Canon participa de lançamento de livro para ciclistas

Canon do Brasil realizou sorteio de uma câmera para participantes do evento - 

A Canon do Brasil participou do lançamento do livro do jornalista do blog “São Paulo na Bike” do jornal O Estado de S. Paulo, Alex Gomes, chamado Guia do Ciclista Urbano, no domingo, dia 18 de junho. O evento aconteceu, na Casa das Rosas, na Avenida Paulista, 37. A Scortecci, editora que imprime e comercializa livros em pequenas tiragens, foi responsável pela ação, que teve o apoio da líder mundial em soluções de imagem digital. Os exemplares foram impressos em equipamentos Canon.

A Canon também sorteou uma câmera entre os participantes do evento. O livro Guia do Ciclismo Urbano traz informações que auxiliarão o dia a dia dos ciclistas. Como escolher a bike mais adequada ao seu perfil, enfrentar o trânsito em grandes cidades, como realizar manutenções de rotina em seu meio de transporte e entender como funciona a estrutura cicloviária da cidade, são alguns dos temas abordados na obra. Guia do Ciclista Urbano também pode ser apreciado por quem não tem bike, já que apresenta a relação das cidades brasileiras que contam com o serviço de bicicletas compartilhadas e suas regras de uso.

Baixe as fotos aqui: https://we.tl/aaVOn0YvL5

Sobre a Canon -

www.canon.com.br

A Canon é líder em desenvolvimento de tecnologias de gerenciamento de documentos, imagem e pela fabricação de uma variedade de produtos que vão desde câmeras, copiadoras e impressoras, até equipamentos ópticos para a indústria de semicondutores e lentes profissionais para broadcasting. No Brasil desde 1974, a Canon conta com infraestrutura própria com cerca de 500 colaboradores e uma rede de revendas responsável pela distribuição de toda a linha de soluções corporativas. A empresa oferece ao mercado brasileiro um portfólio com mais de 70 produtos entre câmeras, multifuncionais, copiadoras, fax e scanners.

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Point de escritores, livraria Folha Seca ecoa Rio de um outro tempo

O Globo - Bolívar Torres - Leonardo Lichote |

RIO — Em uma crônica de 1865, Machado de Assis descreveu o ambiente de uma antiga livraria do século XIX, onde chegou a trabalhar em sua juventude. Lá, vez por outra, reunia-se a Sociedade Petalógica (de peta, sinônimo de mentira) — uma associação sem atas, sem metas, sem carteirinha, com representantes de diversas classes sociais, letrados ou não. Nesse Rio Antigo, dissolvido na poeira dos séculos, os membros do excêntrico grupo conversavam sobre tudo, escreveu o Bruxo, “desde a retirada de um ministro até a pirueta da dançarina da moda”.

Rodrigo Ferrari tem uma livraria no Rio, neste início do século XXI. Neste outro tempo, nesta outra cidade, o livreiro fez brotar a sua própria versão da Sociedade Petalógica. Encravada na Rua do Ouvidor desde a virada de 2003 para 2004 (antes, entre 1998 e 2003, ficava num espaço no Centro de Arte Hélio Oiticica), a Folha Seca se tornou ponto de encontro de acadêmicos, compositores e boêmios de todo tipo — o povo da rua, enfim.

Seja num dia comum ou numa tarde de evento, a livraria funciona como um espaço de resistência de um Rio cada vez mais raro. Nas suas mesas, frequentadas por figuras como os jornalistas Ruy Castro, Álvaro Costa e Silva e Lira Neto, o historiador Luiz Antonio Simas, o romancista Alberto Mussa e o cartunista Cássio Loredano (que assina a ilustração dessa página), entre outros, surgem formas muito peculiares de pensar os dilemas passados, presentes e futuros do estar junto carioca. Uma conversa solta e espontânea.

