Compra de livros continua na liderança dos gastos com o Vale-Cultura
Publishnews - 10.05.2016 - Desde 2013, os mais de 480 mil cidadãos que recebem o Vale-Cultura consumiram R$ 174 milhões em livros, jornais e revistas. Segundo o Ministério da Cultura (MinC), é nesse segmento que os trabalhadores que recebem o benefício mais gastam os recursos. A distribuição integra o Programa de Cultura do Trabalhador, da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, onde R$ 265 milhões em produtos e serviços culturais já foram consumidos, sendo 65,7% deste volume para hábitos de leitura. O cinema fica em segundo lugar na escolha dos beneficiados, com 21,5% do gasto (R$ 57 milhões).

2016 inicia com faturamento superior ao último ano
SNEL - O primeiro Painel das Vendas de Livros de 2016 abre o ano com um número positivo. Em comparação a 2015, o Período 1 apresenta um crescimento do faturamento de 14,9%. O resultado é reflexo das vendas em volume estáveis (0,65%) – realizadas em um intervalo menor entre a semana do carnaval e a volta às aulas – e do preço médio do livro, que cresce 14,16% enquanto o desconto médio tem uma queda de 1,82 p.p., movimentos característicos da época. “A conjunção de fatores envolvendo ajuste de preço de títulos e as datas móveis que geram concentração de vendas de didáticos/CTPs trazem um início de ano com números vistosos. É importante aguardar o próximo período de vendas para avaliar se isto é uma tendência ou resultado da antecipação das compras”, comenta Ismael Borges, gestor do Bookscan para o Brasil. 
Vendas de livros impressos sobem, enquanto digitais perdem popularidade, diz Financial Times

O Globo - 10/01/2015 - Os livros de papel estão virando o jogo na guerra contra os e-books. Contrariando expectativas do mercado, as vendas de títulos impressos vendidas nas principais livrarias dos EUA, Reino Unido e Austrália subiram em 2014, segundo reportagem publicada pelo Financial Times.
Enquanto isso, o desempenho de publicações eletrônicas tem desapontado quem apostou que dispositivos como o Kindle substituiriam a mídia tradicional. De acordo com o levantamento Nielsen BookScan, citado pelo jornal britânico, o número de livros físicos vendidos nos EUA subiu 2,4% no ano passado, alcançando 635 milhões.
No Reino Unido, o setor encolheu 1,3%, mas a queda representa uma melhor ante 2013, quando as vendas recuaram 6,5%.

Governo federal atrasa pagamento de livros didáticos a editoras
Folha de São Paulo - 16.11.2015 - Igor Gielow, Flávia Foreque, Gustavo Patu - Sem dinheiro em caixa, o MEC (Ministério da Educação) está atrasando o pagamento a editoras pela compra de livros didáticos de ensinos médio e fundamental. Segundo as editoras, há o risco de a autointitulada Pátria Educadora, slogan escolhido pelo governo Dilma Rousseff para o segundo mandato da petista, não conseguir entregar parte dos livros no ano que vem. O governo descarta a hipótese,mas não comenta os atrasos. A Folha apurou que as empresas trabalham com uma dívida na casa dos R$ 600 milhões, valor que inclui despesas de remessa por Correios e programas de distribuição de livros para a rede pública.

Livrarias superam grandes redes e ressurgem em NY

Folha de S. Paulo - 26/04/2015 - Giuliana Vallone - O número de livrarias independentes nos EUA cresceu 27% desde 2009, chegando a 2.094 no ano passado. Se parece pouco comparado ao pico de cerca de 4.000 nos anos 1990, antes da invasão das grandes redes, como Barnes & Noble, Borders e Virgin, representa uma evolução importante sobre as 1.400 da última década. E essa não é a única boa notícia para os fãs dos livros de papel. As vendas em lojas também estão em alta: subiram cerca de 8% anualmente desde 2012. "Há uma percepção errada de que as livrarias independentes estão em perigo. Estamos em um ótimo momento", diz Jessica Bagnulo, proprietária da Greenlight, livraria aberta no Brooklyn, em 2009.

40 anos dando voz à indústria gráfica
Abigraf - 17/12/2015 - A Revista ABIGRAF chega aos 40 anos consagrada como como uma das mais respeitadas publicações especializadas do país. Criada em dezembro de 1975, ela é porta-voz oficial das demandas, expectativas e avanços da indústria gráfica junto a associados, fornecedores, poder público e grandes clientes do setor. Seu projeto gráfico, consagrado por inúmeras premiações, funciona também como uma eficiente vitrine junto a públicos de relacionamento, como agências de publicidade, designers, artistas gráficos e os mais influentes profissionais de marketing. Por trás dessa receita vitoriosa, está a parceria com a Clemente & Gramani Editora, responsável pela produção e comercialização do veículo.
Novo título da saga Harry Potter traz fôlego para os resultados do 11º período do mercado editorial; confira o Painel das Vendas

Snel - 21/12/2016 - Com o aquecimento das vendas do novo livro de J. K. Rowling, o décimo primeiro período* do mercado editorial em 2016 apresentou leve melhora de performance em relação aos períodos anteriores, embora ainda não tenha conseguido reverter os números negativos. O mais recente título da saga Harry Potter (“Harry Potter e a criança amaldiçoada”) representou 2,31% das vendas em volume e 3,40% do faturamento no setor neste intervalo de 2016*. Considerando todos os títulos da série (109 diferentes, incluindo importados), a representatividade deles é de 3,32% nas vendas em volume e 4,37% no faturamento, uma performance de crescimento de 115% das vendas em volume e 214% em faturamento dos livros do bruxo, em comparação ao décimo período de 2016.

A situação dos livros no Reino Unido, na França e nos EUA

O Globo - 16.01.2011 - Deborah Berlinck, Fernanda Godoy e Fernando Duarte - Até o fim de 2009, havia uma filial de grande livraria praticamente a cada esquina da Oxford Street, em Londres. Desde então, houve a falência do grupo Borders, a fusão da Books Etc. com a Waterstones e a decisão da última de fechar suas duas megastores na região. Não são apenas as livrarias independentes que vêm sofrendo no Reino Unido com os efeitos de crises, concorrência e mudanças de hábito do consumidor. Além do “efeito Amazon”, os clientes minguaram após a entrada dos supermercados na briga. Nos EUA, estão sob ameaça as maiores redes de livrarias, como Barnes & Noble e Borders, que lutam com credores.

Acordo na Câmara divide Imposto do Livro em três partes

Estadão - 17.09.2009 - Jotabê Medeiros - Vem aí o Imposto do Livro. Semelhante à Contribuição para a Saúde, o imposto taxa a indústria editorial em 1% do preço final do livro, dividido da seguinte forma - 0,33% para os editores, 0,33% para os livreiros e 0,33% para os distribuidores. O governo estima que a receita oriunda dessa taxa será de cerca de R$ 40 milhões por ano e vai para o Fundo Setorial do Livro, da Leitura e da Literatura. A ideia é usar o dinheiro arrecadado para ações de incentivo na formação de novos leitores e autores. O acordo que formatou o Projeto de Lei foi fechado na semana passada na Câmara Federal, sob a coordenação do deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR), presidente da Frente Parlamentar Mista da Leitura.

Ainda falta muito

Blog do Galeno Amorim - 22.10.2009 - Já se sabe que a década atual não entrará para a história como aquela em que os problemas da baixa leitura foram sanados ou que o Brasil se aproximou dos índices dos países desenvolvidos. Porém, ela pode ficar conhecida no futuro como a mais importante da história das políticas públicas do livro e da leitura por ter representado o início da virada. Após uma derrapagem inicial (em 2003, o governo extinguiu, inexplicavelmente, a Secretaria Nacional do Livro e da Leitura), não houve, depois, um só ano sem que alguma medida importante tenha sido anunciada. A primeira foi a Lei do Livro, um marco regulatório, assinada naquele mesmo ano pelo presidente Lula. No ano seguinte, houve a desoneração fiscal do livro.

Nono período do mercado editorial em 2016 mantém desempenho estável, segundo pesquisa SNEL/Nielsen

Snel - 10/2016 – O nono período* de 2016 do mercado editorial brasileiro seguiu o ritmo do anterior, apresentando performance estável. A variação negativa em valor foi de apenas 0,03% e o volume foi 1,61% maior. Entretanto, comparado à mesma época em 2015, o nono período teve queda nas vendas em volume (-8,03%) e resultado negativo também em faturamento (-3,09%), apesar do crescimento do preço médio, que foi de 5,69%. A semana de encerramento da Olimpíada foi responsável por impactar o desempenho de todo o período (registrando -8% em valor e -16% em volume), quando comparado à média de vendas total do tempo analisado.

70% dos brasileiros não leram em 2014, diz pesquisa da Federação do Comércio do Rio de Janeiro

O Globo - 31/03/2015 - Lília Teles - Sete em cada dez brasileiros não leram um livro sequer no ano passado, revela pesquisa da Federação do Comércio do Rio de Janeiro sobre os hábitos culturais, feita em 70 cidades de nove regiões metropolitanas. O mapa do lazer do brasileiro revela um consumidor sem muito entusiasmo pela arte e literatura. 55% dos brasileiros responderam que não fizeram nenhuma atividade cultural em 2014. Em 2013, essa porcentagem era de 49%. A leitura de livros caiu de 35% para quase 30% dos entrevistados. 70% dos pesquisados não leram um único livro neste ultimo ano. O uso da internet, facilitado pelos smartphones é apontado na pesquisa como um dos responsáveis pela queda na leitura, principalmente entre os jovens. A resposta da maioria dos entrevistados é que eles não lêem ou não frequentam atividades culturais por falta hábito.

A explosão de eventos literários: em 2015

O Globo - 30/01/2015 - Por Mariana Filgueiras - É uma contradição curiosa: num país onde a média de leitura é de apenas dois livros inteiros por ano (segundo a última pesquisa “Retratos da leitura no Brasil”, do Instituto Pró-Livro, de 2012), o número de feiras, festas, salões de leitura, bienais, jornadas e festivais aumenta ano a ano. A última aferição do MinC listava 257 eventos em 2013 — mais da metade (137) na Região Sul. Em 2014, foram pelo menos 320, de acordo com levantamento feito pelo jornal O Globo. A partir do mês que vem, quando começa a temporada de 2015, a previsão é que o número de eventos supere o do ano passado, apostam curadores e especialistas. “Acho que nos últimos cinco anos estive em cerca de 50 ou 60 eventos”, conta o escritor gaúcho Carlos Schroder. Muita gente atribui o sucesso desse tipo de evento ao exemplo bem-sucedido da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), que caminha para sua 13ª edição.

Aos 70, grupo editorial Record anuncia reestruturação

Folha S.Paulo - 19.01.2012 - Fabio Victor - O grupo editorial Record, o maior do país, vai anunciar hoje uma reestruturação. Embora a direção não confirme, é provável que a mudança envolva a saída ou perda de poder da diretora editorial, Luciana Villas-Boas. Há 15 anos no cargo, Villas-Boas tem sido no período uma figura poderosa no universo do livro no Brasil -enquete com especialistas realizada pela Folha em 2006 a apontou como a segunda pessoa mais influente do mercado editorial, atrás somente do editor e dono da Companhia das Letras, Luiz Schwarcz. Além do desgaste natural pelo tempo na função, um desentendimento com o comando da empresa no ano passado enfraqueceu Villas-Boas.

Best-sellers editados no país custam mais que originais

Folha de S. Paulo - Marcelo Maraninchi - 03/08/2011 - Há mais de dez semanas no topo da lista de mais vendidos, "A Guerra dos Tronos" custa R$ 49,90 em português. Em edição de bolso --no original, em inglês--, o livro sai por R$ 19. A diferença de R$ 30 (mais de 60%) ilustra um fenômeno que se intensificou com a queda do dólar: dos dez livros mais vendidos na categoria ficção, nove têm edição original, disponível nas prateleiras brasileiras, mais barata do que a impressa no país.

Brasil ainda é tímido na exportação de sua literatura

Estadão - 08.05.2010 - Raquel Cozer - O romance Sogni all’Alba del Ciclista Urbano saiu em 2008 na Itália, com tiragem de 4 mil cópias. A primeira edição, de capa dura, esgotou-se, e outra leva chegou às livrarias. O desempenho em vendas é similar ao que o livro teve no Brasil, onde foi publicado dois anos antes. Trata-se de Mãos de Cavalo, de Daniel Galera, lançado aqui pela Companhia das Letras. Trata-se também de um raro caso bem-sucedido num cenário tímido: o da tradução de obras literárias brasileiras no exterior.

Área editorial terá impulso para crescimento internacional

Ministério da Cultura - 06/10/2016 - Camila Campanerut - Editoras independentes, coletivo de cordelistas, contadores de histórias. Na busca de impulsionar empreendedores da área editorial no exterior, o Ministério da Cultura (MinC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) levarão, este ano, 10 empreendedores dedicados ao tema para a 2ª edição do Mercado de Indústrias Culturais do Sul (Micsul). O evento será realizado de 17 a 20 de outubro, em Bogotá, na Colômbia – a primeira edição do mercado foi em 2014 e, a próxima, em 2018, deverá ser no Brasil. Empresários e produtores de mercados culturais e criativos da América do Sul terão diversas oportunidades de trocas de experiências no evento.

Brasileiros passam em média 7 anos na escola, diz IBGE

G1-Globo - 09/10/2009 - Brasileiros com 10 anos ou mais passam em média 7 anos na escola, o que representa uma escolaridade que não atinge a conclusão do ensino fundamental. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009 analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgados em setembro. Acima da média nacional de anos de estudo estão as regiões Sudeste (7,7), Sul (7,5) e Centro-Oeste (7,3). O pior índice, de acordo com a Síntese, é registrado na Região Nordeste, com 5,9 anos de estudo, seguida pela Região Norte, com 6,5. O estado brasileiro com a pior média de anos de estudo é Alagoas, com 5,2 anos.

As Maiores Editoras do Mundo

PublishNews - 30/09/2014 - Leonardo Neto - A Abril Educação (55ª posição) e a Saraiva (56ª) são as duas únicas brasileiras a configurarem no Ranking Global de Editoras, organizado pelo consultor austríaco Rüdiger Wischenbart com apoio dos principais veículos que cobrem o mercado editorial e livreiro no mundo, inclusive o PublishNews. Os dados do relatório são referentes a 2013 e pontuaram as editoras com receitas superiores a € 150 milhões. A Abril Educação, no relatório de 2013 (com base de dados de 2012), apresentou receita de € 202,11 milhões e ficou na 39ª colocação.

