Fundação Bunge promove Feira Literária em Guaraci/SP

Evento será realizado no Espaço de Leitura do programa Semear Leitores e visa aproximar alunos de escola pública da leitura lúdica e prazerosa e abordar o tema diversidade


O Espaço de Leitura Semear Leitores criado pela Fundação Bunge na Escola Municipal Antonio Zuquim, em Guaraci, interior de São Paulo, para despertar o interesse das crianças pelos livros, receberá, no dia 24 de outubro, Feira Literária e diversas ações socioeducativas envolvendo professores, alunos e familiares com o tema "Viva a Diversidade".
Entre as atividades - que também estão acontecendo em Espaços de Leitura de escolas públicas de outros estados como Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Tocantins e Paraná - estão palestras, contação de histórias, declamação de poesias e recitais, cantigas de roda, peças teatrais, rodas literárias, apresentações de dança e de canções feitas pelos professores e alunos, exposição de desenhos artísticos, dramatização com foco em obras literárias e chás Literários com jovens e idosos. Além de aproximar os alunos da literatura, as ações visam fortalecer o vínculo entre professores, estudantes e seus familiares e abordar temas da diversidade como gênero, intergeracionalidade e pessoas com deficiência.
As Feiras Literárias fazem parte do Programa Semear Leitores, iniciativa da Fundação Bunge para incentivar a prática da leitura de maneira prazerosa e lúdica. Através do programa, as crianças têm acesso a espaços acolhedores, projetados especialmente para os pequenos, com livros e baús pedagógicos com adereços e fantasias que contribuem para as atividades de contação de história, tornando o momento de leitura ainda mais interessante. Atualmente, são 32 espaços Semear Leitores presentes em nove estados – Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Tocantins, Mato Grosso, Pará e Bahia.

Serviço:

Data: 24 de outubro de 2018
Horário: das 7h às 11h30 e das 12h às 17h
Local: Espaços de Leitura Semear Leitores, na Escola Municipal Antonio Zuquim - Guaraci/SP

Sobre a Fundação Bunge

A Fundação Bunge, entidade social da Bunge Brasil, há mais de 60 anos atua em diferentes frentes com o compromisso de valorizar pessoas e somar talentos para construir novos caminhos. Suas ações estabelecem uma relação entre passado, presente e futuro e são colocadas em práticas por meio da preservação da memória empresarial (Centro de Memória Bunge), do incentivo à leitura (Semear Leitores), do voluntariado corporativo (Comunidade Educativa), do desenvolvimento territorial sustentável (Comunidade Integrada) e do incentivo às ciências, letras e artes (Prêmio Fundação Bunge).

Ler Mais

Câmara aprova projeto que proíbe impressão de livros didáticos no exterior

ABRELIVROS - 19/10/2018 |

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara aprovou, na quarta-feira (17), o Projeto de Lei 7867/14, do deputado Vicentinho (PT-SP), que determina que a impressão de livros didáticos adquiridos pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) seja feita somente por empresas instaladas no Brasil.


O PNLD é um programa administrado pelo Ministério da Educação que distribui livros didáticos para alunos do ensino básico de escolas públicas de estados e municípios.

A proposta proíbe a terceirização de qualquer etapa da impressão a empresas sediadas no exterior. Segundo o texto, livros adquiridos com recursos da Lei Rouanet (8.313/91) também deverão obedecer às regras. A restrição será válida apenas para a impressão de livros, e não para a produção.

A relatora da proposta, deputada Maria do Rosário (PT-RS), ressaltou que o objetivo do texto é garantir “a preservação da indústria gráfica nacional”.

Ler Mais: ABRELIVROS 
Ler Mais

Livraria sobre rodas

Publishnews - 19/10/2018 |

Com a atual situação do mercado livreiro, para abrir um novo negócio ou crescer, é preciso reinventar e é exatamente o que a livraria itinerante BikeBook de Curitiba fez. Idealizada por Elisângela Alves, a livraria sobre rodas carrega um mix de produtos que inclui lançamentos e destaques literários a diversos lugares da capital paranaense, como parques, universidades, escolas, shoppings, praças e centros gastronômicos. De acordo com a Elisângela, a ideia é que a BikeBook seja um negócio diferente e de baixo custo e operação.

