Viagem Literária chega à décima edição com o dobro de atividades


O programa Viagem Literária leva programação cultural para bibliotecas municipais e comunitárias do interior, litoral e da Grande São Paulo. O projeto promove a descentralização da cultural, onde muitas vezes a biblioteca é o único equipamento cultural de penas cidades. Para comemorar os 10 anos serão levadas 340 atividades, o dobro de 2016, para 85 municípios paulistas.

São cinco módulos de atividades. Capacitação das bibliotecas participantes em São Paulo, eventos de contação de histórias, bate-papo com escritores de literatura adulta, conversa com autores voltados ao público infantojuvenil e, por fim, o módulo de escrita criativa. Um módulo por mês, sendo que o último se estende até dezembro.

Em breve, serão anunciados os escritores e contadores de histórias participantes.

Escrita Criativa

O novo módulo de Escrita Criativa surge como uma das novidades deste ano. O módulo encerra uma programação que contempla múltiplas facetas da literatura. As bibliotecas participantes serão orientadas na montagem do módulo de escrita criativa com capacitação realizada por Noemi Jaffe. Ela é escritora, professora e crítica literária responsável por diversas oficinas bem sucedidas nesse segmento.

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Livros infantis usam tecnologia de repelente contra insetos

Estadão - Leandro Nunes - 23/03/2017

Uma ação desenvolvida pela empresa química Ananse juntamente com a RJR Editora, resultou no lançamento de livros Histórias Seguras, Guerreiros da Amazônia, volume 1 – incluindo um exemplar que conta a história de guerreiros convocados para salvar a floresta da devastação, e um de colorir, além de giz de cera e uma capa de super-herói.

Todos os materiais vêm com uma inovação: repelentes naturais nas fibras do papel, no giz e no tecido da capa. O projeto, criado e desenvolvido pela Little George, hot shop de criação do Grupo Ketchum, une nanotecnologia e microcápsulas repelentes transformando o momento de aprendizagem e diversão num momento também de proteção para as crianças.

O projeto foi lançado com distribuição gratuita dos kits na comunidade de Tapara Miri, no Pará. Para escolher o local correto e testar a tecnologia, o projeto recebeu o apoio do IPAM (Instituto de Pesquisas da Amazônia), que previamente testou a efetividade do repelente aplicado nos livros e auxiliou na escolha das comunidades que precisariam receber esse apoio, além de dar todo o suporte logístico para a equipe.

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Venda de livros no Brasil cresceu no 2º período de 2017, aponta Painel SNEL/Nielsen

Snel - Março de 2017 – O segundo período* analisado das vendas de livros no Brasil em 2017 apresentou crescimento, quando comparamos seus resultados aos do mesmo período no ano anterior (6,33% em faturamento e 7,85% nas vendas em volume). Observando uma maior massa de dados, no acumulado** das primeiras oito semanas do ano, os números também têm alta: 5,05% em faturamento e 2,78% em volume.

Além disso, o segundo período aponta para um aumento no desconto médio praticado pelos canais de vendas de 3,8 pontos percentuais, indicando um maior esforço promocional nas vendas de livros.

“Ainda é cedo para comemorarmos os resultados do ano, principalmente porque a semana do Carnaval em 2017 acontece no 3T, e as vendas são normalmente muito menores neste período. Mas acredito que o mercado em geral caminha para a estabilidade e um possível crescimento no segundo semestre, quando a economia brasileira estiver demonstrando sinais mais consistentes de melhoras, principalmente em relação ao emprego”, comenta Marcos da Veiga Pereira, presidente do SNEL.

Esses são alguns dos dados do 2º Painel das Vendas de Livros no Brasil em 2017, apresentados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Nielsen. Os números têm como base o resultado de Nielsen BookScan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no país.

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Ministério da Cultura oficializa mudanças na Lei Rouanet

O Globo - Eduardo Bresciani - 21/03/2017 |

O Ministério da Cultura anunciou nesta terça-feira as mudanças na Lei Rouanet que visam criar limites de financiamento e gastos e ampliar a transparência nos processos. O ministro Roberto Freire destacou o estoque de 18 mil prestações de contas que não foram analisadas e afirmou que a irregularidade “campeava” no modelo antigo. As medidas foram antecipadas pelo GLOBO.

