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| Novas regras ortográficas derrubam mercado de livros usados em BH |
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Portal UAI - Estado de Minas - 20/01/2010 - Tetê Monteiro - O tradicional mercado de livros didáticos usados em Belo Horizonte perdeu fôlego este ano. As quedas nas vendas chegam a 40% em algumas livrarias da capital. O principal motivo para a baixa, de acordo com os lojistas, é a adequação das editoras à reforma ortográfica instituída em 2008 no país e com prazo de transição até 2012. Com isso, as escolas passaram a exigir edições mais atualizadas – o que significa que o segmento de livro didático usado continuará em queda até a completa implementação das novas regras. “As vendas caíram muito. Aqui na Livraria Ouvidor, chegam a 40%”, afirma o supervisor Bruno Ferreira. A livraria, localizada na Galeria do Ouvidor, no Centro de BH, um dos pontos de referência para quem quer comprar, trocar ou vender livros usados, está há 40 anos no mercado. |
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| CERLALC disponibiliza pesquisa sobre o clima do mercado editorial em 2007 |
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Reunindo informações de 114 empresas do setor livreiro, o Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe desenvolveu um estudo sobre a situação do mercado editorial no ano passado e os rumos que ele vem tomando recentemente. O CERLALC é um organismo intergovernamental ibero-americano cuja missão é promover a integração da região através da leitura. Criado pela UNESCO, ele tem dentre suas atribuições a assistência técnica a países na formulação e aplicação de políticas públicas, geração de conhecimento e divulgação de informação especializada. Tem sede em Bogotá, na Colômbia. Arquivo em PDF Aqui.
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| Classe média compra livro didático em sebo e banca de jornal |
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Valor Econômico - 28.05.2008 - Beth Koike - Tradicionais pontos de venda de livros didáticos, as livrarias e as escolas perderam participação de mercado nos últimos anos. "Houve um achatamento da classe média, que passou a procurar outros canais de venda. Um exemplo são os sebos, que aumentaram a participação de 1% para 7%", disse Galeno Amorim, coordenador da segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, organizada pelo Instituto Pró-Livro. |
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| Com 1,4 mi, "O Código Da Vinci" sobe no ranking nacional de livros |
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Folha Online - 10/07/2007 - Dan Brown não deve parar de sorrir tão cedo. Enquanto prepara um novo livro (cujo título provisório é "The Solomon Key"), que deve colocar mais uma vez Robert Langdon em cena, ele vê sua caixa registradora ainda faturando por conta de "O Código Da Vinci". O livro já chegou a 1,4 milhão de cópias vendidas no Brasil desde 2004 --marca impressionante para o mercado nacional-- e, nesta semana, salta da sétima para a quarta posição na lista de livros de ficção. |
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| Comissão nordestina vai mapear e mobilizar setor livreiro da região |
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Uma comissão de editores e livreiros do Nordeste foi formada, durante o "Ciclo de Debates: Questões do Livro e da Leitura", para mapear e estimular a cadeia produtiva do livro na região. O encontro reuniu, nos dias 14 e 15.11.2008, representantes dos nove estados nordestinos no Centro de Convenções do Ceará, em Fortaleza, durante a programação da VIII Bienal Internacional do Livro do Ceará. O evento foi organizado pelo Ministério da Cultura (MinC) e pelo Sindicato do Comércio Varejista de Livros do Estado do Ceará (Sindilivros).
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| Compra de livros didáticos é oligopolizada |
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Contas Abertas - Estudo do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica aplicada) sugere que a compra de livros didáticos é feita de maneira oligopolizada pelo governo. Somente seis grupos editoriais (Abril, Santillana, FTD, Saraiva, IBEP e Ediouro e a Editora Brasil) forneceram R$ 3.893,3 milhões do total, o que corresponde a 87% das compras realizadas pelo governo de 1998 a 2006. As demais compras foram realizadas junto a outras 110 editoras, atingindo a cifra de R$ 4,5 bilhões, a preços de 2006.
O Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), criado em 1985, prevê que o livro didático deva ser escolhido diretamente pelo professor. A compra, no entanto, de cerca de 90% dos livros produzidos para o ensino fundamental é efetuada por autoridades governamentais, compra essa que, segundo o estudo, tem sido concentrada nas grandes editoras. |
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| Consolidação de editoras estimula ida à Bovespa |
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A Tarde - 07/10/2007 - O mercado editorial brasileiro estréia nova fase de consolidação. Depois da entrada mais forte de recursos estrangeiros na área, as atuantes nacionais do setor e as editoras já instaladas no Brasil vão às compras. Nesse contexto de disputa por maior participação, as competidoras nacionais, principalmente, terão na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) um canal necessário, se não imprescindível, para o fortalecimento frente às demais concorrentes da área. |
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Blog do Galeno Amorim - 22.10.2009 - Já se sabe que a década atual não entrará para a história como aquela em que os problemas da baixa leitura foram sanados ou que o Brasil se aproximou dos índices dos países desenvolvidos. Porém, ela pode ficar conhecida no futuro como a mais importante da história das políticas públicas do livro e da leitura por ter representado o início da virada. Após uma derrapagem inicial (em 2003, o governo extinguiu, inexplicavelmente, a Secretaria Nacional do Livro e da Leitura), não houve, depois, um só ano sem que alguma medida importante tenha sido anunciada. A primeira foi a Lei do Livro, um marco regulatório, assinada naquele mesmo ano pelo presidente Lula. No ano seguinte, houve a desoneração fiscal do livro. |
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| Crise financeira repercute entre editoras do mundo inteiro |
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Estadão - 20.10.2008 - Ubiratan Brasil - A crise que há semanas assola o mercado financeiro mundial provocou arranhões no grande comércio literário que é a Feira de Frankfurt. Nos primeiros dias do evento, editores espanhóis confirmaram já notar uma ligeira queda nas vendas de livros de pequenas tiragens, ainda que os best-sellers continuassem exibindo boa saúde. Também os negócios, prato principal que atraiu neste ano 7.373 exibidores entre editores e livreiros, oscilaram, ainda que não com a mesma violência que marcou as bolsas de todo o mundo.
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| Acordo na Câmara divide Imposto do Livro em três partes
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Estadão - 17.09.2009 - Jotabê Medeiros - Vem aí o Imposto do Livro. Semelhante à Contribuição para a Saúde, o imposto taxa a indústria editorial em 1% do preço final do livro, dividido da seguinte forma - 0,33% para os editores, 0,33% para os livreiros e 0,33% para os distribuidores. O governo estima que a receita oriunda dessa taxa será de cerca de R$ 40 milhões por ano e vai para o Fundo Setorial do Livro, da Leitura e da Literatura. A ideia é usar o dinheiro arrecadado para ações de incentivo na formação de novos leitores e autores. O acordo que formatou o Projeto de Lei foi fechado na semana passada na Câmara Federal, sob a coordenação do deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR), presidente da Frente Parlamentar Mista da Leitura. |
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| Brasil ainda é tímido na exportação de sua literatura |
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Estadão - 08.05.2010 - Raquel Cozer - O romance Sogni all’Alba del Ciclista Urbano saiu em 2008 na Itália, com tiragem de 4 mil cópias. A primeira edição, de capa dura, esgotou-se, e outra leva chegou às livrarias. O desempenho em vendas é similar ao que o livro teve no Brasil, onde foi publicado dois anos antes. Trata-se de Mãos de Cavalo, de Daniel Galera, lançado aqui pela Companhia das Letras. Trata-se também de um raro caso bem-sucedido num cenário tímido: o da tradução de obras literárias brasileiras no exterior. |
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| Brasileiros passam em média 7 anos na escola, diz IBGE |
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G1-Globo - 09/10/2009 - Brasileiros com 10 anos ou mais passam em média 7 anos na escola, o que representa uma escolaridade que não atinge a conclusão do ensino fundamental. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (9), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estudo Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2009 analisa dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) 2008, divulgados em setembro. Acima da média nacional de anos de estudo estão as regiões Sudeste (7,7), Sul (7,5) e Centro-Oeste (7,3). O pior índice, de acordo com a Síntese, é registrado na Região Nordeste, com 5,9 anos de estudo, seguida pela Região Norte, com 6,5. O estado brasileiro com a pior média de anos de estudo é Alagoas, com 5,2 anos.
