Tendência: O futuro dos leitores eletrônicos

Inovação Tecnológica - 03/03/2011 - Pesquisadores da Universidade de Cincinnati, nos Estados Unidos, divulgaram uma "revisão crítica" dos últimos desenvolvimentos tecnológicos no campo dos leitores eletrônicos. Esta nova categoria de gadgets, ainda sem uma personalidade totalmente definida, inclui sucessos de venda como o Kindle, assim como uma procissão de "similares e assemelhados". Outros, os chamados tablets, como o iPad, afirmam ser também leitores eletrônicos. Mas, o que cada um faz de melhor, e o que todos farão no futuro, ainda é uma questão em aberto.

Site da ABDR é invadido por hackers

PublishNews - 22/11/2010 - Carlo Carrenho - O site da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos (ABDR) foi invadido neste fim de semana por hackers. E não foram arruaceiros digitais quaisquer que cometeram o ato. A invasão tinha endereço certo, pois as mensagens deixadas nas áreas invadidas traziam textos copiados de outros sites que criticam a atuação exemplar da entidade na luta contra a pirataria de livros no Brasil. Em uma das “notícias” deixadas pelos meliantes virtuais logo na página de abertura do portal, um texto mal redigido, copiado do site eBooksBrasil, condenava a atuação da ABDR junto ao site norte-americano Scribd, que teria retirado do ar os e-books publicados ali legalmente (segundo o texto) pelo eBooksBrasil. Outros textos inseridos no site eram um curto manifesto com idiotices do tipo “Viva a Cultura Livre".

A internet mata a cultura

JC ONLINE - 08.12.2007 - Gostaria de terminar as contribuições que venho dando a esta coluna neste primeiro ano (voltarei na primeira quinzena de janeiro próximo) sugerindo um livro super-interessante publicado este ano (não conheço ainda tradução para o português). O título acima é o de um livro que, no mínimo, podemos dizer que é bastante polêmico e provocativo. Seu título em inglês “The Cult of the Amateur: How today´s Internet is Killing our Culture”, foi escrito pelo não menos polêmico escritor Andrew Keen.

Keen nasceu na Inglaterra, formou-se em História pela University of London e obteve o mestrado em Ciência Política pela University of California, Berkeley. Mora há alguns anos na Califórnia e é considerado um autor do Silicon Valley pela imprensa americana.

Neste livro, Keen expõe as graves conseqüências da nova, e atualmente participativa, Web 2.0, e revela como ela ameaça nossos valores, economia, e, última instância a inovatividade e a criatividade que formam a fábrica da “conquista americana” (esta ênfase nos EUA se dá pelo fato de ser lá nos EUA onde a Web 2.0 mais se desenvolve).

Acervo de Alencar será digitalizado

O Estado de S.Paulo - Carmen Pompeu - 09/11/2011 - Manuscritos e documentos inéditos do pai do romance brasileiro, o escritor cearense José de Alencar, serão digitalizados e colocados à disposição numa biblioteca virtual que terá como centro de referência a casa onde ele nasceu, em Fortaleza. O material ficará disponível para consulta pública nos computadores da biblioteca da Casa de José de Alencar a partir de maio de 2012.

Apagão de e-books na Cultura

PublishNews - 17/04/2012 - Por Roberta Campassi - A Livraria Cultura enfrenta um “apagão” de e-books desde quarta-feira passada, 11, devido a um problema em um servidor da empresa onde ficam hospedados os títulos digitais das editoras brasileiras. Segundo o site Revolução eBook, que noticiou o problema, a falta de backup teria feito com que inúmeros títulos fossem perdidos e não pudessem ser restaurados, de forma que vários e-books ficaram indisponíveis para venda nos últimos dias. Apenas os títulos fornecidos pela DLD (agregadora das editoras Sextante, Objetiva, Planeta, Record, L&PM e Rocco) e os e-books da editora Leya, que também tem distribuição própria, não teriam sido afetados.

Amazon e Google apostam no livro eletrônico

NOVA YORK (AFP) — A Amazon, líder em venda de produtos de entretenimento na internet, e o grupo Google, estão se lançando no ramo promissor do livro eletrônico, indicou nesta quinta-feira o jornal New York Times. A Amazon vai propor um leitor portátil e o Google um serviço pago de download de livros, acrescentou a publicação. 

Amazon lançará em outubro um leitor eletrônico preto e branco batizado de Kindle, uma tela plana em forma de livro, por um valor que pode variar entre 400 e 500 dólares, segundo o New York Times, que citou fontes próximas à empresa. No site da Amazon, o usuário poderá se conectar sem fio à internet e baixar livros e jornais.

Amazon lança aplicativo para sincronizar Kindle com iPhone

Reuters Brasil - 04.03.2009 - A Amazon.com está distribuindo um aplicativo que permite que os usuários de iPhones e iPods Touch, produzidos pela Apple, acessem em seus aparelhos livros eletrônicos disponívels para o Kindle, lançado pela gigante do varejo online. O aplicativo gratuito, disponível na loja online da Apple, permite que os usuários sincronizem o leitor de livros da Amazon com iPhones e iPods Touch, dando a eles acesso a mais de 240 mil livros disponíveis para o Kindle. Com o programa "Kindle for iPhone and iPod touch", um usuário pode ler algumas páginas de um livro no Kindle ou Kindle 2 e continuar lendo de onde parou no iPhone ou no iPod Touch.

Amazon.com entrará no mercado de livros digitais do Japão-jornal

G1 - Reuters - 24/10/2011 - A Amazon.com pode entrar no mercado de livros digitais no Japão neste ano e lançar seus leitores eletrônicos Kindle no mercado, afirmou o jornal Nikkei. A maior varejista da Internet, que planeja estabelecer uma loja online de livros digitais neste ano, está nos estágios finais de negociações com editoras como Shogakukan, Shueisha, Kodansha e Shinchosha Publishing, segundo o Nikkei.

Amazon se depara com obstáculos digitais

Valor Econômico - 23/04/2008 - por Mylene Mangalindan e Nick Wingfield - A Amazon tem incursionado por outras áreas fora do negócio mais maduro de venda de livros e outros artigos físicos pela internet. Nos últimos três anos, ela investiu em mídia digital em áreas como um programa de literatura eletrônica e um serviço de livros eletrônicos casado com um leitor chamado Kindle. As novas tentativas chamaram muita atenção no início, mas os sinais de sucesso têm sido escassos. Seus outros novos negócios digitais, entre eles o Kindle e o programa de textos literários curtos, são incipientes.

Autores x Amazon

Folha de S. Paulo - Josélia Aguiar - 24/11/2011 - A mais nova preocupação dos escritores americanos, representados por seu atuante sindicato, é a biblioteca on-line para empréstimo de livros que o Kindle passou a oferecer aos seus leitores. O receio é que a Amazon comece a emprestar livros sem pedir autorização aos editores ou que estes resolvam fazer acordo com a empresa sem consultar antes seus autores. O aviso se deu por meio de um comunicado oficial à Amazon.

Aparelho lê livros em voz alta e explica figuras

iParaiba - 27/12/2007 - O inventor iraniano Ramin Sedighi criou um pequeno dispositivo que tranforma livros normais em livros falantes. O aparelho lê, traduz e explica figuras e palavras de um livro quando é tocado por uma caneta eletrônica, de acordo com a agência INSA. O dispositivo pode ser usado como forma de ensino de língua estrangeira para crianças entre 4 e 16 anos de idade. O aparelho estará disponível no início de 2008.