— Nós estamos com um passivo que se aproxima de 18 mil processos no ministério da Cultura, grande parte na Lei Rouanet, em que as fiscalizações não foram realizadas. Isso dá a demonstração de que a irregularidade campeava, porque se descobre desvios como os apurados na Operação Boca Livre. Espero que não tenhamos mais com a irresponsabilidade desse passivo – disse Freire.

Entre as principais mudanças está justamente o sistema de prestação de contas. A partir de agora os gastos de cada projeto serão disponibilizados em tempo real em um site no ministério e todos os recursos serão movimentados por uma conta vinculada do Banco do Brasil. Com isso, a ideia é de uma fiscalização online tanto dos técnicos do ministério quanto da sociedade.

As mudanças devem entrar em vigor com a publicação no Diário Oficial, que deve acontecer amanhã, quarta-feira (22). E passam a valer para novos projetos.

INGRESSOS E CACHÊS

As novas regras trazem limites para financiamentos dos projetos. O limite para captação é de R$ 10 milhões por projeto e cada produtor poderá ter até quatro de forma simultânea. Os limites serão ampliados em 50% no caso de atividades desenvolvidas integralmente nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste.

O governo esclareceu que não há um preço máximo para o ingresso ou preço das atividades financiadas, mas sim um valor médio que deverá ser praticado. Serão mantidas as regras de 30% de gratuidade e de 20% das entradas limitadas a R$ 50 (valor do vale-cultura). Os demais ingressos deverão ter um preço médio de R$ 150 (três vezes o valor do vale-cultura).

Foi mantida na instrução normativa a limitação de cachês dentro dos projetos. Artistas e modelos solo poderão receber no máximo R$ 30 mil e enquanto que em grupos o pagamento será limitado a R$ 60 mil. No caso de orquestras, o valor será de R$ 30 mil para o maestro e R$ 1,5 mil por músico.

O ministro Roberto Freire destacou que como a mudança é feita por instrução normativa será mais fácil promover adequações no futuro, caso seja verificada a necessidade. Ele ressaltou ainda que após a conclusão da CPI da Lei Rouanet novas mudanças, no âmbito legislativo, podem vir a ser implementadas.

'A CULTURA ANTES DE HOJE E DEPOIS'

O secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, José Paulo Martins, destacou que a nova regulamentação foi debatida com órgãos de controle, como a Controladoria-Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU), e recebeu diversas contribuições de produtores culturais.

— A gente vai poder dividir o ambiente da cultura antes de hoje e depois — afirmou Martins.

Ele destacou que uma das mudanças é dar preferência de análise para os projetos que têm mais viabilidade. Isso significa que, se admitido já em sua primeira etapa, o projeto receberá autorização para captar 10% do valor total (antes, a autorização para captar era a última etapa do projeto). Aqueles que captarem 10% dos recursos previstos terão prioridade na análise. Com isso, a expectativa é de reduzir em 60% o volume de trabalho nessa área, que representava um dos principais gargalos do processo até então. Entre as mudanças está um detalhamento maior das exigências prévias para a apresentação das propostas.

A limitação dos valores dos projetos foi defendida pelo governo como um incentivo também para que os procuradores busquem outras fontes de recursos e não fiquem dependentes exclusivamente da Lei Rouanet. Os limites foram calculados com base nos valores que vem sendo praticados desde 2009.

O máximo de recursos a ser concentrado pode ser limitado a: R$ 700 mil para MEI e pessoa física; R$ 5 milhões para empresário individual; R$ 40 milhões para Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI), Sociedades Limitadas (Ltda.), e outras pessoas jurídicas.

Antes, o máximo de recursos que cada proponente poderia concentrar estava limitado a um percentual do valor autorizado para renúncia fiscal do ano em curso: 0,05% para pessoa física, e 3% para pessoa jurídica.

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CEARÁ LEITOR



É um projeto de incentivo à leitura que por meio de ações culturais e de formação tem o intuito de disseminar e divulgar os autores e a produção das editoras cearenses.

O Ceará como pioneiro em diversas movimentações culturais, como a criação da Academia Cearense de Letras, Secretaria de Cultura do Estado, Movimento literário: Padaria Espiritual, Rachel de Queiroz como a primeira mulher a integrar a ABL ( Academia Brasileira de Letras) , tem como compromisso garantir que todos tenham acesso a esses e outros conhecimentos ligados a nossa Terra, e a leitura é um meio de despertar e construir o entendimento, independente da idade e condições sociais. Ler é Viver.