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| Crise provoca onda de edições pagas |
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O Globo - 31/01/2009 - Por M. Rich, do NY Times - Talvez chegue em breve o momento em que haverá mais pessoas interessadas em escrever livros do que pessoas interessadas em lê-los. Pelo menos, é o que os fatos sugerem. Vendedores de livros, atingidos pela crise econômica, sofrem para atrair leitores. Quase todas editoras de Nova York estão demitindo editores e contando os tostões. Pequenas livrarias estão fechando. Grandes cadeias estão demitindo ou declarando falência. Um estudo recente divulgado pelo National Endowment for the Arts mostra que, embora tenha aumentado a leitura de ficção, menos pessoas estão lendo livros.
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| Crise? Compre um livro e se divirta |
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Estadão - 01.11.2008 - Sérgio Augusto - Há especialistas que garantem: a crise da economia mundial e o aperto no consumo não afetarão saúde do mercado editorial. Quando a economia vai bem, sempre aparece alguém para anunciar a "morte do livro". Com a economia mundial na maior sinuca desde a Depressão, era de se esperar que até nos precisassem a data do enterro. Mas, apesar da recessão à vista e da alta dos custos de papel e impressão, a mais recente profecia sobre o futuro do livro não fala em morte, e sim em ressurreição. "Os livros podem recuperar o terreno supostamente perdido para outras formas mais dispendiosas de entretenimento", previu há dias o britânico Laurence Orbach, há 32 anos à frente da editora Quarto. |
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| Cultura emprega 1,6 milhão e paga melhor do que outros mercados no Brasil |
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UOL - 18.12.2007 - Aproximadamente 1,6 milhão de pessoas trabalham nas 321 mil empresas envolvidas com atividades culturais no Brasil, de acordo com a pesquisa "Sistema de Informações e Indicadores Culturais", divulgada na tarde desta terça-feira (18) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O levantamento mostrou que os salários do setor são em média 47,64% superiores ao salário médio registrado no país em 2005: R$ 1.565,74 contra R$ 1.060,48.
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| Cultura rende muito dinheiro, afirma ex-ministro de Blair |
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Folha de S. Paulo - 03/06/2007 - RAUL JUSTE LORES - No Reino Unido, a cultura movimenta 7% do PIB. Em Londres, a chamada indústria criativa (de moda a galerias de arte, de entretenimento a arquitetura e design) já é a segunda mais importante, após o mercado financeiro. O British Council trouxe na semana passada a São Paulo um dos maiores responsáveis em transformar política cultural em prioridade de governo e grandes investidores. Ministro da Cultura de 1997 a 2001, no primeiro mandato de Tony Blair, Chris Smith fez um mapeamento inédito do mundo cultural no país, que mostrou sua força a fim de arrancar mais verbas do ministro da Economia, Gordon Brown, futuro premiê britânico. |
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| Descontos em preços de livros poderão ser limitados a 10% |
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Câmara dos Deputados - 06/08/2008 - O Projeto de Lei 3722/08, do deputado Augusto Carvalho (PPS-DF), proíbe as livrarias de conceder descontos superiores a 10% sobre os preços dos livros fixados pelas editoras. São excluídos dessa regra os livros didáticos e os vendidos para governos e bibliotecas. O projeto institui a chamada lei do preço fixo, já adotada em diversos países, como Argentina, França, Alemanha, Portugal e Espanha. O objetivo é proteger as livrarias de pequeno porte da concorrência dos grandes grupos livreiros (conhecidos no mercado como megastores) e da venda pela internet.
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| Didáticos e religiosos puxam mercado editorial |
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Diário Comércio Indústria - 4/4/2007 - por James Cimino - Os novos canais de distribuição de livros, como as bancas de jornais e os supermercados, e o aumento de vendas dos livros religiosos e didáticos estão ajudando a puxar o crescimento do mercado editorial brasileiro. De acordo com levantamento feito pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), enquanto o crescimento total do mercado editorial foi de quase 19% entre 2004 e 2005, as vendas em supermercados cresceram, no período, mais de 60%. Em bancas de jornal, o aumento foi de 48,19%, enquanto nas escolas os índices subiram em quase 35%.
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| Colombo vai vender livros
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Zero Hora - 25.02.2010 - JOÃO GUEDES - Nova operação da rede de 345 lojas será executada somente pela internet. Com 50 anos de história no varejo de eletrodomésticos e móveis, a Lojas Colombo prepara a entrada em um novo segmento. Até o final do semestre, deve iniciar a operação de venda de livros, restrita ao site da empresa na internet. Segundo o diretor de marketing da companhia, Thiago Baisch, a loja virtual deve iniciar a operação com 50 mil títulos. |
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| Entretenimento terá receita de R$ 3,8 trilhões |
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Folha de S. Paulo - 23/6/2007 - A indústria do entretenimento crescerá 6,4% ao ano, em média, até 2011, quando sua receita baterá nos US$ 2 trilhões (cerca de R$ 3,8 trilhões). Esse é o principal dado de um estudo da consultoria Pricewaterhouse Coopers, que será lançado em livro nos EUA. De acordo com o documento, intitulado "Global Entertainment and Media Outlook: 2007-2011", o principal avanço ocorrerá nos países do Bric (Brasil, Rússia, Índia, China). O estudo faz projeções para 14 segmentos dessa indústria, como os mercados de televisão, internet, música, cinema, games, livros, revistas e jornais. |
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| Fernando Paixão deixa Ática depois de 35 anos |
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PublishNews - 19.12.2007 - por André de Lima - Trinta e cincos é muito tempo. Tempo para poeta nenhum botar defeito. E foram justamente três décadas e meia que o poeta e editor Fernando Paixão dedicou à Editora Ática. Nascido em Portugal, Fernando imigrou para o Brasil aos seis anos de idade. No início da década de 1970, aportou na Editora Ática onde vivenciou a expansão da editora paulistana na década seguinte e, desde então, vinha trabalhando no departamento editorial, onde chegou ao cargo de diretor-editorial adjunto. Fernando tomou a iniciativa de se desligar da empresa para se dedicar a projetos pessoais.
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| Chinaglia/Dinap pode acabar |
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Último Segundo - 27/05/2009 - Agência Estado - Anunciada há um ano e sete meses, a compra da segunda maior distribuidora de publicações do País, a Fernando Chinaglia, pela maior rival e líder do mercado, a Distribuidora Nacional de Publicações (Dinap), empresa do Grupo Abril, pode ser barrada total ou parcialmente pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). A rejeição do negócio foi recomendada ao Cade em parecer conjunto das secretarias de Acompanhamento Econômico (Seae), do Ministério da Fazenda, e de Direito Econômico (SDE), do Ministério da Justiça. |
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| Frente da Leitura decide se apoia lei do preço |
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Blog do Galeno Amorim - 02/04/2009 - Algo entre amistoso e respeitoso deu o tom no debate provocado nesta quinta-feira (2/4), em Brasília, pela Frente Parlamentar de Leitura para discutir a proposta de adoção de uma lei do preço fixo para o livro no País. A ANL, que lidera a defesa da ideia, de um lado, e o SNEL, que discorda, do outro, fizeram um bom contraponto, recheado de argumentos contra e a favor. Já o economista Fábio Sá Earp, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que publicou um estudo sobre a cadeia produtiva do livro a pedido do BNDES, voltou a defender outras formas de estimular o acesso aos livros. Como exemplo, citou um melhor uso da Lei Rouanet para baratear as obras.