— Essa ideia do papo furado que acontece ali retrata uma cidade virada para a rua que de certa maneira está morrendo — avalia Simas, autor de livros como “Pedrinhas miudinhas: ensaios sobre ruas, aldeias e terreiros”. — Livrarias de rua estão sendo engolidas pelas dos shoppings, onde você não tem a conversa, o vínculo. É uma cidade de rua que é uma flagrante oposição à cidade de passagem. É a esquina, o encontro.

Para Simas, é aí que “a cidade acontece”. Fora do Twitter e do Facebook. E sem a urgência de produzir, de estar em trânsito.

— Ali surgiram conversas produtivas, exatamente porque não as percebemos como produtivas — diz. — É o que acontece ao falarmos sem compromisso da vida, de futebol, de samba. Isso vai maturando uma série de ideias. Escrevi muita coisa por causa do ambiente da Folha.

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Lima Barreto - Homenageado Flip 2017

Flip |

A obra do escritor carioca Lima Barreto estará em discussão na 15ª Flip, que acontece de 26 a 30 de julho de 2017.

A edição resgatará a trajetória de um homem que estabeleceu-se como escritor no Rio de Janeiro, capital da Primeira República e da cultura literária do país. Em um meio marcado pela divisão de classes e pela influência das belas letras europeias, era difícil para um autor brasileiro com as suas origens afirmar seu valor. Foram necessárias várias gerações para que se consolidasse o nome do criador de uma das obras mais plurais e inovadoras da literatura brasileira, que permite tanto o apreço do leitor quanto reflexões nos campos da literatura, da história e das ciências sociais.

Sobre o autor

Afonso Henriques de Lima Barreto nasce no Rio de Janeiro em 13 de maio de 1881. Perde a mãe, Amália Augusta, escrava liberta e professora, quando tinha seis anos, ficando sob os cuidados do pai, o tipógrafo João Henrique, que, poucos anos depois, é diagnosticado como neurastênico, o que o levaria a ficar recolhido pelo resto da vida. A doença do pai o obriga a deixar a Politécnica para sustentar a família como Amanuense do Ministério da Guerra.

Lima Barreto

A obra do escritor carioca Lima Barreto estará em discussão na 15ª Flip, que acontece de 26 a 30 de julho de 2017.

A edição resgatará a trajetória de um homem que estabeleceu-se como escritor no Rio de Janeiro, capital da Primeira República e da cultura literária do país. Em um meio marcado pela divisão de classes e pela influência das belas letras europeias, era difícil para um autor brasileiro com as suas origens afirmar seu valor. Foram necessárias várias gerações para que se consolidasse o nome do criador de uma das obras mais plurais e inovadoras da literatura brasileira, que permite tanto o apreço do leitor quanto reflexões nos campos da literatura, da história e das ciências sociais.

Sobre o autor

Afonso Henriques de Lima Barreto nasce no Rio de Janeiro em 13 de maio de 1881. Perde a mãe, Amália Augusta, escrava liberta e professora, quando tinha seis anos, ficando sob os cuidados do pai, o tipógrafo João Henrique, que, poucos anos depois, é diagnosticado como neurastênico, o que o levaria a ficar recolhido pelo resto da vida. A doença do pai o obriga a deixar a Politécnica para sustentar a família como Amanuense do Ministério da Guerra.

Inicia sua colaboração regular para a imprensa em 1905, no Correio da Manhã. O jornal, extinto em 1974, serviu de inspiração para a criação de Recordações do Escrivão Isaías Caminha, publicado em 1909. Pelas críticas à imprensa no livro, Lima Barreto é retirado do quadro de colaboradores do Correio da Manhã e tem proibida qualquer citação ao seu nome nas páginas do diário, mesmo trinta anos depois de sua morte. Passa a colaborar, sob pseudônimo, para revistas como a Fon-Fon e Revista da Época, fazendo uma crítica social e política do Rio de Janeiro e o Brasil.

Em 1911, escreve e publica Triste fim de Policarpo Quaresma em folhetim do Jornal do Comércio. O livro seria editado em livro quatro anos depois.
Lima, devido ao alcoolismo, é internado pela primeira vez no hospício em agosto de 1914, repetindo a tragédia pessoal de seu pai. A primeira internação serve, contudo, de inspiração para sua obra a posteriori.

