Adimara Almeida Rosa Barbosa conversa sobre estreia no mercado literário e o futuro (PUBLISKO)

Entre Olhares E Poesia é a obra de estreia de Adimara Almeida Rosa Barbosa, fruto de muitos anos de prática e criação. Uma obra que retrata e valoriza aspectos do cotidiano, comuns a tantas pessoas, como já falamos aqui antes.

Curiosos pela experiência de Adimara, escritora há anos, mas que estreou profissionalmente agora, fomos conversar com ela:

Publisko: Cada autor tem um método diferente de escrever e desenvolver seu texto. Como é o seu?
Adimara Almeida Rosa Barbosa: “A escrita para mim é um fluir de sensações, emoções e sentimentos. Ela não é totalmente linear ou pragmática. É um processo variante. Muito antes de ir ao papel, o texto, a história, a narrativa e o poema já gestaram em minha mente e criaram vida. Eles podem ter seu embrião numa frase que ouvi, numa dúvida que tive, numa gravura que observei, numa obra da natureza, num fato cotidiano e pitoresco. Por isso, digo ser expressão de sensação. Em muitos casos, a ideia fica guardada em mim, crescendo e se formando por dias e noites até tomar corpo. Quando acredito que nasceu, sento e escrevo.”

Como foi a experiência de lançar seu primeiro livro?
“Lançar um livro foi algo mágico, desafiador, porém tremendamente prazeroso. Era algo com que eu sonhava, mas teimava em colocá-lo muito distante do atingível. Quando descobri ser possível, o entusiasmo e a criatividade foram ficando mais aflorados. Trabalhei bastante, contei com muitas mãos amigas, e o livro nasceu. Posso dizer que uma nova Adimara nasceu com ele.”

Quais são suas inspirações literárias?
“A leitura sempre fez parte dos meus prazeres. A música também tem seu lugar em minhas alegrias. Isso posto, guardo no coração das memórias trechos de livros, poemas, romances e letras de música que me emocionam. Vou relatar alguns autores:
Manuel Bandeira, Vinícius de Morais, Cecília Meireles, Adélia Prado, Carlos Drummond de Andrade, Mário Quintana, Paulo Leminski, Cora Coralina, Fernando Pessoa, Chico Buarque, Caetano Veloso, Belchior, Rubem Alves, Santo Agostinho.”

Quais foram os critérios utilizados para definir os textos que ficariam em Entre Olhares E Poesia?
“Eu tinha alguns textos guardados, escritos em diferentes momentos da minha vida. Interessante foi reencontrá-los. Pareceram novos. Despertaram-me outras sensações em relação àquelas de quando os escrevi. Pensei em uma forma na qual eles pudessem conversar entre si. Eles mesmos responderam a mim traduzindo o que trago no meu interior, minhas percepções de mundo e, diante disso, o que eu quero que permaneça. Estavam elucidados os capítulos. Assim, selecionei textos que se enquadrassem dentro dessa lógica.”

Entre Olhares E Poesia é dividido por seções, e cada uma traz um trecho de alguém, por exemplo, de Caetano Veloso. Como surgiu essa ideia e por que esses trechos?
“Como relatei anteriormente, a música faz parte da minha vida. Ela ocupa grande espaço no meu coração. Quando surgiu a ideia do nome dos capítulos — lado de dentro, lado de fora e eternidade —, de imediato, quis achar músicas que falassem desse movimento. Eu me pus a pesquisar. Encontrei várias. Tarefa deliciosa que envolveu família e alguns apaixonados por música, como eu. O difícil foi encontrar as melhores dentre a seleção. Todas eram ótimas. Foi um alimentar de alegria nostálgica. A palavra, o som, o ritmo, a história e o lúdico caminham dentro de mim.”

Tem algum texto em Entre Olhares E Poesia que te encanta mais que os outros?
“Dificílima pergunta. Seria como perguntar a uma mãe qual filho a encanta mais. Não existe resposta. Todos trazem sua peculiaridade, seu momento, seu encanto. Gosto de todos. Posso relatar que o último capítulo, eternidade, traz algo que me é perto demais, minhas preciosidades, pessoas que me são valiosas. Estas me causam muita emoção tanto pela presença quanto pela ausência. Mas o livro todo é um bem-querer.”

Os relatos de momentos e situações presentes nos contos de Entre Olhares E Poesia são resultado de situações reais ou apenas ficção?
“Os contos de Entre Olhares E Poesia trazem situações da vida cotidiana, algumas realmente experienciadas, como é o caso de: vacina do amor e tsuru, e outras baseadas em algum fato rotineiro, como ponte da vida. O interessante é a mensagem comum a que todos se propõem: vencimento da adversidade por meio de um novo olhar, com atitudes de amor, simplicidade e sabedoria. A intenção é deixar no leitor exemplos para ressignificar a vida. São testemunhos vivos de esperança.”

Como tem sido a recepção do público?
“Tenho encontrado grande receptividade e um enorme acolhimento do público para com a obra literária Entre Olhares E Poesia. Quando escrevi, pensei que falasse sobre minhas experiências. Qual não foi minha surpresa quando recebi relatos de identificação dos leitores com os contos e poemas! Dizem respeito à vida deles também. É válido relatar um, dentre vários que recebi, sobre a culinária dos sapinhos. Ele vem de uma senhora de cerca de 75 anos: ‘Tenho uma lagoa de sapos dentro de mim. Agora vou fazer uma plantação de favas. Vai ficar elas por elas’”.

Os contos do livro parecem flertar um pouco com a ficção e a não ficção. Diante disso, já pensou em escrever um livro só de ficção?
“Sim, já pensei e estou num processo de elaboração e estudo para esse novo projeto. Talvez um segundo livro de contos e poemas e, depois, um romance.”

Para o futuro, planeja escrever mais um livro nesse estilo, com conto e poesia?
“Sim, está em andamento, em fase de produção, um segundo livro de contos. Acredito que terá poemas também, porém com foco maior em contos. Está sendo um estudo para passos maiores. Tenho desejo de lançar em braile a obra Entre Olhares E Poesia.”

Se pudesse descrever sua obra em uma palavra, qual seria?
“Alvorada.”

Júlia Queiroga
Publisko
https://publisko.com/


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Dois nordestinos estão em novo projeto de jovens talentos da Scortecci Editora

Isabelle Neves, de Euclides da Cunha (BA) e Marcos Nunes Loiola, de Botuporã (BA), são os jovens poetas do estado da Bahia que foram escolhidos para a Coleção Lauréis e que serão publicados no livro Luas de Júpiter, coletânea com os melhores trabalhos dos quatro autores participantes da edição  de 2021 do projeto. O lançamento está previsto para 13 de agosto de 2021, às 19h30, através da plataforma ZOOM.

Também participam da edição desse ano os poetas AliceC (Itajobi / SP) e Leandro Henrique Nunes (Sertanópolis / PR).

Conheça mais sobre os dois jovens baianos:
Isabelle Neves nasceu em Salvador (BA) e passou grande parte da vida no interior baiano. Em busca de seus objetivos, já morou no Rio de Janeiro e em Campinas. Graduanda de Engenharia Mecânica, é amante das ciências, palavras, música e jogos de xadrez.

Marcos Nunes Loiola nasceu em Botuporã, interior da Bahia. É graduado em Direito pela Universidade Federal da Bahia. Apaixonado por literatura desde criança, aventura-se pela escrita desde 2019. Foi um dos vencedores do 2º Prêmio Literário AFEIGRAF 2020.

Rudynalva Correia Soares
Blog Alegria de Viver e Amar o que Bom
http://rudynalva-alegriadevivereamaroquebom.blogspot.com/

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Reprô / Pat Poll (Scortecci Editora, 2021)

Livros em Revista - Ralph Peter | Pat Poll – Scortecci – Especialista em mecânica quântica de espiritualidade, Pat criou um sistema – Reprô – que tem a finalidade bem calibrada de alterar, reprogramar todo um sistema interno de pensamento e ação e ou, melhorar o que vem sendo praticado. Sua experiência de vida pessoal e profissional a habilitam à essa maestria. Válido para qualquer idade, posição ou profissão. Namastê!