Apocalipse ou uma nova era?

Publishing Perspectives - 16.12.2009 - M.J. Rose - Chegamos ao fim de 2009 e a única coisa que se pode concluir sobre o futuro do mercado editorial é que ele continuará a mudar. Goste você ou não, não importa em qual editora você está ou o quanto tenta se apegar ao passado, resistir às mudanças não é apenas fútil, mas também é a pior característica que uma editora pode ter. Fim do livro? Muitas pessoas ficam alarmadas diante das recentes mudanças: O Kirkus, lendário jornal norte-americano de resenhas, pode acabar: 54%  das pessoas agora sabem da existência dos livros pelos anúncios online.

Amazon exclui editoras e negocia com escritores

Folha de S.Paulo – New York Times - 18/10/2011 - A Amazon.com mostrou aos leitores que eles não precisam de livrarias físicas. Agora incentiva os escritores a descartar as editoras. Até dezembro a Amazon deve lançar 122 livros em uma série de gêneros, em papel e formato digital. A empresa vai competir de frente com as editoras de Nova York -que são também as suas maiores fornecedoras.

Base de internautas pode superar 50 milhões

Valor Econômico - 06/01/2009 - Por André Borges - Depois de viver um ciclo de crescimento sem precedentes no mercado de computadores, o Brasil fechou 2008 com mais de 43 milhões de pessoas com acesso à internet, segundo dados do instituto de pesquisa Ibope/ NetRatings. No fim de 2003, esse contingente era de 22 milhões de pessoas. Por si só, o volume já excede a população total de países como Espanha e Argentina. Mas o número total certamente é ainda maior, uma vez que os dados contabilizam apenas usuários a partir dos 16 anos de idade, com acesso em qualquer tipo de ambiente - residência, trabalho, escolas, lan houses, bibliotecas e telecentros. Neste ano, mesmo se considerado o cenário econômico mais pessimista, a expectativa é de que a rede mundial quebre a fronteira dos 50 milhões de usuários no país.

Digitalização de livros pelo Google segue gerando polêmica

Terra Tecnologia - 03.02.2009 - Noam Cohen - Em 2002, o Google começou a beber o milkshake do mundo dos livros. Na época, segundo a história oficial do gigante de buscas na web, ele começou um "projeto secreto de livros". Hoje, o projeto é conhecido como Pesquisa de Livros do Google e, com o suporte de um acordo jurídico, promete transformar a forma pela qual a informação é coletada: quem controla a maioria dos livros; quem tem acesso a esses livros; como o acesso será vendido e alcançado. Em outras palavras, haverá sangue. Como os barões do petróleo no final do século XIX, o Google está sedento por uma matéria-prima vital - conteúdo digital. Nas palavras de Daniel J. Clancy, diretor de engenharia da Pesquisa de Livros do Google, "o núcleo do nosso negócio é busca e descoberta, e buscas e descobertas melhoram com mais conteúdo."

Divina Comédia lidera em site literário

Folha Online - 03/01/2008 - Angela Pinho - Engana-se quem pensa que é Machado de Assis, Shakespeare, Fernando Pessoa ou qualquer outro livro da lista dos obrigatórios para o vestibular o mais procurado dos que estão em domínio público. A obra com mais downloads no portal do governo que pretende reunir os livros disponíveis gratuitamente --ou, pelo menos, os mais importantes-- é do século 14, foi escrita em toscano e teve seus versos traduzidos para o português do século 19 por José Pedro Xavier Pinheiro, um baiano que morreu em 1882.

Com Facebook, menos jovens britânicos optam por livros

Folha de S. Paulo - 24/08/2011 - Os jovens britânicos estão abandonando Dickens, Shakespeare e Keats em troca do Facebook e Twitter, e um em cada seis deles passa um mês sem ler livro algum, apontou uma pesquisa. O levantamento, que envolveu entrevistas com 18.141 crianças e jovens dos oito aos 17 anos, também constatou que menos de metade dos entrevistados optam por ler livros não obrigatórios para a escola ao menos uma vez por mês.

E-book, o livro sem capa

Jornal do Brasil - RJ, Motoko Rich (The New Yourk Times), em 05/04/2010 - Com um número crescente de pessoas migrando para Kindles e outros leitores eletrônicos, e com a chegada do iPad da Apple ao mercado, nem sempre é possível ver o que os outros estão lendo ou mostrar nossos próprios gostos literários. Não é possível reconhecer um livro pela capa se ele não apresentar uma. Entre outras mudanças trazidas pela era do livro eletrônico, edições digitais estão acabando com as capas de livros.

Caça à pirataria

O Estado de S. Paulo – Babel – 12/09/2011 - Mais de 5 mil links oferecendo download ilegal de livros foram detectados em agosto pelo Departamento de Combate à Pirataria Digital, órgão da Associação Brasileira de Direitos Reprográficos, que faz um acompanhamento mensal de visualizações irregulares na internet. O departamento apenas alerta as casa editoriais, que têm a responsabilidade de providenciar a retirada dos sites.

Eletrônicos duram 10 anos; livros, 5 séculos, diz Umberto Eco

Estadão - 13.03.2010 - O bom humor parece ser a principal característica do semiólogo, ensaísta e escritor italiano Umberto Eco. Se não, é a mais evidente. Ao pasmado visitante, boquiaberto diante de sua coleção de 30 mil volumes guardados em seu escritório/residência em Milão, ele tem duas respostas prontas quando é indagado se leu toda aquela vastidão de papel. "Não. Esses livros são apenas os que devo ler na semana que vem. Os que já li estão na universidade" - é a sua preferida. "Não li nenhum", começa a segunda. "Se não, por que os guardaria?"

Em tempo de E-Book, livraria busca alternativa

Os livros eletrônicos batem a porta dos livreiros.  O que fazer?  Aguardar o que vai acontecer não é o feitio de livreiros, atuantes e dedicados.  As Livrarias Loyola, localizadas na cidade de São Paulo/SP, enfrentam os novos e salutares desafios do setor com parcerias estratégicas,  enriquecendo e atualizando seu  acervo  com livros de referência, conteúdo e qualidade universal.

Comércio eletrônico cresce 40% no Brasil em 2010

Valor Econômico - 22/03/2011 - Por Tatiana Schnoor - O e-commerce brasileiro teve um desempenho acima do esperado em 2010. O faturamento do setor apresentou um crescimento nominal de 40% alcançando R$ 14,8 bilhões frente aos R$ 10,6 bilhões em 2009. O balanço divulgado nesta terça-feira no 23º relatório WebShoppers, elaborado pela e-bit com o apoio da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, superou a previsão da consultoria que havia estimado um faturamento de R$ 14,5 bilhões para o setor em 2010.

