Volnei Canônica é nomeado secretário-executivo do MinC
Minc - 31/05/2016 - O Diário Oficial da União (DOU), publicou a nomeação de Volnei Canônica como novo secretário-executivo do Ministério da Cultura. Canônica exercia, desde agosto do ano passado, a função de diretor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas do mesmo ministério, cargo do qual foi exonerado na mesma edição do DOU.
Brasil, Nação Leitora

Brasil, Nação Leitora

“Liberdade, espontaneidade, afetividade e fantasia são elementos que fundam a infância. Tais substâncias são também pertinentes à construção literária. Daí, a literatura ser próxima da criança. Possibilitar aos mais jovens acesso ao texto literário é garantir a presença de tais elementos, que inauguram a vida, como essenciais para o seu crescimento. Nesse sentido é indispensável a presença da literatura em todos os espaços por onde circula a infância. Todas as atividades que têm a literatura como objeto central serão promovidas para fazer do País uma sociedade leitora. O apoio de todos que assim compreendem a função literária é proposição indispensável. Se é um projeto literário é também uma ação política por sonhar um País mais digno.”

BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS, in Manifesto por um Brasil Literário, 2009.

Em 72,5% das escolas não há biblioteca; lei prevê obrigatoriedade até 2020

O Estado de S.Paulo - 23.01.2013 - OCIMARA BALMANT - O Brasil precisa construir 130 mil bibliotecas até 2020 para cumprir a Lei 12.244, que estabelece a existência de um acervo de pelo menos um livro por aluno em cada instituição de ensino do País, tanto de redes públicas como privadas. Hoje, na rede pública, apenas 27,5% das escolas têm biblioteca. Para equipar todas as 113.269 escolas públicas sem biblioteca, seria necessária a construção de 34 unidades por dia, segundo um levantamento realizado pelo movimento Todos Pela Educação com base no Censo Escolar 2011. O estudo também faz uma comparação com números do Censo 2008 e mostra que, mesmo as escolas construídas nos três anos seguintes (foram 7.284 novas unidades) não contemplam o espaço: apenas 19,4% dessas novas instituições têm biblioteca.

Nádia Campeão, vice-prefeita de SP, é nomeada secretária de Educação
G1 - 03/06/2016 - A vice-prefeita de São Paulo, Nádia Campeão, foi nomeada pelo prefeito Fernando Haddad como a nova secretária de Educação da capital. A nomeação foi publicada no "Diário Oficial da Cidade de São Paulo. Nádia Campeão entra no lugar de Gabriel Chalita. Segundo a Prefeitura, Nádia Campeão vai acumular as funções de secretária municipal de educação e de vice-prefeita.
Two Sides e Datafolha realizam estudo para saber o que o brasileiro pensa da comunicação impressa
Abigraf - 14/10/2014 - Em coletiva realizada na Sede da ABIGRAF, a campanha Two Sides Brasil, que tem o objetivo de informar e difundir a sustentabilidade do papel e da impressão, apresentou os resultados da pesquisa Opinião sobre a Comunicação Impressa, realizada pelo instituto Datafolha. Nela, foram entrevistadas 2.074 pessoas acima de 16 anos, em 135 municípios. Segundo o instituto, essa amostra garante um nível de confiabilidade de 95%, com margem de erro de dois pontos percentuais.
Indicador de Alfabetismo Funcional

O Instituto Paulo Montenegro é uma organização sem fins lucrativos, vinculada ao IBOPE, que tem por objetivo desenvolver e executar projetos na área de Educação. O Inaf - Indicador de Alfabetismo Funcional - é um indicador que mede os níveis de alfabetismo funcional da população brasileira adulta. O objetivo do Inaf é oferecer à sociedade informações sobre as habilidades e práticas de leitura, escrita e matemática dos brasileiros entre 15 e 64 anos de idade, de modo a fomentar o debate público, estimular iniciativas da sociedade civil e subsidiar a formulação de políticas nas áreas de educação e cultura.

Desastre na educação

O Estado de S.Paulo - 09.02.2012 - Com 3,8 milhões de crianças e jovens fora da escola e padrões de ensino muito ruins, o Brasil terá muita dificuldade para se manter entre as maiores e mais prósperas economias, diante de competidores empenhados em investir seriamente em boa educação, ciência e tecnologia. Para dezenas de milhões de pessoas, o atraso educacional continuará limitando o acesso a empregos modernos e a padrões de bem-estar comparáveis com aqueles alcançados há muito tempo nas sociedades mais desenvolvidas.