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| Fusão de Americanas.com e Submarino é aprovada |
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Valor Econômico - 08/11/2007 - por Juliano Basile - O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) do Ministério da Justiça aprovou, ontem (07/11), sem restrições, a fusão entre os sites Submarino e Americanas.com. O negócio foi anunciado em novembro do ano passado e movimentou R$ 7 bilhões. Os sites foram fundidos numa nova sociedade, denominada B2W Companhia Global de Varejo, que consolidou as operações de ambas as empresas. Com a decisão do Cade, a nova sociedade está plenamente autorizada a operar. Os conselheiros do Cade consideraram que o mercado de venda de produtos pela internet é bastante amplo, com a possibilidade de entrada de outras empresas que ainda não atuam no ramo. |
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| Grupo Abril compra Chinaglia Distribuidora |
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O Estado de S. Paulo - 16/10/2007 - por Marili Ribeiro - A Distribuidora Nacional de Publicações (Dinap), maior distribuidora de publicações do Brasil - pertencente ao Grupo Abril -, comprou a segunda maior do setor do País, a Fernando Chinaglia. A aquisição, que começou a ser informada no final da semana passada às editoras que contratavam os serviços das duas empresas, ainda terá de ser aprovada pelo órgão antitruste do governo, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O Grupo Abril tem 15 dias para comunicar a compra. A Dinap detém cerca de 70% do mercado de distribuição, e atende a 32 mil pontos-de-venda. A empresa atende, além da própria Editora Abril, a outros cerca de 60 clientes. |
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Blog do Galeno - 20/08/2009 - Os últimos dias foram bastante tensos para o mercado editorial. Sobretudo, para as editoras de didáticos. É que saíram os resultados do PNLD, um dos maiores programas de livros do mundo. Primeiro, o sobe e desce no ranking de quem vende mais para o governo. Depois, as nem sempre fáceis negociações entre o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e os 17 grupos contemplados. Estão sendo negociados, ao todo, 114,8 milhões de livros escolares. Que beneficiarão 36,6 milhões de alunos em 100 mil escolas. Os programas sociais do livro (que estão ajudando a empurrar para cima os índices nacionais de leitura) há muito deixaram de ser programas de governo. |
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| Grupo Guanabara negocia compra da Método |
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Valor Econômico - 1/6/2007 - por Tainã Bispo - A editora Guanabara Koogan, tradicional no segmento de livros técnico-científicos de medicina, está negociando a compra da Editora Método, especializada em títulos jurídicos. A editora carioca Guanabara, fundada há 70 anos, tem acelerado o crescimento por meio de aquisições do capital total ou parcial de outras casas editoriais. Em 1994, a empresa comprou a LTC, selo de economia e contabilidade, e, em 2005, 37,4% da Forense, de títulos jurídicos. |
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| Grupo Saraiva adquire a Pigmento |
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Gazeta Mercantil - 10/12/2007 - por Gustavo Viana - O Grupo Saraiva adquiriu 100% das ações da Pigmento Editorial (Pigmento), dona do Ético Sistema de Ensino, uma linha de materiais didáticos destinada à educação infantil, aos níveis de ensino fundamental e médio e aos cursos pré-vestibulares. "A editora Saraiva passa agora a oferecer um catálogo completo para as escolas, seja com seu tradicional catálogo de livros ou com o sistema de ensino", destaca o diretor financeiro e de relações com investidores do grupo Saraiva, João Luís Ramos Hopp. Com forte atuação no segmento de livros didáticos, a aquisição marca a entrada da Editora Saraiva no mercado de sistemas de ensino, que movimenta cerca de R$ 500 milhões anuais no Brasil. |
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| Estudo mostra que apenas 7,5% dos brasileiros compram livros |
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Folha Online - Efe - 21/11/2009 - Apenas 7,47% da população brasileira compra livros não didáticos e destinam à literatura o equivalente a 0,05% da renda familiar, segundo um estudo divulgado hoje por editores reunidos no Instituto Pró-Livro. O pouco orçamento destinado à leitura se reflete em que 60% dos brasileiros nunca abrem um livro e, quem tem o costume, lê 1,3 obra literária ao ano, segundo o estudo, baseado em dados oficiais. A taxa de leitura no país aumenta para 4,7 exemplares por ano incluindo as obras pedagógicas e didáticas.
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| Imprima seu próprio livro |
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O Estado de S. Paulo - 02.07.2007 - por Jocelyn Auricchio - Uma tendência forte entre os autores independentes é a produção de livros sob demanda. Comum nos EUA, o serviço começa a surgir no Brasil e em alguns anos será tão comum quanto imprimir banners em gráficas rápidas. Novos equipamentos, como a Canon ImagePress C7000, conseguem fazer um único exemplar, com qualidade profissional, por menos de US$ 20. Para volumes maiores, até 200 livros, o custo cai para US$ 10 por exemplar. Por esse preço, produz um livro com acabamento profissional, com lombada quadrada e capa envernizada. E o autor não precisa nem sair de casa. O serviço ainda engatinha no Brasil, mas a Scortecci, uma editora paulistana, já oferece a impressão de livros sob demanda. |
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| Indústria criativa já é 16,4% do PIB |
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O Estado de São Paulo - 22.05.2008 - Nilton Brandão Junior - A indústria criativa movimenta em torno de R$ 381,3 bilhões por ano no País, o equivalente a 16,4% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, e emprega 35,2 milhões de pessoas. Os dados constam de um levantamento inédito feito pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) e leva em conta áreas que vão desde cinema, música, arquitetura e design até atividades indiretas relacionadas e de apoio em produção e serviços. "No Brasil não havia sido feito, ainda, um levantamento assim, talvez porque não se prestou atenção que esse é um dos setores que vêm crescendo no País", disse a diretora de desenvolvimento econômico da federação, Luciana de Sá. |
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| Faturamento do Segmento de Livrarias cresce, em média, 9,73 %em 2009 comparativamente a 2008 |
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A Associação Nacional de Livrarias (ANL) realizou seu Levantamento Anual do Segmento de Livreiras junto a suas associadas — que representam 67% do setor entre pequenas, médias e grandes livrarias — uma amostragem sobre o faturamento deste setor no Brasil. O crescimento médio para 2009 comparativamente ao ano de 2008 foi de 9,73%. No levantamento da ANL de 2008 a expectativa de crescimento do setor de livrarias para o período de 2009 era de 11,89%, a Associação acredita que a queda de 2,16% seria um reflexo direto da crise econômica apresentada neste período. Só para destacar o crescimento de 2008, comparativamente a 2007, foi de 10,46%. |
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Blog do Galeno - 03.12.2009 - Agora é fato: ainda não será desta vez que o mercado editorial será agraciado com a oportunidade de cumprir o acordo feito em 2004 para contribuir com 1% do seu faturamento para a criação do Fundo Pró-Leitura. O governo já se convenceu de que não há mais tempo para aprovar a CIDE do Livro este ano. Como 2010 é ano de eleição (e o Congresso não gosta muito de entrar em bolas divididas nessas épocas), alguns empresários que gostariam de não precisar cumprir o acordo festejaram em silêncio. E nem precisarão assumir ônus algum. O governo esperou até segunda-feira (30/11) comentários das entidades do livro sobre a orientação do Ministério da Fazenda de cobrar só dos editores a contribuição de 1% sobre seu faturamento para o Fundo Pró-Leitura. |
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| Jovem escritor: quer publicar um livro? |