CEARÁ LEITOR teve início em Guaramiranga, e consequentemente irá percorrer as cidades de Baturité, Aquiraz, Maracanaú e Horizonte. Numa livraria adaptada em micro - ônibus, “Booktruck”,uma maneira de lembrar que a leitura alimenta o espírito, o público ainda tem oportunidade de adquirir com preços diferenciados, obras de editoras cearenses de diversos temas, um jeito inovador de aproximação e entretenimento para as cidades contempladas.

O intuito vai além, pois tem a aspiração de por onde passar, formar um Clube de Leitores, e para dar o pontapé inicial será feito uma doação de uma cesta de livros aos municípios contemplados para o incentivo e dinamização dos acervos literários de bibliotecas públicas e escolares, e palestra de orientação de como iniciar o clube.

As atrações culturais acontecerão em lugares abertos e de grande circulação. O propósito é: ir onde a população se concentra.

Organizado pela Instituto Viva Brasil de Cidadania e Cultura e realização da Câmara Cearense do Livro, com apoio do SEBRAE , SECULT - CE e Governo do Estado do Ceará, tem o intuito de atingir o maior número possível de pessoas, que terão oportunidade de conhecer e adentrar nesse fantástico mundo que a leitura nos proporciona.

Facebook do Projeto: https://www.facebook.com/cearaleitor/?fref=ts



AGENDA* :
BATURITÉ - 30 a 31 de MARÇO 01 e 02 de abril na Praça da Matriz 

Atrações
30 de março - Chegada e abertura da livraria Booktruck.
31 de março das 13:30 ás 17:30 h - Oficina literária - Dinamização de acervos em bibliotecas poesia-conto-crônica e cordel com Arlene Holanda
Dia 01 de abril às 16:00 h - Declamação de cordéis por Klévisson Viana e lançamento do Livro João e o Pé de Feijão das Edições Demócrito Rocha
Dia 02 de abril às 9:30 h - Contação de histórias por Vania Rodrigues e Jacinto Monte (Grupo Chuáá e Zip Zap) e lançamento do livro de Carolina Holanda Pavão Um grilinho Feliz da Editora Caminhar.

*sujeita a alterações

As programações das cidades de Aquiraz, Maracanaú e Horizonte serão divulgadas em breve.

Um pouco sobre os autores que irão compor o evento de Baturité.

Arlene Holanda, escritora, historiadora, designer, ilustradora, produtora cultural, arte educadora é um exemplo de como nossos artistas são multifacetados, nascida em Limoeiro do Norte conquistou o Brasil e prêmios importantes na literatura, com vários livros publicados e inúmeros projetos executados faz parte da história do nosso Ceará.

Klévisson Viana, passou a infância entre repente, poesia e cultura popular, e essa vivência o tornou um artista que transita em várias artes. Poeta, contador de histórias, cartunista, xilogravador e editor, com vários livros publicados e dezenas de folhetins de cordel, com versões que vão além do papel,(teatro, quadrinhos e TV) , conquistou não somente o público brasileiro, um cearense de Quixeramobim que pegou o rumo a Paris, Bélgica, Itália, Holanda e Turquia. Vencedor de vários prêmios importante é uma referência de talento para nosso Estado.

Carolina Holanda Paixão, começou a escrever na infância e até hoje continua a transferir para o papel a poesia que é viver. Trabalha em projetos que unem literatura, teatro e educação, percebe a vida como uma caixinha de surpresas que sempre a faz ter a certeza que viver é um Dom.

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Lei Rouanet: produtores avaliam mudanças apresentadas pelo Ministério da Cultura

O GLOBO - Leonardo Cazes - 22/03/2017 | 

De instrumento fundamental para o financiamento da cultura brasileira a legislação impossível de ser cumprida. Produtores ouvidos pelo GLOBO divergem sobre a Lei Rouanet, mas defensores e críticos concordam que mudanças eram necessárias. O ponto positivo apontado por todos é a maior transparência, da apresentação do projeto à prestação de contas, trazida pela nova Instrução Normativa, apresentada ontem pelo ministro da Cultura, Roberto Freire. Contudo, alguns produtores ressaltam que o teto para cachês pode inviabilizar algumas produções.

Renata de Almeida, diretora da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, acredita que a reforma era necessária e vê a prestação de contas como o principal gargalo:


— Na Lei Rouanet temos que ficar com os papéis por dez anos. Temos um galpão inteiro alugado só para guardar notas. Tudo o que vem para democratizar e facilitar os processos é bem-vindo. Quanto mais burocrático, mais custo vai gerar e pior vai ser — afirma Renata.