Brasiliense prepara sua volta para agosto, sob nova presidência

Folha de S. Paulo - 21/07/2012 - Raquel Cozer - Após anos de uma anunciada reestruturação, enquanto praticamente sumiu do mercado, a histórica Brasiliense prepara sua volta para agosto, sob nova presidência --o que representa o desligamento da família de Caio Prado Júnior após quase 70 anos de sua criação, em 1943. Quem assumiu a empresa, no início do ano, foi Maria Teresa Baptista Lima, ex-vice-presidente, e investidores --a editora não revela quem são. Nos últimos anos, Maria Teresa e Yolanda Prado, a Danda, filha de Caio, enfrentaram-se na Justiça por questões financeiras. Danda permanece como autora da casa.

CERLALC disponibiliza pesquisa sobre o clima do mercado editorial em 2007

Reunindo informações de 114 empresas do setor livreiro, o Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe desenvolveu um estudo sobre a situação do mercado editorial no ano passado e os rumos que ele vem tomando recentemente. O CERLALC é um organismo intergovernamental ibero-americano cuja missão é promover a integração da região através da leitura. Criado pela UNESCO, ele tem dentre suas atribuições a assistência técnica a países na formulação e aplicação de políticas públicas, geração de conhecimento e divulgação de informação especializada. Tem sede em Bogotá, na Colômbia. Arquivo em PDF Aqui.

Chinaglia/Dinap pode acabar

Último Segundo - 27/05/2009 - Agência Estado - Anunciada há um ano e sete meses, a compra da segunda maior distribuidora de publicações do País, a Fernando Chinaglia, pela maior rival e líder do mercado, a Distribuidora Nacional de Publicações (Dinap), empresa do Grupo Abril, pode ser barrada total ou parcialmente pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A rejeição do negócio foi recomendada ao Cade em parecer conjunto das secretarias de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda, e de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça.

Brasileiros devem gastar R$ 9,3 bilhões com livros e publicações neste ano

R7 Notícias - Os brasileiros devem gastar R$ 9,3 bilhões em livros e publicações impressas até o fim deste ano. A informação foi retirada de uma pesquisa do Ibope. No estado de São Paulo, onde ocorre a 23ª Bienal Internacional do Livro, o consumo de livros e publicações impressas neste ano deve somar R$ 2,52 bilhões, metade de todo o consumo previsto para a região Sudeste. A classe B é a que mais vai gastar com esses produtos, cerca de R$ 1,38 bilhão, o que representa 55% do total do estado. Na sequência aparece a classe C, com gasto estimado em R$ 548,97 milhões (22% do total).

Classe média compra livro didático em sebo e banca de jornal

Valor Econômico - 28.05.2008 - Beth Koike - Tradicionais pontos de venda de livros didáticos, as livrarias e as escolas perderam participação de mercado nos últimos anos. "Houve um achatamento da classe média, que passou a procurar outros canais de venda. Um exemplo são os sebos, que aumentaram a participação de 1% para 7%", disse Galeno Amorim, coordenador da segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, organizada pelo Instituto Pró-Livro.

Mercado editorial mostra sinais de recuperação aponta Painel das Vendas de Livros de agosto

SNEL - 08/2016 - Embora ainda em queda, o sétimo período analisado do mercado editorial brasileiro já apresenta melhor desempenho em relação ao anterior. Trata-se da segunda melhor variação percentual de 2016, quando comparada ao ano passado, com redução de 5,51% em volume e aumento de 2,78% em faturamento. A melhora nos resultados também é refletida na análise comparativa do acumulado** de 2016 com o ano de 2015, interrompendo dois períodos seguidos de crescimento do gap negativo. Atualmente, há uma queda de 14,93% em volume e 5,83% em valor, resultados melhores que o comparativo do período passado, que apresentou queda de 16,30% em volume e 6,94% em valor.

Vendas pela internet vão dobrar até 2021

Estadão - 15/10/2016 - Claudia Tozetto - Depois de uma diminuição do ritmo de crescimento por conta da crise econômica, o comércio eletrônico está começando a se recuperar no Brasil. O segmento deve representar 4,6% do varejo em 2021, ante 2,8% em 2016, de acordo com estudo inédito da consultoria Forrester, encomendado pelo Google. O faturamento do segmento nos próximos cinco anos vai dar um salto de quase 80%, passando de um total de R$ 47,1 bilhões, em 2016, para R$ 84,7 bilhões, em cinco anos. “O segundo semestre desse ano já deve ser melhor que o primeiro para o e-commerce no Brasil”, diz a diretora de clientes de varejo do Google, Claudia Sciama. “Isso mostra que já existe uma recuperação.” No total, as vendas online devem crescer 8,4% em 2016 e 9,8% em 2017 – somente em 2020, o segmento deve atingir crescimento similar ao de 2015, quando o faturamento teve alta de 14,9%.

Painel sobre Vendas de Livros em Livrarias e Supermercados

SNEL - 01.04.2015 - No primeiro trimestre do ano, a venda de livros em livrarias e supermercados registrou um crescimento de 1,65% em faturamento e 3% em volume de exemplares no comparativo com o mesmo período de 2014, ficando, porém, abaixo da inflação. O preço médio praticado caiu 1,30%, com maior impacto nos livros de ficção e universitários. A pesquisa SNEL / Instituto Nielsen também mostra algo que os editores já percebiam: o mercado brasileiro atual está muito concentrado: de um total de 150.000 títulos comercializados no período, os 500 mais vendidos correspondem a 25% do total das vendas.

Painel das Vendas de Livros no Brasil: Ritmo de recuperação do mercado editorial é interrompido no 10º período de 2016

Snel - 18/11/2016 - O décimo período de 2016 do mercado editorial brasileiro apresentou queda na performance de vendas em comparação ao mesmo intervalo no ano de 2015: -14,10% em volume e -7,73% em faturamento. Este período também interrompe uma sequência de recuperação em relação aos anteriores, que caminhavam para um cenário estável. Os resultados atuais impactam diretamente o acumulado do ano, aumentando o gap em relação aos números de 2015: -13,55% em volume e -4,92% em valor. Esses são alguns dos dados do 10º Painel das Vendas de Livros no Brasil em 2016, apresentados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Nielsen.

Colombo vai vender livros

Zero Hora - 25.02.2010 - JOÃO GUEDES  - Nova operação da rede de 345 lojas será executada somente pela internet. Com 50 anos de história no varejo de eletrodomésticos e móveis, a Lojas Colombo prepara a entrada em um novo segmento. Até o final do semestre, deve iniciar a operação de venda de livros, restrita ao site da empresa na internet. Segundo o diretor de marketing da companhia, Thiago Baisch, a loja virtual deve iniciar a operação com 50 mil títulos.

Com 1,4 mi, "O Código Da Vinci" sobe no ranking nacional de livros

Folha Online - 10/07/2007Dan Brown não deve parar de sorrir tão cedo. Enquanto prepara um novo livro (cujo título provisório é "The Solomon Key"), que deve colocar mais uma vez Robert Langdon em cena, ele vê sua caixa registradora ainda faturando por conta de "O Código Da Vinci". O livro já chegou a 1,4 milhão de cópias vendidas no Brasil desde 2004 --marca impressionante para o mercado nacional-- e, nesta semana, salta da sétima para a quarta posição na lista de livros de ficção.

Com Francisco Alves alquebrada, editor se mantém via Lei Rouanet

Folha de S.Paulo - 24.12.2011 - Fabio Victor - Duas salas no centro do Rio são o que resta da editora comercial mais antiga em atividade no Brasil. Fundada em 1854 como Livraria Clássica, a Francisco Alves foi a primeira grande editora do país -sem contar a oficial Imprensa Nacional, de 1808- e dominou o mercado de livros na primeira metade do século 20. Hoje resume-se a uma marca. Faz um ano e meio que lançou seu último livro -''Palavras - Origens e Curiosidades", espécie de almanaque de etimologia.
 

Comércio eletrônico supera 1,4 milhão de livros vendidos

IBOPE - 08/01/2013 - ​O comércio eletrônico de livros nacionais no Brasil fechou o último semestre de 2012 (junho a novembro) com um volume de vendas de mais de 1,4 milhão de exemplares. Os dados são do relatório de fluxo de consumo do Etail Report e se referem à venda online em nove regiões metropolitanos brasileiras, mais interior do Sul e Sudeste, considerando-se os 35 maiores sites do comércio eletrônico do País. Entre os meses, o maior volume de vendas foi registrado em novembro, com 321 mil livros vendidos. 
Fonte: Etail Report - Relatório Fluxo de Consumo (Junho/2012 - Novembro/2012)      

Comissão nordestina vai mapear e mobilizar setor livreiro da região

Uma comissão de editores e livreiros do Nordeste foi formada, durante o "Ciclo de Debates: Questões do Livro e da Leitura", para mapear e estimular a cadeia produtiva do livro na região. O encontro reuniu, nos dias 14 e 15.11.2008, representantes dos nove estados nordestinos no Centro de Convenções do Ceará, em Fortaleza, durante a programação da VIII Bienal Internacional do Livro do Ceará. O evento foi organizado pelo Ministério da Cultura (MinC) e pelo Sindicato do Comércio Varejista de Livros do Estado do Ceará (Sindilivros).

Compra de livros didáticos é oligopolizada

Contas Abertas - Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica aplicada) sugere que a compra de livros didáticos é feita de maneira oligopolizada pelo governo. Somente seis grupos editoriais (Abril, Santillana, FTD, Saraiva, IBEP e Ediouro e a Editora Brasil) forneceram R$ 3.893,3 milhões do total, o que corresponde a 87% das compras realizadas pelo governo de 1998 a 2006. As demais compras foram realizadas junto a outras 110 editoras, atingindo a cifra de R$ 4,5 bilhões, a preços de 2006.

O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), criado em 1985, prevê que o livro didático deva ser escolhido diretamente pelo professor. A compra, no entanto, de cerca de 90% dos livros produzidos para o ensino fundamental é efetuada por autoridades governamentais, compra essa que, segundo o estudo, tem sido concentrada nas grandes editoras.

Consolidação de editoras estimula ida à Bovespa

A Tarde - 07/10/2007 - O mercado editorial brasileiro estréia nova fase de consolidação. Depois da entrada mais forte de recursos estrangeiros na área, as atuantes nacionais do setor e as editoras já instaladas no Brasil vão às compras. Nesse contexto de disputa por maior participação, as competidoras nacionais, principalmente, terão na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) um canal necessário, se não imprescindível, para o fortalecimento frente às demais concorrentes da área.

Contagem regressiva para os 100 milhões de Bíblias

18/05/2011 - Luciana Garbelini - A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) prepara-se para alcançar a impressão e encadernação da Bíblia de número 100 milhões. A expectativa é que este marco aconteça no próximo dia 26 de maio, acompanhado pela Diretoria e por alguns colaboradores da organização, em uma cerimônia interna, na Encadernadora da Bíblia. O expressivo número é contabilizado desde setembro de 1995, quando a Gráfica da Bíblia, instalada na Sede Nacional da SBB, em Barueri (SP), foi inaugurada.

Crise financeira repercute entre editoras do mundo inteiro

Estadão - 20.10.2008 - Ubiratan Brasil - A crise que há semanas assola o mercado financeiro mundial provocou arranhões no grande comércio literário que é a Feira de Frankfurt. Nos primeiros dias do evento, editores espanhóis confirmaram já notar uma ligeira queda nas vendas de livros de pequenas tiragens, ainda que os best-sellers continuassem exibindo boa saúde. Também os negócios, prato principal que atraiu neste ano 7.373 exibidores entre editores e livreiros, oscilaram, ainda que não com a mesma violência que marcou as bolsas de todo o mundo.

Crise provoca onda de edições pagas

O Globo - 31/01/2009 - Por M. Rich, do NY Times  - Talvez chegue em breve o momento em que haverá mais pessoas interessadas em escrever livros do que pessoas interessadas em lê-los. Pelo menos, é o que os fatos sugerem. Vendedores de livros, atingidos pela crise econômica, sofrem para atrair leitores. Quase todas editoras de Nova York estão demitindo editores e contando os tostões. Pequenas livrarias estão fechando. Grandes cadeias estão demitindo ou declarando falência. Um estudo recente divulgado pelo National Endowment for the Arts mostra que, embora tenha aumentado a leitura de ficção, menos pessoas estão lendo livros.

Crise? Compre um livro e se divirta

Estadão - 01.11.2008 - Sérgio Augusto - Há especialistas que garantem: a crise da economia mundial e o aperto no consumo não afetarão saúde do mercado editorial. Quando a economia vai bem, sempre aparece alguém para anunciar a "morte do livro". Com a economia mundial na maior sinuca desde a Depressão, era de se esperar que até nos precisassem a data do enterro. Mas, apesar da recessão à vista e da alta dos custos de papel e impressão, a mais recente profecia sobre o futuro do livro não fala em morte, e sim em ressurreição. "Os livros podem recuperar o terreno supostamente perdido para outras formas mais dispendiosas de entretenimento", previu há dias o britânico Laurence Orbach, há 32 anos à frente da editora Quarto.

Cultura emprega 1,6 milhão e paga melhor do que outros mercados no Brasil

UOL 18.12.2007 - Aproximadamente 1,6 milhão de pessoas trabalham nas 321 mil empresas envolvidas com atividades culturais no Brasil, de acordo com a pesquisa "Sistema de Informações e Indicadores Culturais", divulgada na tarde desta terça-feira (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O levantamento mostrou que os salários do setor são em média 47,64% superiores ao salário médio registrado no país em 2005: R$ 1.565,74 contra R$ 1.060,48.

Cultura rende muito dinheiro, afirma ex-ministro de Blair

Folha de S. Paulo - 03/06/2007 - RAUL JUSTE LORES - No Reino Unido, a cultura movimenta 7% do PIB. Em Londres, a chamada indústria criativa (de moda a galerias de arte, de entretenimento a arquitetura e design) já é a segunda mais importante, após o mercado financeiro. O British Council trouxe na semana passada a São Paulo um dos maiores responsáveis em transformar política cultural em prioridade de governo e grandes investidores. Ministro da Cultura de 1997 a 2001, no primeiro mandato de Tony Blair, Chris Smith fez um mapeamento inédito do mundo cultural no país, que mostrou sua força a fim de arrancar mais verbas do ministro da Economia, Gordon Brown, futuro premiê britânico.