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Universia - Da Redação - 23.07.2008 - Conheça dicas valiosas de quem escreve e de quem publica. Quem escreve quer ser lido. Seja poesia, crônica, romance ou contos, o mais difícil para os jovens escritores do Brasil é serem reconhecidos e chegarem a uma das principais satisfações: ter um livro publicado e divulgado no mercado editorial. Essa concepção é do escritor, Douglas Donisete Seif de Avelar, que após algumas respostas negativas em concursos, decidiu custear sua própria publicação. O jovem que escreve desde os dez anos, pagou R$3 mil para publicar 500 cópias do livro "Coisas", uma coletânea de 12 crônicas. A publicação não teve venda profissional e não foi repassada a nenhuma editora. |
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| Enfim, o Fundo Pró-Leitura |
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PublishNews - 14/09/2009 - Ricardo Costa - Demorou. Foram muitas reuniões, discussões e negociações. Mas finalmente, na última sexta-feira, 11/9, governo e mercado assinaram o acordo para a criação do Fundo Pró-Leitura. A alíquota será de 0,33% (esse percentual foi validado em Assembleia realizada na sede da Câmara Brasileira do Livro, em São Paulo)da receita de todas as empresas envolvidas nas diversas fases da cadeia produtiva do livro – produção, distribuição e venda ao consumidor. O comitê que decidirá onde aplicar os recursos será composto por 16 membros: seis do governo, seis do mercado – Câmara Brasileira do Livro, Associação Brasileira das Editoras de Livros Escolares, Sindicato Nacional dos Editores de Livros, a Associação Nacional de Livrarias, Associação Brasileira de Difusão do Livro, e um sexto membro rotativo, cujo critério será definido entre as entidades estaduais do livro –, dois mediadores de leitura e dois da área criativa. |
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| Livros de negócios ampliam espaço no mercado editorial brasileiro |
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Globo.com - 25.01.2008 - Eduardo Cucolo - Livros de negócios e finanças pessoais vêm ganhando cada vez mais espaço no mercado editorial brasileiro. Títulos como “O Monge e o Executivo”, “Casais Inteligentes Enriquecem Juntos” e “Aprenda a Operar no Mercado de Ações” aparecem freqüentemente nas listas dos mais vendidos das principais livrarias do país. Os maiores sucessos desse segmento são aqueles que se encaixam no conceito americano de “soft business”, livros que traduzem conceitos complexos de economia e administração para um público que abrange especialistas e leigos. Esses livros são baseados em conceitos e trabalhos de PHDs e universidades, mas traduzidos para um públicos mais amplo”, diz Tomás da Veiga Pereira, da editora Sextante, que investe nessa área desde 2003. |
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| Editoras e governo divergem sobre fundo |
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Valor Econômico - 19/06/2009 - Por Beth Koike - Cinco anos após o início da isenção de PIS e Cofins para o mercado editorial, o governo decidiu avançar no projeto de lei que determina que as empresas beneficiadas pela desoneração revertam 1% do seu faturamento para um Fundo Setorial Pró-Leitura. E na primeira audiência pública, realizada no dia 16, para dar andamento ao projeto de lei houve um debate acalorado entre a iniciativa privada e o governo. Editoras, livrarias e distribuidoras alegam que a contribuição de 1% do faturamento pode prejudicar muitas empresas do setor, que hoje vivem um cenário de crise. “Deflacionando os valores, o faturamento do setor em 1999 foi de R$ 1,8 bilhão e em 2007 caiu para R$ 1,6 bilhão. Não temos margem de gordura”, disse Sonia Jardim, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel). |
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| Loja alemã escreve livros encomendados pelos clientes |
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BBC - Sergio Correa - Em uma pequena loja de Berlim, na Alemanha, é possível encomendar livros nos quais o cliente é o personagem principal. "O que você gostaria mais? Uma história de amor, de detetives, de ficção científica ou de aventura? E que tipo de personagem você gostaria de ser? Um cavalheiro, uma rainha ou um astronauta? Quem sabe uma bruxa ou um vilão?", pergunta Michael Wäser a seus clientes.
Wäser e sua equipe de escritores escrevem histórias feitas sob medida de acordo com os desejos dos clientes: o cenário, a época, o estilo, o tema, o número e a personalidade dos personagens, tudo pode ser sugerido ou determinado pela pessoa que faz a encomenda. Para ajudar os clientes a escolher, Wäser mostra um catálogo. Nele, estão narrações já prontas em todos os gêneros imagináveis, nas quais apenas o nome do cliente como protagonista é mudado. |
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| Mercado de livro cresce e pressiona por profissionalização |
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Folha de S. Paulo - 28/7/2007 - Marcos Strecker - Depois de uma década de incertezas, o mercado editorial dá sinais de ter voltado a crescer de maneira mais firme. É o que vai revelar a mais recente pesquisa conjunta do Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros) e da CBL (Câmara Brasileira do Livro), a ser divulgada nos próximos dias. Alguns números do levantamento foram adiantados à Folha por Paulo Rocco, presidente do sindicato que reúne editoras do país.
A pesquisa aponta um aumento do faturamento total das empresas de R$ 2,572 bilhões para um número próximo de R$ 3 bilhões, que reflete também um aumento das aquisições por programas governamentais. Mas o aumento foi de fato "puxado" pelo mercado. Em obras gerais (excluindo didáticos, religiosos e técnicos), houve um acréscimo de 9,51% no faturamento e um aumento no número de exemplares vendidos de 4,68%.
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| Grupo Leya desiste de comprar editora Nova Fronteira |
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Abril - 24/07/2009 - Agência Estado - O grupo editorial português Leya anunciou ontem ter desistido da aquisição da Nova Fronteira, mas afirmou que vai entrar no mercado brasileiro mesmo sem se atrelar a alguma editora nacional. Ao menos, por enquanto. “A prospecção por novos parceiros continua, mas, no momento, a Leya inicia suas atividades no Brasil por conta própria”, comentou o diretor editorial Pascoal Soto. “O grupo, líder no mercado português, chega com o objetivo de figurar entre os primeiros.” Para isso, o grupo pretende fechar 2009 com aproximadamente 20 novos títulos publicados. E, para os próximos dois anos, serão cerca de 100 novos títulos publicados por ano. |
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| Fusão cria nova distribuidora |
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Valor Econômico - 04/06/2009 - Por Beth Koike - Duas grandes distribuidoras de livros, a Superpedido e a Tecmed, anunciaram para a próxima semana, no dia 9, uma fusão que resultará em uma empresa com receita anual de R$ 84 milhões. "Com a fusão, teremos uma carteira com 2 milhões de títulos e atenderemos mais de 1,5 mil editoras", disse Gerson Ramos, diretor comercial da Superpedido, uma das empresas que compõem a holding Altree, pertencente à família Villela, sócia do Itaú. No grupo Tecmed, dono da editora Novo Conceito e das livrarias ParaLer, a negociação envolve só a distribuidora.
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| Mercado de livro de bolso avança no país |
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Folha de S. Paulo - 02.10.2007 - Marcos Strecker - Formato muitas vezes rejeitado e freqüentemente associado a edições de má qualidade, o livro de bolso está ganhando mais espaço nas livrarias e se firma no mercado brasileiro, mobilizando grandes editoras. Quem entra agora no segmento é a Record, maior editora brasileira, que lança o selo BestBolso, com 24 títulos.
Os lançamentos incluem um dos principais romances de Umberto Eco, "Baudolino", além de títulos conhecidos como "O Evangelho segundo o Filho", de Norman Mailer, "O Diário de Anne Frank", "A Queda", de Albert Camus, e títulos de autores conhecidos pelos best-sellers, como Frederick Forsyth ("O Negociador") e Graham Greene ("Fim de Caso").
A Record vai lançar uma média de cinco títulos mensais, cada um com tiragem de 6.000 exemplares. Além dos títulos de literatura internacional que começam a chegar às livrarias, a editora guardou para 2008 a edição de uma linha acadêmica e o lançamento dos títulos nacionais, que vai começar com "A Casa das Sete Mulheres", de Letícia Wierzchowzki.