Vida e morte de M. J. Gonzaga de Sá, livro que dialoga com o gênero biográfico, é publicado em 1919. No dia 25 de dezembro deste ano, o autor é internado pela segunda vez.

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Convenção Nacional de Livrarias 2017

ANL |

Quando: 29 e 30 de agosto de 2017
Onde: Sheraton Hotel - Av. Niemeyer, 121 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ
Organização: Associação Nacional de  Livrarias – ANL
Apoio: Associação Estadual de Livrarias  do Rio de Janeiro – RJ – AEL

Com o tema “O livreiro: de leitor a gestor” e abertura confirmada para as 14 horas do dia 29 de agosto a Associação Nacional de Livrarias – ANL traz, para a abertura oficial da 27ª Convenção de Nacional de Livrarias 2017, o cartunista e escritor Mauricio de Sousa.

Mauricio de Sousa, imortal pela Academia Paulista de Letras, ao conquistar cadeira 24, trará o tema: “Quando o trabalho é também paixão”. Desde o início de sua carreira ele não foi somente um contador de história. Já no final dos anos 1950, ele pesquisou toda a cadeia de produção e distribuição de HQs, numa época em que no Brasil acreditava-se que tiras com histórias brasileiras não se firmariam. Mas Mauricio buscou conhecer todo o processo: não apenas de criação, mas de distribuição e marketing, nesse mercado até então dominado pelos americanos. Mais de 50 anos se passaram e hoje ele é uma referência de sucesso e um dos mais respeitados escritores nacionais.

A Convenção trará, também, temas como: economia brasileira, mercado editorial do livreiro, o momento histórico das livrarias brasileiras, formação e capacitação de livreiros, escritores e leitores, ações de marketing e negócios, e sua tradicional Rodada de Negócios, entre demais temas. Aguardem programação completa.

Em parceria com a Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro – RJ, a ANL está em fase de fechamento das cotas de patrocínio e finalização de sua programação. “Temos como uma de nossas principais metas proporcionar aos participantes e patrocinadores uma qualidade programática que supere a edição de 2016, que aconteceu no Hotel Unique na capital paulista e obteve uma ótima aceitação, acima de 85% de nossos congressistas.”, enfatiza Bernardo Gurbanov, presidente da ANL.

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Português Manuel Alegre vence o Prêmio Camões 2017

Ministério da Cultura - 08/06/2017 |

O poeta português Manuel Alegre foi eleito nesta quinta-feira o novo ganhador do Prêmio Camões, principal troféu literário da língua portuguesa. Com a escolha de seu nome, Portugal ganha seu 12º prêmio e se iguala ao Brasil. O Camões escolhe todo ano um escritor lusófono pelo conjunto de sua obra, que recebe 100 mil euros como prêmio. O último português a vencer o Camões havia sido a escritora Helia Correa, em 2015.

A cerimônia de entrega será em Lisboa, em data a ser acordada, como habitualmente, entre os governos brasileiro e português. O júri foi formado pelos escritores Jose Luiz Tavares (Cabo Verde), Lourenço Joaquim da Costa Rosário (Moçambique), Maria João Reynaud (Portugal), Paula Morão (Portugal), José Luís Jobim de Salles Fonseca (Brasil) e Leyla Perrone Moisés (Brasil) e se reuniu nesta tarde na sede da Biblioteca Nacional, no Rio.

O Prêmio Camões de Literatura foi instituído em 1988 com o objetivo de consagrar um autor de língua portuguesa que, pelo conjunto de sua obra, tenha contribuído para o enriquecimento do patrimônio literário e cultural de nossa língua comum. A Menção Internacional foi criada pelo Protocolo Adicional ao Acordo Cultural entre os governos brasileiro e português, representados, respectivamente, pela Fundação Biblioteca Nacional e pela Direção Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas/Secretaria de Estado da Cultura de Portugal.

