do Brasil, por meio de ações que promovam o debate sobre a importância do livro, a democratização do acesso a esse bem cultural, o incentivo ao hábito de leitura para formar leitores e contribuam para a formação e ampliação do acervo de bibliotecas públicas e comunitárias, principalmente em regiões carentes do país.

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HOMENAGEM AO ESCRITOR JORGE AMADO


MESA - HOMENAGEM A JORGE AMADO - 109 ANOS DE NASCIMENTO E 20 ANOS DE FALECIMENTO -

- DATA: 10 de agosto de 2021, terça-feira, das 19h30 às 21h
Acesso pela plataforma ZOOM – ID 725 467 5353 -

- Abertura: Maria Mortatti -

- Mediação: Rogério Duarte -

- Depoimentos e leitura de textos de Jorge Amado: Paloma Amado, Janaína Amado, Antônio Torres, Ricardo Ramos Filho, Ângela Fraga e João Scortecci.

- Encerramento: Sorteio da caneca da Scortecci Editora 40 anos e de livros de Jorge Amado. 

- Apoio: UBE - União Brasileira de Escritores.

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LIVE dedica espaço especial para “Dia do Amigo do Livro”

Unidos em prol da leitura e da divulgação da necessidade de o livro ser usado como ferramenta de entretenimento, educação e cultura. É com esse foco que diversos profissionais ligados ao segmento de impressão e editorial se reúnem no próximo dia 20 de julho de 2021, terça-feira, às 19h, para uma LIVE super especial durante a qual será apresentado o Projeto Livro para Todos e celebrar simbolicamente o “Dia do Amigo do Livro”.

Criado com o objetivo de divulgar o livro e a leitura, o Livro para todos traz, como diretrizes, ações para facilitar o acesso a livros e incentivar a leitura, bem como formar e ampliar acervos de bibliotecas públicas e comunitárias em regiões carentes do Brasil.

Parte das ações envolve o Portal Amigos do Livro, uma realização da Scortecci Editora com a finalidade de estimular a doação de livros, os quais são destinados a bibliotecas como forma de criar acesso mais fácil à leitura em regiões carentes. O projeto abrange, ainda, a Geladeira do Conhecimento, uma ação criada pelo Rotary Club de Itu com apoio dos demais Rotary’s da cidade no Pronto-atendimento Médico (PAM) na Vila Martins. Na Geladeira, as pessoas podem encontrar e desfrutar de obras literárias para todas as idades enquanto aguardam o atendimento.

A LIVE acontecerá via Canal do Youtube

LINK: https://www.youtube.com/watch?v=Sx0s6qG9wCU

A LIVE será transmitida também no canal do Boas Impressões

e na fanpage do PAPONET no Facebook.-

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Museu da Língua Portuguesa será reinaugurado com novas experiências para os visitantes

O Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, será reinaugurado no próximo dia 31 de julho de 2021, reconstruído após o incêndio que o atingiu em dezembro de 2015. Um dos primeiros museus totalmente dedicados a um idioma, instalado na cidade com o maior número de falantes de português no mundo, São Paulo, na histórica Estação da Luz, o Museu celebra a língua como elemento fundador da nossa cultura. Por meio de experiências interativas, conteúdo audiovisual e ambientes imersivos, o visitante é conduzido a um mergulho na história e na diversidade do idioma falado por 261 milhões de pessoas em todo o mundo.

A cerimônia oficial de inauguração, no dia 31, terá transmissão ao vivo pelas redes sociais do Museu. A posterior abertura ao público se dará sob as restrições determinadas pelas medidas de combate à COVID-19. Os ingressos poderão ser adquiridos exclusivamente pela internet, com dia e hora marcados, e a capacidade de público está restrita a 40 pessoas a cada 45 minutos. Os visitantes receberão chaveiros touchscreen para evitar toque nas telas interativas.

A reconstrução do Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo em parceria com a Fundação Roberto Marinho e tem como patrocinador máster a EDP; como patrocinadores Grupo Globo, Grupo Itaú Unibanco e Sabesp; e apoio da Fundação Calouste Gulbenkian e do Governo Federal por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. O ID Brasil Cultura, Educação e Esporte é a organização social responsável pela sua gestão.

O conteúdo do Museu foi atualizado. Em sua exposição de longa duração, o Museu terá experiências inéditas e outras anteriormente existentes, que marcaram o público em seus 10 anos de funcionamento (2006-2015). Entre as novas instalações estão "Línguas do Mundo", que destaca 23 das mais de 7 mil línguas faladas hoje no mundo; "Falares", que traz os diferentes sotaques e expressões do idioma no Brasil; e "Nós da Língua Portuguesa", que apresenta a língua portuguesa no mundo, com os laços, embaraços e a diversidade cultural da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Continuam no acervo as principais experiências, como a instalação "Palavras Cruzadas", que mostra as línguas que influenciaram o português no Brasil; e a "Praça da Língua", espécie de ‘planetário do idioma’ que homenageia a língua portuguesa escrita, falada e cantada, em um espetáculo imersivo de som e luz. 

Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz e Hugo Barreto, o conteúdo foi desenvolvido com a colaboração de escritores, linguistas, pesquisadores, artistas, cineastas, roteiristas, artistas gráficos, entre outros profissionais de vários países de língua portuguesa. São nomes como o músico José Miguel Wisnik, os escritores José Eduardo Agualusa, Mia Couto, Marcelino Freire e Antônio Risério, a slammer Roberta Estrela d’Alva e o documentarista Carlos Nader. Entre os participantes de experiências presentes na expografia estão artistas como Arnaldo Antunes, Augusto de Campos, Laerte, Guto Lacaz, Mana Bernardes e outros.

Já a exposição temporária de reabertura do Museu, "Língua Solta", traz a língua portuguesa em seus amplos e diversos desdobramentos na arte e no cotidiano. Com curadoria de Fabiana Moraes e Moacir dos Anjos, a mostra conecta a arte à política, à vida em sociedade, às práticas do cotidiano, às formas de protesto e de religião, em objetos sempre ancorados no uso da língua portuguesa.