Descontos em preços de livros poderão ser limitados a 10%

Câmara dos Deputados - 06/08/2008  - O Projeto de Lei 3722/08, do deputado Augusto Carvalho (PPS-DF), proíbe as livrarias de conceder descontos superiores a 10% sobre os preços dos livros fixados pelas editoras. São excluídos dessa regra os livros didáticos e os vendidos para governos e bibliotecas. O projeto institui a chamada lei do preço fixo, já adotada em diversos países, como Argentina, França, Alemanha, Portugal e Espanha. O objetivo é proteger as livrarias de pequeno porte da concorrência dos grandes grupos livreiros (conhecidos no mercado como megastores) e da venda pela internet.

Dez maiores grupos editoriais perdem receita

PublishNews - 25/06/2012 - Na lista dos maiores grupos editoriais do mundo, os dez primeiros mantêm uma concentração incontestável no mercado mundial de publicações. Mas isso não quer dizer que os negócios em 2011 foram fáceis. Juntos, esses dez líderes viram suas receitas cair 7,4%, ou 2,3 bilhões de euros, em um ano: de 30,977 bilhões de euros em 2010 para 28,689 bilhões de euros em 2011. Já os chamados mercados emergentes foram território de crescimento, e empresas com atividades nesses locais registraram alta nos negócios – com destaque, entre outras, para as brasileiras Abril Educação, Saraiva e FTD, que já estavam entre as maiores do mundo em 2010 e, no ano passado, melhoraram suas posições.

Frank Romano no Brasil

Frank Romano no Brasil - 08/01/2016 - Um dos mais renomados profissionais da Indústria Gráfica mundial estará no Brasil em apresentação única no Rio de Janeiro: Frank Romano. Anote já em sua agenda para não se esquecer desse evento importante que acontecerá no dia 2 de fevereiro de 2016, no Auditório do FIRJAN da cidade de Rio de Janeiro. Frank Romano: tem mais de 40 anos de experiência na indústria gráfica e no mercado editorial. Ele é mais conhecido pelo seu trabalho como editor no “International Paper Pocket Pal” e pelas centenas de artigos escritos para publicações na América do Norte e Europa, do Oriente Médio à Ásia e Austrália.

Dias nervosos

Blog do Galeno - 20/08/2009 - Os últimos dias foram bastante tensos para o mercado editorial. Sobretudo, para as editoras de didáticos. É que saíram os resultados do PNLD, um dos maiores programas de livros do mundo. Primeiro, o sobe e desce no ranking de quem vende mais para o governo. Depois, as nem sempre fáceis negociações entre o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e os 17 grupos contemplados. Estão sendo negociados, ao todo, 114,8 milhões de livros escolares. Que beneficiarão 36,6 milhões de alunos em 100 mil escolas. Os programas sociais do livro (que estão ajudando a empurrar para cima os índices nacionais de leitura) há muito deixaram de ser programas de governo.

Didáticos e religiosos puxam mercado editorial

Diário Comércio Indústria - 4/4/2007 - por James Cimino - Os novos canais de distribuição de livros, como as bancas de jornais e os supermercados, e o aumento de vendas dos livros religiosos e didáticos estão ajudando a puxar o crescimento do mercado editorial brasileiro. De acordo com levantamento feito pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), enquanto o crescimento total do mercado editorial foi de quase 19% entre 2004 e 2005, as vendas em supermercados cresceram, no período, mais de 60%. Em bancas de jornal, o aumento foi de 48,19%, enquanto nas escolas os índices subiram em quase 35%.

Editora Paz e Terra é comprada pelo Grupo Record

Folhapress - 21.12.2012 - O Grupo Editorial Record anunciou na noite desta quinta-feira (20) a compra da editora Paz e Terra. A nova editora se junta aos 14 selos e editoras que já compõem o grupo: Record, Civilização Brasileira, José Olympio, Bertrand Brasil, Difel, Galera, Galera Record e Galerinha, Verus, Best Seller, Best Business, Nova Era, Best Bolso e Viva Livros. A Paz e Terra é conhecida principalmente pelas edições de ciências humanas e sociais. Seu catálogo inclui mais de 1.200 títulos e de 500 autores, entre eles Paulo Freire, Norberto Bobbio, Eric Hobsbawm, Celso Furtado e Kenneth Maxwell.

Editoras e governo divergem sobre fundo

Valor Econômico - 19/06/2009 - Por Beth Koike - Cinco anos após o início da isenção de PIS e Cofins para o mercado editorial, o governo decidiu avançar no projeto de lei que determina que as empresas beneficiadas pela desoneração revertam 1% do seu faturamento para um Fundo Setorial Pró-Leitura. E na primeira audiência pública, realizada no dia 16, para dar andamento ao projeto de lei houve um debate acalorado entre a iniciativa privada e o governo. Editoras, livrarias e distribuidoras alegam que a contribuição de 1% do faturamento pode prejudicar muitas empresas do setor, que hoje vivem um cenário de crise. “Deflacionando os valores, o faturamento do setor em 1999 foi de R$ 1,8 bilhão e em 2007 caiu para R$ 1,6 bilhão. Não temos margem de gordura”, disse Sonia Jardim, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel).

Editores analisam o momento do mercado de livros e tentam adivinhar qual será o próximo gênero a fazer

O Globo - Michele Miranda - 11/07/2011 - Existem novidades no mundo da moda que invadem os guarda-roupas de homens e mulheres e ali permanecem por muitas temporadas, assim como gêneros literários que viram febre e passam a ocupar as cabeceiras de todo o mundo num piscar de olhos. Até que... outro assunto vire moda e roube a cena novamente. Para 28% dos leitores do site do GLOBO, o romance é o tópico mais adorado do momento.

Elsevier Brasil alinha estratégia global e anuncia transição na marca

Com cerca de 1,6 mil periódicos, 3 mil livros publicados por ano e um acervo de mais de 20 mil títulos e produtos voltados às comunidades de ciência e saúde do mundo, a editora Campus Elsevier passa a adotar exclusivamente o nome Elsevier em sua divisão de Ciência e Tecnologia. O processo de transição teve início há dez anos e terá o ponto alto durante a Bienal do Livro do Rio de Janeiro, quando a companhia assume integralmente a marca Elsevier como sua identidade, alinhando-se assim, à estrutura global de sua matriz, com sede na Holanda.

Mercado editorial brasileiro continua em declínio, aponta 5º Painel das Vendas de Livros
SNEL - O mercado editorial continua apresentando um cenário negativo neste 5º período, revela a edição do Painel das Vendas de Livros do Brasil apresentada este mês pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e pela Nielsen. Comparado ao mesmo período no ano anterior, observa-se uma queda das vendas em volume (-31,56%) e em faturamento (-23,03%) no setor, evidenciando a ausência de um fenômeno de vendas, como o dos livros de colorir, além da instabilidade econômica que o país enfrenta. Mesmo em uma simulação comparativa entre 2016 e 2015 no mesmo espaço de tempo*, excluindo as vendas dos títulos de colorir do total do 5º período de 2015 (17,61% das vendas em volume e 14,48% do faturamento), o resultado ainda é desfavorável, com retração de -16,93% em volume e ganho de apenas 10% em valor.
Enfim, o Fundo Pró-Leitura

PublishNews - 14/09/2009 - Ricardo Costa - Demorou. Foram muitas reuniões, discussões e negociações. Mas finalmente, na última sexta-feira, 11/9, governo e mercado assinaram o acordo para a criação do Fundo Pró-Leitura. A alíquota será de 0,33% (esse percentual foi validado em Assembleia realizada na sede da Câmara Brasileira do Livro, em São Paulo)da receita de todas as empresas envolvidas nas diversas fases da cadeia produtiva do livro – produção, distribuição e venda ao consumidor. O comitê que decidirá onde aplicar os recursos será composto por 16 membros: seis do governo, seis do mercado – Câmara Brasileira do Livro, Associação Brasileira das Editoras de Livros Escolares, Sindicato Nacional dos Editores de Livros, a Associação Nacional de Livrarias, Associação Brasileira de Difusão do Livro, e um sexto membro rotativo, cujo critério será definido entre as entidades estaduais do livro –, dois mediadores de leitura e dois da área criativa.

Entretenimento terá receita de R$ 3,8 trilhões

Folha de S. Paulo - 23/6/2007 - A indústria do entretenimento crescerá 6,4% ao ano, em média, até 2011, quando sua receita baterá nos US$ 2 trilhões (cerca de R$ 3,8 trilhões). Esse é o principal dado de um estudo da consultoria Pricewaterhouse Coopers, que será lançado em livro nos EUA.
De acordo com o documento, intitulado "Global Entertainment and Media Outlook: 2007-2011", o principal avanço ocorrerá nos países do Bric (Brasil, Rússia, Índia, China). O estudo faz projeções para 14 segmentos dessa indústria, como os mercados de televisão, internet, música, cinema, games, livros, revistas e jornais.

Espanha privatiza o ISBN

PublishNews - 23/12/2010 - Até ontem (22), o ISBN na Espanha era fornecido pelo governo. Hoje (23), passa às mãos da Federación del Gremio de Editores de España (FGEE). Para o diretor executivo Antonio Maria Ávila, ouvido pelo El País, essa privatização coloca o serviço de volta no seu devido lugar. “O ISBN chegou à Espanha em 1972 e o governo passou a administrá-lo por questões de censura e controle.” Segundo ele, agora o código refletirá a realidade do comércio de livros na Espanha.

Estudo mostra que apenas 7,5% dos brasileiros compram livros

Folha Online - Efe - 21/11/2009 - Apenas 7,47% da população brasileira compra livros não didáticos e destinam à literatura o equivalente a 0,05% da renda familiar, segundo um estudo divulgado hoje por editores reunidos no Instituto Pró-Livro. O pouco orçamento destinado à leitura se reflete em que 60% dos brasileiros nunca abrem um livro e, quem tem o costume, lê 1,3 obra literária ao ano, segundo o estudo, baseado em dados oficiais. A taxa de leitura no país aumenta para 4,7 exemplares por ano incluindo as obras pedagógicas e didáticas.

Mesmo com Black Friday, varejo apresentou retração em novembro

PUBLISHNEWS - 06/01/2016 - Leonardo Neto - Apontada como uma tábua de salvação para a indústria do livro, a Black Friday teve bons resultados, mas não o suficiente para alterar a trajetória de retração do varejo de livros no Brasil. Essa conclusão é do 10º Painel das Vendas de Livros do Brasil encomendado à Nielsen pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). No período 12 da Nielsen, que engloba o intervalo entre os dias 2 e 29 de novembro, o varejo apresentou queda.

Excesso de livros ou escassez de leitores?

O Estado de S.Paulo - 07/12/2011 - Os dados sobre hábitos de leitura nos levam a um paradoxo. O Brasil apresenta uma produção de livros bastante razoável. Ao mesmo tempo, a média anual de livros lidos é muito baixa. Como explicar isso? Em 2010 as editoras brasileiras publicaram quase 500 milhões de livros, um aumento de 23% em relação a 2009 - muito expressivo. O número de exemplares vendidos no mercado (livrarias, internet, porta em porta, etc.) cresceu 8,3%. Se incluirmos as vendas ao governo, o aumento foi de 13%.

Indústria editorial tem pior queda de faturamento desde 2002

PublishNews - 30/07/2013 - A Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, divulgada hoje pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) com dados de 2012 não traz boas notícias. Segundo os dados apurados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), responsável pela elaboração do estudo, as editoras brasileiras faturaram R$ 4,985 bilhões no ano passado, um aumento nominal de apenas 3,04% em relação a 2011, quando o faturamento foi de R$ 4,837 bilhões. Considerando-se a inflação de 5,84% medida pelo IPCA em 2012, o mercado encolheu 2,64% no ano passado.

Expansão em ritmo acelerado

O Estado de S.Paulo - Raquel Cozer - 22/08/2011 - Por alto, Sergio Machado calcula que sejam mais de 2 milhões de livros. Isso considerando só o excesso, "algo de que a gente poderia se desfazer sem afetar em nada a editora". Estão estocados há cinco, seis anos, num armazém alugado próximo à sede da Record, grupo editorial que Machado preside, ali junto ao estádio do Vasco, na zona norte do Rio. Lá seguiriam indefinidamente não fosse o recente pedido de desocupação do lugar.

Mercado “tira o pé do acelerador” em junho e fecha semestre com 6,9% de crescimento

SNEL - O mês de junho apresentou uma desaceleração do crescimento das vendas de livros no país. Se em maio houve um aumento do faturamento de 21% em relação a 2014, no 6º período o crescimento foi de 8,2% registrando um montante de R$ 101,3 milhões. Com esse resultado e considerando também as vendas das semanas 25 e 26 do ano, o mercado obteve um crescimento no primeiro semestre de 2015 em comparação com o mesmo período em 2014 de 6,9%, abaixo da inflação acumulada nos últimos 12 meses que gira em torno de 8,5%. Esses são alguns dos dados contidos no Painel Especial das Vendas de Livros do Brasil, apresentados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros e o Instituto de Pesquisa Nielsen. Os números têm como base o resultado do BookScan Brasil, que apura as vendas das principais livrarias e supermercados.

Faturamento do Segmento de Livrarias cresce, em média, 9,73 %em 2009 comparativamente a 2008

A Associação Nacional de Livrarias (ANL) realizou seu Levantamento Anual do Segmento de Livreiras junto a suas associadas — que representam 67% do setor entre pequenas, médias e grandes livrarias — uma amostragem sobre o faturamento deste setor no Brasil. O crescimento médio para 2009 comparativamente ao ano de 2008 foi de 9,73%. No levantamento da ANL de 2008 a expectativa de crescimento do setor de livrarias para o período de 2009 era de 11,89%, a Associação acredita que a queda de 2,16% seria um reflexo direto da crise econômica apresentada neste período. Só para destacar o crescimento de 2008, comparativamente a 2007, foi de 10,46%.

Fernando Paixão deixa Ática depois de 35 anos

PublishNews - 19.12.2007 - por André de Lima - Trinta e cincos é muito tempo. Tempo para poeta nenhum botar defeito. E foram justamente três décadas e meia que o poeta e editor Fernando Paixão dedicou à Editora Ática. Nascido em Portugal, Fernando imigrou para o Brasil aos seis anos de idade. No início da década de 1970, aportou na Editora Ática onde vivenciou a expansão da editora paulistana na década seguinte e, desde então, vinha trabalhando no departamento editorial, onde chegou ao cargo de diretor-editorial adjunto. Fernando tomou a iniciativa de se desligar da empresa para se dedicar a projetos pessoais.