Era digital põe em risco 150 empregos na editora mais antiga do mundo

O Globo - LONDRES - A revolução digital, que cada vez mais substitui a impressão litográfica, pode pôr fim aos empregos de 150 trabalhadores da Cambridge University Press (CUP), a mais antiga editora do mundo, com 425 anos de história. Segundo o jornal inglês "The Guardian" , a editora, administrada por um "sindicato" de 18 acadêmicos, justifica a medida pelo impacto econômico gerado pela substituição da impressão tradicional pela digital. Segundo ela, o método atual causa perdas de até 2 milhões de libras por ano. Os funcionários alertam que essa medida pode representar o início do fim da editora criada sob os auspícios do rei Henrique VIII. A Cambridge University Press, que já publicou trabalhos de Isaac Newton, John Milton e Stephen Hawking, emprega mais de mil pessoas na Inglaterra e outras 800 em outros países.

Era dos livros eletrônicos complica vida dos escritores

Valor Econômico - 29/09/2010 - Jeffrey A. Trachtenberg - Sempre foi difícil para um autor estreante conseguir publicar numa grande editora. Mas a revolução digital tem tido um impacto exagerado na carreira dos escritores. Muitas edições digitais rendem menos para as editoras. E as grandes varejistas têm comprado menos títulos. O resultado é que as editoras que acalentaram gerações de escritores americanos passaram a fechar menos acordos com escritores estreantes. Da mesma maneira que a música barata na internet fez com que menos bandas conseguissem ganhar a vida fechando contratos com gravadoras, menos escritores conseguirão se sustentar, dizem editores e agentes.

EUA defendem normas de privacidade para serviço de livros do Google

Folha Online - Reuters - 04/09/2009 - O Google deveria desenvolver normas de privacidade como parte de seu plano de digitalizar milhões de livros, recomendou a Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (FTC, na sigla em inglês) em carta à companhia. O projeto do Google de digitalizar bibliotecas inteiras sofreu percalços devido a um processo de defesa de direitos autorais aberto em 2005 pela Authors Guild e por editoras. Um tribunal de Nova York realizará em 7 de outubro de 2009 uma audiência sobre o acordo que serviu para encerrar o processo. O acordo já foi atacado de diversos ângulos, um dos quais sendo possíveis ameaças de privacidade das pessoas que ganhem acesso aos livros por intermédio do Google.

Formato e direitos travam e-book no Brasil

Folha S.Paulo - 24.04.2010 - Fabio Victor - Se livrarias virtuais brasileiras já têm milhares de livros eletrônicos à venda, por que tão poucos títulos são em português? Por que esse mercado, ascendente nos EUA, não deslanchou no Brasil? As perguntas, que circulam no meio editorial e entre leitores, não têm respostas prontas nem simples, mas por ora duas surgem como mais esclarecedoras. Uma, inacreditável, é tecnológica: o país praticamente não tem mão de obra especializada para converter os livros para o formato escolhido até agora como padrão pelo mercado, o ePUB.

Difusão vs. Pirataria

Folha de S. Paulo - 19/05/2012 - Por Raquel Cozer - O site livrosdehumanas.org saiu do ar anteontem após ser notificado de ação judicial movida pela Associação Brasileira de Direitos Reprográficos. Com 2.322 livros em PDF gratuitos, o blog que se descreve como "difusor de conhecimento produzido pelas humanidades" representa, para a ABDR, "o maior caso de pirataria de livros digitais em dez anos". Na quinta, iniciou-se no Twitter campanha em defesa do blog e contra as editoras Forense e Contexto, destacadas na notificação.

Google e Cultura em parceria inédita no mundo

Publishnews - 18/08/2008 - por Ricardo Costa - A Livraria Cultura, de São Paulo, costuma estar à frente quando o assunto é internet. Para muitos o site da livraria é uma das principais fontes de pesquisa de livros. Nesta sexta-feira, dia 15, mais uma vez a Cultura saiu na frente, mas desta vez na frente do mundo inteiro. Numa parceria com o Google, a Livraria Cultura é a primeira do mundo a implementar a funcionalidade de pré-visualização de livros do Google em seu site. Isto significa que quando um internauta fizer uma busca no site e o resultado dessa busca retornar livros que já tenham sido disponibilizados pela editora para visualização parcial no Google Livros, os clientes da Cultura poderão, no próprio site da livraria, ver, navegar pelo livro e degustar um número limitado de suas páginas.

Ensaísta Camille Paglia diz que internet empobrece cultura

Folha de S. Paulo - 14/05/2011 - Eleonora de Lucena - Aos 64 anos, Camille Paglia está preocupada com o futuro das artes. Para ela, a ligeireza da internet empobrece a criação. E os jovens, sugados pela web, ignoram as grandes referências artísticas. Polemista vigorosa, ela diz estar entusiasmada com a música brasileira. Quer fazer uma campanha para criar um canal específico sobre isso nos EUA. No momento se delicia com a descoberta de Elis Regina.

Google lança novas ferramentas na Bienal do Livro do Rio de Janeiro

Gazeta Mercantil - 14.09.2007 - A opção de busca segmentada Google Booksearch, que faz pesquisas na base de livros digitalizados mantida pelo Google, ganhou novas ferramentas e parceiros. Durante a 13ª Bienal do Livro, no Rio de Janeiro, a empresa anunciou contratos com as editoras Senac e Ediouro, além de demonstrar as utilidades "Minha Biblioteca" e "Minhas resenhas". Pelo Google Booksearch, o usuário é autorizado a visualizar até 20% dos livros disponíveis online. As obras são obtidas por duas formas: parcerias com editoras ou bibliotecas. Na primeira modalidade, o buscador aproveita as bases das editoras, incorporando informações que já dispõem em seus sites. Na segunda, escaneia os acervos.

Crianças não trocam livros impressos pelos digitais, mostra estudo

Veja - 29/09/2010 - A maioria das crianças americanas não abriria mão dos livros tradicionais para ler seus conteúdos apenas em dispositivos digitais. É o que mostra um estudo da editora Scholastic, que publica os livros da série Harry Potter nos Estados Unidos. O estudo mostra que muitas crianças querem, sim, ter acesso aos chamados e-books, mas, mesmo com o dispositivo, dois terços delas não pretendem abrir mão de seus livros tradicionais impressos. A pesquisa explorou as atitudes e comportamentos de pais e filhos sobre leitura não obrigatória na era digital. A Scholastic ouviu mais de 2.000 crianças entre 6 e 17 anos e seus pais.

Império dos Livros

Folha Online - 09/09/2009 - GUSTAVO VILLAS BOAS / RAQUEL COZER - Google avança sobre mercado de livros on-line com controverso acordo. Um vilão a ponto de monopolizar a informação do planeta ou um herói disposto a organizar os livros do mundo? A intenção do Google, anunciada em 2004, de criar uma gigantesca biblioteca virtual ganha agora contornos dramáticos. Na sexta passada, terminou o prazo oferecido pelo Google para que editoras e autores de todo o mundo se manifestassem contra a sua proposta de digitalizar e disponibilizar, no Google Books, livros que ainda não estão em domínio público, mas que não são encontrados nas livrarias dos EUA. Milhões de títulos caem nessa categoria.

Estados americanos vão à briga contra a Amazon

O Estado de S. Paulo - Gustavo Chacra - 05/08/2011 - Enquanto as livrarias fecham as portas nos Estados Unidos, a Amazon, maior vendedora de livros no país através da internet, não precisa pagar uma série de impostos estaduais aplicados sobre vendas. Essa isenção da gigante do varejo eletrônico tem irritado alguns Estados e os concorrentes que possuem lojas físicas. A vantagem da Amazon se deve a uma lei antiga que tenta controlar as vendas interestaduais.