O Museu foi concebido também com recursos de acessibilidade física e de conteúdo.

Novo terraço e reforço de segurança contra incêndio

Um dos principais prédios históricos de São Paulo, marco do desenvolvimento da cidade e querido por toda a população, a Estação da Luz tem uma importância simbólica única: foi uma das portas de entrada para milhares de imigrantes que chegavam ao Brasil. Era lá que eles, depois de desembarcarem dos navios em Santos, tinham o primeiro contato com a língua portuguesa.

Com a completa recuperação arquitetônica e readequação de seus espaços internos, que envolveu obras de restauro e reconstrução, o Museu manteve os conceitos estruturantes do projeto de intervenção original - assinado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e seu filho Pedro, em 2006 - e ganhou aperfeiçoamentos. No térreo, o museu abre-se à estação, reforçando sua comunicação com a cidade. Nos andares superiores, espaços foram otimizados, novos materiais foram introduzidos e o museu ganhou mais salas para suas instalações. E no terceiro piso haverá um terraço com vista para o Jardim da Luz e a torre do relógio. Este espaço homenageará o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, que morreu este ano. A nova versão foi concebida por Pedro Mendes da Rocha e desenvolvida nas etapas de pré-executivo e projeto executivo pela Metrópole Arquitetura, sob coordenação de Ana Paula Pontes e Anna Helena Villela.

A reconstrução também incorpora melhorias de infraestrutura e segurança, especialmente contra incêndios, que superam as exigências do Corpo de Bombeiros. Entre as novas medidas, está a instalação de sprinklers (chuveiros automáticos) para reforçar o sistema de segurança contra incêndio. No caso do Museu, os sprinklers não são uma exigência legal, mas foi uma recomendação dos bombeiros acatada para trazer mais segurança para o projeto.

O Museu e a Estação da Luz obtiveram o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) conjunto, que garante a segurança para todos os usuários da Estação. É a primeira vez que a Estação da Luz obtém o AVCB, graças ao esforço conjunto do Museu e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM).

Todas as etapas foram aprovadas e acompanhadas de perto pelos três órgãos do patrimônio histórico: Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan); Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico (Condephaat), órgão de âmbito estadual; e Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo (Conpresp).

Sustentabilidade: foco no selo LEED e madeira recuperada

O museu também será reaberto com certificação ambiental. As diretrizes de sustentabilidade pautaram toda a obra, e o Museu obteve o selo LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) - um dos mais importantes do mundo na área de construções sustentáveis - na categoria Silver. Entre as medidas estão a adoção de técnicas para economia de energia na operação do museu; a gestão de resíduos durante as obras; e a utilização de madeira que atende às exigências de sustentabilidade (certificada e de demolição) em todo o Museu.

Cerca de 85% da madeira necessária para a recuperação das esquadrias foram utilizados do próprio material já existente no edifício, com a reutilização de madeira da cobertura original, datada de 1946. Já na construção da nova cobertura, foram empregadas 89 toneladas (67 m³) de madeira certificada proveniente da Amazônia.

Mais de 300 esquadrias foram restauradas ou refeitas, num trabalho que deu nova vida a madeiras com mais de 70 anos, datadas de 1946. Na marcenaria instalada no primeiro andar do edifício, o material parcialmente carbonizado (peroba do campo rosa e amarela) foi restaurado e reutilizado na obra. O desafio foi recuperar o prédio, dentro das técnicas atuais de restauro, preservando todos os seus aspectos históricos - os restauradores utilizaram modelos registrados no início do século 20, época da construção da Estação da Luz; em 1946, quando o edifício também foi atingido por um incêndio; e pequenas modificações feitas em 2006 para a utilização do prédio como museu.

Os recursos necessários para a reconstrução do Museu da Língua Portuguesa foram de R﹩ 85,8 milhões - a maior parte do valor é proveniente de parceria com a iniciativa privada via lei federal de incentivo à cultura e indenização do seguro contra incêndio.

Cerca de 4 milhões de visitantes em 10 anos

Em quase 10 anos de funcionamento - de março de 2006 a dezembro de 2015 -, o Museu recebeu cerca de 4 milhões de visitantes e promoveu mais 30 exposições temporárias. Entre os homenageados com exposições estiveram escritores como Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Machado de Assis e Fernando Pessoa, além do cantor e compositor Cazuza. O Museu foi atingido por um incêndio em 21 de dezembro de 2015.

Durante a reconstrução, o Museu continuou em contato com o público por meio de atividades culturais e educativas, como as realizadas no Dia Internacional da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, desde 2017, e a mostra itinerante "A Língua Portuguesa em Nós", apresentada em 2018 em países lusófonos da África, em Portugal e no Brasil. Em 2020 e 2021, o Dia Internacional da Língua Portuguesa foi realizado de forma virtual, com série de eventos online que reuniram artistas de vários países de língua portuguesa.

EXPOSIÇÃO TEMPORÁRIA (1º Andar)

O 1º andar do Museu é dedicado às exposições temporárias. A mostra "Língua Solta", que traz os diversos desdobramentos da língua portuguesa na arte e no cotidiano, marca a reinauguração do espaço. São 180 peças que vão desde mantos bordados por Bispo do Rosário até uma projeção de memes do coletivo Saquinho de Lixo, com curadoria de Fabiana Moraes e Moacir dos Anjos. Os visitantes terão contato com o embaralhamento proposto pelos curadores, conectando a arte à política, à vida em sociedade, às práticas do cotidiano e às formas de protesto, de religião e de sobrevivência - sempre atravessados pela língua portuguesa. Cartazes de rua, cordéis, brinquedos, revestimento de muros e rótulos de cachaça se misturam a obras de artistas como Mira Schendel, Leonilson, Rosângela Rennó e Jac Leirner, entre outros.