Fraude no Mercado de Livros sob Demanda

A editora de nome JRS, registrada no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (Proprietário J R S Melo, nome fantasia Forma Grafica e Materiais de Consumo) número CNPJ 10.593.769/0001-14 de 26.01.2009, com endereço na Rua Direita 380-A, CEP 65010-160, São Luis, Maranhão, CEP 65010-160, site: www.editorajrs.com (hospedado no provedor de Internet Universo Online) está aplicando golpe na praça na área de Livros sob demanda. O ISBN fornecido não existe (978-85-3671596-8) e não há registro na FBN. As Livrarias Saraiva, Nobel, Cultura, Martins Fontes, Cia de Livros, Siciliano e outras são citadas no site como lojas de comercialização. Nenhum livro desta editora foi encontrado através de busca pelo Google. A JRS está copiando capas e sinopse de livros de outras editoras e postando na seção “Confira os Lançamentos do Mês” trocando o nome do autor e forçando a compra através de um link falso de nome “Compre diretamente com o autor”. O golpe consiste em atrair autores interessados em imprimir livros sob demanda ficando com a parcela de sinal do contrato mais taxa de distribuição no valor de R$ 125,00.  No último dia 03 de novembro uma das editoras lesadas deu entrada de queixa crime no DEIC/SP na 4ª Delegacia Contra Crimes Eletrônicos. Por orientação do Delegado que recebeu a denúncia foi autorizado o encaminhamento de nota à todas as entidades do livro.

Frente da Leitura decide se apoia lei do preço

Blog do Galeno Amorim - 02/04/2009 - Algo entre amistoso e respeitoso deu o tom no debate provocado nesta quinta-feira (2/4), em Brasília, pela Frente Parlamentar de Leitura para discutir a proposta de adoção de uma lei do preço fixo para o livro no País. A ANL, que lidera a defesa da ideia, de um lado, e o SNEL, que discorda, do outro, fizeram um bom contraponto, recheado de argumentos contra e a favor. Já o economista Fábio Sá Earp, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que publicou um estudo sobre a cadeia produtiva do livro a pedido do BNDES, voltou a defender outras formas de estimular o acesso aos livros. Como exemplo, citou um melhor uso da Lei Rouanet para baratear as obras.

Fundo a perder de vista

Blog do Galeno - 03.12.2009 - Agora é fato: ainda não será desta vez que o mercado editorial será agraciado com a oportunidade de cumprir o acordo feito em 2004 para contribuir com 1% do seu faturamento para a criação do Fundo Pró-Leitura. O governo já se convenceu de que não há mais tempo para aprovar a CIDE do Livro este ano. Como 2010 é ano de eleição (e o Congresso não gosta muito de entrar em bolas divididas nessas épocas), alguns empresários que gostariam de não precisar cumprir o acordo festejaram em silêncio. E nem precisarão assumir ônus algum. O governo esperou até segunda-feira (30/11) comentários das entidades do livro sobre a orientação do Ministério da Fazenda de cobrar só dos editores a contribuição de 1% sobre seu faturamento para o Fundo Pró-Leitura.

Fusão cria nova distribuidora

Valor Econômico - 04/06/2009 - Por Beth Koike - Duas grandes distribuidoras de livros, a Superpedido  e a Tecmed, anunciaram para a próxima semana, no dia 9, uma fusão que resultará em uma empresa com receita anual de R$ 84 milhões. "Com a fusão, teremos uma carteira com 2 milhões de títulos e atenderemos mais de 1,5 mil editoras", disse Gerson Ramos, diretor comercial da Superpedido, uma das empresas que compõem a holding Altree, pertencente à família Villela, sócia do Itaú. No grupo Tecmed, dono da editora Novo Conceito e das livrarias ParaLer, a negociação envolve só a distribuidora.

Setor editorial vendeu menos e preço do livro caiu em 2015
CBL - 01/06/2016 - Em 2015, o setor editorial brasileiro produziu 447milhões de exemplares, vendeu 389 milhões e faturou R$ 5,23 bilhões. É o que demonstra a nova edição do estudo, realizado pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), para a Câmara Brasileira do Livro (CBL) e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL). Em relação a 2014, o faturamento teve queda nominal de 3,27%, o que significa recuo real de 12,63%, considerada a variação do IPCA no ano passado. O total de livros produzidos diminuiu 10,87% e o de vendidos, 10,65%.

Fusão de Americanas.com e Submarino é aprovada

Valor Econômico - 08/11/2007 - por Juliano Basile - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) do Ministério da Justiça aprovou, ontem (07/11), sem restrições, a fusão entre os sites Submarino e Americanas.com. O negócio foi anunciado em novembro do ano passado e movimentou R$ 7 bilhões. Os sites foram fundidos numa nova sociedade, denominada B2W Companhia Global de Varejo, que consolidou as operações de ambas as empresas. Com a decisão do Cade, a nova sociedade está plenamente autorizada a operar. Os conselheiros do Cade consideraram que o mercado de venda de produtos pela internet é bastante amplo, com a possibilidade de entrada de outras empresas que ainda não atuam no ramo.

Pesquisa sobre o Mercado Editorial Brasileiro (Setor Livreiro) - 2014

CBL/SNEL/FIPE - O crescimento nominal do setor livreiro em 2014 foi de 0,92%. Esse percentual significa um crescimento real negativo de 5,16%, considerando a variação de 6,41% do IPCA no ano passado. Contudo, desconsideradas as vendas feitas ao governo, o crescimento nominal foi de 7,33%. Isso significa que, em termos reais (utilizando-se o mesmo deflator), as vendas ao mercado apresentaram um leve crescimento de 0,86%, acompanhando, assim, o que se passou com a economia como um todo em 2014.
O número de exemplares vendidos ao mercado apresentou um ligeiro decréscimo de 0,81%. Considerando, porém, as vendas totais, ou seja, incluindo-se aí as vendas ao governo, o decréscimo é bem maior, de 9,23%. Como resultado, temos que, consideradas apenas as vendas ao mercado, o preço médio corrente do livro cresceu 8,22% em 2014, significando uma elevação real de 1,7%. Mas, mesmo com esse aumento, esse preço médio ainda é, em termos constantes, 43% menor que em 2004.

Gigantes globais querem medir vendas de livros no Brasil

Folha S.Paulo - 14/01/2012 - Patrícia Campos Mello / Raquel Cozer - A Nielsen e a GfK, duas das maiores empresas de pesquisas de mercado do mundo, planejam começar a medir as vendas de livros no Brasil ainda neste ano. Hoje, o mercado brasileiro não é aferido de forma confiável por nenhum instituto do gênero e depende de dados de editoras e livrarias, que nem sempre informam os números verdadeiros. Num momento em que o mercado editorial brasileiro chama a atenção internacionalmente --a exemplo da aquisição de 45% da Companhia das Letras pelo grupo britânico Penguin--, a falta de dados concretos prejudica decisões editoriais e interfere em seu crescimento.
 

Painel das Vendas de Livros no Brasil
SNEL - Cenário de aumento de preço médio e queda nos descontos cedidos pelos canais de venda repete-se no período 11 (05 de outubro a 01 de novembro) de 2015. Segundo estudo realizado pela Nielsen, por meio do serviço de Bookscan no Brasil, a variação das vendas em número de exemplares caiu (-3,7%) em relação ao mesmo período do ano anterior. Já o faturamento se manteve estável. No acumulado de 2015 até o momento (de 09/12/14 a 01/11/15) a Nielsen observou um crescimento de 4,57% em volume e 5,01% em faturamento, comparando com o recorte do mesmo período em 2014. Na projeção das vendas das editoras, a variação de faturamento é de queda de 0,45%.

Governo chileno aprova publicidade em livros didáticos

Opera Mundi - João Paulo Charleaux - 11/04/2011 - Entre o abecedário e a tabuada, estudantes menores de 12 anos estão recebendo nas escolas privadas do Chile um bombardeio de propagandas feitas por empresas multinacionais. Os banners, jingles e reproduções de outdoors aparecem entre diálogos de personagens infantis e inseridos em exercícios de leitura em voz alta. As editoras do Chile dizem não receber nada pela propaganda e o Ministério da Educação define o conteúdo como exemplos de textos “autênticos e de circulação nacional”.

Grupo Abril compra Chinaglia Distribuidora

O Estado de S. Paulo - 16/10/2007 - por Marili Ribeiro - A Distribuidora Nacional de Publicações (Dinap), maior distribuidora de publicações do Brasil - pertencente ao Grupo Abril -, comprou a segunda maior do setor do País, a Fernando Chinaglia. A aquisição, que começou a ser informada no final da semana passada às editoras que contratavam os serviços das duas empresas, ainda terá de ser aprovada pelo órgão antitruste do governo, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O Grupo Abril tem 15 dias para comunicar a compra. A Dinap detém cerca de 70% do mercado de distribuição, e atende a 32 mil pontos-de-venda. A empresa atende, além da própria Editora Abril, a outros cerca de 60 clientes.

Grupo GEN se une à Quintessence Internacional para fortalecer o mercado editorial brasileiro

O Grupo GEN fechou uma parceria com a tradicional Quintessence, através de sua filial do Brasil, considerada a maior editora do mundo no segmento de Odontologia, para a publicação e comercialização de coedições de obras. O objetivo da união, feita por meio da editora Santos, selo integrante do GEN e voltado para estudantes e profissionais de Odontologia, é fortalecer o mercado brasileiro e criar mais benefícios para a melhor atualização científica dessa profissão.

Grupo Guanabara negocia compra da Método

Valor Econômico - 1/6/2007 - por Tainã Bispo - A editora Guanabara Koogan, tradicional no segmento de livros técnico-científicos de medicina, está negociando a compra da Editora Método, especializada em títulos jurídicos. A editora carioca Guanabara, fundada há 70 anos, tem acelerado o crescimento por meio de aquisições do capital total ou parcial de outras casas editoriais. Em 1994, a empresa comprou a LTC, selo de economia e contabilidade, e, em 2005, 37,4% da Forense, de títulos jurídicos.

Grupo Leya desiste de comprar editora Nova Fronteira

Abril - 24/07/2009 - Agência Estado - O grupo editorial português Leya anunciou ontem ter desistido da aquisição da Nova Fronteira, mas afirmou que vai entrar no mercado brasileiro mesmo sem se atrelar a alguma editora nacional. Ao menos, por enquanto. “A prospecção por novos parceiros continua, mas, no momento, a Leya inicia suas atividades no Brasil por conta própria”, comentou o diretor editorial Pascoal Soto. “O grupo, líder no mercado português, chega com o objetivo de figurar entre os primeiros.” Para isso, o grupo pretende fechar 2009 com aproximadamente 20 novos títulos publicados. E, para os próximos dois anos, serão cerca de 100 novos títulos publicados por ano.

Grupo Saraiva adquire a Pigmento

Gazeta Mercantil - 10/12/2007 - por Gustavo Viana - O Grupo Saraiva adquiriu 100% das ações da Pigmento Editorial (Pigmento), dona do Ético Sistema de Ensino, uma linha de materiais didáticos destinada à educação infantil, aos níveis de ensino fundamental e médio e aos cursos pré-vestibulares. "A editora Saraiva passa agora a oferecer um catálogo completo para as escolas, seja com seu tradicional catálogo de livros ou com o sistema de ensino", destaca o diretor financeiro e de relações com investidores do grupo Saraiva, João Luís Ramos Hopp. Com forte atuação no segmento de livros didáticos, a aquisição marca a entrada da Editora Saraiva no mercado de sistemas de ensino, que movimenta cerca de R$ 500 milhões anuais no Brasil.

Imprima seu próprio livro

O Estado de S. Paulo - 02.07.2007 - por Jocelyn Auricchio - Uma tendência forte entre os autores independentes é a produção de livros sob demanda. Comum nos EUA, o serviço começa a surgir no Brasil e em alguns anos será tão comum quanto imprimir banners em gráficas rápidas. Novos equipamentos, como a Canon ImagePress C7000, conseguem fazer um único exemplar, com qualidade profissional, por menos de US$ 20. Para volumes maiores, até 200 livros, o custo cai para US$ 10 por exemplar. Por esse preço, produz um livro com acabamento profissional, com lombada quadrada e capa envernizada. E o autor não precisa nem sair de casa. O serviço ainda engatinha no Brasil, mas a Scortecci, uma editora paulistana, já oferece a impressão de livros sob demanda.

índice de leitura é apontado como motivo de preço alto

Jornal de Hoje / O Povo - 05.05.2012 - Henriette de Salvi - O brasileiro lê pouco porque é caro ou paga caro porque lê pouco? A baixa tiragem pode estar entre os motivos do preço das publicações no Brasil ser mais alto que em outros países. Altos impostos, tiragem reduzida, baixa demanda. São muitas linhas de pensamento que tentam explicar o preço do livro no Brasil. Apesar de os valores não serem altos quando comparados com outros artigos, como uma bolsa em uma loja de departamentos ou um prato num restaurante, – o preço médio de um livro no Brasil é de R$ 37 – os livros vendidos em solo nacional são bem mais caros do que suas versões em outros países.

Indústria criativa já é 16,4% do PIB

O Estado de São Paulo - 22.05.2008 - Nilton Brandão Junior - A indústria criativa movimenta em torno de R$ 381,3 bilhões por ano no País, o equivalente a 16,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, e emprega 35,2 milhões de pessoas. Os dados constam de um levantamento inédito feito pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e leva em conta áreas que vão desde cinema, música, arquitetura e design até atividades indiretas relacionadas e de apoio em produção e serviços. "No Brasil não havia sido feito, ainda, um levantamento assim, talvez porque não se prestou atenção que esse é um dos setores que vêm crescendo no País", disse a diretora de desenvolvimento econômico da federação, Luciana de Sá.

Jovem escritor: quer publicar um livro?

Universia - Da Redação - 23.07.2008 - Conheça dicas valiosas de quem escreve e de quem publica. Quem escreve quer ser lido. Seja poesia, crônica, romance ou contos, o mais difícil para os jovens escritores do Brasil é serem reconhecidos e chegarem a uma das principais satisfações: ter um livro publicado e divulgado no mercado editorial. Essa concepção é do escritor, Douglas Donisete Seif de Avelar, que após algumas respostas negativas em concursos, decidiu custear sua própria publicação. O jovem que escreve desde os dez anos, pagou R$3 mil para publicar 500 cópias do livro "Coisas", uma coletânea de 12 crônicas. A publicação não teve venda profissional e não foi repassada a nenhuma editora.