Google vence escritores em julgamento sobre digitalização de livros

Folha de S. Paulo - 14/11/2013 - DA REUTERS - O Google venceu nesta quinta-feira (14) uma disputa jurídica contra um grupo de escritores que acusava a empresa pela digitalização de milhões de livros por meio do Google Livros. O juiz Denny Chin, de Nova York, aceitou o argumento da companhia de que a digitalização de mais de 20 milhões de livros e a disponibilização de fragmentos na internet não infringiam leis de direitos autorais americanas.

Especialista faz ressalvas ao uso de tablets em escolas

Folha de S. Paulo - 28/07/2011 - O uso de tablets no lugar de livros didáticos pode até piorar o aprendizado dos alunos caso os professores não mudem a maneira como trabalham os conteúdos. Essa é a opinião do professor da Escola de Educação e da Escola de Engenharia da Universidade Stanford (EUA), Paulo Blikstein, 39, que desenvolve projetos com foco em tecnologia de ponta para uso em escolas.

Editoras francesas levam a Google à Justiça por falsificação

Folha Online - 11/05/2011 - FRANCE PRESSE, EM PARIS - As editoras francesas Gallimard, Flammarion e Albin Michel processaram a gigante americana Google por falsificação pela digitalização de milhares de títulos como parte de seu projeto de biblioteca universal. A queixa contra a filial francesa da Google foi apresentada em 6 de maio no Tribunal de Grande Instância de Paris. "A Google a recebeu", confirmou nesta quarta-feira o serviço jurídico da Gallimard. Esta mesma queixa será apresentada contra a matriz. O juiz deve estabelecer agora um calendário e a Google terá que apresentar explicações, acrescentou.

Internet se torna a terra dos serviços e produtos grátis

O Estado de S. Paulo - 22.12.2007 - Renato Cruz - Amparados pela receita com publicidade, sites oferecem de livros eletrônicos a mapas e planilhas. A internet está se tornando a terra dos produtos e serviços gratuitos. Para isso, os sites adotam um modelo que é comum na mídia tradicional, em que a gratuidade é sustentada pela venda de espaço publicitário. O avanço tecnológico tem aumentado a capacidade das redes de banda larga, ao mesmo tempo que baixa custos de armazenamento e processamento. A rede permitiu também que pessoas de todo o mundo colaborassem em projetos coletivos, como a Wikipédia ou o próprio sistema operacional Linux. Também ajudou a tornar mais direta a relação entre artistas e o seu público, que passaram a oferecer sua produção pela rede, muitas vezes com novos tipos de licenças de direito autoral, como o Creative Commons. Sites como YouTube, MySpace e WordPress apagam a divisão entre audiência e autores, permitindo a todos se tornarem produtores de conteúdo.

Internet triplica no País, mas livrarias encolhem

Estado de S. Paulo - por Wilson Tosta - Em sete anos, a internet triplicou, mas as livrarias recuaram no Brasil, mostra a Munic 2005, pesquisa sobre municípios divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De 16,4% dos municípios com provedores em 1999, o País chegou a 2005 com 46% (2.560) de suas cidades hospedando servidores de conexão à rede mundial de computadores. O aumento foi de 206,7%, o que coloca a web como o equipamento cultural / meio de comunicação que mais se expandiu no período. Na outra ponta do ranking, ficaram as livrarias: presentes em 35,5% dos municípios em 1999, caíram para 30,93% (1.721) em 2005, diminuição de 11,4%, último lugar entre 13 itens. Para os pesquisadores do IBGE, o recuo das livrarias não significa que os brasileiros consumam menos livros. "O decréscimo (...) pode ser justificado pelo redirecionamento da distribuição de livros por diferentes formas, como lojas multimídia, supermercados, bancas de jornais, distribuição pelo governo, ou seja, o ritmo da produção de livros no País não acompanha necessariamente a evolução da presença de livrarias nos municípios brasileiros", diz o estudo.

Itaú lança enciclopédia de literatura

Folha de S. Paulo - 5/6/2007 - por Eduardo Simões - O Itaú Cultural relança hoje (05/06) sua página na internet com uma novidade: uma enciclopédia de literatura brasileira, com 130 verbetes, irmã caçula das duas enciclopédias já existentes, dedicadas às artes virtuais (que tem 3 mil verbetes) e ao teatro (que possui 700). O endereço permanece o mesmo: Itaú Cultural. A enciclopédia das letras nacionais conta com pesquisa em sete categorias. A busca por nomes dá acesso às biografias dos escritores.

Kindle deve ter isenção de livro, diz Justiça

Folha de S.Paulo - 19.12.2009 - ÁLVARO FAGUNDES - Uma decisão da Justiça em São Paulo criou uma discussão sobre como o Kindle, o leitor digital da Amazon, deve ser tributado: como aparelho eletrônico ou como livro. Uma liminar concedida nesta semana pela Justiça Federal em São Paulo afirma que o Kindle deve ser enquadrado na mesma categoria de livros e jornais, que não pagam impostos, segundo determinação da Constituição Federal. Na prática, o brasileiro estaria isento dos US$ 266,32 que a Amazon cobra de taxa de importação -mais que o preço do próprio aparelho. A decisão da juíza Marcelle Ragazoni Carvalho, da 22ª Vara Cível, só vale para o autor da ação, mas o advogado Nelson Lacerda, do Lacerda & Lacerda Advogados, diz que é grande a chance de outras pessoas conseguirem a mesma isenção.

Hábito de leitura cresce nos EUA e está cada vez mais eletrônico

Folha de S. Paulo - Reuters - 13/12/2011 - O momento pode estar difícil para livrarias de bairro nos Estados Unidos, mas as pessoas estão lendo mais do que nunca, e os livros eletrônicos estão atendendo os amantes de livros que buscam de biografias de famosos a livros de ficção. "Só temos tido notícias boas este ano. Em geral, a leitura tem se tornado mais popular", disse Chris Schluep, editor-sênior de livros da Amazon, maior vendedora de livros na internet dos EUA.

Leitor de livros eletrônicos gera polêmica

Estado.com - 13/02/2009 - Por Ana Freitas - Ler um livro em voz alta pode ser considerado pirataria? O novo aparelho que reproduz livros eletrônicos da Amazon, o Kindle 2, tem gerado polêmica no mercado editorial norte-americano desde seu lançamento por causa de uma função que faz algo parecido com uma leitura robótica dos livros eletrônicos. A ferramenta, que está na segunda versão, é uma espécie de "iPod dos livros". O Kindle 2 reproduz na tela uma versão eletrônica de um livro comprado pelo usuário no próprio site da Amazon.com. Como gadget também é capaz de "ler" em voz alta o texto do e-book, isso causou controvérsia entre editores e agentes literários nos EUA.