EXPOSIÇÃO DE LONGA DURAÇÃO (2º e 3º andares)

2º andar - Viagens da Língua. Experiências:

Línguas do mundo

Em uma das novas experiências do museu, 23 mastros se espalham pelo hall do 2º andar, cada um com áudios em um idioma. São saudações, poemas, trechos de textos e canções em gravações feitas por falantes de português, espanhol, italiano, alemão, francês, inglês, russo, hindi, grego, armênio, farsi, árabe, idishe, mandarim, japonês, coreano, turco, yorubá, quimbundo, quéchua, guarani-mbyá, yanomami e basco. As línguas foram escolhidas entre as 7 mil existentes no mundo segundo os critérios de seus laços com o Brasil - principalmente pela imigração - ou por representarem diferentes regiões do mundo e suas famílias linguísticas.

Laços de família

O tema das várias línguas do mundo e sua organização em famílias segue pela parede do corredor da Rua da Língua. Um diagrama animado desenvolve-se para mostrar a evolução da família indo-europeia, da qual o português faz parte, e o parentesco entre grupos linguísticos.

Rua da Língua

A instalação que se estende por toda a Grande Galeria - mimetizando a linha do trem da Estação da Luz alguns andares abaixo - teve seu conteúdo todo renovado. Para convidar o visitante a refletir sobre a linguagem na vida urbana contemporânea, as telas "se transformam" em paredes, murais, outdoors. Como nas ruas das cidades, ali surgem a poesia-relâmpago dos fragmentos verbais eruditos e populares: expressões, provérbios, pichações, poemas, propaganda, inscrições anônimas da grande cidade, em desenhos surpreendentes.

São criações de artistas como Augusto de Campos, Arnaldo Antunes, Guto Lacaz, Felipe Grinaldi, Fábio Moraes, GG (Susto), Mana Bernardes e Coletivo Bijari, a partir da consultoria especializada de José Miguel Wisnik e Antonio Risério, com roteirização de Wisnik e Leandro Lima. A experiência tem trilha sonora original de Alê Siqueira e Cid Campos.

Beco das palavras

Uma das experiências que se mantiveram no Museu, com tecnologia renovada. Nas mesas interativas, o público deve formar palavras, descobrindo, de forma lúdica, a origem das palavras da língua portuguesa e os mecanismos secretos com que nossa língua pode sempre se renovar. A consultoria é do linguista Mário Viaro, com roteirização de Marcelo Tas.

Palavras cruzadas

Um dos principais espaços expositivos do Museu desde sua inauguração, também teve sua tecnologia multimídia renovada. Oito totens interativos com recursos audiovisuais e painel explicativo expõem as influências das principais línguas e povos que contribuíram para formar o português do Brasil. A navegação pode ser feita por palavra, descobrindo sua forma e pronúncia na língua de origem, ou por povos, investigando sua cultura, tradições e sua chegada no Brasil.

O português do Brasil

Estudar o português do Brasil é também estudar a história da formação do país e de seu povo. Esta Linha do Tempo passeia por diferentes períodos históricos - desde o Império Romano e Mundo Árabe, passando pelas Grandes Navegações, influências indígenas e africanas até questões atuais - através da combinação de diferentes recursos expográficos, como vitrines com objetos, textos, depoimentos de especialistas, mapas animados, vídeos históricos e obras literárias.

Nós da língua

A instalação "Nós da Língua Portuguesa", novidade na exposição e que amplia a presença da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) no Museu, tem duplo objetivo. De uma parte, mostrar a presença estabelecida da língua portuguesa no mundo: o idioma é falado hoje em cinco continentes por 261 milhões de pessoas. De outra, mapear suas novas movimentações.

Foi concebida a partir de textos e consultoria de especialistas e escritores como o angolano José Eduardo Agualusa e o moçambicano Mia Couto. "Ao mesmo tempo que ia sendo instrumento de dominação colonial, a língua portuguesa era já o avesso disso: componente fundamental na criação de identidades culturais autónomas, no Brasil, em Angola, em Moçambique, em Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Guiné-Bissau", diz o texto assinado pelos dois escritores.

Na instalação audiovisual, os pontos em comum e a diversidade que marcam a língua portuguesa no mundo são reveladas através de três eixos: o intercâmbio entre os povos com o mesmo idioma; a ruptura dos colonizados com a língua dos colonizadores; e a invenção, com as trocas que enriquecem a língua até hoje. O visitante navega pelos diferentes rostos e sotaques; imagens históricas; conflitos; paisagens; culturas e formas de comunicação que compõem as identidades dos países.

3º andar - O que quer e o que pode essa língua. Experiências:

Falares

"Falares" é como a língua se expressa nas falas do Brasil, nos territórios, nos corpos - nas gírias, na fala dos mais velhos, na linguagem das ruas, nas rezas, nas brincadeiras das crianças. Uma das novas experiências audiovisuais do Museu - com consultoria de Marcelino Freire e Roberta Estrela D'Alva, roteiro e direção de Tatiana Lohman -, forma o mosaico de um Brasil diverso.

Nove grandes telas verticais - que retratam anônimos e famosos, como a cartunista Laerte - formam uma espécie de "bosque" de falares, mostrando a diversidade do português brasileiro, suas variações geográficas e socioculturais. O visitante passeia por entre as telas, percebendo diferentes aspectos da língua portuguesa viva. Os depoimentos se desenvolvem em loop, com alguma conexão entre palavras, expressões e assuntos. Uma estação multimídia permite aos visitantes aprofundar a pesquisa sobre variação linguística, com o acervo de falares do país, depoimentos sobre a língua e explicações de especialistas.

O que pode a língua

No auditório, o público é convidado a mergulhar em um filme poético sobre o desenvolvimento da linguagem e seu poder criador, concebido e dirigido por Carlos Nader.

Praça da Língua

Uma das experiências originais do Museu, a Praça da Língua, espécie de ‘planetário do idioma’, mantém parte do seu conteúdo, homenageando a língua portuguesa escrita, falada e cantada em um espetáculo imersivo de som e luz.

Concebida por José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski, traz um mosaico de músicas, poesias, trechos literários e depoimentos em língua portuguesa - de Carlos Drummond de Andrade a Dorival Caymmi, passando por Fernando Pessoa, Nelson Rodrigues e Lamartine Babo -, interpretados por nomes como Maria Bethânia e Matheus Nachtergaele.