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| Mercado Editorial Brasileiro / Agonia e salvação |
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Época - Beatriz Velloso - Pesquisa inédita revela que o setor de livros no Brasil é frágil, mal organizado e desprezado. Mas é possível reverter o quadro. O faturamento das editoras brasileiras caiu 48% entre 1995 e 2003 e a quantidade de exemplares vendidos no mercado diminuiu 50%. O mercado editorial brasileiro é um Mercedes circulando com rodinhas de rolimã. A metáfora é usada pelos professores Fábio Sá Earp, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, e George Kornis, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.
Juntos, eles acabam de finalizar a pesquisa mais completa e detalhada sobre o universo do livro já feita no Brasil. O estudo demorou um ano e meio para ficar pronto, e foi bancado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES.
A idéia é usá-lo para definir novas políticas de investimento no setor. Os resultados serão divulgados oficialmente na quinta-feira 16, no Rio de Janeiro, durante a abertura da Primavera dos Livros, feira na qual títulos de pequenas e médias editoras são vendidos com descontos. ÉPOCA antecipa os números e as conclusões - nada animadoras - dos pesquisadores. Segundo Earp e Kornis, o panorama é nebuloso. |
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| Mercado editorial brasileiro cresce e fatura mais de R$ 3 bilhões |
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Folha Online - 01.10.2008 - O mercado editorial brasileiro registrou um faturamento de R$ 3,013 bilhões em 2007, o que corresponde a um crescimento nominal de 4,62%, segundo um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) da Universidade São Paulo. Descontada a inflação do setor, de 4,18%, o crescimento real foi de 0,44%. O volume de vendas alcançou aproximadamente 329 milhões de exemplares, o que representa um aumento de 6,06% em relação a 2006. Os dados apontam que o volume de livros vendidos foi de cerca de 329 milhões de exemplares em 2007, aumento de 6,06% em relação ao ano anterior.
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| Mercado editorial brasileiro faturou quase R$ 3 bilhões em 2006 |
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Agência Brasil - 29 de Julho de 2008 - Flávia Albuquerque - O mercado editorial brasileiro faturou R$ 2,88 bilhões em 2006, o que representa 11,9% a mais do que em 2005. Foram vendidos 310 milhões de exemplares, 14,85 a mais do que no ano anterior. O número de títulos editados em 2006 foi de 46.026, resultado que ficou 10,8% acima do de 2005.
As informações foram divulgadas hoje (29) pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), durante a apresentação da 20ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo. Segundo a CBL, existem atualmente no país 545 editoras ativas. A CBL divulgará os dados de 2007 durante a feira, que será realizada de 14 a 24 de agosto em São Paulo. |
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| Mercado editorial permanece aquecido |
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Valor Econômico - 05/02/2009 - João Villaverde - O terremoto financeiro que abalou a maioria dos setores econômicos parece não ter atingido o mercado de livros de economia e finanças pessoais brasileiro. A perspectiva do setor é que este ano seja igual ou ainda melhor do que 2008, um período considerado bastante positivo para o setor. "É possível ver pelo varejo que a partir do fim de 2008 as vendas de títulos sobre investimentos em mercados de renda fixa e variável aumentou, e isso deve refletir-se ao longo de 2009, com mais lançamentos nessa área", observa Soraya Carpes, diretora de produtos editoriais da Fnac Brasil. |
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| Mulher lê mais que homem, aponta pesquisa nacional |
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Folha de São Paulo - 28.05.2008 - Lucas Ferraz - As mulheres lêem mais que os homens, diz a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, que será divulgada hoje, em Brasília. O estudo, elaborado pelo Instituto Pró-Livro, mostra que população está acostumada a dedicar muito pouco - ou quase nenhum - tempo aos livros. Do total dos leitores, 55% são do sexo feminino, público maior em quase todos os gêneros da literatura -os homens lêem mais apenas sobre história, política e ciências sociais.
Segundo a pesquisa, a Bíblia é o livro mais lido pela população brasileira - 43 milhões de pessoas já a leram, dos quais 45% afirmaram fazê-lo com freqüência. O segundo colocado é o livro "O Sítio do Picapau Amarelo", de Monteiro Lobato, apontado como o escritor mais lido no Brasil. A lista dos escritores brasileiros mais lidos inclui ainda, pela ordem, além de Lobato, Paulo Coelho, Jorge Amado e Machado de Assis.
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| Negociação da Siciliano completa um ano |
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Valor Econômico - 25/02/2008 - Tainã Bispo - A negociação para comprar a rede de livrarias e editora Siciliano completa, neste mês, um ano. Mas ainda não se chegou a um acordo entre as empresas interessadas e os sócios da varejista - a família Siciliano e o fundo de investimento Darby Overseas, que tem 35% de participação na empresa. Recentemente, a Siciliano vendeu o prédio onde está instalada, no bairro de Pirituba, zona norte de São Paulo, por cerca de R$ 14 milhões, para um grupo ligado à educação. Dessa forma, parte da dívida foi abatida.
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Gazeta Online - 23/02/2008 - Marcelo Pereira - A produção literária do Espírito Santo gira em torno de uma média de 15 livros por ano (considerando apenas obras de ficção). Mas, onde estão esses romances, crônicas, contos e poemas? Encontrá-los é tão (ou mais) difícil do que comprar CDs (originais) de bandas de rock independente. Com um mercado editorial infinitamente menor, no qual autores não contam com um sistema de distribuição a seu favor, talvez seria bem-vinda a reserva de espaço nas lojas e livrarias para as produções daqui.
Escritores e especialistas em literatura são favoráveis a essa estante diferenciada, mas com ressalvas (veja quadro de opiniões). Desde que não fique no fundo da loja e que não vá confundir conceitos. Afinal, ninguém seria louco para dizer que existe uma "literatura capixaba", como se o que se escreve aqui tivesse um, digamos, DNA diferenciado. Colocadas as regras, vamos aos fatos. A reportagem procurou as três grandes redes de livrarias atuantes no Espírito Santo: a local Logos, a mineira Leitura e a paulista Siciliano. Nenhuma delas mantém espaço diferenciado para escritos do Espírito Santo. |
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| Objetiva anuncia intenção de adquirir 75% da Martin Claret |
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O Globo Online - 24.09.2007 - Em nota distribuída à imprensa nesta segunda-feira, a Editora Objetiva e a Martin Claret informaram ter firmado um memorando de intenções relativo à aquisição, por parte da Objetiva, de 75% das cotas da Martin Claret. Segundo a nota, "o acordo reflete a intenção da Objetiva de investir no segmento de livros de bolso, entre os mais promissores do mercado editorial brasileiro". Em 2005, a espanhola Santillana, do Grupo Pisa, comprou 75% da Objetiva por R$ 20,387 milhões. Quatro anos antes, a mesma empresa já havia adquirido a Moderna, especializada em livros didáticos, e a Salamandra, responsável por títulos voltados para o público infanto-juvenil.
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| Pesquisa mostra que 445 municípios do país ainda não têm bibliotecas |
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UOL Educação - 30.04.2010 - Paula Laboissière - Pesquisa divulgada hoje (30) pelo Ministério da Cultura revela que em 445 cidades brasileiras ainda não há bibliotecas municipais. O índice representa 8% dos 5.565 municípios em todo o país. O estado com o maior número de cidades sem esses espaços para leitura é o Maranhão (61). Tocantins é o estado com maior índice de bibliotecas por grupo de 100 mil habitantes. Bibliotecas municipais têm quatro funcionários em média, a maioria sem formação específica. O 1º Censo Nacional das Bibliotecas Públicas Municipais foi realizado pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e encomendado pelo ministério.
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| Pesquisa sobre Livros e Conteúdo Digital |
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O Observatório da Leitura, em parceria com a CBL, Câmara Brasileira do Livro e Imprensa Oficial divulgou no final da manhã desta quarta-feira, 31/03, dentro do 1º Congresso Internacional do Livro Digital, uma pesquisa inédita sobre o consumidor de livros e de conteúdo digital no Brasil. Galeno Amorim e Maurício Garcia apresentaram os resultados. O Brasil tem 95 milhões de leitores, sendo que cada brasileiro lê em média 4,7 livros por ano. Um total de 77 milhões não tem hábito de ler livro algum.