Leve a enciclopédia online Wikipedia dentro do bolso

O Estado de S. Paulo - 07.01.2008 - Já pensou ter consigo, sempre, a maior enciclopédia da internet - e tirar qualquer dúvida, a qualquer hora, mesmo estando longe do computador e sem conexão à rede? É essa a proposta da Encyclopodia, uma versão da Wikipédia especialmente adaptada para consulta, e leitura, na telinha do iPod. Com o iPod conectado ao computador, você baixa um programa especial que faz a instalação. A Wikipedia portátil, que está em inglês, toma aproximadamente 1,7 gigabyte de espaço na memória do iPod. Como o aparelho não possui teclado, não é lá muito fácil digitar as pesquisas. Mas a coisa funciona. Quer dizer: mais ou menos. As últimas versões do iPod - Nano, Video, Classic e Touch - trazem uma proteção, colocada pela Apple, que impede a instalação de softwares de terceiros (a Wikipedia inclui uma versão do sistema operacional Linux, que é usado para navegar pelos verbetes).

Google traça 500 anos de evolução das palavras

Folha de S.Paulo - 21.12.2010 - Uma nova ferramenta oferecida pelo Google possibilita verificar o uso de determinadas palavras ou expressões nos últimos 500 anos. Batizado de Books Ngram Viewer o programa tem a capacidade de executar uma busca de palavras-chaves (um ou mais termos) nos 5,2 milhões de livros já digitalizados pelo Google. O total forma um campo de pesquisa de 500 bilhões de palavras contidas em obras publicadas entre 1500 e 2008 em inglês, francês, espanhol, alemão, chinês e russo.

Livro digital enfrenta dilema

Folha Online - 15.06.2010 - Ronaldo Lemos - UM GRUPO de editoras anunciou há alguns dias uma associação para dar início à distribuição de livros digitais no Brasil. Diferentemente das gravadoras, que demoraram para entrar no ramo digital e abriram espaço para piratas, as editoras não querem perder tempo. Estão certas. Ainda mais com o lançamento do iPad e do Kindle. No entanto, há um duplo dilema no horizonte. O primeiro é a questão do preço dos livros digitais. Imagine que você compra a cópia física de "Leite Derramado", do Chico Buarque. O preço é R$ 39. Se você não gostar, dá para vendê-lo talvez por R$ 15 ou R$ 20.

Juíz dá prazo para Google chegar a acordo sobre livros digitais

O Globo - Reuters - 20/07/2011 - Um juíz federal de Manhattan definiu 15 de setembro como o prazo final para que o Google, autores e editoras apresentem um plano para regularizar direitos autorais e criar a maior livraria digital do mundo, expressando frustração de que a disputa ainda não tenha sido resolvida. O juiz norte-americano Denny Chin disse que se a disputa não for "resolvida ou estiver perto da resolução, em princípio", estabelecerá "um cronograma relativamente curto" para que as partes se preparem para um possível julgamento.

Livro eletrônico não vai criar novos leitores

Folha Online - 22.02.2010 - Entrevista com PEDRO HERZ por Fabio Victor - Segundo o livreiro, cuja rede abrirá três novas lojas neste ano e passará a vender no novo formato, poder da indústria eletrônica é a causa de tanta badalação. O DONO da Livraria Cultura, Pedro Herz, avalia que o alarido em torno dos e-readers, os leitores eletrônicos que para muitos extinguirão o livro de papel, não passa de "uma nuvem". A ameaça real ao futuro do livro, opina, é ausência de novos leitores entre os jovens. Para ele, há um apagão na educação do país que, somado à redução no tamanho das famílias instruídas, projeta uma perspectiva sombria para o livro no Brasil.

O "Livrista"

O Livrista é um sistema online e gratuito para que os apaixonados por livros possam organizar, gerenciar e compartilhar sua biblioteca pessoal de modo simples e descomplicado. 

Livros lideram venda no comércio eletrônico

Folha Online - 12/05/2008 - O comércio eletrônico registrou crescimento de 49,6% nas vendas no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da consultoria e-bit. O faturamento foi recorde em R$ 1,84 bilhão de janeiro a março deste ano, contra R$ 1,23 bilhão em 2007. Segundo a consultoria, há cerca de cinco anos o comércio eletrônico dá saltos de crescimento logo nos primeiros meses do ano, apesar de o período ser considerado pelo varejo como fraco, devido às dívidas contraídas no fim do ano. O tíquete médio das compras pela internet também subiram nos primeiros três meses deste ano ante o mesmo trimestre de 2007 - de R$ 295 para R$ 319 -, em alta de 8%. Entre os produtos mais vendidos no primeiro trimestre deste ano, a categoria de livros ficou em primeiro lugar, com 21% de representatividade, ante 19% no ano passado, quando também liderou as negociações.

Livros para celular viram hit no Japão

Folha de S. Paulo - 13/10/2007 - Marco Aurélio Canônico - Para os enamorados do papel, tradicional suporte dos livros, pode parecer bizarra a perspectiva de acompanhar um bom texto em uma minúscula telinha de 160 caracteres. Mas, para a jovem geração que ganhou a alcunha de "tribo do polegar" por sua familiaridade com aparelhos portáteis, a novidade é apenas um passo lógico na evolução das coisas: literatura, agora, é lida nas telas de telefones portáteis. Como de hábito quando o assunto são fenômenos tecnológicos, a novidade dos livros para celular estourou primeiro no Japão. O primeiro best-seller do gênero, Amor Profundo, do autor conhecido apenas como Yoshi, fez tamanho sucesso nas telinhas que foi publicado como um livro tradicional (vendendo 2,6 milhões de cópias) e gerou adaptações para cinema e TV.

Justiça americana diz não aos planos da Google

PublishNews - 23/03/2011 - Por André de Lima - No meio do caminho havia um juiz federal. Seu nome? Denny Chin. E ele precisou de 13 meses para avaliar e julgar o acordo que a Google tinha desenhado com representantes de autores e editoras, particularmente com a Associação de Editores Americanos e com a Authors Guild, que garantiria à gigante californiana o direito de escanear e utilizar obras que não estivessem em domínio público.

Na internet, quem diria, o livro impresso é campeão de vendas

O Estado de S.Paulo - 16.02.2008 - Sérgio Augusto - Qual o produto mais comprado pela internet? Música? Não. Videogames? Tampouco. Eu disse comprado, não baixado. Pornografia? Também não. Verdade que os sites de pornografia, busca e relacionamento são os mais acessados no mundo inteiro (os de golfe, só nos EUA); mas, no quesito compra, o campeão - nem dá para acreditar - continua sendo o livro.

Soube disso pelo Nielsen/NetRatings, o reputado verificador de consumo online. Dados recolhidos em 48 países revelaram que 41% dos 875 milhões de e - consumidores compram mais livros do que qualquer outro objeto de consumo. Em miúdos: oito em cada dez internautas encomendaram pelo menos um livro, nos últimos três meses, a livrarias virtuais como a Amazon e que tais. Um aumento de 20% em relação a 2005.

Brindemos! A Guttenberg, pelo livro; a Tim Berners - Lee, pela web; e a Jeffrey Bezos, pela Amazon, pioneira no comércio eletrônico.

No Japão, romances saem das livrarias para as telas dos telefones

Valor Econômico - 28/5/2007 - Com a venda de livros em declínio, um novo mercado começa a surgir para as editoras japonesas. A vendas de romances para telefones celulares - livros que você pode baixar da internet e ler, geralmente em episódios, na tela do seu keitai, ou telefone móvel - saltaram de zero para mais de 10 bilhões de ienes (US$ 82 milhões) em cinco anos.