Reprô - 6 Semanas para e programar
Pat Poll

ISBN: 978-65-5529-250-3
Scortecci Editora - Psicologia
Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2021 - 132 páginas

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Jovem paranaense é selecionado para projeto de novos autores da Scortecci Editora (Blog Modo Literário)

Iniciativa da editora é de encontrar anualmente jovens talentos da literatura e em 2021, um dos selecionados é um poeta do Paraná.

Leandro Henrique Nunes, Sertanópolis (PR), é o jovem poeta paranaense que foi selecionado e que será publicado no livro Luas de Júpiter, coletânea com os melhores trabalhos dos quatro autores participantes da Coleção Lauréis de 2021, com previsão de lançamento para 13 de agosto de 2021, às 19h30, através da plataforma ZOOM.

Também participam da edição desse ano os poetas AliceC (Itajobi / SP), Isabelle Neves (Euclides da Cunha / BA) e Marcos Nunes Loiola (Botuporã / BA).

Conheça mais sobre o autor do sul do país:
Leandro Henrique Nunes nasceu em 2002 em Sertanópolis (PR). Em 2017 entrou no programa de alunos com altas habilidades (NAAH/s), onde obteve especializações. Em 2020, ganhou o 2° Prêmio Literário AFEIGRAF e, no ano seguinte, foi aprovado para o curso de Ciências da Natureza da Universidade de São Paulo (USP).

Fernanda Camilo Prates

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Bibliotecas do Governo de São Paulo realizam oficinas de literatura e escrita criativa em junho 2021

Atividades acontecem virtualmente e têm como objetivo estimular a reflexão e a produção literária. No período também haverá debate de obras como Rio Acima, de Pedro Cesarino, e Boa noite, Amazona, de Manoel Herzog, no Clube de Leitura da BSP e da BVL, respectivamente.
As Bibliotecas de São Paulo e Parque Villa-Lobos, instituições da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, terão uma programação voltada para produção literária no mês de junho. As atividades acontecem na modalidade virtual, com vagas limitadas e preenchidas por ordem de inscrição. Confira abaixo a programação completa: Com o objetivo de mostrar as diferenças entre conto e crônica, a Oficina de Escrita Criativa: Crônica, da Biblioteca de São Paulo, acontece nos dias 8 e 10 de junho, das 14h às 17h. Os dois encontros serão ministrados pela professora Silvana Salerno, que é escritora, editora, jornalista e arte-educadora formada pela ECA e na FFLCH (USP).
Haverá uma contextualização de textos de cronistas brasileiros, de Machado de Assis aos contemporâneos, utilizando técnicas de humor, crítica, sátira, fluência, lirismo, leveza e o elemento surpresa. Indicado para pessoas a partir de 14 anos, as inscrições já estão abertas em bsp.org.br/inscricao.

Já o Curso de Narração de Histórias, contemplado no ProAC Editais - programa de fomento do Governo de São Paulo - e idealizado pela Arte Despertar em parceria com a Biblioteca de São Paulo, tem como objetivo proporcionar aos participantes o desenvolvimento de competências de comunicação e relacionamento por meio de contos da tradição oral, literatura contemporânea e história de vida. Com nove aulas, acontece nos dias 15, 16, 17, 18, 22, 23, 24, 25 e 29 de junho, das 10h30 às 12h30. Indicado para pessoas a partir de 16 anos, as inscrições já estão abertas em bsp.org.br/inscricao.

Na oficina Poesia e Artes Visuais: Diálogos criativos, da Biblioteca Parque Villa-Lobos é proposto aos participantes uma série de exercícios de criação de poemas em diálogo com pinturas, gravuras, desenhos e esculturas, revelando novas possibilidades de criação poética, para além do diálogo com textos literários e com formas já conhecidas de poesia. Indicado para pessoas a partir de 16 anos, acontece em três encontros de 15 a 17 de junho, das 14h às 17h. Inscrições abertas em bvl.org.br/inscricao.

A Oficina Indianismos na Literatura Brasileira, da Biblioteca Parque Villa-Lobos, estimula a produção de textos críticos por meio da troca de experiências e leituras, levando os participantes a novas perspectivas e reflexões sobre as representações do indígena na literatura brasileira. Os textos e materiais abordados funcionarão como estímulo a um ensaio/texto crítico ao final da oficina. Indicado para pessoas a partir de 15 anos, acontece aos sábados (5, 12, 19 e 26 de junho), das 10h às 13h. Ministrado por Fábio Martinelli Casemiro, poeta, músico, doutor em Literatura pela UNICAMP e pós-doutorando em Teoria Literária pela UNIFESP. Inscrições abertas no link bvl.org.br/inscricao.

Para fechar a programação, as duas unidades realizam um Clube de Leitura virtual propondo discussões detalhadas da história com os leitores das obras selecionadas. No dia 18, das 15h às 17h, na Biblioteca de São Paulo a obra escolhida é Rio Acima, de Pedro Cesarino. Enquanto na Biblioteca Parque Villa-Lobos será no dia 25, das 15h às 17h, com Boa noite, Amazona, de Manoel Herzog. Os primeiros inscritos receberão instruções para realizar o download dos livros gratuitamente. Inscrições nos sites das instituições: bsp.org.br/inscricao e bvl.org.br/inscricao .

Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Assessoria de Imprensa (11) 3339-8116 / (11) 3339-8162
(11) 98849-5303 (plantão)
imprensaculturasp@sp.gov.br


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Dante José Alexandre Cid assume a presidência do Instituto Pró-Livro (IPL)

O Instituto Pró-Livro - IPL (www.prolivro.org.br), criado em 2006 pelas entidades do livro (ABRELIVROS, CBL e SNEL) com a missão de transformar o Brasil em um país de leitores, tem um novo presidente. Dante José Alexandre Cid assume a presidência da instituição pelo biênio 2021- 2023, com o objetivo de dar continuidade às ações de incentivo à leitura promovidas pelo IPL. Dante, que é vice-presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL), substitui José Ângelo Xavier de Oliveira, atual presidente da ABRELIVROS, que presidiu o IPL de 2019 até o momento.
Sobre a sua gestão, Ângelo pontuou: “é difícil medir as contribuições e os resultados neste período, em especial, porque sofremos com o abalo da pandemia em 2020, mas quero destacar o lançamento da 5ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, em 2020. Essa edição, realizada em parceria com o Itaú Cultural, ouviu mais de 8 mil brasileiros com mais de 5 anos, em 2019, sobre seus hábitos e dificuldades para ler. O estudo foi amplamente divulgado e gerou muitos debates no final de 2020, ao identificar uma redução no percentual de leitores entre 2015 e 2019. Em 2019, também lançamos a Retratos da Leitura em Bibliotecas Escolares, para demonstrar a importância das bibliotecas na aprendizagem dos alunos do ensino básico e da Retratos da Leitura, em eventos do livro. Esta, também em parceria com o Itaú Cultural. Acredito que a legitimidade conquistada pelas pesquisas Retratos da Leitura seja um bom termômetro da importância das ações do IPL junto ao governo e à sociedade civil, orientando políticas públicas e projetos. Mas, também é preciso destacar a importância do Prêmio IPL Retratos da Leitura, que aconteceu em 2019”.
Durante o mandato que inicia em maio/21, Dante Cid pretende dar continuidade ao trabalho de Ângelo Xavier, mas, frente à difícil conjuntura socioeconômica e o prolongamento da pandemia que estamos vivendo, entende que “toda a sociedade deve reavaliar abordagens que considerávamos consolidadas. Isto se aplica certamente ao ecossistema do livro e todos os seus atores. Minha gestão, que se inicia justamente neste contexto, terá como prioridade otimizar o papel do IPL nesta nova realidade, refletindo sobre possíveis mudanças, estratégias e parcerias que possam auxiliar na continuidade (ou amplificação) desses projetos, reforçando sua relevância para toda a sociedade”.
Ele destaca a importância da pesquisa Retratos da Leitura ao oferecer um amplo diagnóstico sobre o comportamento leitor do brasileiro e o lançamento do livro Retratos da Leitura no Brasil, em 2021, confirmando que o IPL vai continuar a guiar-se pelo permanente desafio de desenvolver e apoiar ações voltadas a valorizar e incentivar a leitura e o acesso aos livros pelos brasileiros. "Um dever assumido pelas entidades do livro, que represento, como responsabilidade social orientada pela crença de que a melhoria nos indicadores de leitura, de educação e de inclusão cultural da população são essenciais para o desenvolvimento humano e social de uma nação". 