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| Obra adulta de Lobato volta com sucesso |
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Folha de S. Paulo - Marcos Strecker - 17.04.2008 - Ninguém duvidava que as edições infantis de Monteiro Lobato voltariam a vender -e muito- com o relançamento de suas obras completas. Mas a grande procura pela sua obra adulta, restrita aos sebos há anos, é a maior surpresa no atual relançamento dos livros do criador do Sítio do Picapau Amarelo. Em outras palavras, Jeca Tatu está ameaçando o lugar de Emília. A extensa produção ensaística, crítica e ficcional de Lobato -incluindo as histórias infantis que preencheram o imaginário de várias gerações- está voltando às livrarias após dez anos de brigas judiciais.
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| Produção e Vendas do Mercado Editorial Brasileiro 2008 |
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Elaborado Fipe/USP, por solicitação da CBL e do SNEL, o levantamento traz informações importantes para o mercado. O preço dos livros caiu: O preço médio constante do livro (todos os gêneros), por unidade vendida, variou de R$ 8,58 em 2004 para R$ 8 em 2008. Se levarmos em consideração que a inflação acumulada no período 2004/2008 foi de 14% (IPCA) ou de 21% (IGP-M), a queda do preço do produto editorial fica ainda mais evidente. A produção total caiu em 3,17%. Foram 340,2 milhões de exemplares produzidos em 2008 contra 351,4 milhões em 2007. |
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| Obra de Monteiro Lobato volta a ser publicada |
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O Estado de S. Paulo - 12/09/2007 - Ubiratan Brasil - Sábado (15/09) é o dia que vai marcar o ressurgimento da obra de Monteiro Lobato nas livrarias. Nessa data, a editora Globo passa oficialmente a republicar a obra do escritor, um total de 56 livros, dos quais 31 títulos voltados para o público infanto-juvenil. "Até o fim de 2008, pretendemos ter toda obra já disponível ao público", comenta Lúcia Machado, diretora da Unidade de Negócios Infantis da editora. Inicialmente, a Bienal do Livro do Rio de Janeiro será o único ponto-de-venda.
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| Os best sellers agora latem e até relincham |
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O Estado de S. Paulo - Dwight Garner - Nos últimos dois anos, livros sobre animais de estimação, tanto em ficção como não-ficção, têm vendido como água. Quatro pernas bom, duas pernas ruim. Esse é um dos slogans retumbantes do romance Animal Farm (A Fazenda dos Animais ou A Revolução dos Bichos nas traduções brasileiras), de George Orwell, de 1945. Também parece, cada vez mais, o lema que pode ser colado à testa de executivos de editoras em Manhattan. Os livros sobre animais estão vendendo como água. Os best-sellers mais surpreendentes dos últimos dois anos - tanto em ficção como não-ficção - foram, de fato, sobre animais adoráveis. |
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| Pão de Açúcar faz parceria com Catavento |
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Valor Econômico - 22/10/2007 - Tainã Bispo - O grupo Pão de Açúcar encontrou um novo fornecedor para a sua seção de livros. Segundo o próprio varejista, a distribuidora Catavento, no mercado desde 1964, irá substituir a parceria que o grupo teve com a livraria Laselva por três anos e que foi dissolvida há cerca de dois meses. A Catavento começou a abastecer as 36 lojas da bandeira Pão de Açúcar que oferecem livros (de um total de 162) há duas semanas, informou Julio Cesar Cruz, diretor da Catavento. Segundo ele, "a Catavento dará continuidade ao trabalho da Laselva", mas fará algumas mudanças sutis. |
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| Para celebrar os 35 anos da Coleção Vaga-Lume |
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PublishNews - 12/12/2007 - Em comemoração aos 35 anos de uma das mais importantes coleções jovens da literatura brasileira, a Vaga-Lume, a Editora Ática lança um box especial com os dez maiores clássicos da série. "A idéia é resgatar em todos que cresceram lendo a Vaga-Lume o eletrizante clima de mistério e aventura presente nos títulos", afirma João Arinos, diretor-geral da Abril Educação (Editora Ática e Editora Scipione). Criada na década de 70, a Vaga-Lume revolucionou o mercado editorial brasileiro ao apresentar autores contemporâneos, com narrativas, temas e projeto gráfico adequados ao público. O contexto das salas de aula à época também contribuiu para o estrondoso sucesso da coleção. Atualmente, a Vaga-Lume conta com 90 títulos e, de 2001 a 2007, vendeu mais de 1,5 milhões de exemplares. O preço sugerido será de R$ 229,90.
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| Patrocínio está em alta no Brasil |
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Gazeta Mercantil - 24/7/2007 - Gustavo Viana - O patrocínio detém 27% da verba total de comunicação das 500 maiores empresas e 300 maiores anunciantes do País, sendo superado apenas pela publicidade, com 30%. O aporte em patrocínio aumentou 41% de 2005 para 2006, se dando em 91% dos casos na área social, 79% dos casos na área cultural, 66% na área ambiental e 51% na área esportiva. O objetivo do patrocínio para as empresas é gerar empatia da comunidade (96%), expressar os valores da cultura organizacional (91%) e reforçar positivamente a imagem da empresa (89%), informa a Significa. |
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| Pesquisa divulgada hoje mostra quanto o brasileiro gasta em livros |
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CBL - 08.09.2009 - O estudo revela que, na média nacional, 40,7% das famílias brasileiras adquirem anualmente algum tipo de material de leitura. A pesquisa “O Livro no Orçamento Familiar” foi apresentada nesta terça-feira, 8 de setembro, no Rio de Janeiro, por oito entidades ligadas ao mercado editorial: Associação Brasileira de Difusão do Livro (ABDL); Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR); Associação Estadual de Livrarias do Rio de Janeiro (AEL); Associação Nacional de Livrarias (ANL); Câmara Brasileira do Livro (CBL); Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL); Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL); e Instituto Pró-Livro (IPL). |
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| Pesquisa CERLALC até 20 de novembro - Participe! |
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O Centro Regional para o Fomento do Livro na América Latina e no Caribe (CERLALC) está realizando uma pesquisa com empresas do mercado editorial a fim de elaborar um estudo sobre os avanços das políticas nacionais de leitura nos países ibero-americanos. E, por esta razão, com o objetivo de obter informações mais amplas e específicas de cada uma das empresas do setor, solicitamos aos nossos associados que colaborem com a organização, respondendo, até o dia 20/11, o questionário (disponível para download) e enviando-o diretamente ao CERLALC através do e-mail: sier@cerlalc.org. |
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| Pesquisa de Custos dos Insumos do Livro |
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O SNEL, entre outras pesquisas, desenvolve a Pesquisa de Custos dos Insumos do Livro, com periodicidade bimestral. Este importante trabalho permite acompanhar a variação dos custos dos insumos do livro e seu comportamento em relação à produção editorial, permitindo assim a criação de uma ferramenta valiosa neste período de grande peso nas informações do mercado.