Justiça reafirma liminar que favorece associados da CBL contra o RECOPI

CBL Informa - 16.09.2010 - A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (SEFAZ-SP) solicitou esclarecimentos ao Juiz de Direito da 1ª Vara da Fazenda Pública, Ronaldo Frigini, sobre os efeitos da liminar concedida à Câmara Brasileira do Livro (CBL), que isenta todos os seus associados dos procedimentos exigidos pelo RECOPI, na aquisição de papel imune. Ontem (15/09), atendendo à solicitação da SEFAZ-SP, o MM Juiz de Direito Ronaldo Frigini confirmou a liminar obtida pela CBL, proferindo o despacho que nos seguintes termos: "Para atender o pleito de fls 260/261 esclareço que a liminar afastou a incidência da Portaria CAT 14/10".

Lei do preço único completou 30 anos na França

Blog do Galeno - Revista ANL - 07/10/2011 - Jean François Colosimo, presidente do Centro Nacional do Livro da França, fala com exclusividade para a Revista ANL, sobre a lei francesa, relativa ao preço único, sancionada em agosto de 1981, que completou exatos 30 anos em agosto, quando aconteceu a 21ª Convenção Nacional de Livrarias, no Brasil.

Livraria continua sendo o principal canal de vendas

ANL - 17.08.2011 - A Livraria continua sendo o principal canal de vendas de livro revela a pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial divulgada ontem, no Rio de Janeiro, RJ, numa realização da  Câmara Brasileira do Livro (CBL), do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL); e da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Entre os canais de vendas de livros no país, a Livraria continua sendo o principal com aproximadamente 105 milhões de exemplares vendidos em 2010 o que corresponde a 40,51% do mercado.

Livraria Cultura consegue financiamento de R$ 31,7 mi do BNDES

Folha de S. Paulo - Valor - 16/11/2011 - O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) aprovou a concessão de crédito no valor de R$ 31,7 milhões à Livraria Cultura, uma das maiores redes de livrarias do país. O valor deve financiar 69% do plano de investimentos da companhia, que planeja abrir cinco novas lojas no Rio de Janeiro, no Recife, em Curitiba e em Manaus.

Livreiros franceses contestam aumento de imposto

O Estado de S. Paulo - The Bookseller - 13/12/2011 - Os livreiros franceses estão chamando de uma “catástrofe” o aumento no imposto sobre as vendas de livro, que em 2012 vai passar dos atuais 5,5% para 7%. O governo francês disse que vai pedir ao parlamento para adiar por dois meses o aumento. A Associação Francesa de Livreiros (Syndicat de la Librairie Française, SLF) continua lutando para manter o imposto nos 5,5%.

Livro se compra na livraria, não na escola

Blog do Galeno - O Globo - 28/01/2011 - A Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro publicou anúncio no jornal O Globo contra a venda de livros em escolas, o que prejudica o comércio e impede alunos de ter contato com outros livros e conhecer o ambiente das livrarias e bibliotecas. Leia a íntegra da carta, que considera essa concorrência desleal e descaracteriza o papel de cada agente na cadeia do livro e leitura.

Sustentabilidade na Indústria Gráfica: sem mitos
Por Enio Zucchino

Já é passado o mote de que sustentabilidade era coisa de “marketing verde”, e que todas as empresas, incluindo as do ramo gráfico, deveriam se mostrar amigas do meio ambiente, ainda que não o fossem por completo. A última crise hídrica, quando os reservatórios e fontes de captação d´água da maior cidade do país apresentaram níveis mínimos, fazendo com que a cidade e as indústrias vislumbrassem um colapso em suas operações, mostrou a todos que ser sustentável e aliar, de modo rentável, produção eficiente e cuidado ambiental não é marketing, e, sim, algo essencial para o crescimento econômico. E mais: a situação deve ser vista e analisada com base em um horizonte bastante amplo, diante do qual ninguém pode se eximir de responsabilidade: fabricantes de tecnologia, empresários, governantes e, claro, o cidadão.

Livros de negócios ampliam espaço no mercado editorial brasileiro

Globo.com - 25.01.2008 - Eduardo Cucolo - Livros de negócios e finanças pessoais vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado editorial brasileiro. Títulos como “O Monge e o Executivo”, “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” e “Aprenda a Operar no Mercado de Ações” aparecem freqüentemente nas listas dos mais vendidos das principais livrarias do país. Os maiores sucessos desse segmento são aqueles que se encaixam no conceito americano de “soft business”, livros que traduzem conceitos complexos de economia e administração para um público que abrange especialistas e leigos. Esses livros são baseados em conceitos e trabalhos de PHDs e universidades, mas traduzidos para um públicos mais amplo”, diz Tomás da Veiga Pereira, da editora Sextante, que investe nessa área desde 2003.

Loja alemã escreve livros encomendados pelos clientes

BBC - Sergio Correa - Em uma pequena loja de Berlim, na Alemanha, é possível encomendar livros nos quais o cliente é o personagem principal. "O que você gostaria mais? Uma história de amor, de detetives, de ficção científica ou de aventura? E que tipo de personagem você gostaria de ser? Um cavalheiro, uma rainha ou um astronauta? Quem sabe uma bruxa ou um vilão?", pergunta Michael Wäser a seus clientes.

Wäser e sua equipe de escritores escrevem histórias feitas sob medida de acordo com os desejos dos clientes: o cenário, a época, o estilo, o tema, o número e a personalidade dos personagens, tudo pode ser sugerido ou determinado pela pessoa que faz a encomenda. Para ajudar os clientes a escolher, Wäser mostra um catálogo. Nele, estão narrações já prontas em todos os gêneros imagináveis, nas quais apenas o nome do cliente como protagonista é mudado.

Manifesto pela sobrevivência

Em um mês marcado por reivindicações de todos os setores da sociedade, a ABIGRAF se fez ouvir por meio do Manifesto da Indústria Gráfica à Nação. Subscrito pela ABIGRAF Nacional e por representantes de 20 associações e sindicatos regionais, o documento foi lançado em uma coletiva de imprensa no dia 12 de julho, logo após a Reunião da Diretoria Executiva da ABIGRAF Nacional, que o referendou.

Marcos Rey: Exclusivo da Global Editora

Global - 31/08/2011 - Depois de quase um ano de entendimentos a Global Editora passa a ter exclusividade sobre toda a obra de Marcos Rey nos termos de negociação que acaba de ser fechada com Palma Bevilacqua Donato, viúva do escritor. Desde 2004 a Global tem publicado alguns dos principais títulos destinados ao público adulto, da bibliografia do grande cronista da cidade de São Paulo: Memórias de um gigolô, Café na cama, O enterro da cafetina e entre outros, o inédito Mano Juan publicado em 2005.

Quase na mesma

Folha S. Paulo - Raquel Cozer - 27.12.2014 - As vendas de livros digitais no Brasil praticamente não cresceram de 2013 para 2014, segundo algumas das maiores editoras do país, como Record e Intrínseca. No final de 2013, as vendas de e-books representavam de 2% a 3% do total das vendas dessas casas, cenário similar ao atual, em que editores falam em no máximo 3%. A exceção é a Objetiva, na qual eles hoje chegam a 4%. A tendência à estagnação também ocorreu nos últimos anos nos Estados Unidos e no Reino Unido, mas com e-books correspondendo a mais de 20% do total das vendas das editoras. De 2009 para 2010, os EUA saltaram de 3%, patamar similar ao do Brasil em 2013, para 8%.

Mercado brasileiro de livros cresce e já aparece como 9º no mundo

Folha S.Paulo - 03/11/2012 - MARIANA BARBOSA - Até então "protegido" pela língua nacional, o mercado editorial brasileiro atingiu tamanho de gente grande e começa a atrair importantes grupos internacionais. Com R$ 6,2 bilhões de faturamento e 469,5 mil exemplares vendidos, o Brasil é o nono maior mercado editorial do mundo, segundo estudo recém-publicado da Associação Internacional dos Editores (IPA, na sigla em inglês). É o primeiro estudo que trás a movimentação total do mercado nacional, considerando o preço pago pelo consumidor. O faturamento das editoras, medido pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), foi de R$ 4,8 bilhões em 2011.

Mercado de livro cresce e pressiona por profissionalização

Folha de S. Paulo - 28/7/2007 - Marcos Strecker - Depois de uma década de incertezas, o mercado editorial dá sinais de ter voltado a crescer de maneira mais firme. É o que vai revelar a mais recente pesquisa conjunta do Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e da CBL (Câmara Brasileira do Livro), a ser divulgada nos próximos dias. Alguns números do levantamento foram adiantados à Folha por Paulo Rocco, presidente do sindicato que reúne editoras do país.

A pesquisa aponta um aumento do faturamento total das empresas de R$ 2,572 bilhões para um número próximo de R$ 3 bilhões, que reflete também um aumento das aquisições por programas governamentais. Mas o aumento foi de fato "puxado" pelo mercado. Em obras gerais (excluindo didáticos, religiosos e técnicos), houve um acréscimo de 9,51% no faturamento e um aumento no número de exemplares vendidos de 4,68%.

Mercado de livro de bolso avança no país

Folha de S. Paulo - 02.10.2007 - Marcos Strecker - Formato muitas vezes rejeitado e freqüentemente associado a edições de má qualidade, o livro de bolso está ganhando mais espaço nas livrarias e se firma no mercado brasileiro, mobilizando grandes editoras. Quem entra agora no segmento é a Record, maior editora brasileira, que lança o selo BestBolso, com 24 títulos.

Os lançamentos incluem um dos principais romances de Umberto Eco, "Baudolino", além de títulos conhecidos como "O Evangelho segundo o Filho", de Norman Mailer, "O Diário de Anne Frank", "A Queda", de Albert Camus, e títulos de autores conhecidos pelos best-sellers, como Frederick Forsyth ("O Negociador") e Graham Greene ("Fim de Caso").

A Record vai lançar uma média de cinco títulos mensais, cada um com tiragem de 6.000 exemplares. Além dos títulos de literatura internacional que começam a chegar às livrarias, a editora guardou para 2008 a edição de uma linha acadêmica e o lançamento dos títulos nacionais, que vai começar com "A Casa das Sete Mulheres", de Letícia Wierzchowzki.

Mercado de livro em alta destaca papel de editor

Estadão - 06.04.2013 - Eli Serenza - O número de leitores tem aumentado no Brasil. Resultados apresentados por uma pesquisa feita Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) para o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e Câmara Brasileira do Livro (CBL) indicam crescimento de 7,2% nas vendas de livros entre 2010 e 2011 – últimos dados fechados disponíveis. As editoras brasileiras comercializaram 469,5 milhões de exemplares em 2011 É um novo recorde para o setor.

Mercado Editorial Brasileiro / Agonia e salvação

Época - Beatriz Velloso - Pesquisa inédita revela que o setor de livros no Brasil é frágil, mal organizado e desprezado. Mas é possível reverter o quadro. O faturamento das editoras brasileiras caiu 48% entre 1995 e 2003 e a quantidade de exemplares vendidos no mercado diminuiu 50%. O mercado editorial brasileiro é um Mercedes circulando com rodinhas de rolimã. A metáfora é usada pelos professores Fábio Sá Earp, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e George Kornis, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Juntos, eles acabam de finalizar a pesquisa mais completa e detalhada sobre o universo do livro já feita no Brasil. O estudo demorou um ano e meio para ficar pronto, e foi bancado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES.

A idéia é usá-lo para definir novas políticas de investimento no setor. Os resultados serão divulgados oficialmente na quinta-feira 16, no Rio de Janeiro, durante a abertura da Primavera dos Livros, feira na qual títulos de pequenas e médias editoras são vendidos com descontos. ÉPOCA antecipa os números e as conclusões - nada animadoras - dos pesquisadores. Segundo Earp e Kornis, o panorama é nebuloso.

Mercado editorial brasileiro cresce e fatura mais de R$ 3 bilhões

Folha Online - 01.10.2008 - O mercado editorial brasileiro registrou um faturamento de R$ 3,013 bilhões em 2007, o que corresponde a um crescimento nominal de 4,62%, segundo um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade São Paulo. Descontada a inflação do setor, de 4,18%, o crescimento real foi de 0,44%. O volume de vendas alcançou aproximadamente 329 milhões de exemplares, o que representa um aumento de 6,06% em relação a 2006. Os dados apontam que o volume de livros vendidos foi de cerca de 329 milhões de exemplares em 2007, aumento de 6,06% em relação ao ano anterior.

Mercado editorial brasileiro faturou quase R$ 3 bilhões em 2006

Agência Brasil - 29 de Julho de 2008 - Flávia Albuquerque - O mercado editorial brasileiro faturou R$ 2,88 bilhões em 2006, o que representa 11,9% a mais do que em 2005. Foram vendidos 310 milhões de exemplares, 14,85 a mais do que no ano anterior. O número de títulos editados em 2006 foi de 46.026, resultado que ficou 10,8% acima do de 2005.

As informações foram divulgadas hoje (29) pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), durante a apresentação da 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Segundo a CBL, existem atualmente no país 545 editoras ativas. A CBL divulgará os dados de 2007 durante a feira, que será realizada de 14 a 24 de agosto em São Paulo.

Mercado editorial permanece aquecido

Valor Econômico - 05/02/2009 - João Villaverde - O terremoto financeiro que abalou a maioria dos setores econômicos parece não ter atingido o mercado de livros de economia e finanças pessoais brasileiro. A perspectiva do setor é que este ano seja igual ou ainda melhor do que 2008, um período considerado bastante positivo para o setor. "É possível ver pelo varejo que a partir do fim de 2008 as vendas de títulos sobre investimentos em mercados de renda fixa e variável aumentou, e isso deve refletir-se ao longo de 2009, com mais lançamentos nessa área", observa Soraya Carpes, diretora de produtos editoriais da Fnac Brasil.

Mulher lê mais que homem, aponta pesquisa nacional

Folha de São Paulo - 28.05.2008 - Lucas Ferraz - As mulheres lêem mais que os homens, diz a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que será divulgada hoje, em Brasília. O estudo, elaborado pelo Instituto Pró-Livro, mostra que população está acostumada a dedicar muito pouco - ou quase nenhum - tempo aos livros. Do total dos leitores, 55% são do sexo feminino, público maior em quase todos os gêneros da literatura -os homens lêem mais apenas sobre história, política e ciências sociais.