E as vendas continuam a crescer rapidamente. Pode não ser literatura, mas vende. Shin Nina, da Kadokawa, uma editora que aderiu aos romances "keitai", aponta duas razões para a crise. Um é que as editoras estão à mercê de um sistema de distribuição ineficiente. A segunda razão é o sucesso devastador de uma cadeia de livros de segunda mão chamada Book-Off.

Novo leitor de livros da Amazon deverá ser apresentado na segunda-feira nos EUA

Última Hora - 16.11.2007 - Isabel Coutinho - O leitor de livros em formato digital da Amazon.com, o Kindle e-book reader, deverá ser apresentado na segunda-feira no W Hotel, em Nova Iorque, com a presença do CEO da empresa americana, Jeff Bezos, anunciou a CNET News.com e o "The Wall Street Journal online". Há alguns meses que correm rumores e circulam fotografias na Internet do protótipo do Kindle, um aparelho que serve para ler livros em formato digital e que pretende vir a concorrer com o Sony Reader e com o iLiad que também serve para ler jornais em versão electrônica.

O ano do digital

Estadão - 14.10.2009 - Ubiratan Brasil - Em 2018, o livro digital deverá desbancar a tradicional versão em papel - a previsão é uma das principais conclusões de uma pesquisa feita pelos organizadores da 61ª Feira do Livro de Frankfurt, a maior no mundo do mercado literário, que abre suas portas oficialmente hoje. Foram consultadas 840 pessoas que mantêm alguma ligação com o evento, entre editores, livreiros, escritores e jornalistas, a maioria europeus. "É o momento, portanto, de se buscar novas estratégias, de esquadrinhar o mercado e de envolver o padrão internacional", comentou Jürgen Boos, diretor da Feira.

Nos EUA, pais insistem no impresso para seus filhos

The New York Times - Matt Richtell e Julio Bosman - 22/11/2011 - Os livros impressos podem estar sob ameaça diante do crescimento dos e-books, mas eles encontram um ponto de resistência num grupo de pessoas: as crianças. Seus pais insistem em que os filhos passem os primeiros anos de vida curtindo os “antiquados” livros impressos. Isso acontece até mesmo com os pais que leem muitos e-books, mesmo reconhecendo a duplicidade de comportamento.

O futuro das editoras universitárias e as mídias eletrônicas

Comciência - Enio Rodrigo - Deslumbrado com as novas tecnologias que fervilhavam Guillaume Apollinaire anunciou o que lhe parecia óbvio: a morte do livro. O influente poeta concreto francês do início do século fez essa afirmação face às potencialidades que vislumbrava no gramofone e no cinema mudo. Apollinaire não foi o primeiro nem o último. Atualmente, entretanto, poucos duvidam da longevidade desse objeto e a discussão se volta sobre a transcendência física do livro para o mundo da simulação digital. Os gadgets estão cada vez mais sofisticados e a migração para a era digital deverá ocorrer em breves dez anos, favorecendo a convivência de várias opções para atender à diversidade do público. O futuro não é só digital, mas sim plural.

Livros eletrônicos podem ser isentos de impostos

O Estado de S. Paulo - 20/05/2011 - Felipe Recondo - Um projeto para tornar imunes de impostos os livros eletrônicos foi aprovado na terça-feira pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A proposta do senador Acir Gurgacz (PDT-RO) equipara ao livro de papel os equipamentos que tenham como "função exclusiva ou primordial a leitura de textos em formato digital ou a audição de textos em formato magnético ou ótico".

O que o Google faria se fosse uma editora?

UOL - 18/06/2009 - Claudio Soares - No último dia de maio, o New York Times noticiava que durante a BEA 2009 (BookExpo America) o Google antecipou aos editores americanos sua entrada no mercado de venda de livros digitais ainda este ano. Com o lançamento do Google Editions (este é o nome previsto da iniciativa), é bem provável que tenhamos que repensar tanto o conceito de ebooks quanto o de venda e aquisição de livros. Um dia depois, em comunicado à imprensa, Gabriel Stricker, porta-voz do Google, declarava: "Queremos construir e apoiar um ecossistema de livros digitais que permita que os nossos parceiros editores disponibilizem seus livros para compra a partir de qualquer dispositivo ligado à Web". O Google será uma livraria on-line e competirá com a Amazon (primeiro passo para a Googlezon?).

Jovens trocam livros por 'leitura digital'

O Estado de S.Paulo - 12.12.2010 - Mariana Mandelli - No bolso do jeans, um BlackBerry. Na escrivaninha do quarto, um laptop. Dentro da mochila da escola, um iPod Touch com conexão wireless. Tudo ao redor dos jovens de hoje oferece conexão 24 horas por dia nas mais diversas redes sociais. Como deixar de lado todas as infinitas possibilidades que o mundo digital oferece e se dedicar à leitura de um livro, com suas centenas de páginas, cheias de palavras e letras inertes, exigindo concentração para serem decifradas?

Mudanças tecnológicas podem criar "desigualdade na leitura"

Folha de S. Paulo - Reuters - 25/03/2011 - A rápida ascensão dos livros eletrônicos pode criar uma "desigualdade na leitura", com as pessoas incapazes de arcar com o custo da nova tecnologia sendo deixadas para trás, em um período de declínio na capacidade de escrita e leitura nos Estados Unidos. "As comunidades negras onde muitos estudantes já estão ficando para trás de seus pares, membros de maiorias em termos de alfabetização, estão sob ameaça especial", disse a escritora Marita Golden.

ONU criará maior biblioteca on-line do mundo

Reuters - 17/10/2007 - A Unesco e Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, apoiadas pelo Google, vão desenvolver uma biblioteca digital com trabalhos de todas as partes do mundo, informou nesta quarta-feira (17/10) a Organização Cultural, Científica e Educacional das Nações Unidas. "A iniciativa da Biblioteca Digital Internacional é digitalizar materiais raros e únicos de bibliotecas e outras instituições ao redor do mundo e torná-los disponíveis de forma gratuita na Internet", informou a Unesco em um comunicado. Manuscritos, mapas, livros, partituras e gravações musicais, filmes, gravuras e fotografias serão incluídos no projeto.

Páginas virtuais

O Globo - 18/10/2008 - Miguel Conde - Na maior feira de livros do mundo, 30% dos produtos em exibição não podem ser folheados, pelo menos não da maneira tradicional. Quase um terço dos itens expostos na Feira do Livro de Frankfurt são digitais, e nos numerosos debates e apresentações realizados as inovações tecnológicas são de longe o assunto mais recorrente. Os mesmos empresários que fazem fila para assistir a uma palestra sobre o Kindle (leitor eletrônico lançado pela Amazon.com) e se acotovelam para dar uma mexidinha no Sony Reader ainda tentam entender como essas e outras ferramentas vão de fato transformar a indústria editorial, até hoje muito menos afetada pela revolução digital do que os mercados de música ou filmes.