Ler Mais: Publishnews 

Ler Mais

Descubra por que ler livros reduz o estresse

Cidade Verde - 19/10/2018 |

Claro, claro! - gritam pessoas a caminhar pelas ruas de Itabira nestes dias em que a frase do grande poeta itabirano aparece em palestras, contação de histórias, eventos de premiação de personalidades. Na cidade mineira que vive os 115 anos de nascimento de Carlos Drummond de Andrade ouve-se dizer que o prazer da leitura é envolver-se com a história, viajar na imaginação, transformar-se em herói ou vilão, interagir com os personagens. Isso não é um prazer?

O escritor, professor e psicólogo Reginaldo Daniel da Silveira, explica que além de ser uma fonte de prazer ler é também uma forma de espantar as dores emocionais. Pensar negativo é normal? Sim! Afinal somos apenas humanos como canta o britânico Rag'n'Bone Man. Um único pequeno pensamento negativo atrai outros pensamentos negativos: "Deus! Que notas baixas! Para que um diploma com isso? Não vou conseguir um bom emprego, não vou ter independência. Ninguém vai querer casar comigo! Droga!" Nesse instante sequer passa pela nossa cabeça a fala do príncipe Hamlet na tragédia de Shakespeare "nada em si é bom ou mau; tudo depende daquilo que pensamos". Sem que nos perguntemos se o que pensamos é verdade, importante ou útil, entramos numa explosão de negatividade. Um pensamento se incorpora ao outro e nos fundimos neles como uma moldura que parece estar ali o tempo todo. Como a leitura entra nesta conversa?

Ao buscar decifrar o conteúdo escrito em um livro nos desviamos de pensamentos negativos e distraímos nossos estressores diários. Uma pesquisa da Universidade de Sussex na Inglaterra em 2009 constatou que ler reduz o estresse em até 68%. Os resultados são mais rápidos que outros métodos de relaxamento como ouvir música, beber um chá quente, dar uma caminhada ou jogar videogame. No momento da leitura a mente se livra daquilo que causa estresse. O que acontece em nossa mente quando lemos?

Para explicar o que acontece com o nosso cérebro quando lemos, o estudo feito pela Universidade Emory nos Estados Unidos em 2011 mostra que durante a leitura há maior conectividade na região associada à recepção da linguagem. A atividade cerebral nesta área não só se amplia como permanece assim vários dias após a leitura. Uma outra consequência da pesquisa observada em imagens de ressonância magnética funcional refere-se a alteração nas áreas correspondentes aos processos de sensação e emoção. Uma ilustração deste evento cerebral é o que diz um leitor do livro O Inferno é Verde em referência ao capítulo 23: "Senti o formigamento, as batidas do coração e a sensação de alivio quando Nolan escapou do jacaré e da onça"

Ler Mais: Cidade Verde

Ler Mais

Festa Literária de Nova Friburgo, RJ, vai homenagear bicentenário da cidade

G1 - 19/10/2018 |

Começa nesta quinta-feira (18) e termina no domingo (21) a terceira edição da Festa Literária de Nova Friburgo (Flinf), na Região Serrana do Rio. O evento vai homenagear os 200 anos da cidade, comemorados em maio. A programação completa está na internet.
A abertura do evento será às 18h no Espaço Arp e Curadoria, com Roda de Leitura do Mulherio das Letras e mediação da jornalista e poeta friburguense Ana Blue. Na sequência, a Flinf recebe a poeta também nascida em Friburgo, Simone Brantes, premiada com o Jabuti 2017 com o livro "Quase todas as noites".
Quem media a mesa é Kelly Oliveira, professora e coordenadora do curso de letras do Cederj na cidade. Ainda na noite de abertura, a cantora paraibana Cátia de França se apresenta em show que mistura literatura e música.