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Feira literária britânica que inspirou a Flip celebra seus 30 anos

Folha de São Paulo - 11/06/2017 |

Com seus 1.500 habitantes, praticamente um vilarejo no País de Gales, a poucos quilômetros da fronteira com a Inglaterra, Hay-on-Wye (Y Gelli, em galês) se tornou um pitoresco centro mundial de circulação e debate de livros e ideias –uma história que acaba de completar 30 anos.

O Hay Festival –certamente a mais charmosa festa literária do mundo, inspiradora direta da Flip (Festa Literária Internacional de Paraty)– chegou à 30ª edição com uma programação de mais de 500 eventos reunindo autores, pensadores e artistas gráficos. O banquete intelectual se estendeu por dez dias.

Em meio às mais tumultuadas eleições gerais de que se lembram duas gerações de britânicos, talvez três, a festa começou no imediato pós-atentado em Manchester e amanheceu no domingo passado, um chuvoso último dia de bate-papos e palestras, abatida pela notícia do ataque a Londres.

Se, nessas circunstâncias, declarações contundentes e punhos erguidos seriam praticamente inevitáveis, vale lembrar que Hay sempre foi política –em 2003, passei um dia inteiro ouvindo debates acalorados sobre a legitimidade da então recente intervenção anglo-americana no Iraque.

Uma curiosa conexão entre aquele momento e o atual: com justificativas fabricadas sobre as inexistentes armas de destruição em massa de Saddam Hussein, não estariam Blair, Bush e companhia plantando as sementes do atual sequestro da política pela turma dos "fatos alternativos"?

Fato comprovado é que, nessas três décadas, nunca um tema foi tão presente no debate público a ponto de levar a Hay dois proeminentes jornalistas –Matthew D'Ancona, colunista do jornal "The Guardian", e Evan Davis, âncora do influente "Newsnight", misto de telejornal e programa de entrevistas exibido nos finais de noite na BBC2– para lançar livros com o mesmo título: que outro senão "Post-Truth" [pós-verdade]?

VIDAS SECRETAS

Já o escritor e jornalista Andrew O'Hagan esteve em Hay para falar sobre "The Secret Lives: Three True Stories" [vidas secretas: três histórias verdadeiras, Faber & Faber], volume no qual narra as aventuras de dois personagens dos mais intrigantes nesta era de obscuras relações na web: Julian Assange, chefe do Wikileaks de quem O'Hagan foi "ghostwriter", e Satoshi Nakamoto, inventor de existência tão etérea quanto a de sua criação, o bitcoin.

O terceiro perfilado do livro é Ronald Pinn –na verdade um personagem inventado pelo próprio O'Hagan a partir do roubo da identidade de um rapaz morto na década de 1980, aos 20 anos. O autor o ressuscitou na internet, dando-lhe uma segunda "vida", e, ao final, precisou procurar a mãe do jovem para informá-la do retorno do falecido a este mundo: um lugar estranho em que identidades virtuais podem até figurar em passaportes reais, como o novinho em folha que O'Hagan tirou como Ronald.

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Convenção Nacional de Livrarias 2017

Quando: 29 e 30 de agosto de 2017
Onde: Sheraton Hotel - Av. Niemeyer, 121 – Leblon, Rio de Janeiro – RJ
Organização: Associação Nacional de Livrarias  – ANL
Apoio: Associação Estadual de Livrarias  do Rio de Janeiro – RJ – AEL
 
Com o tema “O livreiro: de leitor a gestor” e abertura confirmada para as 14 horas do dia 29 de agosto a Associação Nacional de Livrarias – ANL traz, para a abertura oficial da 27ª Convenção de Nacional de Livrarias 2017, o cartunista e escritor Mauricio de Sousa.