Fonte: SNEL

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A ENERGIA PRÓSPERA de Ricardo Yabushita / CONDUTA LITERÁRIA

Hoje venho dividir com vocês a experiência maravilhosa de leitura que tive ao ler "A Energia Próspera", do autor Ricardo Yabushita.

A obra de não ficção nos traz conceitos de energia e prosperidade em diversos campos da vida, como o mental, o profissional, os relacionamentos e também o espiritual. Tudo de forma bem clara e descontraída, o que tornou a leitura bastante agradável e muito rica em informações.

O autor tem uma escrita muito acessível e didática e isso ajuda e muito, principalmente para aqueles que não estão acostumados a obras no estilo. Foi uma leitura que li aos poucos, tentando absorver ao máximo cada informação com as quais identifiquei dentro da minha própria vida.

Como por exemplo, fatos até mesmo banais, que encarei como o fim do mundo e por dias aquilo me atingia de tal forma que não só o emocional ia para o ralo, como o físico já começava a sentir esse turbilhão de sentimentos nada bons.

E isso acontece com muitos de nós e essa obra do Ricardo traz ensinamentos valiosos, como também alguns exercícios, que possam nos ajudar em como chegar em um equilíbrio em vários setores da nossa vida.  Porém o principal de tudo é o entendimento da energia que nos envolve e assim buscar as mudanças que se fazem necessárias.

"Está na hora de acordar, de desligar o piloto automático e se tornar mais consciente de tudo o que seu corpo ingere como estímulo energético”.

Não é uma tarefa fácil, mas é importante a persistência, para o bem estar da nossa mente e corpo. E também no convívio com outras pessoas. 

"A mudança parte de você. Sempre."

Uma obra muito rica e que deve ser lida sempre que necessário. Eu deixei várias partes destacadas, pois creio que precisarei reler em algum momento.

Vale muito à pena conhecer o livro e o trabalho do autor!

Sobre o Autor
Ricardo Yabushita começou sua carreira na área de tecnologia. Atualmente mantém investimentos com diversas parcerias de empreendedorismo entre restaurante, empreendimentos imobiliários e startups no seguimento de IOT (Internet of Things).

Na área terapêutica, unindo conhecimentos de espiritualidade e cursos e leitura sobre energização, começou a prestar atendimentos na linha energética focada na saúde, ajudando pessoas no alívio de dores e tensões físicas, principalmente aquelas causadas por padrões mentais e comportamentais.

Expandiu sua atuação como consultor energético, atendendo residências e empresas, auxiliando centenas de empresários a prosperarem e ampliarem seus negócios.

Fernanda Akemi
Blog Conduta Literária

https://www.condutaliteraria.com/

A ENERGIA PRÓSPERA / Ricardo Yabushita
ISBN: 978-85-366-5139-2
Scortecci Editora - Conduta de Vida
Formato 14 x 21 cm - 3ª edição - 2021 - 168 páginas

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O cotidiano presente na estreia de Adimara Almeida Rosa Barbosa (Publisko)

Crescendo em meio aos livros, Adimara Almeida Rosa Barbosa se apaixonou pela literatura e pela escrita ainda jovem. Com a chegada da fase adulta e as responsabilidades, sua paixão teve de ficar mais reclusa e familiar.

Escrevendo textos há mais de 30 anos que acabaram engavetados até 2020, com a sua aposentadoria e uma vida mais tranquila, ela decidiu dar vida a esses textos e criou a obra.

Entre Olhares e Poesia, uma coletânea de poemas e contos, sendo seu primeiro lançamento. Um exemplo do que se pode encontrar na obra é o trecho da poesia Amor Cão:

“O amor lhe entrará nas narinas
Vezes doce, vezes azedo
Pouco importa.
Não vai se incomodar
Estará tão encantada com o bicho
Em loucura e paixão
Quererá o tal serzinho
Ainda com cocozinho
Escondido no banheiro”
(Amor Cão; Entre Olhares E Poesia; Adimara Almeida Rosa Barbosa; pág. 51)

Entre Olhares E Poesia foi publicado pela Editora Scortecci e pode ser adquirido nas lojas: Amazon, Livraria Asabeça, Americanas, Estante Virtual, Martins Fontes Paulista, Livraria do Mercado; Submarino e Google Play. Para aqueles que moram em Pouso Alegre-MG, é possível comprar na Livraria Intelecto, Repense Loja Colaborativa e Papelaria Papel e Cia. A obra apresenta a perspectiva de sua autora sobre fatos do cotidiano que podem ser comuns e sem graça aos olhos de muitos, mas Adimara transformou em poesia, literalmente.

Ficou curioso para saber mais sobre Entre Olhares E Poesia? Olha a sinopse:

“A poesia encontrou uma mulher com sensibilidade, emoção e olhar afetuoso diante das coisas mais simples da vida. Ao criar, a autora consegue o milagre de transformar tristezas, alegrias , dores e amores em palavras que vão direto ao coração. Do lado de dentro há um cofre onde ficaram guardadas memórias tamanhas, as quais foram colocadas do lado de fora da poesia para encantar os leitores. O livro é uma bela viagem, encontro profundo e forte da epiderme para o interior da alma.”

Júlia Queiroga
Publisko
https://publisko.com/

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Editora Scortecci retoma projeto que lança jovens talentos da literatura brasileira (Publisko)

A Coleção Lauréis foi criada em 1986, pelos escritores João Scortecci e Lenilde Freitas, sendo realizada nos anos seguintes e tendo o objetivo de descobrir e lançar jovens talentos da literatura brasileira que ainda não tenham livros publicados. Com a Editora Scortecci prestes a completar 39 anos, o projeto foi retomado com quatro talentos escolhidos para 2021.

Foram necessários três meses de pesquisa e preparação para definir os selecionados desta edição, sendo escolhidas quatro pessoas, são elas: Alice C. de São Paulo; Isabelle Neves e Marcos Nunes Loiola da Bahia; e Leandro Henrique Nunes do Paraná.

Até agosto, quando acontecerá a Semana Scortecci De Literatura, eles irão conhecer e aprender sobre o mercado e o marketing literário.

A Semana Scortecci De Literatura, que vai do dia 09 a 15 de agosto, é um evento para comemorar o aniversário da editora e quando acontece o lançamento virtual de Luas De Júpiter, antologia da Coleção Lauréis de 2021.

O lançamento de Luas De Júpiter será no dia 13 de agosto, das 19h30 às 21h, tendo a participação dos autores, da equipe da editora e diversos outros convidados.

Júlia Queiroga
Publisko
https://publisko.com/

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DOS CHEIROS DE TUDO DE JOÃO SCORTECCI / CAMPONESA LITERÁRIA

Olá meus amores , hoje trago a resenha de mais um livro de poesia, livro esse, cedido pela editora Scortecci em parceria com a mesma.

Falar sobre esse livro é um pouco difícil , por as poesias contidas nele serem tão delicadas e fortes ao mesmo tempo.