Mais informações:

Flavia Dratovsky
flavia.dratovsky@approach.com.br
Telefone: (21) 99116-3897
Foto: Ana Mello.

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PROJETO LIVROS PARA TODOS - DOE LIVROS


O objetivo do projeto é contribuir para o desenvolvimento social, cultural e educacional do Brasil, por meio de ações que promovam o debate sobre a importância do livro, da democratização do acesso a esse bem cultural, do incentivo ao hábito de leitura para formar leitores e contribuam para a formação e ampliação do acervo de bibliotecas públicas e comunitárias, principalmente em regiões carentes do país. 
 

1) Acesso ao livro e incentivo ao hábito da leitura.

Essa ação se desenvolve por meio de atividades como grupos de trabalho, mesas de debates e eventos de divulgação, que agreguem escritores, educadores, bibliotecários, mediadores de leitura, gestores, profissionais do mercado editorial e livreiro e da indústria gráfica interessados em participar da discussão sobre a importância do livro para o desenvolvimento social, cultural e educacional do país bem como em contribuir para a proposição e realização de ações específicas que promovam o acesso ao livro e incentivem o hábito da leitura.   

2) Formação e ampliação do acervo de bibliotecas públicas e comunitárias em regiões carentes do país.

Essa ação se desenvolve por meio de campanha de arrecadação de livros em doação. Após higienização, os livros serão embalados e doados às bibliotecas que manifestarem interesse e se cadastrarem no projeto. 

Conforme os objetivos específicos da campanha, aceitam-se livros de: poesias, contos, crônicas, infantis e infanto-juvenis, romances, ensaios, filosofia, autoajuda, científicos, técnicos e religiosos.  Não se aceitam: enciclopédias, coleções, dicionários, livros de Direito e didáticos. 

GRUPO GESTOR:

Administrador: Paulo Addair.

Colaboradores: Cristina Simões, Hamilton Costa, Ismael Guarnelli, João Leodonio, João Scortecci, José Pires Araújo Junior, Luíz Caropreso, Maria Mortatti, Paulo Stucchi, Robson Xavier de Carvalho, Rodrigo Abreu e Tânia Galluzzi.

APOIO:

Scortecci Editora, Paponet, Boas Impressões, Ondas Impressas, Gráfica Braspor, Bignardi Papeis, Nova Era Tecnologia, Abigraf/SP, Afeigraf, ABTG, Voo Livre - Revista Literária, Alphagraphics, Cor e Processo, APS Feiras e Pari Sublimação.


O BRASIL PRECISA LER MAIS

O Brasil precisa ler mais. Se quisermos crescer como nação, seus cidadãos precisam ler mais. As pesquisas mostram que podem ser considerados leitores pouco mais de 50% dos brasileiros. Muito pouco. E há várias razões para isso. Desde o analfabetismo funcional, condição de quem lê, mas não consegue entender ou interpretar o que leu, até a falta de recursos para a compra de livros. 

Duas outras razões são também explícitas. Por um lado, muitas pessoas não têm acesso aos livros. Por outro, não são incentivadas, nem pela escola e muito menos pela família, a gostar de ler.

Um grupo de pessoas, afeitas ao universo da impressão e apaixonadas por livros e pelas boas consequências de uma leitura, resolveram contribuir de alguma forma para enfrentar esse problema. 

Duas ações vão se concretizando. 

Uma, a de arrecadações e doações de livros para a formação e ampliação de bibliotecas ou centros de disponibilização de livros a bibliotecas de regiões carentes do país. 

Outra, a de começar um processo de incentivo à leitura nas suas áreas de influência, principalmente para os jovens, com ações concretas e envolventes. Ou mesmo estimular o envolvimento e o interesse ao fomentar discussões por meio de seus meios de comunicação, que são vários. 

Pode ser uma contribuição pequena diante do gigantismo das necessidades deste país. Mas é feita com prazer, entusiasmo e muito envolvimento. Ingredientes importantes que, sem dúvida, gerarão mais adesões, numa espiral que as pessoas desse grupo esperam ser crescente e que possa fazer diferença na vida de várias pessoas.

Assim seja.

Hamilton Costa / Tânia Galluzzi


POSTOS DE COLETA DE LIVROS


PORTAL AMIGOS DO LIVRO
Rua Dep. Lacerda Franco, 96
Bairro de Pinheiros - São Paulo, SP - CEP 05418-000
Whatsapp: (11) 99951-5163
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 17h.

PARI SUBLIMAÇÃO
Rua Santa Rita, 73 - Bairro do Pari - São Paulo/SP - CEP 03026-030
Whatsapp: (11) 99812-0159
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 17h.

APS EVENTOS CORPORATIVOS
Rua Madre Maria Basilia, 237
Itu, São Paulo
CEP 13300-003
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 18h.

ALPHAGRAPHICS - BROOKLYN
Shopping Nações Unidas
Av. das Nações Unidas, 12901 - loja 147 E
São Paulo, SP - CEP 04578-000
Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 18h.


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Portugal é o país convidado de honra da 26ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Portugal é o país convidado de honra da 26ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontecerá de 2 a 10 de julho de 2022, ano em que o Brasil comemora o Bicentenário de sua Independência. O evento, que reúne players e autores nacionais e internacionais, editoras brasileiras e internacionais, livrarias e distribuidoras, é realizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL).
O país homenageado receberá uma área específica onde serão realizadas diversas atividades culturais e de negócios. O objetivo é estreitar as relações e promover a cultura do convidado junto às mais de 600 mil pessoas que visitam a Bienal Internacional do Livro de São Paulo a cada edição.
O presidente da CBL, Vitor Tavares, detalha que entre os países falantes da Língua Portuguesa, aquele com o qual o Brasil possui um dos mais fortes intercâmbios é Portugal. Isso acontece não somente graças à proximidade consular, mas, também, devido às frutíferas relações comerciais. "Além da língua e da cultura, muitos aspectos nos unem e estimulam uma relação bilateral proveitosa, baseada na admiração mútua", assegura.
Segundo dados da plataforma de estatísticas International Trade Centre (disponível em: www.trademap.org), o Brasil encontra-se no 7º lugar da lista de origem das importações de livros, brochuras e outros produtos impressos, totalizando 1,547 milhão de dólares em transações em 2019.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Augusto Santos Silva, declarou em encontro com o ministro das Relações Externas do Brasil, Carlos França, que 2022 será um ano muito importante para o aprofundamento das relações bilaterais entre Portugal e o Brasil: "lançaremos a sétima cátedra de estudos portugueses no Brasil, e fomos convidados para sermos o país-tema da próxima Bienal Internacional do Livro de São Paulo, tivemos muito gosto nesse convite, e já transmitimos a nossa aceitação". O país ibérico também fará parte das comemorações do bicentenário da Independência brasileira.