Começa nesta quinta-feira (18) e termina no domingo (21) a terceira edição da Festa Literária de Nova Friburgo (Flinf), na Região Serrana do Rio. O evento vai homenagear os 200 anos da cidade, comemorados em maio. A programação completa está na internet.
A abertura do evento será às 18h no Espaço Arp e Curadoria, com Roda de Leitura do Mulherio das Letras e mediação da jornalista e poeta friburguense Ana Blue. Na sequência, a Flinf recebe a poeta também nascida em Friburgo, Simone Brantes, premiada com o Jabuti 2017 com o livro "Quase todas as noites".
Quem media a mesa é Kelly Oliveira, professora e coordenadora do curso de letras do Cederj na cidade. Ainda na noite de abertura, a cantora paraibana Cátia de França se apresenta em show que mistura literatura e música.

Ler Mais: G1 
Ler Mais

PROGRAMA LITERÁRIO CAIXA DE CULTURA COMPLETA 70 ANOS

Segundo dados da quarta edição da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil", do Instituto Pró-Livro, apontam que o brasileiro lê apenas 4,96 livros por ano.
Para mudar esse cenário, o Sesi-SP mantém o programa Caixa de Cultura. Criado em 1948, o projeto de difusão literária comemora 70 anos de atividade em 2018 e terá sua trajetória contada em livro inédito de Manuel Filho, lançado pela Sesi-SP Editora, em evento no próximo dia 23 de outubro, a partir das 20h, no Teatro do Sesi-SP.
O Caixa de Cultura é um programa de empréstimos de livros dentro das fábricas e empresas atendidas pelo Sesi-SP. Os acervos itinerantes, que já ocupam mais de mil empresas, são uma forma de estimular a leitura e facilitar o acesso aos livros. São mais de 200 mil livros disponíveis por ano. A cada quatro meses o acervo é renovado e os usuários podem escolher entre os mais diversos títulos, gêneros e autores, sem nenhum custo. Também são realizadas mediações de leitura e de exposições fotográficas itinerantes que acompanham as caixas.
"Regularmente pego alguns exemplares para enriquecer o meu conhecimento e o de minha família. Tenho um filho de 12 anos que adora ler e quando chego em casa com os livros, ele fica muito feliz. Minha filha de 9 anos também está adquirindo o hábito da leitura e ama os livros do programa Caixa de Cultura do Sesi", comenta o leitor e supervisor de negócios da empresa Midori Autho Leather Brasil, Bruno Oliveira.

NOITE DE FESTA

Além do lançamento do livro, o evento do dia 23 promove uma reflexão baseada na pesquisa "Retratos da leitura no Brasil", às 20h, com o ex-secretário executivo do Plano Nacional do Livro e da Leitura (PNLL), José Castilho Marques Neto. Ele esteve à frente da criação da lei 13.696, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE) em junho deste ano. Em pauta estará a situação, os rumos e os desafios para aumentar os índices de leitura no país.
A noite também será de muita arte com a presença do músico Fernando Anitelli, do grupo O Teatro Mágico, como mestre de cerimônias, a apresentação da escritora e cantora Stella Maris Rezende e uma contação de histórias com a Cia. Luarnoar.

RAIO-X DA CAIXA DE CULTURA:

Projeto mais antigo do Sesi-SP ainda em atividade.
Criado em 1948, no início o projeto era conhecido como Caixas-Estantes.
Foram 85 mil empréstimos em 2017.
Mais de 1000 empresas atendidas.
O acervo rotativo é disponibilizado em 40 unidades do Sesi-SP.
O acervo do projeto conta com mais de 200 mil livros, de clássicos a best-sellers contemporâneos.
Literatura nacional e estrangeira, livros infantis e juvenis, romances e livros técnicos são alguns dos gêneros que podem ser encontrados nas Caixas de Cultura.
O ano de 2018 também marca os 110 anos da morte de Machado de Assis (1839-1908).
No mês de outubro também é celebrado o Dia Nacional do Livro, no dia 29.