João Scortecci tem um dom com as palavras sem igual e sua visão poética sobre tudo que está descrito aqui nesse livro é muito intensa.

Ler seus poemas aqui nessa obra, é viajar através da nossa memória olfativa para tempos distantes, cada palavra é como uma fragrância a ser sentida, a ser lembrada.

Seus versos falam de amor, saudades, temores, segredos, malícia. E por que não sabores?

A maestria de suas palavras formam uma dança , sim, uma dança poética que baila entre as metáforas.

O livro também vem com ilustrações pintadas em aquarela muito meigas que deixaram a edição mais bonita, mais sutil.

Super recomendo essa preciosidade para aqueles que tem sede de poesias, daquelas que aquecem a alma e desperta algo no coração.

Joyce dos Santos
https://camponesaliteraria.blogspot.com/

DOS CHEIROS DE TUDO - MEMÓRIAS DO OLFATO / João Scortecci
ISBN: 978-85-366-5950-3
Scortecci Editora - Poesia
Formato 16 x 23 cm - 1ª edição - 2019 - 84 páginas

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ENTRE OLHARES E POESIA de ADIMARA ALMEIDA ROSA BARBOSA / PUBLISKO

Entre Olhares E Poesias, escrito por Adimara Almeida Rosa Barbosa e publicado pela Editora Scortecci, é uma obra singular com poesias e contos que apresentam a visão da autora sobre fatos cotidianos.

O livro é dividido em três partes e tem algumas ilustrações para decorar suas secções, “Lado De Dentro”, “Lado De Fora” e “Eternidade”. Muitos dos textos são extremamente delicados na forma que se apresentam, fazendo o leitor refletir e se sentir acalentado em algumas partes.

“É o esclarecer humano de que só existo ao perceber o outro” 
(Entre Olhares E Poesia; Adimara Almeida Rosa Barbosa; pág. 17).

Entre Olhares E Poesias é cheio de sentimentos e emoções que invadem o coração do leitor e o leva a percorrer páginas e páginas deste livro. Não é o tipo de leitura que se faz rapidamente, cada texto precisa ser lido e relido, entretanto a causa não é por uma escrita ruim ou confusa, mas sim pela vontade de ler aquele conteúdo tão afetuoso.

Adimara Almeida Rosa Barbosa criou uma obra que conversa com o leitor e o faz se encontrar em histórias que podem nunca ter acontecido com ele, mas são tão calorosas que emocionam, tornando assim, este, um grande livro.

Júlia Queiroga

ENTRE OLHARES E POESIA / Adimara Almeida Rosa Barbosa
ISBN: 978-65-5529-341-8
Scortecci Editora - Poesia e Contos
Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2021 - 100 páginas

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Sonhe comigo de Maria Lucia Moyses Ruiz / Modo Literário

Resenha: "Sonhe comigo", da autora nacional, Maria Lucia Moyses Ruiz, faz parte da coleção Dezequilíbrios, publicado pelo Grupo Editorial Scortecci. Essa história repleta de dramas, expõe a respeito de um distúrbio psiquiátrico, onde é possível conhecer a personagem Dra. Renata. Dentro de um hospital público, é possível compreender mais diante do cotidiano e os relatos de pacientes.

A leitura é rápida, porém é extremamente marcante, já que expõe um relato forte diante de personagens que se destacam por suas ações e pelas consequências geradas. Há muito pelo que se refletir ao longo dessas páginas. São duas mulheres envolvidas e um homem. Duas separações e muitos conflitos nesse meio, numa história de amor que acabou sendo rompida.

A Dra. Renata era a chefe do departamento de psiquiatria de um hospital público. E o leitor tem a oportunidade de vislumbrar um pouco de sua rotina, de sua atenção com os pacientes e certas emoções relacionadas sob sua profissão. Ela parece ter uma família feliz e se sente realizada, apesar de estar cansada. Isso porque sua profissão exige muito dela, de como os casos podem afetar uma pessoa.

Nessas páginas, Andressa e Raquel são amigas. Porém, o namorado de uma delas - Júlio, entra em cena para abalar essa amizade. E a respeito disso, surgem muitos questionamentos sobre as atitudes que refletem nos relacionamentos, em especial por conta de traições envolvidas. E a forma como a autora explora tais sentimentos acaba se tornando bem pessoal e intensa.

O distúrbio tratado em questão me deixou bem surpresa na verdade. Confesso que não esperava algo relacionado, mas a forma como foi explicado, deixou tudo ainda mais compreensível. Isso porque nas últimas páginas, temos acesso ao relatório psiquiátrico e de como tal distúrbio é caracterizado. Eu até iria comentar qual é o nome do distúrbio, mas acho que é ótimo descobrir por conta própria nessa leitura.

A coleção Dezequilíbrios é composta por dez livros, e as leituras podem ser feitas de forma independentes entre si. São eles: Por todo o infinito, Só por cima do meu cadáver, Uma dose fatal, A mulher do vestido azul, Não me toque, Um copo de veneno, A outra, Sonhe comigo, Alucinadamente e Réu confesso.

Fernanda Camilo Prates
Blog Modo Literário


SONHE COMIGO / Maria Lucia Moyses Ruiz
ISBN: 978-65-5529-218-3
Scortecci Editora - Romance
Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2021 - 120 páginas


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MULHER EMUDECIDA / Maria Mortatti (Scortecci, 2021)

Livros em Revista - Ralph Peter | Maria Mortatti – Scortecci – A sempre ótima maestra uma vez mais abriu de maneira condescendente, seu literato baú. Nesta obra, compilou, para gáudio e deleite de seus sectários, vinte contos criados entre 1979 e 2012, nos quais desnuda situações submissas, algumas até vexatórias, de algumas mulheres presas a um sistemático momento. Muito difícil escolher o melhor. São todos ótimos! Se mal conheço a ilustre professora, em seu âmago, Ela deseja que em suas páginas , leitoras sejam atingidas por um repto libertador, para que tais situações não se repitam, se não totalmente banidas, ao menos bastante atenuadas sejam. No posfácio a autora desculpa-se por ter demorado tanto a publicá-los. Nós leitores não a perdoamos pelo lapso. Sucesso!

MULHER EMUDECIDA / Maria Mortatti
ISBN: 978-65-5529-380-7
Scortecci Editora - Contos
Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2021 - 96 páginas

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5 LIVROS DA SCORTECCI EDITORA QUE RECOMENDO / DOSE DE POESIA

A editora tem outros livros incríveis, nem tenho palavras para descrever o quão incrível são os livros da editora Scortecci, mas essa lista aqui se baseia somente nos livros que já li e resenhei no blog, tá?

1- Garota na Moda - Georgia Kazazian Basmacilar
Este livro é um guia de moda dedicado à todas as mulheres para desfilarem e brilharem na passarela do dia a dia. São dicas úteis que serão valiosas para todas as ocasiões, desde a prática de esportes até as festas mais sofisticadas. Além disso, encontrará dicas de customização, cores, maquiagem, entre outras que você não pode deixar de ler. Agora, vamos curtir o mundo na moda!
Em qualquer estação aposte nas meias finas! Elas servem em diversas ocasiões dependendo do modelo da meia. As meias claras aumentam as pernas; As meias escuras alongam as pernas e ficam muito sexy; As meias rendadas são muito sensuais e servem para ocasiões com mais requinte e sofisticação; Meias finas coloridas servem para ousar e fazer ótimas sobreposições nos looks. Conservem suas meias: Em um saquinho de pano arejado e sempre separe pelas cores. Lave sempre com sabão neutro líquido para mais conservação.