CONTATO COM A IMPRENSA

Lis Ribeiro - Comunicação (CBL)
lisribeiro@cbl.org.br

Camila Mazzoni - Comunicação (CBL)
camilamazzoni@cbl.org.br

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Faturamento das editoras brasileiras com Conteúdo Digital cresceu 36% em 2020, passando a representar 6% do setor

Vendas de e-books, audiolivros e demais plataformas de distribuição contabilizaram R$ 147 milhões no ano passado. Coordenada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), a Pesquisa Conteúdo Digital do Setor Editorial Brasileiro chega à sua segunda edição, trazendo dados apurados pela Nielsen Book sobre a produção e as vendas de e-books, audiolivros e outras plataformas de conteúdo digital em 2020. Pela primeira vez, será possível analisar o desempenho deste mercado em comparação ao ano anterior (2019).

A Pesquisa Conteúdo Digital revela que o faturamento das editoras com conteúdo digital em 2020 apresentou crescimento nominal de 43%, o que significa 36% em termos reais, considerando a variação do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) no período. A receita foi de 147 milhões no ano passado contra R$ 103 milhões em 2019. Assim, o conteúdo digital passou a representar 6% do mercado editorial brasileiro em 2020 - em 2019, esta fatia era de 4%.

Do faturamento total com conteúdo digital em 2020, R$ 103 milhões foram de unidades vendidas (à la carte) e R$ 44 milhões foram por meio de outras plataformas de distribuição, como biblioteca virtual e serviços de assinatura de leitura digital. Em relação à quantidade, foram 8,57 milhões de unidades vendidas à la carte, sendo 92% de e-books e 8% de audiolivros.

O levantamento aponta ainda que o preço médio de e-books teve queda real de 25%, reflexo de ações promocionais, campanhas e demais estratégias comerciais em meio à crise econômica em decorrência da pandemia do coronavírus.

O estudo mapeia o conteúdo digital geral em três categorias: Ficção (literatura infantil, juvenil, jovens adultos, literatura geral, poesia etc.), Não Ficção (biografias, ensaios, autoajuda, negócios, espiritualidade, religião, entre outros) e Científicos, Técnicos e Profissionais (CTP). O acervo total em 2020 foi de 81 mil títulos. Em termos de representatividade, CTP sai à frente com 39% do total, seguido por Não Ficção (32%) e Ficção (28%).

Quanto aos lançamentos, foram 10 mil títulos novos em circulação no mercado no ano passado, uma alta de 16% no comparativo com 2019. A categoria que mais registrou lançamentos de um ano para o outro foi Ficção, com um aumento de 27%. 

Clique aqui e confira a pesquisa completa. 


CONTATO COM A IMPRENSA
Lis Ribeiro - Comunicação (CBL)
lisribeiro@cbl.org.br
Gabriela Leal - Comunicação (SNEL)
comunicacao@snel.org.brlisribeiro@cbl.org.br


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Livro "Comusicação - O Som do Sucesso" - Obra de Adolfo Corujo

Livro Comusicação - O Som do Sucesso - obra de Adolfo Corujo - mostra como gênios da música anteciparam tendências da comunicação digital. 

"A música pop foi a primeira grande ferramenta global de comunicação de massas, e isso muitos anos antes da internet e das redes sociais. De algum modo, as regras dessa música continuam presentes no imaginário coletivo". Esse pedacinho do prefácio do livro "Comusicação - O Som do Sucesso", de Adolfo Corujo, sócio e Chief Strategy & Innovation Officer da LLYC, rede global de consultoria de comunicação e relações públicas, já aguça a imaginação em relação à obra, que acaba de ser lançada pela Aberje Editorial.

A live de lançamento acontece no dia 2 de julho de 2021, a partir das 15h pela plataforma Zoom e no canal da Aberje no Youtube, com transmissão ao vivo.

Além do autor Adolfo Corujo, especialista na gestão da transformação do negócio e na gestão da reputação no contexto da disrupção digital, participam da live o diretor-geral da Aberje Hamilton dos Santos e Luiz Serafim, head de marca e comunicação da 3M Brasil.

Em sua obra, Corujo mostra, por meio de lições de comunicação de 18 gênios da música, como boa parte dos músicos analógicos antecipou, sem saber, as bases da revolução comunicacional digital em andamento neste século, conforme enfatiza, no prefácio do livro, seu amigo José Antonio Llorente, sócio fundador e presidente da LLYC. "Continua fluindo ao nosso redor uma nova forma de interpretarmos a realidade e de nos comunicarmos com ela. Adolfo Corujo a descreve de maneira muito clara como uma transição do modelo de massas para o de redes. Há uma comunicação atual mais horizontal e participativa, que tem suas próprias regras e que pode e deve ser mais transparente e eficaz", relata no prefácio da obra. 

Adolfo Corujo, sócio e Chief Strategy & Innovation Officer da LLYC

"Cada um desses artistas usou a comunicação de forma decisiva. A intuição e a sorte condicionaram seus resultados. Em todos eles, reconheço chaves do sistema que me proponho explorar e um talento extraordinário para produzir obras que transcendam seu tempo", diz Corujo.

Por exemplo, graças a Joni Mitchell, Brian Wilson e Bob Marley, o leitor pode se aproximar das três peças básicas de qualquer processo de comunicação: escuta, conteúdo e relacionamento. Esses capítulos enfatizam a importância de estabelecer relacionamentos com as pessoas que determinam os projetos.