Sobre este tema, Eduardo Barata, presidente da Associação dos Produtores de Teatro do Rio de Janeiro (APTR), destaca que a prestação de contas on-line, em paralelo à execução, permite que o proponente encerre o projeto com as contas fechadas. Barata aponta outra boa notícia para os produtores:

— A melhor notícia é que o valor de cada item poderá ser alterado dentro de um limite de até 50%, sem autorização prévia do ministério. No ato da inscrição dos projetos, estamos inseridos numa realidade econômica. Na execução, geralmente passado, no mínimo, um ano, a realidade do país e do setor cultural, certamente, já possui outra configuração.

Diretor do Instituto Itaú Cultural, observa que "antes tínhamos vários entendimentos do TCU e do MinC sobre o que era ou não como contrapartida":

— Pela primeira vez teremos uma declaração do que é ou não permitido. Isso também é uma aposta na transparência. As exigências aumentam, mas a transparência também é maior. Agora, vamos ter uma curva de aprendizado. É preciso que o MinC esteja atento a isso. As melhorias vão vir, mas elas acontecem com a prática.


TETO PARA PROJETOS E CACHÊS

As novas regras também trazem o limite de R$ 10 milhões para os projetos, que será ampliado em 50% caso eles sejam realizados nas regiões Nordeste, Norte e Centro-Oeste. Os cachês de artistas e modelos solo não poderão exceder R$ 30 mil, enquanto a remuneração de grupos ficará limitada a R$ 60 mil. No caso das orquestras, o valor será de R$ 30 mil para o maestro e R$ 1,5 mil por músico. Esse teto já tinha sido estabelecido pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) em 2013. Renata Borges, produtora de musicais como “Cinderela” e “Peter Pan”, vê problemas.

— O teatro musical tem necessidades especiais. Temos maestro, orquestra. O teto de R$ 10 milhões não faz a conta fechar. Um projeto que ficará seis meses em cartaz pode precisar de mais do que isso. Cada caso deveria ser analisado individualmente — questiona a produtora. — Esse teto pode ser ampliado para projetos voltados a regiões como Nordeste, mas e os teatros de lá? Há funcionários suficientes? Todos nós queremos viajar, mas como fazer? O buraco é mais embaixo.

Para Carla Camurati, cineasta e ex-presidente do Teatro Municipal, o teto dos cachês pode atrapalhar a música clássica.

— Uma ópera, por exemplo, precisa de uma voz específica, alguém especial. Nesse caso, pode ser um problema. Enfim, o dia a dia vai mostrar os problemas, mas só o fato de o ministério estar se propondo a realizar transformações é algo bom. Antes, estava difícil para todo mundo — diz Carla.

Nem todo mundo crê que as mudanças farão diferença. Manoel Poladian, empresário responsável pela produção de grandes shows nacionais e internacionais, é firme:

— Essa lei nasceu morta tecnicamente, ela foi feita sem nenhum zelo e é, desde o início, inexequível. Ela faz exigências irreais e nenhum contador, por mais mágico que seja, consegue aplicá-la corretamente. Usei a Rouanet uma vez só, há mais de 20 anos, e acabei tendo prejuízo. Ela só dá certo para aquele cara que faz festa de casamento do filho, é uma lei muito propícia a fraudes. Agora, ela vai virar uma colcha de retalhos para se tentar corrigir o que está errado. O governo está bem intencionado, mas não adianta estabelecer o valor dos cachês, cada artista é um artista, e cada evento é um evento. Melhor era revogar a Rouanet e criar outra lei que proíba abusos, como o dos patrocinadores que usufruem dos convites para fazer política de relacionamento com os seus clientes.

SEM IMPACTO NA LITERATURA

As mudanças não devem afetar as festas e feiras literárias. Os organizadores explicam que os eventos, hoje, já estão enquadrados abaixo do teto estabelecido pelas novas regras. Tatiana Zaccaro, diretora do Núcleo Bienal na Fagga/GL Events Exhibitions, que realiza a Bienal do Livro do Rio junto ao Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel), disse que o evento recebeu as alterações com tranquilidade, pois utiliza a lei federal de incentivo à cultura há muito tempo e nunca teve problemas.