Segundo a pesquisa, a Bíblia é o livro mais lido pela população brasileira - 43 milhões de pessoas já a leram, dos quais 45% afirmaram fazê-lo com freqüência. O segundo colocado é o livro "O Sítio do Picapau Amarelo", de Monteiro Lobato, apontado como o escritor mais lido no Brasil. A lista dos escritores brasileiros mais lidos inclui ainda, pela ordem, além de Lobato, Paulo Coelho, Jorge Amado e Machado de Assis.

Na Bienal do Rio, Dilma anuncia programa para vender livro popular a R$ 10

UOL - 01/09/2011 - Fabíola Ortiz - A presidente Dilma Rousseff anunciou a criação do Programa do Livro Popular, na cerimônia de abertura da Bienal Internacional do Livro, no Rio de Janeiro. O programa pretende fomentar a produção e a comercialização de livros que custem R$10. A ideia é baratear e facilitar o acesso aos livros para formar mais leitores no país. O preço de R$10 para o livro popular foi determinado a partir de estudos que levaram em conta o impacto desse valor no orçamento familiar em diferentes classes sociais, segundo estudos de consumo cultural feitos pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e pela Associação Nacional de Livrarias a partir de dados do IBGE.

Negociação da Siciliano completa um ano

Valor Econômico - 25/02/2008 - Tainã Bispo - A negociação para comprar a rede de livrarias e editora Siciliano completa, neste mês, um ano. Mas ainda não se chegou a um acordo entre as empresas interessadas e os sócios da varejista - a família Siciliano e o fundo de investimento Darby Overseas, que tem 35% de participação na empresa. Recentemente, a Siciliano vendeu o prédio onde está instalada, no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo, por cerca de R$ 14 milhões, para um grupo ligado à educação. Dessa forma, parte da dívida foi abatida.

No Brasil ou sua empresa cresce ou fecha

O Estado de S.Paulo - Ligia Aguilhar - 22.12.2011 - Há anos o presidente do Conselho Administrativo da Livraria Cultura, Pedro Herz, de 71 anos, praticamente aboliu a terceirização de serviços. Ele prefere contratar e treinar funcionários por conta própria. Do faxineiro ao arquiteto. O empresário também não tem secretária e, por isso, atende o telefone, responde e-mails e faz a reserva de passagens aéreas e hotéis nas viagens a negócios. "Ninguém conhece meus problemas como eu."

Nos EUA, livros migram das livrarias para lojas diversas

O Estado de S. Paulo - 28/02/2011 - Sílvio Guedes Crespo - Editoras nos Estados Unidos estão conseguindo emplacar seus livros em lojas que não têm nada a ver com o mercado editorial, à medida em que as grandes livrarias estão mudando o foco para produtos eletrônicos, relata o “New York Times”. A Kitson, uma rede de butiques frequentada por celebridades, vendeu no ano passado 10 mil livros, o dobro do ano anterior.

Novas regras ortográficas derrubam mercado de livros usados em BH

Portal UAI - Estado de Minas - 20/01/2010Tetê Monteiro - O tradicional mercado de livros didáticos usados em Belo Horizonte perdeu fôlego este ano. As quedas nas vendas chegam a 40% em algumas livrarias da capital. O principal motivo para a baixa, de acordo com os lojistas, é a adequação das editoras à reforma ortográfica instituída em 2008 no país e com prazo de transição até 2012. Com isso, as escolas passaram a exigir edições mais atualizadas – o que significa que o segmento de livro didático usado continuará em queda até a completa implementação das novas regras. “As vendas caíram muito. Aqui na Livraria Ouvidor, chegam a 40%”, afirma o supervisor Bruno Ferreira. A livraria, localizada na Galeria do Ouvidor, no Centro de BH, um dos pontos de referência para quem quer comprar, trocar ou vender livros usados, está há 40 anos no mercado.

O declínio dos jornais

Tweet este Post - 29.02.2012 - Por Renato Cruz - O jornal impresso não morreu, mas os sinais de declínio são inegáveis. Mark J. Perry, professor de Economia e Finanças da Universidade de Michigan, traçou um gráfico mostrando que, no ano passado, a receita publicitária dos jornais americanos atingiu seu nível mais baixo em 60 anos.  Os dados, da Newspaper Association of America, foram ajustados pela inflação.

O Fundo Pró-Leitura e o comércio distribuidor / José Henrique Guimarães

27/7/2009  - Tenho para mim a convicção de que um dos principais instrumentos de facilitação do acesso ao livro no Brasil é o comércio no varejo e no atacado. Na hipótese de institucionalização do Fundo Pró-Leitura e a taxação única em cascata de 1 % sobre o faturamento das empresas, os distribuidores e livreiros serão duramente penalizados, pois operam com margens de lucro muito reduzidas – no caso das distribuidoras, por exemplo, próximas desse percentual. Com os dois principais elos da cadeia de suprimentos enfraquecidos pela taxação em cascata, o Fundo pode de forma contraditória tornar-se uma grave barreira a novos investimentos, ao menos do setor.

O lugar do escritor

Gazeta Online - 23/02/2008 - Marcelo Pereira - A produção literária do Espírito Santo gira em torno de uma média de 15 livros por ano (considerando apenas obras de ficção). Mas, onde estão esses romances, crônicas, contos e poemas? Encontrá-los é tão (ou mais) difícil do que comprar CDs (originais) de bandas de rock independente. Com um mercado editorial infinitamente menor, no qual autores não contam com um sistema de distribuição a seu favor, talvez seria bem-vinda a reserva de espaço nas lojas e livrarias para as produções daqui.

Escritores e especialistas em literatura são favoráveis a essa estante diferenciada, mas com ressalvas (veja quadro de opiniões). Desde que não fique no fundo da loja e que não vá confundir conceitos. Afinal, ninguém seria louco para dizer que existe uma "literatura capixaba", como se o que se escreve aqui tivesse um, digamos, DNA diferenciado. Colocadas as regras, vamos aos fatos. A reportagem procurou as três grandes redes de livrarias atuantes no Espírito Santo: a local Logos, a mineira Leitura e a paulista Siciliano. Nenhuma delas mantém espaço diferenciado para escritos do Espírito Santo.

O poder da indústria virtual sobre o mercado literário

Globo News - Espaço Aberto - 18/01/2011 - Ex-presidente da Biblioteca Nacional da França, o historiador e escritor Jean-Noël Jeanneney é radicalmente contra o projeto de digitalização de livros feito pelo Google. "Sempre que permitimos que um monopólio se instale, ele tende a violar as regras. E isso foi o que o Google fez. Um verdadeiro roubo", afirmou. Para Jeanneney, a ação permite que o Google controle o mercado editorial e, consequentemente, o que os leitores de todo o mundo irão ler.

Objetiva anuncia intenção de adquirir 75% da Martin Claret

O Globo Online - 24.09.2007 - Em nota distribuída à imprensa nesta segunda-feira, a Editora Objetiva e a Martin Claret informaram ter firmado um memorando de intenções relativo à aquisição, por parte da Objetiva, de 75% das cotas da Martin Claret. Segundo a nota, "o acordo reflete a intenção da Objetiva de investir no segmento de livros de bolso, entre os mais promissores do mercado editorial brasileiro".  Em 2005, a espanhola Santillana, do Grupo Pisa, comprou 75% da Objetiva por R$ 20,387 milhões. Quatro anos antes, a mesma empresa já havia adquirido a Moderna, especializada em livros didáticos, e a Salamandra, responsável por títulos voltados para o público infanto-juvenil.

Obra adulta de Lobato volta com sucesso

Folha de S. Paulo - Marcos Strecker - 17.04.2008 - Ninguém duvidava que as edições infantis de Monteiro Lobato voltariam a vender -e muito- com o relançamento de suas obras completas. Mas a grande procura pela sua obra adulta, restrita aos sebos há anos, é a maior surpresa no atual relançamento dos livros do criador do Sítio do Picapau Amarelo. Em outras palavras, Jeca Tatu está ameaçando o lugar de Emília. A extensa produção ensaística, crítica e ficcional de Lobato -incluindo as histórias infantis que preencheram o imaginário de várias gerações- está voltando às livrarias após dez anos de brigas judiciais.

Obra de Monteiro Lobato volta a ser publicada

O Estado de S. Paulo - 12/09/2007 - Ubiratan Brasil - Sábado (15/09) é o dia que vai marcar o ressurgimento da obra de Monteiro Lobato nas livrarias. Nessa data, a editora Globo passa oficialmente a republicar a obra do escritor, um total de 56 livros, dos quais 31 títulos voltados para o público infanto-juvenil. "Até o fim de 2008, pretendemos ter toda obra já disponível ao público", comenta Lúcia Machado, diretora da Unidade de Negócios Infantis da editora. Inicialmente, a Bienal do Livro do Rio de Janeiro será o único ponto-de-venda.

Os best sellers agora latem e até relincham

O Estado de S. Paulo - Dwight Garner - Nos últimos dois anos, livros sobre animais de estimação, tanto em ficção como não-ficção, têm vendido como água. Quatro pernas bom, duas pernas ruim. Esse é um dos slogans retumbantes do romance Animal Farm (A Fazenda dos Animais ou A Revolução dos Bichos nas traduções brasileiras), de George Orwell, de 1945. Também parece, cada vez mais, o lema que pode ser colado à testa de executivos de editoras em Manhattan. Os livros sobre animais estão vendendo como água. Os best-sellers mais surpreendentes dos últimos dois anos - tanto em ficção como não-ficção - foram, de fato, sobre animais adoráveis.

Pão de Açúcar faz parceria com Catavento

Valor Econômico - 22/10/2007 - Tainã Bispo - O grupo Pão de Açúcar encontrou um novo fornecedor para a sua seção de livros. Segundo o próprio varejista, a distribuidora Catavento, no mercado desde 1964, irá substituir a parceria que o grupo teve com a livraria Laselva por três anos e que foi dissolvida há cerca de dois meses. A Catavento começou a abastecer as 36 lojas da bandeira Pão de Açúcar que oferecem livros (de um total de 162) há duas semanas, informou Julio Cesar Cruz, diretor da Catavento. Segundo ele, "a Catavento dará continuidade ao trabalho da Laselva", mas fará algumas mudanças sutis.

Para celebrar os 35 anos da Coleção Vaga-Lume

PublishNews - 12/12/2007 - Em comemoração aos 35 anos de uma das mais importantes coleções jovens da literatura brasileira, a Vaga-Lume, a Editora Ática lança um box especial com os dez maiores clássicos da série. "A idéia é resgatar em todos que cresceram lendo a Vaga-Lume o eletrizante clima de mistério e aventura presente nos títulos", afirma João Arinos, diretor-geral da Abril Educação (Editora Ática e Editora Scipione). Criada na década de 70, a Vaga-Lume revolucionou o mercado editorial brasileiro ao apresentar autores contemporâneos, com narrativas, temas e projeto gráfico adequados ao público. O contexto das salas de aula à época também contribuiu para o estrondoso sucesso da coleção. Atualmente, a Vaga-Lume conta com 90 títulos e, de 2001 a 2007, vendeu mais de 1,5 milhões de exemplares. O preço sugerido será de R$ 229,90.

Patrocínio está em alta no Brasil

Gazeta Mercantil - 24/7/2007 - Gustavo Viana - O patrocínio detém 27% da verba total de comunicação das 500 maiores empresas e 300 maiores anunciantes do País, sendo superado apenas pela publicidade, com 30%. O aporte em patrocínio aumentou 41% de 2005 para 2006, se dando em 91% dos casos na área social, 79% dos casos na área cultural, 66% na área ambiental e 51% na área esportiva. O objetivo do patrocínio para as empresas é gerar empatia da comunidade (96%), expressar os valores da cultura organizacional (91%) e reforçar positivamente a imagem da empresa (89%), informa a Significa.

Pedro Herz fala de desafios de empreender no Brasil

O Estado de S. Paulo - 20/02/2014 - Daniel Fernandes - Pedro Herz, da Livraria Cultura, deu entrevista à TV Estadão e falou sobre desafios de empreender no Brasil e gestão familiar. Uma das recomendações de Herz para quem quer montar um negócio é ficar atento na hora de escolher a equipe, pois hoje a qualidade da mão de obra é baixa, de forma geral, não apenas no mercado em que ele atua. "Sofremos um apagão  do ensino", diz. E para resolver esse problema, segundo o empresário, não adianta apenas investir em treinamento. "Eles [funcionários] ligam no piloto automático, mas isso não significa que sabem voar", explica. Outra sugestão de Herz é conhecer bem o mercado e crescer sempre, mas passo a passo. "Não deve se endividar", alerta. Pedro Herz também falou de inovação, oportunidades no mercado de livros e gestão familiar.

Penguin compra 45% da Companhia das Letras

PublishNews - Roberta Campassi - 05/12/2011 - Numa movimentação inédita na história da Penguin e no mercado editorial do Brasil, a editora inglesa adquiriu 45% da Companhia das Letras, por um valor não divulgado. O negócio coloca a editora brasileira em posição de vantagem para expandir seu catálogo e avançar no mercado de publicações digitais. Ao mesmo tempo, fortalece o grupo Pearson no país, que é não apenas dono da Penguin como também o maior do mundo em serviços educacionais.

Pesquisa CERLALC até 20 de novembro - Participe!

O Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe (CERLALC) está realizando uma pesquisa com empresas do mercado editorial a fim de elaborar um estudo sobre os avanços das políticas nacionais de leitura nos países ibero-americanos. E, por esta razão, com o objetivo de obter informações mais amplas e específicas de cada uma das empresas do setor, solicitamos aos nossos associados que colaborem com a organização, respondendo, até o dia 20/11, o questionário (disponível para download) e enviando-o diretamente ao CERLALC através do e-mail: sier@cerlalc.org.

Pesquisa de Custos dos Insumos do Livro

O SNEL, entre outras pesquisas, desenvolve a Pesquisa de Custos dos Insumos do Livro, com periodicidade bimestral. Este importante trabalho permite acompanhar a variação dos custos dos insumos do livro e seu comportamento em relação à produção editorial, permitindo assim a criação de uma ferramenta valiosa neste período de grande peso nas informações do mercado.