No caso de Bob Dylan, ele deu uma aula excepcional de marketing para ensinar como ganhar um novo mercado conquistando um novo espaço de conversação que lhe era totalmente estranho quando decidiu fundir o rock com o country.

.A obra ainda tem o prefácio à edição brasileira, assinado por Paulo Nassar, diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje) e professor titular da ECA-USP, para quem "a música, como as outras artes, é elemento catalisador da memória, do ritual, da narrativa e da experiência, pilares de uma comunicação afetiva. Nesse sentido, Adolfo Corujo recupera, em seu livro, essa face - ao mesmo tempo deleitosa e educacional - da música. Com ouvido apurado, conhecimento enciclopédico e percepção atenta, ele constrói um precioso manual no qual ritmo, melodia, comunicação, afetividade e inovação se interconectam".

Para Nassar, o maior mérito de Comusicação - O Som do Sucesso está em sua escrita, que sabe ser ao mesmo tempo acurada e prazerosa, perspicaz e ágil, educativa e lépida. "As deliciosas biografias distribuídas em 18 capítulos iluminam ângulos até então desconhecidos e pavimentam o caminho para análises aprofundadas sobre o valor da comunicação como força empreendedora. Corujo trata seu leitor como um amigo, a quem convida para ouvir as canções de um álbum que acabou de tirar da prateleira e colocou em seu toca-discos. Assim resgata essa narrativa de valor educativo e ritualístico", escreve.

Mesa redonda online

Lançamento do livro "Comusicação - O Som do Sucesso"
Data: 02 de julho

Horário: das 15h às 16h30

Inscrição: aqui


FICHA TÉCNICA

Título: "Comusicação - O Som do Sucesso"

Autor: Adolfo Corujo

Páginas: 195

Adquira o seu exemplar: www.aberje.com.br/livros. A obra também estará disponível em ebook na Amazon e demais plataformas, como Apple Books, Google Books, e Kobo.


Sobre o autor:


Adolfo Corujo é sócio e chief strategy & innovation officer da Llorente & Cuenca, rede global de consultoria de comunicação e relações públicas. Especialista na gestão da transformação do negócio e na gestão da reputação no contexto da disrupção digital, em seus mais de 20 anos de trajetória profissional auxiliou no desenho e na execução de projetos nas áreas de construção, defesa e promoção de identidade de várias multinacionais na Espanha e na América Latina. No âmbito acadêmico, colabora com escolas de negócios e universidades tanto na investigação como na formação dos campos da estratégia, inovação, identidade digital e gestão de mudança. Dirige e apresenta o podcast Esto es lo que AI, sobre Inteligência Artificial. No âmbito musical, é guitarrista da banda Mato Grosso, com a qual toca clássicos do rock’n’roll há cerca de 30 anos.


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Retratos da Leitura no Brasil 5

 A obra Retratos da Leitura no Brasil 5 será lançada no dia 28 de junho de 2021, com evento online e participação de especialistas.
O livro traz análises sobre a única pesquisa em âmbito nacional que avalia o comportamento leitor do brasileiro, e terá edições impressa e digital. Reflexões indicam caminhos para o fomento à leitura no País.
Todos os dados condensados e analisados, da mais completa pesquisa que avalia o comportamento leitor do brasileiro, estão no livro Retratos da Leitura no Brasil 5, que será lançado no dia 28 de junho de 2021, às 19 horas, pelo Instituto Pró-Livro, por meio de um bate-papo virtual com alguns dos especialistas.
A obra está sendo publicada pela Editora Sextante e disponibilizada para download no site do IPL. A transmissão do evento será feita através do canal do YouTube do Itaú Cultural.
O que leva as pessoas a lerem um livro, o que efetivamente leem, quem são os incentivadores, o espaço que as edições digitais ganharam, o acesso ao livro e a importância das bibliotecas são alguns dos temas que ganham luz e detalhamento sob a ótica de diferentes abordagens acerca dos resultados da 5ª edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro, em parceria com o Itaú Cultural e aplicada pelo Ibope Inteligência, em âmbito nacional entre o final de 2019 e início de 2020. São análises que chamam a atenção sobre os desafios que governo e sociedade têm pela frente, para a criação de um país leitor e crítico.
É preciso ressaltar a importância que os livros têm na vida de cada um de nós. As páginas são caminhos efetivos que levam ao crescimento pessoal, com o compartilhamento de conhecimento e entretenimento. E a obra que está sendo lançada pode ser usada para nortear as ações voltadas à formação de leitores, à promoção da leitura e do acesso ao livro.
No evento de lançamento, João Luis Ceccantini, Rita Jover-Faleiros e Rodrigo Lacerda, três dos treze especialistas que têm suas análises no livro, participarão de uma roda de conversa sobre os Desafios para formar e encantar leitores de literatura e os leitores que perdemos pelo caminho, com mediação de Zoara Failla, coordenadora da Pesquisa e Curadora da obra. José Ângelo Xavier, do Instituto Pró-Livro, Eduardo Saron, do Itaú Cultural e Marcos da Veiga Pereira, da Editora Sextante e também do IPL, estarão no painel de abertura. 