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2- Faça algo por você - Plinio Garcia
Com o objetivo de gerar uma outra forma de ajuda, em que o autor não possa estar presente, ou oferecer outra possibilidade de acesso, surgiu a ideia deste livro, com o propósito de levar palavras de entusiasmo, incentivo, consolo, compreensão e entendimento aos leitores que passam por tribulações emocionais de todos os tipos. Atendendo pacientes diariamente com queixas variadas, propus-me a escrever sobre as mais frequentes e comuns, com a intenção de ajudar àqueles que possam passar pelas mesmas situações; incentivar aqueles que já passaram por problemas de ordem emocional, afetiva e psicológica; servir de prevenção, através da autoajuda, para que o paciente possa recorrer aos seus próprios recursos interiores a fim de se desvencilhar de tais problemas e, quando necessário, buscar ajuda de um profissional da saúde. Acredito que Deus coloca dentro de cada um recursos indispensáveis e disponíveis para nos autoajudar, basta para isso fazer a nossa parte, buscar esses recursos e utilizá-los da melhor forma possível, para alcançar o nosso Equilíbrio.

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3- Mundo literário e relações socioculturais - Joéliton Sueldo Araújo
Pode-se entender a expressão ‘mundo literário’ como um conjunto de práticas ao mesmo tempo artístico-ficcionais e sociodiscursivas, exteriorizadas de modo coletivo ou individual, por meio sobretudo de enunciados/textos polissêmicos não utilitaristas que dialogam entre si – as obras literárias. Estas, por sua vez, partem de unidades sígnicas convencionadas (não só a ‘palavra’ [escrita ou falada], mas também qualquer unidade semiótica ‘equivalente’). As análises deste livro se concretizam em artigos científicos/transdisciplinares, ensaios, roteiros crítico-didáticos – ‘enla-çados’ pela reflexão sociopoética em uma perspectiva intercultural e lúdica, portanto atenta às necessidades e curiosidades dos usuários da língua que circula em gêneros literários, especialmente poema, manifesto literário-cultural, rapsódia moderna e romance e conto polemísticos. Como diria o Professor Luciano Justino, uma das funções do intercultural é inter-relacionar as divisões arbitrárias da arte, bem como da sociedade capitalista, contribuindo para o questionamento das rígidas demarcações entre formas populares, massivas e eruditas. Acrescente-se: em muitos casos, pode-se questionar também a distinção entre ‘literatura adulta’ e ‘literatura infantil’.

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4- Descubra o tesouro interior da sua criatividade - Armando Alexandre dos Santos
A finalidade deste livro é ajudar o leitor a desenvolver essa capacidade, de maneira a dar tudo de si, a sentir que nenhuma virtualidade do seu espírito ficou estéril. Não se trata de um livro teórico, ou de um compêndio de Psicologia Aplicada. Este é um livro prático, em que o autor, que viveu pessoalmente cada um dos passos descritos, conversa com o leitor, numa animada prosa ao pé do fogo, abrindo sua alma e contando a experiência apaixonante pela qual passou, até se tornar um escritor bem sucedido, com muitos livros publicados.

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5- Retalhos de Liz - Anna Liz
Grande parte das composições de Anna Elizandra está relacionada à mulher no contexto atual. Um importante número de poemas publicados por esta autora refere-se à problemática do amor erótico idealizado pela figura feminina. Desta forma, sua poesia rompe com as barreiras da tradicionalidade, revelando uma mulher que não precisa esconder seu aspecto mais natural para ser aceita. Mas não é tão simples. É preciso ter força e coragem para revelar esta face feminina tão reprimida ao longo dos séculos de dominação patriarcal.
Marcos José P. Gomes, em Marcas de feminilidade nos poemas – “Per Passione e Ao homem que não vê a mulher que sou”, de Anna Elizandra Ribeiro
Eu sou Anna. Anna Elizandra. Nordestina do interior do Maranhão, da pequena cidade Santa (Luzia). Tive uma infância e uma adolescência cheias de pedras. Muitas vezes, apareceram-me pela estrada barreiras quase intransponíveis. Digo “quase”, porque consegui superá-las ou contorná-las, de certa forma. Mas, muitas vezes, pensei em desistir, em estacionar, em morrer, sucumbir de vez. Deixei muitas pedras me enterrarem, mas (mesmo sabendo-me ousada na comparação) penso que, assim como Cora, consegui remover as pedras, juntá-las, construir degraus e para o alto fui subindo. E no meio das pedras fui plantando meus versos/flores. Isto só foi possível porque nesse percurso algumas pessoas me ajudaram a carregar as pedras, a plantar poe-sia e a construir o que sou. E hoje, se alguém me perguntar:

– O que tu és?

Respondo apenas:

– Sou toda GRATIDÃO!

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Carla Azevedo
Blog Dose de Poesia

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IBGE: Setor de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria fecha 14º mês seguido em queda

PUBLISHNEWS - 10/05/2021 - De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio, o segmento registrou perda de 19,7% em março, quando confrontado com igual período de 2020. Na última sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) publicou a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) referente ao mês de março. No período, o volume de vendas do varejo nacional caiu 0,6% em relação a fevereiro. Quando confrontado com os números de março de 2020, marco inicial da pandemia, os números apresentam variação positiva de 2,4%. Sete das oito atividades pesquisadas pelo IBGE apresentaram taxas negativas, inclusive o segmento de Livros, Jornais, Revistas e Papelaria, que perdeu 19,1% em relação ao mês anterior e 19,7% quando comparado com igual período de 2020. No ano, a categoria apresenta queda de 43,3% e no acumulado dos últimos 12 meses, a perda é de 41,8%. Com os números de março de 2021, a atividade contabiliza 14 meses de quedas consecutivas. Na análise do instituto, a queda é resultado da redução de lojas físicas iniciada em 2017.

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O LEGADO DE GUTENBERG / Por João Scortecci

O inventor Johannes Gutenberg (Johannes Gensfleisch zur Laden zum Gutenberg) nasceu no dia 24 de junho (data simbólica escolhida na época do 500º. aniversário do “Festival de Gutenberg” no ano de 1900), entre os anos de 1394 e 1404, na cidade alemã de Mainz ou Mogúncia, às margens do Rio Reno, no coração da Alemanha. Era filho de um rico comerciante de nome Friele Gensfleisch zur Laden, que trabalhava como ourives na Casa da Moeda Eclesiástica Católica, e de Else Wyrich, sua segunda esposa, filha de um lojista da região. 

Interessado pelas ciências e pelas artes, Gutenberg gostava de ler e estudar e cultivava a “sina” de fabricar livros com o objetivo de barateá-los, possibilitando assim acesso e oportunidade para muitos. 

Gutenberg desenvolveu um sistema mecânico de tipos móveis, e sua invenção, que deu início à Revolução da Imprensa, contribuiu de forma decisiva para o sucesso da Reforma Protestante de Martinho Lutero e para a popularização do livro impresso no mundo. Foi eleito por jornalistas americanos e europeus “O homem do milênio”.

Com 20 anos de idade, Gutenberg mudou-se para Estrasburgo, cidade na fronteira franco-alemã. Entre as atividades de que se ocupou estão a ourivesaria e a produção de lembranças para romeiros que visitavam a cidade. 

Em 1437, foi chamado à Justiça por Ana Eisernen Thur, pela promessa de casamento não cumprida. Não fugiu ao compromisso e - mesmo a contragosto - casou-se com ela. Não há registros do nascimento de filhos ou mesmo registro de terem compartilhado vida conjugal. Empobrecido e impedido de ler e estudar, dedicou-se - durante 30 anos - ao invento da imprensa com um único propósito: fabricar livros! 

Entre suas muitas contribuições para a imprensa, estão: a invenção de um processo de “moldes” de produção de tipo móvel, a utilização de tinta à base de óleo e a utilização de uma prensa de madeira similar à prensa de parafuso agrícola. Sua invenção - simples, mas funcional e eficiente - e a combinação dessas três “engenhocas” possibilitaram o surgimento da "Das Werk der Buchei” ou “Fábrica de Livros”.