Pesquisa divulgada hoje mostra quanto o brasileiro gasta em livros

CBL - 08.09.2009 - O estudo revela que, na média nacional, 40,7% das famílias brasileiras adquirem anualmente algum tipo de material de leitura. A pesquisa “O Livro no Orçamento Familiar” foi apresentada nesta terça-feira, 8 de setembro, no Rio de Janeiro, por oito entidades ligadas ao mercado editorial: Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL); Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR); Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro (AEL); Associação Nacional de Livrarias (ANL); Câmara Brasileira do Livro (CBL); Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL);  Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL); e Instituto Pró-Livro (IPL).

Pesquisa do IBGE

A Tarde Online - Alana Gandra - O aumento da oferta de equipamentos culturais nos municípios brasileiros, como provedor local de internet, que subiu 178% entre os anos de 1999 a 2006, está entre os dados apurados pelo Suplemento de cultura da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic 2006), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A pesquisa mostra a incorporação de novos usuários e, segundo o ministro da Cultura, Gilberto Gil, "não é à toa que nos dedicamos à inclusão digital, às políticas digitais de extensão de banda larga e de acesso à internet". O número de provedores evoluiu de 16,4% dos municípios em 1999 para 45,6%, em 2006. Já em relação a 2005, quando o percentual foi de 46%, a pesquisa mostrou estabilidade.

Pesquisa mostra que 445 municípios do país ainda não têm bibliotecas

UOL Educação - 30.04.2010 - Paula Laboissière - Pesquisa divulgada hoje (30) pelo Ministério da Cultura revela que em 445 cidades brasileiras ainda não há bibliotecas municipais. O índice representa 8% dos 5.565 municípios em todo o país. O estado com o maior número de cidades sem esses espaços para leitura é o Maranhão (61). Tocantins é o estado com maior índice de bibliotecas por grupo de 100 mil habitantes. Bibliotecas municipais têm quatro funcionários em média, a maioria sem formação específica. O 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais foi realizado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e encomendado pelo ministério.

Pesquisa Nacional sobre Comportamento do Leitor / Retratos da Leitura II

O Instituto Pró Livro está promovendo a segunda versão da pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, com o objetivo de conhecer o comportamento leitor da população brasileira e comparar esses resultados com os dados coletados na primeira edição da pesquisa divulgados em 2001. Os principais itens abordados devem permitir identificar o perfil do leitor de livros, suas preferências e motivações para ler; fatores que contribuem para a formação do leitor, o perfil do não leitor, possíveis barreiras e os indicadores de acesso ao livro.

Pesquisa realizada pelo Instituto Pró-Livro revela retrato da leitura no país

Criado em outubro de 2006 com o objetivo de desenvolver ações de fomento à leitura e acesso ao livro no Brasil, o Instituto Pró-Livro (IPL) entra na fase final de seu primeiro grande projeto: traçar o comportamento do leitor brasileiro através da pesquisa “Retratos da Leitura”. O estudo vai desenhar o atual cenário da leitura com perspectivas de motivação, participação do educador, acesso ao livro, até a presença e o papel das bibliotecas públicas na formação de leitores.

PESQUISA RETRATOS DA LEITURA

O Instituto Pró-Livro disponibiliza, nesta seção, a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil para consulta. Clique Aqui. Mais informações: Rua Funchal, 263 cj. 33 - CEP 04551-060 - Vila Olímpia - São Paulo - SP - Telefone: (11) 3846-6475 - E-mail: instituto@institutoprolivro.org.br.

Pesquisa revela que venda de livros no Brasil cresceu 13% em 2010

Jornal do Brasil - 16.08.2011 - O brasileiro, em 2010, comprou mais livros do que em 2009. Segundo dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas  (FIPE/USP), o aumento de exemplares vendidos foi de 13%. Isso impulsionou o faturamento do setor editorial, que cresceu 8% e alcançou a casa dos R$ 4,5 bilhões. Este ganho de escala permitiu a manutenção da tendência da queda do preço médio do livro vendido, observada desde 2004, com um recuo em 2010 de 4,42%.

Pesquisa sobre Livros e Conteúdo Digital

O Observatório da Leitura, em parceria com a CBL, Câmara Brasileira do Livro  e Imprensa Oficial divulgou no final da manhã desta quarta-feira, 31/03, dentro do 1º Congresso Internacional do Livro Digital, uma pesquisa inédita sobre o consumidor de livros e de conteúdo digital no Brasil.  Galeno Amorim e Maurício Garcia apresentaram os resultados.  O Brasil tem 95 milhões de leitores, sendo que cada brasileiro lê em média 4,7 livros por ano. Um total de 77 milhões não tem hábito de ler livro algum.

Poesia deixa de ser o patinho feio, diz pesquisa

JB Online - Bolívar Torres - 07.06.2008 - Os resultados da pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro entre 2001 e 2007, divulgada esta semana, com o objetivo de traçar um perfil dos leitores brasileiros, trouxe à tona ao menos uma surpresa. Tradicionalmente considerada o patinho feio das editoras, por causa da baixa vendagem, a poesia aparece em posição de destaque na enquete, que entrevistou 5.012 pessoas em 311 municípios. Em determinados Estados, o gênero chega a ultrapassar os livros religiosos e de auto-ajuda. Dos entrevistados, 42% dizem que lêem poesia com freqüência. O número cresce entre os mais jovens, dando a entender que um novo público apreciador pode estar se formando. Entre os autores mais populares, poetas como Vinicius de Moraes e Cecília Meirelles surpreendem, colocando-se em quinto e sexto lugar. Os números põem em pauta uma velha questão: qual o verdadeiro lugar da poesia no mercado editorial brasileiro?

Preço de livro estrangeiro fica mais caro

Valor Econômico - 30/04/2008 - Tainã Bispo - O acirramento da competição entre as editoras brasileiras, o maior poder de compra dos consumidores e a valorização do real têm inflacionado os preços dos direitos autorais de títulos internacionais. Na hora de adquirir uma obra - geralmente de apelo mais comercial e de auto-ajuda -, os valores ofertados chegam a ser dez vezes maiores do que há dois anos. Uma editora, que prefere não ter seu nome citado, diz que num leilão recente de uma obra estrangeira o lance inicial foi estipulado em US$ 50 mil. Até 2006, a negociação de um livro desse tipo, segundo ele, começava na casa dos US$ 5 mil.

Preço dificulta venda da Siciliano

Valor Econômico - 9/8/2007 - por Tainã Bispo - Cerca de oito meses se passaram desde que a família Siciliano, junto com o fundo de investimento Darby Overseas (cuja participação na companhia é de 35%), decidiu se desfazer da empresa fundada em 1928. Até agora, no entanto, não houve nenhum pronunciamento oficial. Pelo contrário. É possível que os sócios mudem de direção nos próximos meses. A família tem, guardado na gaveta há cerca de um semestre, um plano B.

Preço do livro cai e faturamento das editoras estaciona

PublishNews - 11/08/2010 - Por Maria Fernanda Rodrigues - No ano de 2009 o mercado editorial brasileiro aumentou suas tiragens, barateou o preço dos livros e não faturou muito mais do que em 2008. Neste período, foram colocados no mercado 386,3 milhões de exemplares, 13,55% a mais em relação ao ano anterior. Em número de títulos lançados, o aumento foi pequeno, de 2,7%. No total, saíram das editoras 52.509 títulos (30 mil reedições). O faturamento do setor ficou em R$ 3,376 milhões. No ano anterior, foram R$ 3,305 milhões, demonstrando uma melhora tímida de 2,13%. Mas quem ganhou mesmo foi o consumidor, que pagou menos pelo livro. O preço médio foi calculado em R$ 11,11. Aliás, esse valor está em queda desde 2004, quando o livro custava em média R$ 12,68.

Preço do livro deve subir entre 6% e 12%

Valor Online - 06.11.2008 - Beth Koike - Depois de reduzir o preço dos livros entre 2006 e 2007, as editoras devem promover aumentos entre 6% e 12% em seus títulos no próximo ano. "É o maior aumento desde 2004, quando o setor ficou isento de PIS e Cofins", diz Sonia Jardim, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e vice-presidente da editora Record. Segundo as editoras ouvidas pelo Valor, o reajuste é consequência, basicamente, de três fatores: aumento no preço do papel (por causa da alta do dólar) e os dissídios dos trabalhadores da indústria gráfica e das editoras que devem ficar acima de anos anteriores. No custo de produção de um livro, o papel representa 60% e os serviços gráficos respondem por 40%.

Preço dos livros didáticos sofre aumento de 6% e assusta pais

G1 - 08/02/2011 - Um item do material escolar anda tirando o sono dos pais este ano: o livro didático. O preço dos livros novos comercializados nas livrarias é sugerido pelas editoras. Este ano, quase todos tiveram aumento em torno de 6%. A Associação Brasileira de Editores de Livros Escolares explicou que o motivo é o alto custo de produção para fazer um livro didático. Em uma editora, o principal gasto é com papel.

Preço Fixo do Livro: o que é isso?!

Blog do Galeno - Em vigor em diversos países e, mais recentemente, adotada na Espanha e no México, a Lei do Preço Fixo do Livro divide a opinião de especialistas e da própria cadeia produtiva do livro. Hoje, no Brasil, o preço de capa é sugerido pelas editoras e os pontos de venda definem por quanto vão vender. Pela proposta em pauta, passaria a existir um teto máximo para os descontos, conferindo, pelo menos teoricamente, uma certa igualdade na competição entre grandes redes, hipermercados e pequenas livrarias. Embora o debate ainda não tenha conquistado o grande público, existem duas posições principais.

Prisa acorda venda de 25% da editora Santillana

Jornal de Negócios - 28.09.2009 - Lucia  Crespo - O grupo de meios de comunicação Prisa, detentora da TVI, prossegue a sua política de desinvestimentos, anunciando hoje um "princípio de acordo" para a venda de 25% do capital da Santillana, editora presente em Portugal. A Prisa acordou vender os 25% da Santillana ao fundo privado DLJ South American Partners (DLJSAP), que avalia a editora em 1.450 milhões de dólares (987 milhões de euros), informou hoje o grupo espanhol à CNMV (Comisión Nacional del Mercado de Valores). “O grupo Santillana, líder editorial nos mercados de livro e de edições generalistas em Espanha e na América Latina, foi avaliado em 1.450 milhões de dólares”, refere a Prisa em comunicado divulgado no seu “site”.

Produção da indústria gráfica nacional cai 0,6% no primeiro semestre de 2012

Abigraf - O desempenho da Indústria Gráfica nacional no primeiro semestre de 2012 sofreu decréscimo de 0,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior, conforme revela balanço elaborado pela consultoria econômica Websetorial para a ABIGRAF Nacional. A comparação entre os primeiros semestres de 2012 e 2011, por segmentos gráficos, mostra resultados positivos para alguns tipos de produtos impressos, como o de embalagens, que registrou expansão de 2,3%; e o de embalagens impressas de papel ou papelão de uso geral, com crescimento de 3,2%. No mesmo período, a retração foi percebida nos segmentos de Impressos Comerciais, com decréscimo de  10%; de Jornais (2,6%); de Embalagens Impressas de Plástico (2,3%); e produtos gráficos Editoriais (0,4%), em especial os livros.

Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro 2008

Elaborado Fipe/USP, por solicitação da CBL e do SNEL, o levantamento traz informações importantes para o mercado. O preço dos livros caiu: O preço médio constante do livro (todos os gêneros), por unidade vendida, variou de R$ 8,58 em 2004 para R$ 8 em 2008. Se levarmos em consideração que a inflação acumulada no período 2004/2008 foi de 14% (IPCA) ou de 21% (IGP-M), a queda do preço do produto editorial fica ainda mais evidente. A produção total caiu em 3,17%. Foram 340,2 milhões de exemplares produzidos em 2008 contra 351,4 milhões em 2007.

Quanto vale a indústria do livro

PublishNews - 13/04/2011 - Maria Fernanda Rodrigues - “A indústria do livro sempre achou que pouco contribuía para a economia, mas isso é um erro”, disse Jens Bammel, secretário geral da International Publishers Association (IPA) durante a apresentação da pesquisa “Global Publishing Market” na manhã desta quarta-feira (13), na Feira do Livro de Londres. Se somadas, as vendas (em euros) das outras indústrias criativas, como música (18,2 bi), filmes (17,9 bi) e jogos (32,5 bi), não chegam ao total do mercado editorial, avaliado em 80 bi de euros.

Que tipo de livro mais vende no país?

Valor Econômico - 04.04.2013 - Pesquisa feita pela GfK, empresa alemã de pesquisas e  quarta maior do mundo neste setor, mostrou que literatura estrangeira e ficção infantil e juvenil foram os gêneros de livros mais vendidos no Brasil no ano passado. O “Painel de Livros GfK” é a primeira pesquisa contínua que mede as vendas de livros no varejo. Por isso, não é possível fazer comparações com anos anteriores a 2012.

Rede de livrarias Borders pede concordata nos EUA

Reuters -  Phil Wahba e Tom Hals - 16/02/2011 - A Borders Group fez um pedido de proteção judicial contra falência nesta quarta-feira e afirmou que planeja fechar quase um terço de suas livrarias após anos de vendas fracas que tornaram impossível para a empresa administrar sua dívida. A esperada concordata da companhia dará à segunda maior rede de livrarias dos Estados Unidos uma chance de arrumar suas finanças e encolher seus negócios.

Retrospectiva 2011: Literatura

Estadão - 22.12.2011 - Milhares de livros foram lançados em 2011 no Brasil. Dentre os novos títulos e outros tantos a que se somaram nas prateleiras das bibliotecas e livrarias (esta última responsável por cerca de 40% da comercialização de livros em 2010, segundo a ABL), uma variedade de assuntos marcou o top 10 dos best-sellers de 2011. No topo da lista, Ágape, de Padre Marcelo Rossi, ficou à frente do segundo colocado do ranking por milhares de cópias. Foram cerca de 500 mil, contra 98 mil de A Cabana, de William P. Young, de acordo com o site especializado Publish News.

Saída de editor gera dúvida sobre futuro perfil da Cosac

Folha de S. Paulo - 28/05/2011 - Por Fábio Victor e Josélia Aguiar - A saída recente de Augusto Massi da presidência da Cosac Naify trouxe de volta ao mercado de livros uma questão recorrente: sua excelência editorial e gráfica é viável comercialmente? O poeta e professor de literatura da USP, no cargo por uma década, era conhecido como o talento editorial que solidificou seu catálogo. Rigoroso, perfeccionista, era por vezes difícil no trato.