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| O Fundo Pró-Leitura e o comércio distribuidor / José Henrique Guimarães
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27/7/2009 - Tenho para mim a convicção de que um dos principais instrumentos de facilitação do acesso ao livro no Brasil é o comércio no varejo e no atacado. Na hipótese de institucionalização do Fundo Pró-Leitura e a taxação única em cascata de 1 % sobre o faturamento das empresas, os distribuidores e livreiros serão duramente penalizados, pois operam com margens de lucro muito reduzidas – no caso das distribuidoras, por exemplo, próximas desse percentual. Com os dois principais elos da cadeia de suprimentos enfraquecidos pela taxação em cascata, o Fundo pode de forma contraditória tornar-se uma grave barreira a novos investimentos, ao menos do setor. |
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A Tarde Online - Alana Gandra - O aumento da oferta de equipamentos culturais nos municípios brasileiros, como provedor local de internet, que subiu 178% entre os anos de 1999 a 2006, está entre os dados apurados pelo Suplemento de cultura da Pesquisa de Informações Básicas Municipais (Munic 2006), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A pesquisa mostra a incorporação de novos usuários e, segundo o ministro da Cultura, Gilberto Gil, "não é à toa que nos dedicamos à inclusão digital, às políticas digitais de extensão de banda larga e de acesso à internet". O número de provedores evoluiu de 16,4% dos municípios em 1999 para 45,6%, em 2006. Já em relação a 2005, quando o percentual foi de 46%, a pesquisa mostrou estabilidade. |
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| Pesquisa Nacional sobre Comportamento do Leitor / Retratos da Leitura II |
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O Instituto Pró Livro está promovendo a segunda versão da pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, com o objetivo de conhecer o comportamento leitor da população brasileira e comparar esses resultados com os dados coletados na primeira edição da pesquisa divulgados em 2001. Os principais itens abordados devem permitir identificar o perfil do leitor de livros, suas preferências e motivações para ler; fatores que contribuem para a formação do leitor, o perfil do não leitor, possíveis barreiras e os indicadores de acesso ao livro.
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| Pesquisa realizada pelo Instituto Pró-Livro revela retrato da leitura no país |
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Criado em outubro de 2006 com o objetivo de desenvolver ações de fomento à leitura e acesso ao livro no Brasil, o Instituto Pró-Livro (IPL) entra na fase final de seu primeiro grande projeto: traçar o comportamento do leitor brasileiro através da pesquisa “Retratos da Leitura”. O estudo vai desenhar o atual cenário da leitura com perspectivas de motivação, participação do educador, acesso ao livro, até a presença e o papel das bibliotecas públicas na formação de leitores.
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| Prisa acorda venda de 25% da editora Santillana |
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Jornal de Negócios - 28.09.2009 - Lucia Crespo - O grupo de meios de comunicação Prisa, detentora da TVI, prossegue a sua política de desinvestimentos, anunciando hoje um "princípio de acordo" para a venda de 25% do capital da Santillana, editora presente em Portugal. A Prisa acordou vender os 25% da Santillana ao fundo privado DLJ South American Partners (DLJSAP), que avalia a editora em 1.450 milhões de dólares (987 milhões de euros), informou hoje o grupo espanhol à CNMV (Comisión Nacional del Mercado de Valores). “O grupo Santillana, líder editorial nos mercados de livro e de edições generalistas em Espanha e na América Latina, foi avaliado em 1.450 milhões de dólares”, refere a Prisa em comunicado divulgado no seu “site”. |
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| Write in Atlanta promove escritores brasileiros no mercado literário norteamericano |
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Com o intuito de discutir produção literária no mundo globalizado, e aproximar agentes literários com experiência no mercado internacional a escritores brasileiros, europeus e norteamericanos, será realizado de 10 a 13 de junho de 2010, em Atlanta, GA, Estados Unidos, o evento Write in Atlanta. Com a presença de renomados profissionais como Mardeene Mitchell, Paula Munier, James McSill, Marisa Moura, Richard Krevolin e Luiz Giffoni, o Write in Atlanta vai abordar temas como "Publicando livros no exterior", "Aprimorando a escrita", "Escrevendo e adaptando roteiros para cinema", "Abordagem e interesses de agentes e editoras" e "Como a diferença entre culturas pode favorecer a escrita".
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| PESQUISA RETRATOS DA LEITURA |
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| Trabalho de pesquisador sob censura
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Estadão - 21.12.2009 - Ubiratan Brasil - Uma surpresa desagradável aguardava a historiadora Mary Del Priore tão logo terminou a escrita de Matar Para Não Morrer (Objetiva, 160 págs., R$ 29,90) em que narra o assassinato do escritor Euclides da Cunha por Dilermando de Assis, amante de sua mulher, Anna, em 1909. "Como sempre faço, enviei uma cópia do texto para os herdeiros dos personagens para eventuais comentários", conta ela que, em troca, foi aconselhada a não publicar o livro sob a pena de ser processada - os netos discordavam da forma como foram apresentados determinados fatos e prometiam recorrer a advogados. |
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| Poesia deixa de ser o patinho feio, diz pesquisa |
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JB Online - Bolívar Torres - 07.06.2008 - Os resultados da pesquisa Retrato da Leitura no Brasil, feita pelo Instituto Pró-Livro entre 2001 e 2007, divulgada esta semana, com o objetivo de traçar um perfil dos leitores brasileiros, trouxe à tona ao menos uma surpresa. Tradicionalmente considerada o patinho feio das editoras, por causa da baixa vendagem, a poesia aparece em posição de destaque na enquete, que entrevistou 5.012 pessoas em 311 municípios. Em determinados Estados, o gênero chega a ultrapassar os livros religiosos e de auto-ajuda. Dos entrevistados, 42% dizem que lêem poesia com freqüência. O número cresce entre os mais jovens, dando a entender que um novo público apreciador pode estar se formando. Entre os autores mais populares, poetas como Vinicius de Moraes e Cecília Meirelles surpreendem, colocando-se em quinto e sexto lugar. Os números põem em pauta uma velha questão: qual o verdadeiro lugar da poesia no mercado editorial brasileiro? |
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| Preço de livro estrangeiro fica mais caro |
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Valor Econômico - 30/04/2008 - Tainã Bispo - O acirramento da competição entre as editoras brasileiras, o maior poder de compra dos consumidores e a valorização do real têm inflacionado os preços dos direitos autorais de títulos internacionais. Na hora de adquirir uma obra - geralmente de apelo mais comercial e de auto-ajuda -, os valores ofertados chegam a ser dez vezes maiores do que há dois anos. Uma editora, que prefere não ter seu nome citado, diz que num leilão recente de uma obra estrangeira o lance inicial foi estipulado em US$ 50 mil. Até 2006, a negociação de um livro desse tipo, segundo ele, começava na casa dos US$ 5 mil. |
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| Preço dificulta venda da Siciliano |
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Valor Econômico - 9/8/2007 - por Tainã Bispo - Cerca de oito meses se passaram desde que a família Siciliano, junto com o fundo de investimento Darby Overseas (cuja participação na companhia é de 35%), decidiu se desfazer da empresa fundada em 1928. Até agora, no entanto, não houve nenhum pronunciamento oficial. Pelo contrário. É possível que os sócios mudem de direção nos próximos meses. A família tem, guardado na gaveta há cerca de um semestre, um plano B. |
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| Preço do livro deve subir entre 6% e 12% |
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Valor Online - 06.11.2008 - Beth Koike - Depois de reduzir o preço dos livros entre 2006 e 2007, as editoras devem promover aumentos entre 6% e 12% em seus títulos no próximo ano. "É o maior aumento desde 2004, quando o setor ficou isento de PIS e Cofins", diz Sonia Jardim, presidente do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (Snel) e vice-presidente da editora Record. Segundo as editoras ouvidas pelo Valor, o reajuste é consequência, basicamente, de três fatores: aumento no preço do papel (por causa da alta do dólar) e os dissídios dos trabalhadores da indústria gráfica e das editoras que devem ficar acima de anos anteriores. No custo de produção de um livro, o papel representa 60% e os serviços gráficos respondem por 40%. |
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| Saraiva quer "enxoval" para lojas e divide opiniões |
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Valor Econômico - 21/09/2007 - por Tainã Bispo e Claudia Facchini - O novo contrato que a livraria Saraiva enviou aos fornecedores nos últimos dois meses divide opiniões no mercado editorial. Algumas editoras sentiram-se incomodadas com as cláusulas impostas pela varejista por considerá-las abusivas. Mas isto não é consenso. A Record e a Sextante vêem com bons olhos o novo modelo de contrato e dizem estar dispostas a negociar com a rede de livrarias. O acordo, ao qual o Valor teve acesso, prevê a adoção de práticas conhecidas em outros segmentos do varejo, como, por exemplo, o "enxoval", bastante comum nos supermercados. |
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| Segmento Livreiro cresce em 2008 |
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Em levantamento inédito, a Associação Nacional de Livrarias (ANL) realizou, junto a suas associadas — que representam 67% do setor entre pequenas, médias e grandes livrarias — uma amostragem sobre o desenvolvimento do setor livreiro no Brasil. A primeira questão abordou a expectativa de crescimento que tinham no início de 2008 comparativamente ao ano de 2007, que foi em torno de 12,12%. Em seguida o levantamento questionou se a meta seria atingida (ele foi realizado entre as duas últimas semanas de novembro) e a média real se apresenta em 10,46%, incluindo o mês de dezembro.