Gutenberg foi o segundo a usar a impressão por tipos móveis, por volta de 1439. O primeiro foi o artesão chinês Bi Sheng (990-1051 d.C.), no ano de 1040, e é considerado o inventor global da prensa móvel. O sistema de impressão de Bi Sheng - feito de tipos de porcelana - é uma das quatro grandes invenções da China Antiga, juntamente com a bússola, a fabricação do papel e a pólvora. Essas quatro descobertas tiveram um enorme impacto no desenvolvimento da civilização chinesa e global.

A história da impressão sobre papel começou, portanto, na China, no final do século II da Era Cristã. Os chineses sabiam fabricar papel, tinta e usar placas de mármore com o texto entalhado como matriz. No século VIII, começaram a comercializar o papel como mercadoria no mundo árabe. A técnica de fabricação do papel foi revelada aos árabes por prisioneiros chineses. No século XIII, as fábricas de papel proliferaram na Ásia Menor (Iraque e Região) e na Espanha, então sob o domínio mouro.

A “imprensa” propriamente dita já existia. Ao que consta, as primeiras ideias sobre imprensa ocorreram a Gutenberg quando observava um anel com o qual os nobres selavam documentos, neles imprimindo o brasão da família. Esse anel tinha o brasão escavado em metal ou pedra preciosa e deixava uma impressão em alto-relevo sobre o lacre quente. 

Por volta de 1450, Gutenberg juntou tipos, papel, prensa e tinta numa só “engenhoca”. Para isso, só teve de usar a cabeça para juntar várias técnicas: moldes que possibilitaram a fabricação dos tipos (pequenos blocos metálicos esculpidos em relevo: letras reutilizáveis, agrupadas para formar textos), tinta (óleo de linhaça e negro-de-fumo, que marcava o papel sem borrar) e uma prensa movimentada por uma barra, que movia a rosca e o prelo - para cima e para baixo - aplicando pressão sobre o papel, numa superfície com tinta.

Foi assim que Gutenberg imprimiu várias imagens de São Cristóvão e as levou ao bispo de Estrasburgo, que ficou impressionado com a simetria e a perfeição das imagens do Santo. Gutenberg, fazendo segredo de seu invento, saiu da “conversa” carregado de encomendas e com um livro emprestado, nunca devolvido. Cunhou as letras individualmente (primeiro em madeira, depois em chumbo fundido) e amarrou a “composição” numa caixa vazada de madeira. A primeira prensa utilizada foi uma adaptação mecânica de uma prensa que servia para produzir vinhos pressionando o papel com tinta contra o caixote de tipos. 

Estava inventada a impressão tipográfica, uma tecnologia que sobreviveria com poucas modificações até o século XIX. A “engenhoca” de Gutenberg revolucionou a cultura e o conhecimento humano e deu por encerrado - magistralmente - o período das trevas da Idade Média, que se iniciou com a queda do Império Romano do Ocidente, em 476, e terminou com a tomada de Constantinopla pelos turcos, em 1453.

Pouco se sabe sobre a vida de Gutenberg - além de alguns documentos comerciais e judiciários, sua oficina gráfica e a impressão de sua magnífica “Bíblia”. Esses documentos possibilitam deduzir que gastou todo o dinheiro de que dispunha, antes que chegasse a produzir qualquer coisa que lhe proporcionasse renda e lucro. 

Por volta de 1438, formou uma sociedade com três burgueses da cidade, Andreas Dritzehn, Hans Riffe e Andreas Heilmann. Começou publicando folhetos e livretos religiosos, mas a morte de Dritzehn naquele mesmo ano lhe trouxe problemas com a Justiça. Os irmãos de Dritzehn processaram Gutenberg, porque queriam herdar o direito de entrar na sociedade. Perderam a causa, mas o longo e demorado processo na Justiça esgotou todas as suas economias.

Em 1448 - já com 50 anos de idade - conseguiu o patrocínio de um financiador chamado Johann Fust - a quem confiou o segredo da invenção - para imprimir seu primeiro livro. Fust investiu 800 florins no negócio, uma soma considerável na época. Dois anos depois, mais 800 florins. Fust - não vendo futuro no negócio - executou, em 1455, a impagável dívida. Gutenberg foi à falência. A oficina gráfica caiu nas mãos de Johann Fust (investidor e banqueiro) e de Peter Schöffer (genro de Fust e também artesão de tipos).

Em 1456 publicaram - finalmente - o primeiro livro impresso: a chamada “Bíblia”, da tradução latina conhecida como “Vulgata”, feita por São Jerônimo no século IV. A “Bíblia” foi impressa em 42 linhas (em colunas duplas), caligrafia gótica, com 1282 páginas e tiragem de 180 exemplares (45 em pergaminho e 135 em papel). As letras maiúsculas e os títulos foram ornamentados à mão e coloridos. A obra foi publicada sem data, nem local ou nome dos impressores. É, oficialmente, a “Bíblia de Fust e Peter”. Mas, fazendo justiça ao seu verdadeiro autor, foi apelidada de “Bíblia de Gutenberg”.

Gutenberg só escapou da ruína total, graças à proteção de um funcionário municipal de Mainz, Konrad Humery, que lhe ofereceu os meios de montar outra oficina de impressão. Em 1462, voltou a Estrasburgo e, três anos depois, para sua terra natal, sob a proteção do arcebispo Adolfo II, que lhe proporcionou uma pensão, roupas, comida e vinho.

Johannes Gutenberg faleceu no dia 3 de fevereiro de 1468, com aproximadamente 70 anos de idade. Seu legado faz parte da lista das dez maiores invenções da humanidade.

João Scortecci
scortecci@gmail.com


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Bibliotecas do Governo de SP oferecem programação diversificada para o público infantil no mês de maio

Contação de histórias, jogos e gincanas são algumas das atividades realizadas pelas Bibliotecas de São Paulo e Parque Villa-Lobos. As Bibliotecas de São Paulo e Parque Villa-Lobos, instituições da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, prepararam uma programação especial para o público infantil neste mês de maio.  Nesta fase de transição do Plano São Paulo, os espaços continuam respeitando os protocolos de higiene e segurança, bem como o controle de acesso, público sentado e assentos marcados, para receber todos com total segurança.  O limite de ocupação das unidades não pode ultrapassar  25% da capacidade total e o funcionamento é de terça a domingo, das 11h às 16h.  

Confira algumas das atrações e programe-se: 

A atividade "Brincando e Aprendendo", que reúne intervenções, brincadeiras, jogos e gincanas, é ideal para crianças a partir dos 6 anos. Acontece sempre das 14h às 15h, às terças-feiras, na Biblioteca do Parque Villa-Lobos, e às quintas-feiras, na Biblioteca de São Paulo. 

Já o "Pintando o sete", que estimula as crianças a pintar, desenhar, colar e criar, inspiradas em temas literários, ecológicos e culturais, será realizada às terças na Biblioteca de São Paulo e às quintas na Biblioteca Parque Villa-Lobos, das 11h às 12h. 

Para quem gosta de histórias, a "Hora do Conto" aguça o hábito da leitura e imaginação das crianças com a literatura infantojuvenil. Sendo realizadas às sextas, das 15h às 15h30, e aos sábados e domingos, das 14h às 14h45 nas duas unidades, será acompanhada de interpretação em Libras. Entre as histórias estão "A cigarra e a formiga", de Monteiro Lobato; "Flávia e o bolo de chocolate", de Miriam Leitão; "Marina e Mariana", de Georgina Martins; "A Imperatriz Jingu e as Contas de Jade", de Janaina Tokiata; "Pedro Malasartes e a sopa de pedras", de Luís da Câmara Cascudo; "O rabo do Zé Macaco", de Ricardo Azevedo; "Meus dois pais", de Walcyr Carrasco; 

Confira a programação completa no site das bibliotecas: http://bvl.org.br/ e http://bsp.org.br/


Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo
Assessoria de Imprensa
(11) 3339-8116 / (11) 3339-8162
(11) 98849-5303 (plantão)
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Vem aí o 63º Prêmio Jabuti 2021

Ao longo de sua história, o Prêmio Jabuti tornou-se referência entre as premiações do mercado editorial do Brasil e é um patrimônio do país. Sua relevância é resultado de um trabalho que, desde 1958, reconhece a potência da produção nacional, valoriza cada um dos elos que formam a cadeia do livro, dialoga com os seus mais diversos públicos e acompanha as mudanças da sociedade. 