— Em relação ao teto para o valor dos ingressos, a Bienal já tem uma entrada compatível com a renda familiar média, pois o intuito é possibilitar o acesso a um extrato maior da sociedade carioca. Além de receber gratuitamente mais de 170 mil alunos por meio do programa de visitação escolar, professores, educadores, profissionais do livro e autores também têm acesso gratuito ao evento — explica Tatiana.

A Associação Casa Azul, que realiza a Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), informou, em nota, que já está adequada às novas regras, pois oferece ingressos a preços populares e tem cotas de gratuidade, além de orçamento inferior ao teto estabelecido. Por ser uma entidade sem fins lucrativos, a Casa Azul afirma que “reinveste toda e qualquer receita excedente em suas próprias atividades culturais”.

Já Afonso Borges, idealizador e curador do Festival Literário de Araxá (Fliaraxá), destaca que o grande diferencial da nova regulamentação apresentada pelo MinC é buscar redistribuir geograficamente os recursos da Lei Rouanet.

— Isso nunca foi tentado antes. E mais: o olhar dedicado do ministro Roberto Freire à questão do livro e da leitura pode fazer diferença na sua gestão — afirma Borges.

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Pesquisa aponta aumento nas vendas de livros e no faturamento

O Globo - 22/03/2017 | 

O início do ano trouxe uma boa surpresa para o mercado editorial brasileiro. O segundo período do Painel das Vendas de Livros no Brasil, elaborado pela Nielsen em parceria com o Sindicato Nacional de Editores de Livro (Snel), apontou crescimento tanto em faturamento, de 6,33%, quanto em volume, de 7,85%, em comparação com o mesmo período do ano passdao. No acumulado de 2017, houve um aumento de 5,05% em faturamento e 2,78% em volume. Os dados foram levantados pela Nielsen BookScan, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados no país.

Entre 30 de janeiro de 26 de fevereiro, foram vendidos 3.429.623 livros, que somam um faturamento de R$ 163,9 milhões. O preço médio cobrado foi de R$ 47,80 e o desconto médio, praticado pelos canais de venda, foi de 21,23%. Este ano, já foram vendidos mais de sete milhões de exemplares, que geraram uma receita de R$ 327,5 milhões.

A pesquisa credita os bons resultados obtidos até agora ao aumento do preço médio, que subiu 2,21% no acumulado de 2017, e o período de compras anterior a volta às aulas. O presidente do Snel, Marcos da Veiga Pereira, entretanto, afirma que é preciso esperar os próximos meses para saber se a tendência vai se sustentar. Pereira vê sinais de estabilização, após dois anos difíceis.

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Bibliotecas de SP: um roteiro para os apaixonados por literatura


Aproveitando que nesta quinta-feira (16) estreia a aguardada animação em 3D “A Bela e a Fera” e que a mocinha, Bela, é viciada em livros, preparamos um roteiro especial de bibliotecas do Estado de SP para inspirar todos a dedicarem um pouco mais do seu tempo a esse hábito tão importante e enriquecedor.

Devido à importância do setor, o governo estadual mantém um sistema de apoio às atividades de bibliotecas municipais e comunitárias. Criado em 1984 e reformulado em 2010, o SisEb (Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas) procura incentivar as cerca de 900 bibliotecas existentes nos municípios paulistas.

A intenção é fazer com que elas se transformem em centros de cultura, capazes de atrair potenciais leitores com iniciativas que estimulem o hábito da leitura, principalmente entre crianças e jovens.

Na capital, a Biblioteca de São Paulo, que fica no Parque da Juventude (Estação Carandiru do Metrô), e a Biblioteca do Parque Villa Lobos são consideradas bibliotecas modelo e se inspiram no formato de “Biblioteca Viva”, a exemplo das bibliotecas de Santiago, no Chile, e de Medelin, na Colômbia.

É possível ainda consultar os endereços das bibliotecas do interior e litoral do Estado pelo Sistema Estadual de Bibliotecas (Siseb), que oferece uma ferramenta de pesquisa com os endereços, contatos, horários de atendimento e outras informações sobre o acervo e a infraestrutura das bibliotecas municipais.

A Biblioteca Virtual preparou um guia completo com todos os dados das bibliotecas da capital.

Bibliotecas especializadas
O Estado de São Paulo mantém ainda uma rede de bibliotecas especializadas em diferentes temas, mantidas pelas secretarias e demais órgãos vinculados ao governo, com vasto material para pesquisa.

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