Prova mostra que mais de 40% dos alunos alfabetizados não sabem ler e escrever

O Globo - Carolina Benevides e Sérgio Roxo - 08/11/2011 - No primeiro semestre deste ano, a Prova ABC (Avaliação Brasileira do Final do Ciclo de Alfabetização) realizada pela primeira vez, nas capitais de todo o país, por crianças que concluíram o 3º ano do ensino fundamental, apontou que 43,9% não aprenderam o que era esperado em Leitura para esse nível de ensino. Em relação à Escrita, 46,6% não atingiram o esperado.

O futuro do Brasil depende da educação

Abrelivros - Miguel Jorge - 22/07/2011 - Filosofia, Sociologia, Música e Espanhol. Depois de incluir, nos últimos anos, essas disciplinas no currículo do ensino médio, o Conselho Nacional de Educação estuda acrescentar uma sobre direitos humanos no ensino básico. É louvável assegurar às crianças e aos jovens brasileiros o estudo de novas áreas do saber nas escolas públicas, pois isso lhes daria maior compreensão do mundo que os cerca, levando-os a refletir e agir com civilidade, consciência e respeito.

Estados e cidades temem custos de plano de educação

Abrelivros - O Estado de São Paulo - Rafael Moraes Moura - 25/07/2011 - Enquanto o Congresso discute o Plano Nacional de Educação (PNE), Estados e municípios temem ficar com a maior parte da conta para cumprir as metas que estão sendo traçadas para a década. O governo federal estima que, para atingir os 20 objetivos, seja necessário R$ 61 bilhões, além dos atuais 5% do PIB já investidos. Estados e municípios são responsáveis por 80% do gasto público na área.

País perde 12 posições em ranking de educação

Folha de S.Paulo - 21.01.2010 - O Brasil perdeu 12 posições no índice de educação feito pela Unesco, o braço da ONU (Organização das Nações Unidas) para a educação e a cultura. A queda, do 76º para o 88º lugar entre 128 países, ocorreu principalmente em razão da piora no índice de crianças que chegam até a quarta série. Segundo a Unesco, de 80,5%, em 2005, o percentual caiu em 2007 para 75,6%. Com isso, o IDE (Índice de Desenvolvimento Educacional) do Brasil, caiu de 0,901 para 0,883 em uma escala de 0 a 1, o menor entre todos os países do Mercosul.

Livros e apostilas fomentam disputa

Valor Econômico - 16/11/2009 - Por Caio Junqueira - A crescente participação dos grupos privados nas redes municipais de ensino do Estado de São Paulo colocou em rota de colisão, as políticas educacionais dos dois principais partidos para a sucessão presidencial, PT e PSDB. Enquanto o Ministério da Educação amplia, ano a ano, a distribuição gratuita de livros didáticos para todos os alunos da rede pública nacional, proliferam nas prefeituras paulistas os sistemas particulares e suas apostilas, em comunhão com as diretrizes da Secretaria Estadual de Educação. Hoje mais de um terço dos alunos das cidades paulistas usam apostilas privadas e tem toda a condução e assessoramento de sua política pedagógica coordenada pelos maiores grupos de educação do país, como COC, Anglo, Objetivo e Positivo.

Brasil tem 11,5% de crianças analfabetas, aponta IBGE

Folha de S.Paulo - 12/07/2009 - ANTÔNIO GOIS - Apesar dos avanços, o Brasil ainda tem 11,5% das crianças de oito e nove anos analfabetas. Este percentual já foi bem maior (47% em 1982), mas, na atual década, vem caindo em ritmo mais lento, segundo a Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), do IBGE. De 2001 a 2007, a redução foi de apenas 2,5 pontos. Uma criança não alfabetizada com mais de oito anos de idade apresenta dificuldades não apenas em português, mas em todas as outras disciplinas, já que sua capacidade de compreender textos é limitada.

Desempenho de alunos no Saresp melhora em matemática, mas piora em português

Folha Online - 09/04/2009 - Os alunos da rede pública de ensino de São Paulo que fizeram a avaliação do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) em 2008 tiveram desempenho médio melhor em matemática do que o apresentado no exame de 2007. Em compensação, o desempenho em língua portuguesa caiu na 4ª, na 6ª e na 8ª séries do ensino fundamental em relação ao ano anterior. O Saresp avaliou cerca de 1,8 milhão de estudantes no fim de novembro do ano passado. Fizeram as provas alunos de 2ª, 4ª, 6ª e 8ª séries do ensino fundamental e 3ª série do ensino médio de todo o Estado.

Professora diz que conteúdo de apostila é “inútil”

Gazeta de Limeira - 16/02/2008 - Andréa Crott - A professora da USP Lizete Arelaro que depôs ontem à CPI das Apostilas considerou o conteúdo do material apostilado confeccionado pela Editora Múltipla e professores de Limeira “inútil”. Sua análise foi além dos erros ortográficos já apontados pelo Gaerco e pelo vereador do PT, José Carlos Pinto de Oliveira. A professora foi bastante crítica em relação ao conteúdo das apostilas apontando a utilização de uma linguagem complexa levando em conta a idade de aprendizado das crianças.