Saraiva quer "enxoval" para lojas e divide opiniões

Valor Econômico - 21/09/2007 - por Tainã Bispo e Claudia Facchini - O novo contrato que a livraria Saraiva enviou aos fornecedores nos últimos dois meses divide opiniões no mercado editorial. Algumas editoras sentiram-se incomodadas com as cláusulas impostas pela varejista por considerá-las abusivas. Mas isto não é consenso. A Record e a Sextante vêem com bons olhos o novo modelo de contrato e dizem estar dispostas a negociar com a rede de livrarias. O acordo, ao qual o Valor teve acesso, prevê a adoção de práticas conhecidas em outros segmentos do varejo, como, por exemplo, o "enxoval", bastante comum nos supermercados.

Segmento Livreiro cresce em 2008

Em levantamento inédito, a Associação Nacional de Livrarias (ANL) realizou, junto a suas associadas — que representam 67% do setor entre pequenas, médias e grandes livrarias — uma amostragem sobre o desenvolvimento do setor livreiro no Brasil. A primeira questão abordou a expectativa de crescimento que tinham no início de 2008 comparativamente ao ano de 2007, que foi em torno de 12,12%. Em seguida o levantamento questionou se a meta seria atingida (ele foi realizado entre as duas últimas semanas de novembro) e a média real se apresenta em 10,46%, incluindo o mês de dezembro.

Sem 'Harry Potter', lucros de editora despencam 74%

BBC Brasil - A editora responsável pela série Harry Potter, Bloomsbury, viu seus lucros anuais cairem 74% em 2006, um ano em que não foi publicado nenhum livro novo sobre as aventuras do menino feiticeiro. Os lucros antes da dedução de imposto caíram de 20,1 milhões de libras (o equivalente a pouco mais de US$ 39,6 milhões) registrados em 2005 para 5,2 milhões de libras (o equivalente a quase US$ 10,2 milhões), em 2006. Os resultados não surpreenderam, uma vez que a Bloomsbury já havia advertido em dezembro que seus lucros para o ano seriam menores. O sétimo e último livro da série, Harry Potter and the deathly hollows (Harry Potter e as insígnias mortais) deverá ser lançado em julho próximo.

Sem primavera para os livros árabes

Folha de S. Paulo - Josélia Aguiar - 24/10/2011 - Uma revolução no Cairo nos dias em que ocorreria sua tradicional feira do livro, uma das mais importantes do mundo árabe, levou os editores e livreiros da região à primeira grande baixa: 50% do negócio encolheu em seis meses. Agora é outra crise que os leva a ter mais prejuízo, entre 30% e 50%, na Feira do Livro de Frankfurt, a mais importante no mundo, encerrada nesta quarta-feira.

Ser e estar livreiro em tempos modernos

Estadão - 18.08.2009 - Vitor Tavares - Em tempos antigos, nas mais diversas civilizações, a leitura e o saber formavam um misto de paixão e poder a que apenas os mais privilegiados tinham acesso. Nos tempos modernos, essa paixão ainda persiste - para muitos, com o mesmo entusiasmo -, mas o acesso tornou-se bem mais democrático. Ferramentas de comunicação, em suas mais modernas formas tecnológicas, e o livro, um dos principais vetores do saber, convivem democraticamente disseminando o conhecimento. Mesmo assim, para os pessimistas, o livro e o exercício da atividade do livreiro estariam com os dias contados, quase uma visão apocalíptica do fim dos tempos. Os mais nostálgicos se lembram das lojas de discos, superespecializadas e cobiçadas, que desapareceram no tempo. Cabe a nós, livreiros, então, a sobrevivência desse segmento.

Setor gráfico registra déficit comercial pelo 5º ano

ISTOÉ Dinheiro - Agência Estado - 03.01.2012 - A indústria gráfica brasileira afirma que o superávit registrado pela balança comercial brasileira em 2011, anunciado ontem pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, não reflete a realidade vivida pelo setor. Desde 2007, a indústria registra déficits em sua balança, de acordo com nota à imprensa distribuída na tarde de hoje.

Sobre livros perdidos e encalhados

Folha de S. Paulo - 16/08/2010 - Por Josélia Aguiar - O modismo chamado O Código Da Vinci, o romance histórico-policial de Dan Brown, estava no auge quando o Eurostar, serviço europeu de trens de alta velocidade, divulgou a notícia de que, ao cabo de um ano, quase mil exemplares do best-seller haviam sido deixados na linha Londres-Paris. "O que pensar disso?", perguntou-se uma colunista, chocada. O descarte de tantos Código Da Vinci trazia de volta o antigo debate -que data do século 18- sobre a superoferta de títulos. Até o último domingo, o Google contabilizava, em todo o mundo, 129.864.880 de títulos, numa consulta a cerca de 150 fontes (bibliotecas, livrarias, catálogos e fornecedores).

Sócios da Nobel lançam franquia de imobiliária

Valor Econômico - 21/6/2007 - Tainã Bispo - Fundada em 1943, como uma rede de livrarias, a empresa proprietária da marca Nobel está cada vez mais distante do mercado livreiro. A guinada para um outro tipo de negócio começou há cerca de três anos, quando a família Milano percebeu que a "vocação" da empresa estava no setor de franquias. Desde então, as duas principais fontes de receita da companhia são as vendas de produtos de marca própria (através da editora, que tem quatro selos, e de brindes, por exemplo) e os royalties obtidos com as lojas - nos mais variados setores, diga-se de passagem.

SP multará consultora que escolheu livro com palavrão para alunos da 3ª série

G1-Globo - 08/07/2009Secretaria de Educação também pedirá ressarcimento de editora. Obra em quadrinhos tinha palavrões e conotação sexual.  Secretaria Estadual de Educação de São Paulo informou nesta quarta-feira (8) o resultado da sindicância que apurou as responsabilidades na aquisição do livro "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol", obra em quadrinhos que contém palavrões e conotação sexual e seria usada como material de apoio na alfabetização de crianças da terceira série. Em um comunicado divulgado por volta das 19h30, a pasta disse que pretende multar a consultora contratada para selecionar os acervos do Programa Ler e Escrever.

Tarifas postais e o peso dos livros

Blog do Galeno - 23/11/2007 - A retomada da tarifa postal especial para livros voltou a bater na porta do Ministério das Comunicações. A Mesa da Câmara dos Deputados fez chegar ao ministro Hélio Costa uma indicação apresentada pelo então deputado Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB) nesse sentido. O parlamentar - que renunciou recentemente ao mandato para protelar o julgamento do caso em que é acusado de matar um adversário político na Paraíba - argumenta que isto faria cumprir o que está estabelecido na Lei do Livro de 2003.

Tarpon compra fatia na Abril Educação

Valor Econômico - 04.06.2014 - A Abril Educação anuncia hoje a entrada da gestora de recursos Tarpon no bloco de controle, segundo o Valor  apurou. A gestora vai investir entre R$ 500 milhões e R$ 600 milhões na compra de ações detidas pela família Civita, controladora da empresa. Na prática, ficarão com pouco menos de 20% do capital total da companhia aberta. A Abril Educação é controlada pela Abrilpar, que detém 54,9% das ações ordinárias e 2,3% das preferenciais da companhia listada na BM&FBovespa - ou 29,6% do capital total. A família Civita tem, no total, pouco mais de 45% da empresa, com a soma das participações de Abrilpar e dos papéis detidos diretamente. A família Civita continuará na composição do comando dos negócios, ao lado da Tarpon. Contudo, isoladamente, a gestora de recursos deve se tornar a maior acionista da Abril Educação. Com a transação, haverá uma nova divisão de poder na empresa.

Trabalho de pesquisador sob censura

Estadão - 21.12.2009 - Ubiratan Brasil - Uma surpresa desagradável aguardava a historiadora Mary Del Priore tão logo terminou a escrita de Matar Para Não Morrer (Objetiva, 160 págs., R$ 29,90) em que narra o assassinato do escritor Euclides da Cunha por Dilermando de Assis, amante de sua mulher, Anna, em 1909. "Como sempre faço, enviei uma cópia do texto para os herdeiros dos personagens para eventuais comentários", conta ela que, em troca, foi aconselhada a não publicar o livro sob a pena de ser processada - os netos discordavam da forma como foram apresentados determinados fatos e prometiam recorrer a advogados.

Tributação faz livreiros de Portugal mirarem o Brasil

Folha de S. Paulo - 12/05/2012 - Matheus Magenta - Para fugir da alta tributação que incide sobre os e-books na União Europeia, livreiros de Portugal planejam instalar lojas virtuais no Brasil. No continente europeu, o download de um livro a partir de uma loja na internet é considerado serviço, e não venda. Assim, o valor do IVA (imposto sobre consumo) na venda das obras digitais chega a 23% do preço do produto, e não 6%, como nos livros impressos. Em entrevista à Folha, Henrique Mota, diretor da Associação Portuguesa de Editores e Livreiros, que esteve em São Paulo para o 3º Congresso Internacional do Livro Digital, avalia que se as vendas fossem feitas a partir do Brasil não haveria cobrança do imposto.

Último "Harry Potter" bate recordes antes mesmo de chegar às livrarias

Folha Online - 28/06/2007da France Presse, em Londres - O sétimo e último livro da série de aventuras de Harry Potter só chegará às livrarias no dia 21 de julho, mas já bate recordes de vendas graças às encomendas, anunciou a editora Bloomsbury. O número de exemplares de "Harry Potter and the Deathly Hallows" ("Harry Potter e as Relíquias da Morte" na tradução para o português) já reservados para exportação supera em 17% o volume total das vendas no exterior do volume anterior, informa a empresa em um comunicado. 

Último romance de Paulo Coelho inunda livrarias

Último Segundo - 02/08/2008 -EFE - O último romance do escritor Paulo Coelho tomou conta hoje das estantes das livrarias brasileiras com uma tiragem inicial de 200 mil exemplares, muito superior à média normal no país, informou a editora Agir. O novo romance de Coelho, intitulado "O vencedor está só", é o primeiro livro policial do autor e se passa no glamuroso festival de cinema de Cannes, que se transforma no cenário de uma série de cinco assassinatos por um endinheirado magnata russo. O autor, na página oficial do livro, explicou que sua idéia nesta obra era explorar o mundo da fama que, segundo ele, tem "contrapartidas" associadas, como "a amargura" com a qual alguns tratam os famosos e também "uma profunda solidão".

Últimos dias para o mercado editorial entregar os dados de 2006

Termina no próximo dia 15 de maio o prazo para os editores entregarem os números de 2006 para a FIPE, que durante os últimos anos realiza uma pesquisa muito importante para o mercado editorial. Ela é a base para estudos e um termômetro de avaliação de todos os nossos setores. Para que esta ferramenta funcione, com harmonia e confiabilidade, a participação dos editores é fundamental. Sem a colaboração destes com dados, números e detalhes econômicos, não têm como identificar que caminho devemos tomar para crescer e transformar o setor editorial num grande pólo de vendas. A pesquisa auxilia jornalistas, economistas, administradores e homens de marketing a acertar o alvo, mudar o que está errado e assim investir onde é mais seguro, baseado neste mapa econômico.

Um alívio para pequenas e microeditoras

Blog do Galeno Amorim21/08/2007 - Passou despercebido e sequer houve chiadeira no mundo do livro. Mas a lei que criou o Simples Nacional trouxe embutido, por descuido, um tremendo aumento na carga tributária das pequenas e microeditoras brasileiras. Elas foram contempladas com uma alíquota nova de contribuição patronal ao INSS de até 22%. Enfim, um convite, para muitos, para botar seus empregados e a si próprios na informalidade.

Um posicionamento realista sobre a cadeia do livro e o papel da livraria no segmento cultural brasileiro / Felipe Lindoso

Revista ANL 47 março de 2012 - Na apresentação de sua coluna semanal O X da questão, você chama a atenção sobre as peculiaridades e dificuldades da vida editorial em um  país de dimensões continentais como o nosso, com poucas bibliotecas e com uma rede de livrarias muito precária. A que se deve a precariedade das redes de livrarias?
 
Felipe Lindoso – Como tudo que se refere ao mundo dos livros, essa precariedade tem a ver com a educação. Até os anos 1960, a aquisição de livros escolares era feita diretamente nas livrarias. Os programas públicos de aquisição de livros escolares eram municipais, ou através das “Caixas Escolares”. Depois que foram instituídos os programas federais, as compras começaram a ser centralizadas, e essa importante fonte de recursos não passa mais pelas livrarias.

Valorização do Submarino ultrapassa 300%

Valor Econômico - 15/5/2007 - por João Luiz Rosa - Era uma vez uma empresa que se lançou ao mercado como uma livraria virtual e aos poucos começou a vender de tudo. Mais tarde, já no papel de maior marca de comércio exclusivamente eletrônico, fez sua oferta pública inicial de ações, com um retorno ao acionista acima da média de mercado. Se você pensa que a história é sobre a Amazon, enganou-se. A despeito das semelhanças, o protagonista aqui é o Submarino.

Vendas de livros caem 50 mil/mês em Portugal

Correio da Manhã / Fonte - 11/07/2013 - O mercado livreiro continua a sofrer as consequências da crise e no primeiro semestre de 2013 foram vendidos menos 300 mil exemplares (excluindo manuais escolares), uma diminuição de 5% face aos mesmos meses do ano transato. Ou seja, os portugueses compraram menos 50 mil livros por mês. No total, foram vendidos 5,8 milhões de unidades, revelam os números da GfK Portugal, que refletem uma cobertura estimada entre os 75% e os 80% das vendas do mercado nacional de livros não escolares. Neste período, as editoras faturaram 62 milhões de euros, uma diminuição de aproximadamente dois milhões.

Write in Atlanta promove escritores brasileiros no mercado literário norteamericano

Com o intuito de discutir produção literária no mundo globalizado, e aproximar  agentes literários com experiência no mercado internacional a escritores brasileiros, europeus e norteamericanos, será realizado de 10 a 13 de junho de 2010, em Atlanta, GA, Estados Unidos, o evento Write in Atlanta. Com a presença de renomados profissionais como Mardeene Mitchell, Paula Munier, James McSill, Marisa Moura, Richard Krevolin e Luiz Giffoni, o Write in Atlanta vai abordar temas como "Publicando livros no exterior", "Aprimorando a escrita", "Escrevendo e adaptando roteiros para cinema", "Abordagem e interesses de agentes e editoras" e "Como a diferença entre culturas pode favorecer a escrita".

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