Paulo Coelho defende internet e diz que livro durará pelo menos mais mil anos

G1 - Globo - Da EFE - Rodrigo Zuleta14.10.2008 - O escritor Paulo Coelho elogiou hoje as possibilidades que a internet abre à literatura e pediu que as editoras não vejam os novos meios como uma ameaça, se mostrando convencido de que o livro impresso durará pelo menos mais mil anos. Em discurso durante a entrevista coletiva de abertura da Feira do Livro de Frankfurt, Paulo Coelho contou suas experiências na web e também comparou as repercussões da revolução digital com a da época na qual Gutenberg, que inventou os tipos móveis, que deram um grande impulso à imprensa. "

Vargas Llosa: "Escrever para os tablets banalizará a literatura"

Terra - 09.05.2012 - O escritor peruano Mario Vargas Llosa acredita que a literatura criada "diretamente para os tablets" pagará o mesmo preço que a televisão, pois se banalizará e cairá na frivolidade. "É um temor, tomara que não aconteça", declarou nesta quarta-feira o Prêmio Nobel de Literatura de 2010 ao discursar no ciclo que a Biblioteca Nacional da Espanha organizou para comemorar seu terceiro centenário, celebrado neste ano.

União Europeia processa França por cobrar impostos baixos sobre e-books

Folha de S.Paulo - 04/07/2012 - DA REUTERS - O executivo da União Europeia tomou ação legal contra França e Luxemburgo por aplicar taxas de juros reduzidas sobre a venda de livros eletrônicos, o que é, segundo o órgão, considerado incompatível com as regras da UE. Desde janeiro, França e Luxemburgo aplicaram impostos sobre o valor acrescentado (VAT, na sigla em inglês) reduzidos sobre a venda de e-books, de 7% e 3%, respectivamente. Sob as leis da UE, governos podem aplicar taxas VAT reduzidas a uma lista limitada de bens e serviços que inclui livros, mas atualmente não e-books.

Pesquisa coloca Google como a marca mais valiosa do mundo: US$ 66,43 bi

O Globo - 23/4/2007 - A ferramenta de busca na internet Google alcançou o posto de marca mais valiosa do mundo, segundo o ranking elaborado pela consultoria Millward Brown, divulgado ontem. O segundo levantamento Brandz Top 100 das marcas mais poderosas, feito em conjunto com o jornal britânico "Financial Times", avaliou a marca Google em US$ 66,43 bilhões, à frente das tradicionais General Electric e Coca-Cola, bem como da gigante da internet Microsoft. O valor da marca Google deu um salto de 77%, enquanto o da Microsoft recuou 11%. Segundo a consultoria, o valor total das marcas cresceu 10,6% este ano, para US$ 1,6 trilhão, em comparação a US$ 1,44 trilhão em 2006.

Resenhas literárias de amadores na internet atraem leitores e abrem filão para editoras

Folha de S. Paulo - 11/05/2013 - FERNANDA EZABELLA / RAQUEL COZER - Todo mês, 75 mil pessoas acessam os vídeos em que o paulista Danilo Leonardi, 26, comenta livros. A carioca Ana Grilo, 37, diz ler até 150 títulos por ano para seu blog de resenhas, escrito em inglês. O americano Donald Mitchell, 66, já publicou 4.475 resenhas na Amazon -por parte delas, levantou R$ 70 mil, doados para uma ONG beneficente. Os três são personagens de um movimento que, nos últimos anos, chamou a atenção de editoras e virou negócio: o de críticas de livros feitas na internet por amadores, que, com linguagem mais simples, atraem milhares de leitores.

Professores e alunos ganham LivroClip

O LivroClip acaba de lançar seu novo site. A partir de agora, professores, estudantes e leitores já têm acesso à nova ferramenta de incentivo à leitura e apoio ao professor na sala de aula e na Internet. O endereço virtual estréia com 15 LivroClips em sua LivroPédia – a primeira na Internet no País. Entre as obras, figuram clássicos como “Dom Casmurro”, de Machado de Assis, “Os Lusíadas”, de Luís de Camões e “O Inferno”, de Dante, além de outros títulos best-sellers.

Projeto do Google Books gera polêmica

JB Online - 08.05.2009 - Juliana Krapp - Quem abre o Google Books, página virtual dedicada aos livros do buscador mais usado no mundo, depara-se com a nota: “O Google selou um acordo revolucionário com autores e editoras”. A frase solta está interligada a outra página, dedicada a explicar “o futuro da pesquisa de livros do Google”. Na semana passada, porém, o jornal New York Times anunciou que esse futuro anunciado está em xeque. O Departamento de Justiça americano, de olho na possível criação de um monopólio livreiro, abriu um inquérito para investigar o tal “acordo revolucionário” – acerto que a empresa está fazendo com editoras e autores para a reprodução de livros ou trechos de livros no Google Books.

Publicação de livro entra na era virtual / Internet dá novo fôlego a editoras especializadas em "autopublicação"

Estadão - 15.03.2009 - Mariana Barbosa - A revolução de costumes provocada pela internet - que transformou a indústria fonográfica - está chegando ao mercado editorial e invertendo a relação de poder entre editoras e escritores. Nos Estados Unidos, enquanto o bilionário mercado de livros está estagnado, o segmento chamado de "autopublicação" ou "impressão sob demanda", visto com um certo desdém pelas editoras tradicionais, não para de crescer. Atualmente, 78% dos títulos novos são de editoras que trabalham com autopublicação, segundo a Publishers Marketing Association. Confirmando a teoria da "cauda longa", de Chris Anderson, essas editoras lucram com a venda de tiragens menores de um número maior de autores. Nesse modelo, praticamente não existe rejeição. São as editoras que buscam seus autores, colocando na internet anúncios de "publique seu livro".

UE investiga Apple e editoras em suposto cartel de e-books

O Globo - 07/12/2011 - O órgão regulador antitruste da União Europeia está investigando se a Apple e cinco grandes editoras estão conspirando para limitar a concorrência no mercado de livros digitais. A Apple é acusada de, ilegalmente, ter ajudado as editoras a elevar os preços dos e-books quando lançou seu tablet iPad e a loja iBookstore, em 2010. Apple foi a primeira grande varejista a fechar com as editoras contratos sob o chamado modelo de agência, pelo qual os editores determinam o preço dos e-books vendidos nas lojas virtuais.

Rede da Memória Virtual Brasileira

Rede da Memória Virtual Brasileira é um projeto tanto ambicioso quanto inédito. Primeiro, a saudável ambição de automatizar e disponibilizar no ciberespaço os acervos de todas as instituições nacionais que disponham de um patrimônio visual ou textual. Se a preservação física de um bem simbólico já assegura a permanência intergeracional de um traço valioso numa cultura consolidada, a memória digital acrescenta a promessa de ampliação do acesso a esse bem. É, por isto, um artefato poderoso de democratização do olhar e do conhecimento.

SBRB ON LINE

SBRB ON LINE é o primeiro site brasileiro a disponibilizar registros de catalogação bibliográfica através do protocolo Z39.5. Mais de 300.000 títulos catalogados podem ser acessados por qualquer biblioteca e disponibilizado em texto ou no formato MARC. O SBRB ON LINE é uma iniciativa da Associação Cultural Basílio da Gama e do programa de gerenciamento de bibliotecas e arquivos Alexandria On Line para desenvolver a catalogação cooperativa das bibliotecas brasileiras, trocar experiências, promover ações de capacitação e desenvolvimento técnico.

Nova regulação para mídia digital será feita com ou sem consenso, diz Franklin Martins

Folha - 09/11/2010 - Elvira Lobato / Andreza Matais - O ministro Franklin Martins (Comunicação Social) abriu hoje seminário internacional promovido pelo governo para discutir novas regras ao setor de mídia digital (rádio, TV e internet) com uma advertência aos empresários. Segundo ele, "nenhum grupo tem poder de interditar a discussão" sobre um novo marco regulatório e é melhor que o debate se dê num clima de entendimento.