Apenas 25% dos brasileiros são plenamente alfabetizados
G1 - 13/05/2011 - Pouco a pouco, um novo Brasil vai surgindo na paisagem. Apesar do horizonte enorme, há quem se sinta aprisionado: “Estudei até terceira série. Porque eu, trabalhando, não tinha tempo de estudar direito. Eu me arrependo”, conta um homem. O  Brasil é a sétima maior economia do planeta. Mas, no quesito educação, ocupa apenas o 53º lugar na prova que avalia estudantes de 65 países. Um contraste que arruína sonhos.
Analfabetismo cai, mas ritmo ainda é lento

O Estado de S.Paulo - 09.10.2010 - Wilson Tosta - De 2008 para 2009, o número de analfabetos com dez anos ou mais no Brasil caiu mais que de 2007 para 2008, mas o ritmo da redução continuou lento. Enquanto na Pnad 2008 a taxa praticamente não se alterara em relação ao ano anterior, passando de 9,3% para 9,2%, na pesquisa de 2009 o indicador passou a 8,9% - menos 0,3 ponto. Mesmo assim, no ano passado 14,533 milhões de brasileiros desse grupo etário não sabiam ler nem escrever, ante 14,736 milhões em 2008.

Na zona rural, 23% da população com mais de 15 anos é analfabeta

UOL Educação - 24.09.2008 - Em tempos de adaptação de uma nova reforma ortográfica no país, o desafio de 23,3% da população da zona rural ainda está alguns passos atrás: se familiarizar com as letras, em qualquer que seja sua gramática. Esse é o contingente de pessoas do campo que têm mais de 15 anos de idade e são analfabetas, segundo os critérios do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística): não sabem ler nem escrever. Dados da Pnad 2007 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), divulgada nesta quarta-feira (24), mostram que a educação continua atolada nas estradas rurais.

Língua portuguesa vai passar inglesa no Haiti, diz professor

Agencia Lusa - 01.10.2008Carla Mendes - A língua portuguesa poderá ser ensinada nas escolas do Haiti futuramente e ultrapassar a influência do inglês, disse à Agência Lusa o diretor do Centro de Estudos Brasileiros, José Renato Baptista, que oferece cursos de português em Porto Príncipe, capital do país, a baixo custo. "Tenho a ousadia de dizer que o povo haitiano não fala francês. O crioulo é muito forte aqui e apenas uma elite fala francês. E vou além: o português vai passar o inglês no Haiti", afirmou Baptista. Na sua opinião, a participação do Brasil na Missão de Estabilização das Nações Unidas para o Haiti (Minustah) "abre um grande caminho para língua portuguesa" nesta ex-colônia francesa, o primeiro Estado da América Latina a obter a independência e a primeira república liderada por negros no mundo.

Brasil tem 2,4 milhões de jovens analfabetos

O Globo - Dados da última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), divulgados pelo jornal O Globo, mostram que o Brasil ainda luta com o alarmante número de 2,4 milhões de jovens analfabetos.

Dos 15,5 milhões de brasileiros acima de 10 anos que não sabem ler nem escrever, 15% têm menos de 30 anos.

A secretária de Educação do Distrito Federal, Maria Helena Guimarães de Castro, que foi ministra interina no governo Fernando Henrique, afirma que o problema é agravado pela baixa qualidade do ensino.

Será lançado nos próximos dias o novo formato do programa Brasil Alfabetizado, em que professores da rede pública serão contratados para dar aulas, no lugar de alfabetizadores leigos.

Com isso, o governo espera melhorar a eficácia do ensino, uma vez que os docentes receberão treinamento específico para ensinar a ler e escrever.

O Globo

30 mil professores faltam por dia na rede pública de SP

Folha Online - 11/11/2007 - 30 mil professores da rede estadual de ensino paulista faltam por dia às aulas. Amparados pela lei, a maioria não perde nenhum centavo dos seus vencimentos. Esse número significa uma ausência diária de 12,8%. Desses 30 mil, menos de 2.400 têm faltas que acarretam perda de salário, segundo dados oficiais de 2006.

É que os docentes contam com 19 dispositivos legais que permitem faltar ao trabalho sem ter desconto no salário. O presidente da Apeoesp (sindicato dos professores), Carlos Ramiro de Castro, afirmou que, com salários baixos, longas jornadas, salas superlotadas e violência na escola, os professores tendem a adoecer e, por isso, precisam faltar.

Voltar Topo Indicar a um amigo Imprimir
 

AMIGOS DO LIVRO - O PORTAL DO LIVRO NO BRASIL

FALE CONOSCO

 
Nipotech