SOBRE OS CONVIDADOS

Sobre José Castilho Marques Neto
Doutor em Filosofia e professor aposentado da FCL-Unesp, dirigiu a Editora Unesp por 27 anos, foi presidente da Abeu e da Eulac em três mandatos. Foi diretor geral da Biblioteca Mário de Andrade em São Paulo e Secretário Executivo do PNLL (MinC e MEC) de 2006-2011 e 2013-2016. É consultor do Cerlalc para políticas públicas de leitura e sócio proprietário da JCastillo - Gestão & Projetos - Livro - Leitura - Bibliotecas. Liderou a criação da lei 13.696, sancionada em junho deste ano, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita (PNLE).
Stella Maris Rezende
Mestre em Literatura Brasileira pela UnB, desenhista, cantora, escritora e atriz. Publicou dezenas de livros, para o público adulto e infanto-juvenil e recebeu prêmios importantes, como o Prêmio Jabuti (2012), Prêmio Nacional de Literatura João-de-Barro (1986, 2001 e 2008), Altamente Recomendável para Jovens/FNLIJ (14 livros), Prêmio Barco a Vapor (2010) e outras três indicações ao Jabuti ao longo da carreira.
Cia. Luarnoar
No panorama cultural paulista desde 1995, atuando na produção de espetáculos teatrais, narração de histórias, programas radiofônicos, oficinas de capacitação e entretenimento, além de promoções e eventos culturais. Entre a narração de histórias e o teatro, seu foco principal está na pesquisa e resgate de cenários sonoros das radionovelas e na difusão da literatura brasileira. Vencedores de dois Prêmios PROAC Estímulo à Leitura em Bibliotecas Municipais e dos prêmios Mosaico Literário (2013) e Texturas Literárias (2015).
Serviço:
Caixa de Cultura - 70 anos de histórias
Data: 23 de outubro (terça-feira)
Horário: 20h
Local: Teatro do Sesi-SP (av. Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)

Ler Mais

Casa de adolescente deve ter pelo menos 80 livros, diz estudo

Super Interessante - Felipe Germano - 18/10/2018 |

Você já contou quantos livros tem em casa? Deveria. Um estudo da Universidade Nacional da Austrália afirma que crescer em um lar que tenha pelo menos 80 livros aumenta a chance de ser bem sucedido.

Para chegar a essa conclusão, o estudo analisou homens e mulheres de 25 a 65 anos. A pesquisa pediu às pessoas que tentassem se lembrar de quantos livros tinham em casa durante a adolescência. Em seguida, os cientistas analisaram as habilidades dessas mesmas pessoas em três categorias: interpretação de texto, matemática básica e capacidade de utilizar dispositivos eletrônicos. Depois de cruzar todos os dados, os pesquisadores chegaram a um número: 80. Essa é a quantidade mínima de livros que você deve ter em casa, durante a adolescência, para que as suas habilidades cognitivas se desenvolvam bem.

O interessante é que esse número, 80, era constante. Se a pessoa tivesse essa quantidade de livros em casa, suas habilidades cognitivas sempre melhoravam, independentemente do grau de educação que ela havia recebido. “Crescer em casas com bibliotecas aumenta as habilidades dos adultos nas áreas estudadas, indo além dos benefícios atrelados à educação parental, escolar e ocupações posteriores”, diz o estudo.

Ler Mais: Super Interessante
Ler Mais

Edital de Feiras Literárias: veja a lista dos classificados

Ministério da Cultura - 18/10/2018 |

Foi divulgada nesta quarta-feira (17), no Diário Oficial da União, o resultado da classificação dos inscritos no edital Feiras Literárias 2018. O Ministério da Cultura (MinC), por meio do Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas, anunciou os selecionados nas três categorias.

Na categoria 1, de investimento no valor de R$ 125 mil, das 24 iniciativas inscritas, 15 foram classificadas e nove desclassificadas. Na categoria 2, com apoio de R$ 250 mil, foram 10 inscritos, dos quais seis foram classificadas e quatro, desclassificadas. E a categoria 3, com valor de apoio de R$ 500 mil, das 12 proponentes, 10 foram classificadas e duas desclassificadas. Confira as listas neste link.

De acordo com o Departamento, as propostas desclassificadas com base no item 15.1 do edital não apresentaram Plano de Trabalho. As desclassificadas com base no item 15.7 do edital não alcançaram pontuação mínima de 23 pontos.