É com esse espírito que a Câmara Brasileira do Livro (CBL) anuncia os preparativos para o 63º Prêmio Jabuti, uma edição que consolida sua presença digital e fortalece sua pluralidade. 

Nesta edição, o editor e tradutor Marcos Marcionilo assume a curadoria da premiação e traz consigo a experiência de uma trajetória de 42 anos no mercado editorial. Juntam-se a ele no conselho curador especialistas e profissionais de múltiplas áreas do conhecimento: Ana Elisa Ribeiro, Bel Santos Mayer, Camile Mendrot e Luiz Gonzaga Godoi Trigo. Clique aqui para conhecer o perfil de cada um deles. 

"Mais uma vez, o Prêmio Jabuti nos dará um instantâneo dos dilemas e possibilidades de nosso tempo na perspectiva de quem pensa o Brasil", ressalta Marcos Marcionilo, curador do 63º Prêmio Jabuti. 

De acordo com Vitor Tavares, presidente da CBL, em 2021, algumas novidades fazem com que o acesso ao Jabuti seja ainda mais dinâmico. "O prêmio está cada vez mais digital, ágil e aberto ao diálogo. Dessa forma, ele consolida mudanças importantes do passado com o olhar para o presente e para o futuro, para onde as mais diversas comunidades do livro se encontram", complementa. 

Confira o que muda em 2021 

O ambiente das inscrições passa a ser o Portal de Serviços da CBL. Autores(as) e editores(as) que já possuem cadastro podem efetuar o login com o usuário preexistente, ou adicionar um novo, e selecionar "Prêmio Jabuti". Já os novos usuários precisarão efetuar um cadastro, criar um login e uma senha antes de selecionar "Prêmio Jabuti" e dar sequência à inscrição. O prazo para participar será de 6 de maio, a partir das 12h, até as 18h do dia 1º de julho de 2021 (horário de Brasília). 

Pelo quinto ano consecutivo, os valores das inscrições não foram alterados. E, excepcionalmente em 2021, haverá um desconto de 10% para todas as inscrições realizadas nos primeiros 30 dias, das 12h do dia 6 de maio até as 23h59 do dia 4 de junho de 2021 (horário de Brasília). A promoção é válida para todos os participantes, autores(as) independentes, editoras, editores, associados e não associados da CBL, e também para todos os tipos de inscrição, obra individual ou coleção. 

"Cada uma das mudanças promove mais amplo acesso ao maior prêmio do livro do brasileiro. Usar a plataforma da CBL acelera o processo das inscrições de todos os que já solicitaram o ISBN, ficha catalográfica ou outro serviço, já que todas as informações ficam disponíveis em um único lugar e nos perfis de cada usuário. E a decisão de manter o mesmo valor de inscrição e oferecer o desconto são uma forma de ajudar ainda mais todos os profissionais do livro diante das dificuldades enfrentadas pelo setor", destaca Vitor Tavares, presidente da CBL. 

Categorias e vencedores(as) 

Em 2021, o Eixo Ensaios passa a se chamar Eixo Não Ficção, e o Eixo Livro torna-se Eixo Produção Editorial. Dessa maneira, as categorias do 63º Prêmio Jabuti ficam organizadas nos 4 eixos: Literatura, Não Ficção, Produção Editorial e Inovação. 

Os(as) autores(as) vencedores(as) de cada categoria recebem a estatueta e o prêmio de R﹩5.000,00. O(a) vencedor(a) da categoria Livro no Ano será premiado(a) com a estatueta e o valor de R﹩100.000,00. Caso a obra premiada seja uma coautoria, o prêmio em dinheiro é dividido, após a dedução dos impostos legais. Os editores das publicações premiadas são contemplados com a estatueta do Prêmio Jabuti. 

Na categoria Livro Brasileiro Publicado no Exterior - uma parceria da CBL com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) -, há novas formas de premiação para a editora nacional da obra vencedora. Além da estatueta, caso já seja filiada ao Projeto Brazilian Publishers, a editora será contemplada com uma Bolsa de Apoio à Tradução, no valor de R﹩5.000,00. Este montante poderá ser utilizado para traduzir uma nova obra de seu catálogo do português para qualquer outro idioma. Caso ainda não faça parte do BP, a editora brasileira premiada será contemplada com um ano de participação integral no projeto que promove a literatura brasileira no mercado internacional. Conheça todas as iniciativas do Brazilian Publishers clicando aqui . 

"Essas mudanças reafirmam o interesse constante do Prêmio Jabuti em encarar os desafios postos aos produtores e mediadores de cultura: além de premiar, é preciso impulsionar e ampliar a participação e a inclusão do máximo de agentes culturais. A hora é de insistir na cultura democrática como direito e como caminho", afirma Marcos Marcionilo. 

Consulta pública de jurados 

Mais uma vez, o público poderá autoindicar ou recomendar nomes para a composição do júri do Prêmio Jabuti, por meio da consulta pública que será de 06 de maio de 2021 a 06 de junho de 2021. Basta preencher o formulário disponível no site http://www.premiojabuti.com.br. Os indicados são verificados e validados pelo Conselho Curador, que também é responsável por selecionar profissionais de todo o país para complementar o júri. 

Personalidade Literária 

A cada ano, o Prêmio Jabuti celebra as figuras fundamentais da arte e do pensamento em um país ávido por inclusão e representatividade. Em 2021, Ignácio de Loyola Brandão receberá a homenagem. Em sua bagagem, um dos mais célebres autores brasileiros carrega muitas histórias, 47 livros, além de inúmeras reportagens escritas no Brasil e em países como Itália e Alemanha. Ele também coleciona prêmios, entre eles, cinco estatuetas do Jabuti. 

"É uma honra celebrar a vida e a obra de um autor que, em suas mais diversas formas de escrita, retrata tão bem o Brasil e toda a sua complexidade. Através de sua literatura abrangente, ele sempre nos convida a refletir sobre temas essenciais e que definem o nosso país", ressalta Vitor Tavares, presidente da CBL. 

"A reação de Ignácio de Loyola Brandão ao convite para ser nossa Personalidade Literária em 2021 foi emocionada e comovente. Sua presença e sua história em nossa cena literária justificam a escolha por se tratar de um autor o tempo todo atento a pensar literariamente o que foi, o que é e o que deve ser o Brasil. Sua obra acende em seus leitores e leitoras a chama de uma esperança crítica", nos conta Marcos Marcionilo. 

Acesse o site premiojabuti.com.br e confira todos os detalhes da 63ª edição. 

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Exposição literária do Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília apresenta obras literárias escritas por crianças da Educação Infantil

Mais de 300 obras literárias produzidas por mackenzistas da Educação Infantil estão expostas ao longo de toda a semana na edição 2021 do projeto Leitor Mackenzista, o LerMack, do Colégio Presbiteriano Mackenzie Brasília Internacional (CPMB). Os livros ficarão à mostra no saguão do segmento, em horário comercial, até a próxima sexta-feira, dia 7 de maio, para a visitação gratuita e exclusiva dos estudantes. Para a comunidade escolar será preparada uma visita virtual em vídeo. Neste ano, os pequenos autores elaboraram releituras escritas de histórias que leram e ouviram ao longo do primeiro trimestre letivo, após uma imersão bibliográfica lúdica, pedagógica e divertida.