Mauricio de Sousa, imortal pela Academia Paulista de Letras, ao conquistar cadeira 24, trará o tema: “Quando o trabalho é também paixão”. Desde o início de sua carreira ele não foi somente um contador de história. Já no final dos anos 1950, ele pesquisou toda a cadeia de produção e distribuição de HQs, numa época em que no Brasil acreditava-se que tiras com histórias brasileiras não se firmariam. Mas Mauricio buscou conhecer todo o processo: não apenas de criação, mas de distribuição e marketing, nesse mercado até então dominado pelos americanos. Mais de 50 anos se passaram e hoje ele é uma referência de sucesso e um dos mais respeitados escritores nacionais.

A Convenção trará, também, temas como: economia brasileira, mercado editorial do livreiro, o momento histórico das livrarias brasileiras, formação e capacitação de livreiros, escritores e leitores, ações de marketing e negócios, e sua tradicional Rodada de Negócios, entre demais temas. Aguardem programação completa.

Em parceria com a Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro – RJ, a ANL está em fase de fechamento das cotas de patrocínio e finalização de sua programação. “Temos como uma de nossas principais metas proporcionar aos participantes e patrocinadores uma qualidade programática que supere a edição de 2016, que aconteceu no Hotel Unique na capital paulista e obteve uma ótima aceitação, acima de 85% de nossos congressistas.”, enfatiza Bernardo Gurbanov, presidente da ANL.
           
A Convenção Nacional de Livrarias em sua 27ª edição reunirá líderes do mercado livreiro, editorial, empreendedores do setor e escritores, promoverá trocas de experiências, debaterá o momento atual brasileiro, esperando contribuir com o segmento livreiro e seu desenvolvimento estratégico para o crescimento das livrarias e especialmente de todos os associados.

Cotas de Patrocínio - Informações gerais: Tel.: (11) 3337-5419 - Email: anl@anl.org.br
Hospedagens no RJ e  Inscrições: aguardem nossas próximas divulgações, em breve.

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Programação celebra os 69 anos da Biblioteca Municipal de Mogi

G1 - 05/06/2017 |

A Biblioteca Municipal Benedicto Sérvulo de Sant´Anna, em Mogi das Cruzes, completa 69 anos de atividades nesta segunda-feira (5). Para celebrar a data haverá uma programação especial ao longo das próximas semanas, com artistas convidados de diversos segmentos.

Os eventos comemorativos começam na quarta-feira (7) e se estendem até 24 de junho. Todos têm entrada gratuita.

Na quarta-feira, o público poderá acompanhar um bate-papo com as escritoras Danielle Felicetti e Juliana Felismino, que recentemente lançaram livros infantis. A primeira assina a obra “Cachorro Preto! Cachorro Branco!” e a segunda “A menina e a cachorrinha de pijama”. No encontro, ambas falarão sobre a escolha do tema e os desafios existentes na arte de produzir literatura nacional.

O bate-papo vai contar também com a presença do ilustrador Rico Ribeiro, que falará sobre a sua experiência profissional, com ênfase na ilustração de livros infantis. A atividade será a partir das 15h.

Já na sexta-feira (9) e no sábado (10) terá início a Feira de Troca de Livro. O objetivo da iniciativa, que acontecerá em frente ao Centro Cultural (Praça Monsenhor Roque Pinto de Barros), é ampliar o acesso à obra impressa, ao mesmo tempo em que promove-se a leitura, a partir da troca de livros e gibis em bom estado.

O público interessado em participar deve levar uma obra em algum desses dois formatos e será possível trocar um livro por um gibi ou vice-versa. A ação vai acontecer nos dois dias das 10h às 16h.

Já o evento Poesia Cantada está marcado para 13 de junho, às 19h, na Sala Multiuso Wilma Ramos (1º andar do Centro Cultural).

Músicos locais participarão da atividade e terão o desafio de transformar em canção poesias de autores locais, que serão escolhidas e declamadas por membros do coletivo Entremeio Literário. Neste ano, a trova será o gênero literário abordado. Participarão da atividade os músicos Breno Pereira, Gui Cardoso, Rui Ponciano, Fernando Novaes e Vanderlúcio Rosário.

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