Os interessados em apresentar pedido de reconsideração do resultado têm o prazo de dois dias corridos, contados a partir da publicação do resultado desta fase, para entrar com recursos exclusivamente por meio eletrônico pelo e-mail: edital.feirasliterarias2018@cultura.gov.br, em formulário devidamente preenchido, presente no Anexo VII do edital.

Ler Mais: Ministério da Cultura
Ler Mais

Primavera Literária do Rio coloca as mulheres no centro do debate

O Globo - 18/10/2018 |

Depois de passar pela Casa França-Brasil em 2017, a Primavera Literária do Rio volta ao Museu da República para a sua 18ª edição. E o evento, que começa nesta quinta, dia 18, e vai até dia 21, promete colocar as mulheres no centro do debate.

A feira anual organizada pela Liga Brasileira de Editoras (Libre) é o maior evento de editoras independentes do Rio e tem como marca a bibliodiversidade, abrindo espaço para que editoras de pequeno e médio porte divulguem seus catálogos ao público. Além de diversas ativididades, o evento dedicará, no domingo, a tenda central para discussões sobre empoderamento feminino.

— A grande novidade deste ano é o espaço físico da feira. São mais de 100 atividades espalhadas entre os quatro dias de evento. A gente quer fazer da primavera uma experiência para o leitor, que ele se aproprie dela e aproveite o dia lá — conta Raquel Menezes, presidente da Libre.

A tenda central, palco do encontro entre mulheres para discutir seu empoderamento na literatura e no mundo, ganhou o nome “Faça amor, não faça guerra”, homenagem a um dos slogans dos protestos de maio de 1968. Em diversas mesas, serão debatidos temas como desigualdade racial, literatura erótica, o papel da mulher na literatura, etc. A escritora Conceição Evaristo participa da "Mulheres Negras na Literatura" junto da escritora cubana Teresa Cárdenas, às 11h30. Fechando as atividades da tenda, às 18h30, a vereadora e criadora da Furacão 2000, Verônica Costa, a antropóloga Adriana Facina e a DJ Ingrid Nepomuceno falam sobre o papel de destaque da mulher no funk.

— A ideia é uma provocação a esse tempo tão horrível que a gente está vivendo no Brasil — diz Raquel.

Além de Teresa Cárdenas, outras presenças internacionais também estão confirmadas. O francês Michel Collot vai estar na mesa "Poesia e Paisagem", na quinta-feira às 18h30, parte da programação da tenda central. No domingo, o escritor de livros infantis argentino Gusti Rosemffet participa, no espaço infantil, do bate-papo "Não Somos Anjinhos", às 18h.

Entre outras atividades, os cineclubes Cine&Manas, MultiRio e Subúrbio em Transe irão exibir e debater filmes selecionados para a feira. Para o público infantil, foram preparadas atividades como contações de histórias, aulas e workshops de música, boxe, dança e ilustração. Também acontecerão bate-papos voltados para a família sobre comunicação não violenta e representação negra na literatura infantil.

Ler Mais: O Globo
Ler Mais

Festival Internacional de Literatura Infantil tem início na quinta-feira (18) em Garanhuns

G1 - 18/10/2018 |

Da quinta-feira (18) até o sábado (20) será realizado o Festival Internacional de Literatura Infantil em Garanhuns, Agreste de Pernambuco. O tema do projeto é "Um povo em forma de histórias" e é voltado para a cultura indígena, com o objetivo de valorizar os índios e reafirmar a existência do povo na região.
A programação vai contar com exposição das obras como "Fim da Fila", de Marcelo Pimentel, e "Abaré", de Graça Lima, além de leitura aberta, feira de livros, oficinas, cursos de formação profissional e atrações artísticas.
Para a oficina de formação, os interessados precisam se inscrever para participar. A oficina tem foco nos agentes de leitura, professores, ilustradores e estudantes de áreas relacionadas.
A ação será realizada em dois polos, que estarão localizados no Parque Ruber Van Der Linden e no Sesc da cidade. As atividades começam a partir das 9h.