Ao longo dos três últimos meses, as crianças viajaram pelos trabalhos e biografias dos autores Frédéric Sthehr, Álvaro Modernell, Peter Carnavas e João Rodrigues, responsáveis, respectivamente, pelos títulos Zim Tam Tum, Somos Diferentes, Mas Somos Iguais, A Caixa de Jéssica e Quer conhecer o universo?. Na sequência, acompanhados dos professores, os estudantes trabalharam na reconstrução das narrativas, símbolos, ideias, conceitos e trajetórias dos personagens a partir da própria perspectiva. "A confecção do livro é a culminância das atividades que envolvem o projeto Leitor Mackenzista", explicou a Orientadora Pedagógica da Educação Infantil Laura Magalhães

Os produtos estão expostos nas áreas abertas do edifício da Educação Infantil, atualmente decoradas com momentos marcantes das histórias originais. O passeio pelos ambientes são verdadeiros mergulhos nas páginas dos livros. Os alunos escritores têm a chance de interagir diretamente com o universo que só existia no imaginário e nas figuras impressas em cada obra - trata-se de uma nova dinâmica de contato com todos os componentes das histórias. Agora, eles podem perceber os eventos relatados nos livros também por meio do toque e por outros elementos visuais não disponíveis objetivamente nas páginas lidas. 

"O LerMack como um todo é um trabalho que aproxima ainda mais os estudantes da leitura. Fazemos uma imersão nas histórias e eles ficam marcados pelos personagens e suas trajetórias. É um dos momentos em que começam a refletir sobre as narrativas, sobre as imagens e sobre os mundos apresentados nos livros e descrevem estes universos a partir da própria percepção. Isso desenvolve a capacidade cognitiva das crianças, provoca o gosto pelo ato de ler e incentiva outros interesses, além das telas multicoloridas. Sem falar, claro, da importância dos livros para contar a essas crianças sobre questões culturais, relações interpessoais e até sobre os primeiros conflitos da vida. Estamos na extensão da sala de aula em um aprender guiado também pela curiosidade", disse a coordenadora da Educação Infantil, Karla Cristina de Souza Pereira

Literatura 

Instrumento fundamental do processo educacional, os livros ganharam ainda mais protagonismo durante o período de pandemia. Em paralelo à internet, as páginas das novas e antigas obras literárias oportunizaram a crianças e adolescentes, o aprofundamento em histórias consagradas - essenciais na formação de cidadãos por gerações. Essa realidade é respaldada por estudo conduzido pela empresa mundial em pesquisa de Marketing Nielsen e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) neste ano. Os números apontam crescimento de quase 40% no consumo de livros no Brasil, entre março de 2020 e março de 202 

Neste ano, o LerMack ocorre, propositadamente, próximo ao Dia Nacional do Livro Infantil, celebrado em 18 de abril, homenageando o precursor da literatura infantil no Brasil, Monteiro Lobato. Porém, devido ao contexto de crise sanitária, a exposição está sendo realizada seguindo rigorosamente os protocolos de segurança instituídos para o enfrentamento da pandemia do coronavírus. Os estudantes poderão visitar os espaços decorados, mas para evitar aglomerações, as famílias serão guiadas em um tour virtual, gravado em um vídeo especial. 

Sobre os Colégios Presbiterianos Mackenzie 

Os Colégios Presbiterianos Mackenzie são reconhecidos, hoje, pela qualidade no ensino e educação que oferecem aos seus alunos, enraizada na antiga Escola Americana, fundada em 1870, por George e Mary Chamberlain, em São Paulo. A instituição dispõe de unidades em São Paulo, Tamboré (em Barueri-SP), Brasília (DF) e Palmas (TO). Com todos os segmentos da Educação Básica - Educação Infantil (Maternal, Jardim I e II), Ensino Fundamental e Ensino Médio, procura o desenvolvimento das habilidades integrais do aluno e a formação de valores e da consciência crítica, despertando o compromisso com a sociedade e formando um indivíduo capaz de servir ao próximo e à comunidade. No percurso da história, o Mackenzie se tornou reconhecido pela tradição, pioneirismo e inovação na educação, o que permitiu alcançar o posto de uma das renomadas instituições de ensino que mais contribuem para o desenvolvimento científico e acadêmico do País. 

Em 2021, serão comemorados os 150 anos da instituição no Brasil. Ao longo deste período, a instituição manteve-se fiel aos valores confessionais vinculados à sua origem na Igreja Presbiteriana do Brasil. 

Informações 

Assessoria de Imprensa Instituto Presbiteriano Mackenzie
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EU SOU YANKA DE ELIAQUIM BATISTA / ALEGRIA DE VIVER E AMAR O QUE É BOM

Primeiro parágrafo: “Pressa é algo que não tenho, nunca a tive, pois em minha vida ela nunca foi necessária, mas aprendi a tê-la por causa da necessidade.”

YANKA GUTIEL vive em São Paulo. Morava com os pais: LEONEL  PROFESSOR DE Matemática E DÉBORA professora de geografia, e, o irmão LYNO. Tinham uma vida normal até a mãe ser assassinada a tiros quando ela tinha 4 anos, à partir daí, o pai achou que o mundo era um lugar perigoso e não os deixava mais sair de casa.

Ficaram aos cuidados de YRANETE que tomava conta dos serviços da casa e das crianças, que a considerava como uma pessoa da família, era muito querida por eles e ela gostava dos mesmos como filhos.

Após dois anos da morte de Débora, Leonel casa com outra professora: MÁRCIA e aparentemente quer bem às crianças.

Prestes a completar 18 anos Yanka pede aos pais de presente, poder sair e conhecer um pouco a cidade e Yranete tenta interceder por ela, sem sucesso e ainda é demitida porque Márcia acredita que ela está influenciando de forma negativa junto aos irmãos.

Outra senhora é contratada para cuidar da casa e Lyno, esperto, percebe que há uma possibilidade de encontrarem Yranete, pois estão com saudades. Traça um plano com Yanka para que ela consiga sair de casa e ir atrás de Yranete.

E agora o que será que poderá acontecer?

ANÁLISE CRÍTICA E DO AUTOR:

Quando iniciei a leitura desse livro, não tinha ideia de que viveria tantas aventuras (e algumas desventuras). Um livro carregado de criatividade e uma história bem incomum para mim, e de certa forma inédita, porque nunca tinha ouvido falar de um caso como esse...

Fiquei impressionada com o fato de duas crianças serem educadas e criadas dentro de casa, sem nunca terem saído para qualquer lugar que seja. Sem telefones celulares, sem televisão... A vida deles era apenas estudar, foram educados pelos pais e eram inteligentes, embora inexperientes em relação ao mundo fora de casa.

Fato é que as personagens foram bem desenvolvidas, tanto as principais como as secundárias. E a ambientação fora da casa, bem descrita e condizente com a realidade de uma grande cidade como São Paulo.

Bem e aí é que está a única questão que me deixou, digamos, intrigada: a sorte que a protagonista teve ao fugir de casa e encontrar pessoas muito boas que a ajudaram a enfrentar todos os riscos de uma cidade grande, ainda mais dentro de uma localidade comandada por traficantes e tudo o mais... Tudo bem que é um livro de ficção e tudo pode acontecer em um contexto ficcional, entretanto, no mundo em que vivemos hoje, deu tudo muito certo para alguém que não conhecia nada do mundo exterior. E apenas por isso não favoritei o livro.

Mesmo com todo o plot inusitado, não estava preparada para todas as reviravoltas apresentadas e o surpreendente final do livro. Fiquei de olhos arregalados e de boca aberta, porque nunca imaginaria um final impressionante como o que aconteceu. Sensacional!

E claro que diante de uma leitura tão aprazível e surpreendente, só posso indicar a leitura, porque além de mostrar a capacidade de mais um autor nacional de criar um enredo estupendo, foi uma tremenda viagem ao mundo da ficção criada pelo autor.


EU SOU YANKA / Eliaquim Batista
ISBN: 978-85-366-6109-4
Scortecci Editora - Ficção
Formato 14 x 21 cm - 2ª edição - 2021 - 116 páginas

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