Site mostra as palavras mais usadas da língua portuguesa

Folha de S. Paulo - por Carlos Kauffmann - O Corpus do Português, site aberto no início de novembro de 2007, oferece um meio inédito de esquadrinhar a língua portuguesa. Ele funciona como um "quem é quem" do idioma. Mostra a popularidade de palavras ou de frases buscadas entre milhares de textos. Esse grande arquivo forma o corpus da língua, que representa as diversas variedades lingüísticas do português. O corpus reúne mais de 50 mil textos, de diversas fontes, somando 45 milhões de palavras. Há quatro registros principais: jornalístico, acadêmico, falado e de ficção.

Site que facilita a venda e compra de livros chega ao Brasil

Portal Imprensa - 22/07/2008 - O site internacional lançado no início deste ano Gojaba.com, que facilita a venda e a compra de livros usados, raros e fora de circulação acaba de chegar ao Brasil - terceiro país a aderir à página virtual, depois de Rússia e Suécia. O portal ajuda amantes de livros a encontrar qualquer título, como também estimula o aumento das vendas de livreiros profissionais no Brasil e no mundo. Compradores já poderão encontrar mais de 350 mil livros na plataforma brasileira, incluindo diversos títulos raros e colecionáveis.

Pirataria de livros cresce com leitores digitais

O Globo - 04/11/2010 – El País - O mundo editorial espanhol, um dos mais importantes da Europa, está em alerta. Cifras preliminares indicam que, nos seis primeiros meses deste ano, os downloads não autorizados de livros digitais saltaram em relação ao último semestre de 2009 e já representam 35% do total do mercado, frente a 19% do segundo semestre do ano passado. Devido aos downloads ilegais, os editores estimam uma perda de 400 milhões de euros entre janeiro e junho de 2010.

Suspensão de blog com livros piratas cria discussão na web

O Globo - 29.04.2011 - Miguel Conde - Uma mensagem de violação dos termos de uso anunciou semana passada aos milhares de visitantes diários do blog Livros de Humanas a suspensão da página, que era hospedada pelo Wordpress. Criado em 2009 por um aluno da USP, o blog formou em pouco mais de dois anos uma biblioteca maior do que a de muitas faculdades brasileiras. Até sair do ar, reunia 2.496 títulos, entre livros e artigos, de filosofia, antropologia, teoria literária, ciências sociais, história etc. Um acervo amplo, de qualidade, que podia ser baixado imediatamente e de graça.

STF decide se livro eletrônico é igual a livro de papel

O Estado de S. Paulo - 19/03/2011 - Felipe Recondo - A evolução da tecnologia levará o Supremo Tribunal Federal (STF) a rediscutir o conceito de papel, usado para a publicação de livros, jornais e periódicos. Por consequência, poderá estender a imunidade tributária prevista na Constituição para os livros aos aparelhos de leitura, como o Kindle, e às publicações em CD. Em um processo que trata do tema, os ministros do tribunal reconheceram que o assunto tem repercussão geral.

Surpresa! A Internet beneficiou o mercado de livros

Reuters - Gavin Haycock - 19.10.2007 - As previsões pessimistas de que a Internet iria esmagar o setor de publicação de livros através dos leitores digitais e das vendas online de livros usados não se concretizaram. A editora Penguin anunciou esta semana que a explosão no varejo online e nas vendas de livros usados não causou os prejuízos que ela havia previsto e que, de muitas maneiras, a Internet acabou beneficiando as livrarias, funcionando como ferramenta de marketing, experimentação e aproximação com a próxima geração de leitores.

Você já perdeu livros que emprestou?

Você já perdeu livros que emprestou? Tem dificuldade para encontrar todos os livros do seu interesse? Seus amigos tem livros em casa e muitas vezes você não acesso a estes livros. O tempresto é um site que vai ajudar a todos aqueles que gostam de ler. O site procura facilitar e gerenciar o empréstimo de livros entre comunidades de amigos. E tudo isso sem custos! O funcionamento é muito simples. AQUI.

Uma editora para o Facebook

Folha de S. Paulo - Josélia Aguiar - 06/08/2011 - Foi com apreensão, rebuliço e teorias conspiratórias que o mercado editorial recebeu a notícia da última semana: o Facebook, rede social com mais de 750 milhões de usuários, comprou uma editora. Push Pop Press não é uma empresa qualquer no ramo: é considerada jovem talentosa e promissora. A sua especialidade são livros digitais para iPad e iPhone.

Volume de compras pela internet aumenta 49% no primeiro semestre

Valor Online - 3/7/2007 - As compras pela internet no país cresceram 49% no primeiro semestre deste ano, e somaram R$ 2,6 bilhões. O dado foi divulgado hoje pela e-bit, empresa de pesquisa e marketing on-line, e não considera compras de passagens aéreas, automóveis e negócios realizados em sites de leilão. Considerando a quantidade de pedidos, os produtos mais vendidos pela internet são os livros, com 17% de participação, seguidos de produtos de informática, com 13%, e dos eletrônicos, com peso de 10%. Segundo a e-bit, o crescimento se deve ao aumento do número de e-consumidores, à maior freqüência de compras e a um ligeiro aumento do ticket médio.

Roger Chartier: "Os livros resistirão às tecnologias digitais"

Revista Nova Escola - Cristina Zahar - 03/02/2011 - O francês Roger Chartier é um dos mais reconhecidos historiadores da atualidade. Professor e pesquisador da Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais e professor do Collège de France, ambos em Paris, também leciona na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, e viaja o mundo proferindo palestras. Sua especialidade é a leitura, com ênfase nas práticas culturais da humanidade. Mas ele não se debruça apenas sobre o passado. Interessa-se também pelos efeitos da revolução digital. Diferentemente dos que preveem o fim da leitura e dos livros por causa dos computadores, Chartier - acha que a internet pode ser uma poderosa aliada para manter a cultura escrita.

You Tube do livro

O POVO - 16.11.2007 - O livro está se reiventando. Para atrair novos leitores, o portal na Internet TV Livro divulga vídeos sobre o mundo da literatura, promovendo autores e livros. O portal funciona como uma espécie de You Tube exclusivo do livro. Para postar, é grátis. Quem costuma navegar no You Tube, sabe que o portal é um verdadeiro caldeirão de informações. Tem de tudo. Desta vez, um grupo editorial resolveu segmentar e criar um portal na Internet onde é possível postar - única e exclusivamente - vídeos ligados ao mundo da literatura. É a TV Livro que completa um mês no ar com a proposta de produzir, postar e divulgar, na Internet, vídeos sobre autores, livros, leitura e literatura.

Até agora foram 20 postagens e o dobro desse número em vídeos aguardando análise para serem publicados. Desde a estréia, foram registrados 1.000 visitantes, dos quais 75 % assistem a pelo menos um vídeo. Segundo o Diretor-Presidente do Grupo Editorial Scortecci e idealizador do projeto, João Scortecci, os números ainda são "tímidos", mas muito "entusiasmados". "Hoje não basta só o release. O livro físico passa a se utilizar de uma nova mídia para se divulgar. Para surpresa nossa, todo mundo gostou da idéia, praticamente estourou", diz.

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