Ler Mais: G1 
Ler Mais

Biblioteca Monteiro Lobato de Lucas do Rio Verde atrai público variado

Portal da Cidade - 18/10/2018 |

Há quem acredite que, após o surgimento da chamada “era da informação”, onde o mundo cabe dentro de um Smartphone, as bibliotecas públicas se tornaram meros museus de livros velhos. Porém, uma rápida visita à biblioteca pública Monteiro Lobato de Lucas do Rio Verde, esta impressão cai por terra e deixa o visitante impressionado com a qualidade e variedade do acervo bibliográfico à  disposição, com o ambiente climatizado e aconchegante, com o atendimento oferecido e com a variedade de meios com que um assunto pode ser pesquisado.

Após um mês e meio de funcionamento após sua reinauguração, a biblioteca conta com cadastro de usuários computadorizado, 5 mil livros no acervo, espaço amplo e climatizado, três computadores com acesso livre à internet e 'gibiteca'. Já são 95 usuários no sistema e o número cresce a cada dia, segundo informa a assessoria adjunta da Secretaria de Cultura, órgão ao qual a instituição é subordinada.

Uma das responsáveis por sua administração é a professora Simone Maria da Silva, que levou a reportagem do Portal da Cidade para conhecer o local.

“Havia aqui 10 mil volumes, mas graças ao trabalho realizado por uma equipe técnica da Secretaria de Cultura do estado, que veio até Lucas do Rio Verde através de um convite nosso, fez uma triagem bastante rigorosa e retirou do acervo todos os livros impróprios  para a utilização. Alguns tinham fungos e ácaros, outros estavam depredados  e havia ainda os que se encontravam desatualizados e não serviam mais como referência para pesquisas. Os 5 mil que restaram foram limpos e restaurados e hoje atendem nossa população”, conta  a professora.

Gente de todas as idades
Simone ainda relata que o público tem faixa etária bastante variada.

“Vem para cá gente de todas as idades, desde as crianças que fazem parte de nossas oficinas culturais aqui ao lado até idosos com mais de 80 anos. Os interesses de quem nos procura são também muito variados, pois alguns vêm apenas para ler, outros para pesquisar assuntos abordados na escola e há também os que aproveitam o ambiente silencioso e climatizado para estudar para provas e concursos públicos”, diz.

Ler Mais: Portal da Cidade
Ler Mais

No embate de ideias, há quem prefira queimar livros a discuti-los

Jornal da USP - 17/10/2018|

Recentemente, o Brasil viu estampar em seus noticiários dois novos casos de temor e ódio aos livros. No início de outubro, um colégio particular do Rio de Janeiro suspendeu a leitura de Meninos sem Pátria, romance de Luiz Puntel escrito em 1981, destinado aos estudantes do sexto ano. O motivo foi a revolta de pais de alunos, que acusavam a obra de “doutrinação comunista”. Na mesma semana, publicações sobre direitos humanos apareceram destruídas na Biblioteca Central da Universidade de Brasília (UnB). Páginas abordando a luta por direitos e o fim da ditadura militar foram encontradas rasgadas por servidores da instituição.

“Os pais precisam participar da vida da escola. Não existe escola que funcione bem sem tal participação. Mas a participação dos pais não diz respeito ao projeto pedagógico da escola”, analisa o professor da Faculdade de Educação (FE) da USP Nílson José Machado. “No caso das escolas privadas”, continua, “se os pais não concordam com tal projeto, retiram o aluno e matriculam em outra escola, com mais sintonia em termos de projetos e, sobretudo, em termos de valores. No caso da escola pública, a participação em associação de pais pode levar até o limite de solicitação de esclarecimentos à direção, mas não cabe aos pais escolher ou indicar livros, por exemplo, nem tentar influenciar a perspectiva metodológica.”

“Canais respeitosos de comunicação podem e devem ser abertos, mas o profissionalismo dos professores e da equipe de direção e coordenação pedagógica precisa preponderar”, pontua. “A divisão de responsabilidades entre a família e a escola pressupõe diálogo franco, mas há espaços que são próprios da família, como alguns entroncamentos referentes a valores, enquanto outros são de responsabilidade precípua da escola. O terreno pedagógico é um desses espaços em que a escola deve assumir o comando.”

Ler Mais: Jornal da USP
Ler Mais