Sobre o livro 

A obra Retratos da Leitura do Brasil 5 mostra um painel com diferentes interpretações sobre os resultados do estudo. Um convite à reflexão sobre os enormes desafios, para que o atual cenário seja melhorado. "A obra traz subsídios para a ponderação do leitor interessado em conhecer o diagnóstico do comportamento leitor do brasileiro e a comparar os resultados na série histórica, desde 2011. "Esperamos que essa ampla análise sobre os resultados da pesquisa subsidie estudos, oriente avaliações e a formulação de políticas públicas e ações do governo, sociedade civil e cadeia produtiva", afirma Zoara Failla.
O livro conta com convidados muito especiais, que analisam minuciosamente o impacto das políticas públicas na última década. Eles promovem também reflexões sobre os caminhos a percorrer para que sejam registrados avanços efetivos no que se refere ao fomento e a melhoria dos indicadores de leitura.
Segundo Zoara, os autores têm diferentes abordagens e inserções na área da leitura e do acesso ao livro, mas discorrem sobre os resultados da pesquisa sob uma mesma ótica, a de que a leitura é uma ferramenta de acesso irrestrito ao conhecimento humano, à ciência, à cultura, à capacidade de crítica e de leitura do mundo, essenciais para uma sociedade democrática e plural, e de que a literatura desperta a empatia pelo outro.
A introdução da obra é feita por Zoara Failla, coordenadora da Pesquisa. Maria Rebeca Otero Gomes e Célio da Cunha, ambos da UNESCO, destacam a urgência para melhorar os indicadores de leitura, condição imprescindível para a construção do desenvolvimento social, humano e cultural sustentável de nossa sociedade. Maria das Graças Monteiro Castro, que também analisou os resultados da pesquisa Retratos da Leitura em Bibliotecas Escolares, realizada pelo IPL em 2019 e aplicada pelo INSPER, avalia a percepção dos brasileiros sobre a importância das bibliotecas escolares na aprendizagem e na formação de leitores.
Rodrigo Lacerda nos apresenta sua trajetória leitora para, nesse percurso, apontar as leituras e autores (poderosos) que despertam a vontade de "imitar" ou de "botar para fora" experiências e que transformam um leitor em um autor. Já como escritor, desenha sua trajetória leitora ao "vasculhar" centenas de autores.
Ana Lucia Lima, coordenadora da pesquisa INAF-Índice de Analfabetismo Funcional - aceitou nossa provocação para um diálogo entre as duas pesquisas: Retratos e INAF e explicar os hábitos de leitura de livros e os não leitores, segundo a Retratos.
João Luís Ceccantini pergunta: por onde andará a literatura infantil e juvenil brasileira? Segundo ele, de acordo com os resultados da pesquisa, o percentual de leitores de livros de literatura (28,9 %, o que corresponde a cerca de 55 milhões de leitores), contradizem aqueles que afirmam que cada vez se lê menos literatura.
A boa surpresa desta edição foi a elevação no percentual de leitores de 5 a 10 anos, mas o que instiga é a queda no percentual de leitores que, nesta edição da Retratos, inicia após os 10 anos e se acentua após os 14 anos. Rita Jover-Faleiros nos ajuda a explicar esse cenário.
José Castilho Marques Neto explica por que os "números" da Retratos 5 nos frustraram tanto. Em seu artigo, ele nos traz um "apanhado" sobre a escalada desse "desmonte".
Já Ricardo Azevedo nos leva a percorrer poesias para mostrar a importância da literatura e da ficção na formação do jovem. Defende a literatura que "trabalhe as semelhanças/identidade entre as pessoas" e não as diferenças (infantil, juvenil, adulta).
Fabio Malini propõe, a partir dos dados da pesquisa, uma reflexão sobre os impactos da leitura de livros em plataformas digitais, como Facebook, WhatsApp e Instagram.
Mariana Bueno, responsável pela pesquisa "Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, analisa se o que a Retratos revela sobre os consumidores de livros está em sintonia com os estudos que desenvolvem sobre o mercado editorial e se esses conhecimentos podem orientar a cadeia produtiva. Para Idmea Semeghini-Siqueira o encantamento pela leitura e a iniciação para a formação do leitor devem ser oferecidos na educação infantil. Ela defende que deveriam ser instaladas, com recursos do FUNDEB, Salas multi-linguagem em todas as escolas infantis. 

Serviço: 

Lançamento: Livro Retratos da Leitura no Brasil 5 

28/06 (segunda-feira) - 19h - Canal YouTube do Itaú Cultural 

19 horas - LANÇAMENTO - Retratos da Leitura no Brasil 5 - o livro 

• José Angelo Xavier (Instituto Pró- Livro), 

• Eduardo Saron (Itaú Cultural) 

• Marcos da Veiga Pereira (IPL e Sextante) 

O LIVRO 

• Zoara Failla -Organizadora 

19h15 - CONVERSA COM AUTORES - A leitura do "Retratos" 

• Desafios para formar e encantar leitores de literatura e os leitores que perdemos pelo caminho 

• Rita Jover-Faleiros 

• João Luis Ceccantini 

• Rodrigo Lacerda 

Mediação: Zoara Failla - Organizadora 

Após o lançamento, acesse o Sumário e faça download do livro no site do IPL - www.prolivro.org.br 

Sobre o Instituto Pró-Livro: O IPL (https://www.prolivro.org.br) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), sem fins lucrativos, criada e mantida pelas entidades do livro - Abrelivros, CBL e SNEL - com a missão de transformar o Brasil em um país de leitores. Tem como objetivo promover pesquisas e ações de fomento à leitura. Realiza, periodicamente, a pesquisa Retratos da leitura no Brasil, maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, a fim de avaliar impactos e orientar ações e políticas públicas em relação ao livro e à leitura, visando, assim, melhorar os indicadores de leitura e o acesso ao livro. Lançou este ano (2019) a pesquisa Retratos da Leitura - Bibliotecas Escolares, para identificar o impacto das bibliotecas na aprendizagem dos alunos. Também é responsável pelo Prêmio IPL - Retratos da Leitura, que busca homenagear organizações que desenvolvem práticas de incentivo à leitura e, desse modo, promovê-las e difundi-las, de maneira que ganhem amplitude e investimentos, orientem políticas públicas e inspirem outras iniciativas pelo Brasil. O IPL também conta com outra ação importante, a Plataforma Pró-Livro - uma plataforma digital colaborativa que reúne informações sobre as práticas de leitura ao redor do país e incentiva a conexão entre essas experiências. Os projetos premiados e cadastrados estão mapeados e podem ser conhecidos na Plataforma Pró-Livro (https://www.plataformaprolivro.org.br). 

Informações à imprensa 

Pelo Instituto Pró-Livro
Neide Martingo
55 11 3721-3232 / 55 11 97465-1990
neide.martingo@joribes.com.br 

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CHEIRINHO DE CHÁ DE SU CANFORA / CONDUTA LITERÁRIA

Olá, leitores!!

Hoje trago a resenha do livro Cheirinho de Chá, da autora Su Canfora e que recebi em parceria com a Scortecci Editora.

