Artigos
Ivan Junqueira (2007)
Discurso urbano...alcança um nível que poucos entre nós atingiram,seja pela concisão,seja pela
riqueza da linguagem,seja ainda pelo timbre personalíssimo de sua dicção. São 50 poemas por assim dizer antológicos.
 
Astrid Cabral (2007)
Achei fundamental sua percepção das cidades apoiar-se sempre na clave estética;afinal elas
são autênticas obras de arte coletiva.
 
Vera Lúcia De Oliveira(2007)
Há uma correspondência íntima entre conteúdo e forma neste livro,os poemas se organizam como casas,aliás prédios,quarteirões ou bairros das cidades dos homens,vistas aqui tanto sincrônica
quanto diacronicamente.
 
Affonso Romano De Sant ´Anna(2007)
Esse é um projeto poético original,redondo e
competente falando em diversos níveis.Não é extamente biografia nem memorialismo,é um vôo
real e imaginário sobre o visível e o invisível das experiências urbanas./E vendo a relação de
suas obras,conferindo sua fidelidade ao seu projeto poético, acho que esse livro dá ainda mais consistência à sua trajetória. E assim vamos
"desenhando cidades onde o nada"...
 
Reynaldo Valinho Alvarez(2007)
Muitos poetas fizeram da cidade o seu tema ao longo da história da literatura./ ...falaram das
multidões,das misérias,das alegrias e tristezas
das grandes metrópoles mundiais./ O "Discurso urbano" de Izacyl Guimarãs Ferreira segue outro viés na maneira de enfocar a cidade.../transita com a serenidade cosmopolita de um viajante
experimentado./...como se estivesse na ágora grega
pregando ao povo de sua pólis...: "viver o mundo
urbano é o que nos cabe"..."eis nossa humana
afirmação no espaço." Nada como a força da palavra...para mover a mente e o coração humanos.
 
Thiago Mello (1996)
Tenho um grande orgulho de ter lançado pelas Edições Hipocampo o primeiro livro de Paulo Mendes Campos e o de Izacyl Guimarães Ferreira. Estes dois poetas inéditos, celebrados pelos críticos e leitores, foram lançados por nós.

 
Geir Campos (1953)
Izacyl nos apareceu contando coisas de uma maneira tão sua, tão inconfundível, que nos foi impossível não confiar numa promessa poética - porventura já em vias de cumprimento.
 
Érico Verissimo (1971)
Um poeta que tem voz própria e sabe usar seu idioma com economia e precisão, fazendo-o servir à poesia.
 
Décio Diniz Drummond (1972)
Essa inventividade no uso da linguagem higieniza as palavras, tornado-as claras e vigorosas./ Com essa prática o poeta devolve ao homem a palavra límpida, purificada. No início era o verbo, Iniciação.
 
Aloisio Branco (1981)
Os Fatos Fictícios,livro de um poeta sem pressa, para ser lido e relido pausadamente.
 
Samuel Penido (1991)
A ótica do poeta é a mais universal possível...ele nunca perde a perspectiva histórica... a linguagem adotada é direta, fluente, e o mais importante, sem transbordamentos.
 
Abgar Renault (1991)
Páginas inesquecíveis, pelos motivos utilizados, pela qualidade da expressão e pela amargura de sua atualidade.
 
Jorge Medauar (1994)
"Entre os meus semelhantes" é um dos melhores livros de poemas deste país.
 
Amanda Berenguer (1986)
Su poesía entre la transparencia y la concreción...de trabajos sutiles con la palabra precisa y su halo inquietante.
 
Washington Benavides (1996)
Wallace Stevens atrevió esta auto-definición, que también le cabe a nuestro querido poeta itinerante: “soy lo que me rodea”. /Y esto es así. Lector de este libro, sépalo desde ahora, sépalo ya, como con las” Hojas de Hierba” del gran Walt, quien toque este libro toca a un hombre.
 
Renato De Pinho( 2004)
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