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| Sem 'Harry Potter', lucros de editora despencam 74% |
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BBC Brasil - A editora responsável pela série Harry Potter, Bloomsbury, viu seus lucros anuais cairem 74% em 2006, um ano em que não foi publicado nenhum livro novo sobre as aventuras do menino feiticeiro. Os lucros antes da dedução de imposto caíram de 20,1 milhões de libras (o equivalente a pouco mais de US$ 39,6 milhões) registrados em 2005 para 5,2 milhões de libras (o equivalente a quase US$ 10,2 milhões), em 2006. Os resultados não surpreenderam, uma vez que a Bloomsbury já havia advertido em dezembro que seus lucros para o ano seriam menores. O sétimo e último livro da série, Harry Potter and the deathly hollows (Harry Potter e as insígnias mortais) deverá ser lançado em julho próximo.
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| SP multará consultora que escolheu livro com palavrão para alunos da 3ª série
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G1-Globo - 08/07/2009 - Secretaria de Educação também pedirá ressarcimento de editora. Obra em quadrinhos tinha palavrões e conotação sexual. Secretaria Estadual de Educação de São Paulo informou nesta quarta-feira (8) o resultado da sindicância que apurou as responsabilidades na aquisição do livro "Dez na Área, Um na Banheira e Ninguém no Gol", obra em quadrinhos que contém palavrões e conotação sexual e seria usada como material de apoio na alfabetização de crianças da terceira série. Em um comunicado divulgado por volta das 19h30, a pasta disse que pretende multar a consultora contratada para selecionar os acervos do Programa Ler e Escrever. |
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| Sócios da Nobel lançam franquia de imobiliária |
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Valor Econômico - 21/6/2007 - Tainã Bispo - Fundada em 1943, como uma rede de livrarias, a empresa proprietária da marca Nobel está cada vez mais distante do mercado livreiro. A guinada para um outro tipo de negócio começou há cerca de três anos, quando a família Milano percebeu que a "vocação" da empresa estava no setor de franquias. Desde então, as duas principais fontes de receita da companhia são as vendas de produtos de marca própria (através da editora, que tem quatro selos, e de brindes, por exemplo) e os royalties obtidos com as lojas - nos mais variados setores, diga-se de passagem. |
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| Ser e estar livreiro em tempos modernos |
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Estadão - 18.08.2009 - Vitor Tavares - Em tempos antigos, nas mais diversas civilizações, a leitura e o saber formavam um misto de paixão e poder a que apenas os mais privilegiados tinham acesso. Nos tempos modernos, essa paixão ainda persiste - para muitos, com o mesmo entusiasmo -, mas o acesso tornou-se bem mais democrático. Ferramentas de comunicação, em suas mais modernas formas tecnológicas, e o livro, um dos principais vetores do saber, convivem democraticamente disseminando o conhecimento. Mesmo assim, para os pessimistas, o livro e o exercício da atividade do livreiro estariam com os dias contados, quase uma visão apocalíptica do fim dos tempos. Os mais nostálgicos se lembram das lojas de discos, superespecializadas e cobiçadas, que desapareceram no tempo. Cabe a nós, livreiros, então, a sobrevivência desse segmento. |
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| Tarifas postais e o peso dos livros |
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Blog do Galeno - 23/11/2007 - A retomada da tarifa postal especial para livros voltou a bater na porta do Ministério das Comunicações. A Mesa da Câmara dos Deputados fez chegar ao ministro Hélio Costa uma indicação apresentada pelo então deputado Ronaldo Cunha Lima (PSDB-PB) nesse sentido. O parlamentar - que renunciou recentemente ao mandato para protelar o julgamento do caso em que é acusado de matar um adversário político na Paraíba - argumenta que isto faria cumprir o que está estabelecido na Lei do Livro de 2003.
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| Último "Harry Potter" bate recordes antes mesmo de chegar às livrarias |
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Folha Online - 28/06/2007 - da France Presse, em Londres - O sétimo e último livro da série de aventuras de Harry Potter só chegará às livrarias no dia 21 de julho, mas já bate recordes de vendas graças às encomendas, anunciou a editora Bloomsbury. O número de exemplares de "Harry Potter and the Deathly Hallows" ("Harry Potter e as Relíquias da Morte" na tradução para o português) já reservados para exportação supera em 17% o volume total das vendas no exterior do volume anterior, informa a empresa em um comunicado.
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| Último romance de Paulo Coelho inunda livrarias |
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Último Segundo - 02/08/2008 -EFE - O último romance do escritor Paulo Coelho tomou conta hoje das estantes das livrarias brasileiras com uma tiragem inicial de 200 mil exemplares, muito superior à média normal no país, informou a editora Agir. O novo romance de Coelho, intitulado "O vencedor está só", é o primeiro livro policial do autor e se passa no glamuroso festival de cinema de Cannes, que se transforma no cenário de uma série de cinco assassinatos por um endinheirado magnata russo. O autor, na página oficial do livro, explicou que sua idéia nesta obra era explorar o mundo da fama que, segundo ele, tem "contrapartidas" associadas, como "a amargura" com a qual alguns tratam os famosos e também "uma profunda solidão".
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| Últimos dias para o mercado editorial entregar os dados de 2006 |
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Termina no próximo dia 15 de maio o prazo para os editores entregarem os números de 2006 para a FIPE, que durante os últimos anos realiza uma pesquisa muito importante para o mercado editorial. Ela é a base para estudos e um termômetro de avaliação de todos os nossos setores. Para que esta ferramenta funcione, com harmonia e confiabilidade, a participação dos editores é fundamental. Sem a colaboração destes com dados, números e detalhes econômicos, não têm como identificar que caminho devemos tomar para crescer e transformar o setor editorial num grande pólo de vendas. A pesquisa auxilia jornalistas, economistas, administradores e homens de marketing a acertar o alvo, mudar o que está errado e assim investir onde é mais seguro, baseado neste mapa econômico.
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| Um alívio para pequenas e microeditoras |
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Blog do Galeno Amorim - 21/08/2007 - Passou despercebido e sequer houve chiadeira no mundo do livro. Mas a lei que criou o Simples Nacional trouxe embutido, por descuido, um tremendo aumento na carga tributária das pequenas e microeditoras brasileiras. Elas foram contempladas com uma alíquota nova de contribuição patronal ao INSS de até 22%. Enfim, um convite, para muitos, para botar seus empregados e a si próprios na informalidade.
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| Valorização do Submarino ultrapassa 300% |
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Valor Econômico - 15/5/2007 - por João Luiz Rosa - Era uma vez uma empresa que se lançou ao mercado como uma livraria virtual e aos poucos começou a vender de tudo. Mais tarde, já no papel de maior marca de comércio exclusivamente eletrônico, fez sua oferta pública inicial de ações, com um retorno ao acionista acima da média de mercado. Se você pensa que a história é sobre a Amazon, enganou-se. A despeito das semelhanças, o protagonista aqui é o Submarino. |
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