O livro traz pequenas histórias, das mais diversificadas e guardadas ao longo de uma vida, com situações do cotidiano e repletas de sentimentos.

São 60 páginas com uma leitura agradável e descontraída, onde teremos um conjunto de breves contos e crônicas. E por meio de uma escrita leve e delicada, a autora nos coloca dentro de lembranças e histórias com as quais o leitor certamente se identificará.

Viajar nas palavras de Su Canfora foi uma experiência maravilhosa para mim. Os textos trazem situações das mais diversas, do reflexivo, ao cômico e até mesmo aquele carregado de suspense.

Uma leitura prazerosa para realizar em uma tarde e ter essa conversa com autora, pois é exatamente essa sensação que nos dá, de uma conversa repleta de sentimentos com uma amiga que está a nos contar histórias.

A leitura nos transporta para outros lugares, nos faz viajar e isso é mágico. Ver o cotidiano com outros olhares é experiência única e é isso que Cheirinho de Chá nos proporciona.

Fernanda Akemi
https://www.condutaliteraria.com/

CHEIRINHO DE CHÁ / Su Canfora
ISBN: 978-65-5529-101-8
Scortecci Editora - Contos e Crônicas
Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2021 - 60 páginas
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A OUTRA DE Maria Lucia Moyses Ruiz / PUBLISKO

 Amanda matou o homem que tentou estuprá-la. Ela alega que nunca o viu e amigos dele relatam que ele nunca seria capaz de tal atrocidade. Agora, cabe ao advogado Raul desvendar o mistério por trás do crime. Para isso, ele vai contar com a ajuda de Renata, chefe do setor psiquiátrico do hospital da cidade.

A Outra faz parte da coleção Dezequilíbrios, composta por 10 volumes, que apresentam histórias de drama e mistério envolvendo algum distúrbio psicológico. As tramas além de entreter, trazem à luz distúrbios e condições pouco conhecidas pelo público. A autora, Maria Lucia Moyses Ruiz, é neuropsicóloga e escritora, ao mesmo tempo que conduz uma narrativa envolvente, consegue desmistificar e informar acerca das condições tratadas no livro com muita naturalidade e obviamente, com todo respeito.

Por trazer à tona distúrbios psicológicos, A Outra possui muitas cenas gatilhos para os personagens e que também podem ser para os leitores. Aqui, ainda mais, faz falta um aviso de gatilho mesmo que seja superficial para não proporcionar spoilers.

A escrita é fluida, os capítulos rápidos e alternados pelos pontos de vista de diferentes personagens. O desenvolvimento é repleto de reviravoltas e a autora segura a solução do mistério até praticamente o fim, mas não sem deixar pistas que alimentam as mais diversas teorias de possibilidades. As 120 páginas passam voando e apesar de ter um desfecho arredondado para os principais mistérios, alguns detalhes foram deixados um pouco de lado e algumas pontas ficaram soltas. Apesar disso, o entendimento e conclusão da história não foram prejudicados. O livro poderia facilmente ter mais 30 ou 50 páginas para esses ajustes que com certeza os leitores não iriam reclamar.

A Outra é um livro cheio de mistério, com reviravoltas e personagens cativantes. Mostra o quanto certas características psicológicas influenciam nossas ações, mas que não necessariamente moldam quem você é. É um livro intenso e forte que a todo momento faz você participar da história, colher pistas e criar teorias, dar pitacos e no final ainda se surpreender.

Bianca Oliveira
https://publisko.com/

A OUTRA / Maria Lucia Moyses Ruiz
ISBN: 978-65-5529-217-6
Scortecci Editora - Romance
Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2021 - 120 páginas
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#SORORIDADE DE ALDIRENE MÁXIMO / ESTANTE DA JOSY

Sororidade para mim é algo muito importante. Trata-se de desconstruir a rivalidade que foi criada entre as mulheres, é não julgar o seu comportamento e ouvir com respeito suas reivindicações, entre outros pontos. Quando me deparei com o livro de poesias de Aldirene com este título, logo fiquei muito interessada.

#Sororidade é sobre amizade, um dos mais belos sentimentos que existe em seu mais belo e sincero significado. E se você teve o privilégio de encontrar em seu caminho amigos verdadeiros, laços que vão muito além do sangue, você é uma pessoa de sorte, e vai entender o significado das belas palavras que compõem este livro.

Aldirene consegue nos levar a mais sublime gratidão pelas amizades que cruzaram nosso caminho. Em suas palavras encontrei muitas vezes meus sentimentos e minha gratidão pelos amigos que encontrei em meu caminho. Ler poesia para mim é algo muito pessoal, assim como nosso entendimento sobre ela. Nos escritos da autora é possível exalar muitos sentimentos, pois ler poesia é despertar inúmeros sentidos que existem dentro de nós mesmos.

Foi uma leitura rápida e muito agradável. Fazia um bom tempo que não lia este tipo de livro e foi uma ótima surpresa. Em suas linhas Aldirene nos fala de amizade, cumplicidade, amor, e tantos outros belos sentimentos.

Quão raro é o dom de escrever, pensei bastante sobre isso enquanto fazia a leitura, pois a autora aborda isso também. E ainda mais belo é escrever poesia, falo isso, pois ás vezes me arrisco em meus escritos, e escrever poesia é muito mais do que apenas palavras e sobre sentir, sobre sentimentos e as experiências vividas por quem às escreve.

Há alguns anos tenho priorizado ler mais livros escritos por mulheres, isso também é sororidade para mim. E sempre fico com o coração quentinho quando me deparo com um ótimo livro, escrito por uma mulher talentosíssima como aconteceu com #Sororidade.

Se você gosta de ler poesia, este livro certamente vai te agradar e te deixar com o coração quentinho e cheio de gratidão sobre as amizades que existem em sua vida. Hoje me despeço com um dos poemas que mais gostei, até a próxima!

Angélica Silva
https://www.estantedajosy.com.br/

#SORORIDADE / Aldirene Máximo
ISBN: 978-65-5529-164-3
Scortecci Editora - Poesia
Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2020 - 76 páginas
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