Emendas cheias de 'boas intenções' inundam Plano Nacional de Educação

O Estado de S. Paulo - Rafael Moraes Moura - 07/07/2011 - Em tramitação na Câmara, o Plano Nacional de Educação (PNE) foi inundado por emendas repletas de "boas intenções" que pretendem tornar mais ambiciosas as metas traçadas para esta década. Num esforço para atender movimentos sociais e sindicatos, os deputados ergueram várias bandeiras: universalização da demanda por creche, 10% do PIB para a educação e a destinação de 50% dos recursos do pré-sal para a área, o que havia sido vetado no governo Lula.

Livro adotado pelo MEC defende 'erro'

O Estado de S.Paulo - 16/05/2011 - "Nós pega o peixe" ou "os menino pega o peixe". Para os autores do livro de língua portuguesa Por uma Vida Melhor, da Coleção Viver, Aprender, adotado pelo Ministério da Educação (MEC), o uso da língua popular - ainda que com seus erros gramaticais - é válido. A obra também lembra que, caso deixem a norma culta, os alunos podem sofrer "preconceito linguístico".

Se pelo menos ensinassem Português

O Estado de S.Paulo - 17/05/2011 - Carlos Alberto Sardenberg - Os brasileiros falam de muitos modos. Há alguns programas de rádio no Nordeste que são simplesmente incompreensíveis para os paulistas. Um linguajar gaúcho bem cantado soa difícil em Manaus. Mas, quando se trata de estudar Matemática ou Ciências, todos os alunos brasileiros precisam saber o português, digamos, oficial, a chamada norma culta.

Livros aprovados pelo MEC criticam FHC e elogiam Lula

Folha de S. Paulo - 05/05/2011 - Os livros didáticos aprovados pelo MEC (Ministério da Educação) para alunos do ensino fundamental trazem críticas ao governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e elogios à gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), informam Luiza Bandeira e Rodrigo Vizeu. Exemplo disso é o livro "História e Vida Integrada", que enumera problemas do governo FHC (1995-2002), como crise cambial e apagão, e traz críticas às privatizações.

Autores pedem mudança nos critérios de seleção de livros didáticos para a escola pública

Folha de S. Paulo - 06/09/2011 - Os autores de livros didáticos enviaram ao MEC (Ministério da Educação) uma carta sugerindo mudanças nos critérios de seleção das obras que fazem parte do PNLD (Programa Nacional do Livro Didático). Com base em pareceres que excluíram alguns livros do programa, eles questionam algumas regras do processo e pedem mais objetividade nos critérios de escolha.

Reposição de livros didáticos custa R$ 87 mi ao MEC

Folha de S. Paulo - 14/02/2011 - Todos os anos, o FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), autarquia do Ministério da Educação responsável pelos programas do livro didático, precisa repor em torno de 16% das publicações compradas para serem distribuídas a alunos do ensino fundamental e médio de escolas públicas do país.

PF apreende 2.000 livros do MEC vendidos ilegalmente no Rio Grande do Norte

Folha de S. Paulo - 17/02/2011 - A Polícia Federal apreendeu nesta quinta-feira cerca de 2.000 livros do Ministério da Educação que eram vendidos em um sebo em Natal (RN). De acordo com a PF, os livros fazem parte do Programa Nacional do Livro Didático, cuja venda é proibida. Alguns dos exemplares apreendidos tinham carimbos de colégios da rede pública do Estado, enquanto outros tiveram a primeira página arrancada para dificultar a identificação.

Quinze milhões de alunos estudam em escolas sem biblioteca no país

O Globo - 29/01/2011 - Brasília - Na volta às aulas, milhões de alunos de todo o país vão estudar este ano em escolas onde não há laboratório de ciências, biblioteca, laboratório de informática ou quadra de esportes. O Censo Escolar do Ministério da Educação (MEC) mostra que, no ano passado, 27 milhões de estudantes de ensino fundamental e médio (70% do total) frequentavam estabelecimentos sem laboratório de ciências. A inexistência de bibliotecas era realidade para 15 milhões (39%), enquanto 9,5 milhões (24%) estavam matriculados em escolas sem laboratório de informática, e 14 milhões (35%), em unidades sem quadra esportiva.

Brasil já importa até livro didático

O Estado de S. Paulo - 19/02/2012 - Por Marcelo Rehder - Nos bancos escolares, os estudantes brasileiros estão estudando em livros impressos na China, Índia, Coreia, Colômbia e Chile. Em 2011, editoras que fornecem material para o Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), do governo federal, ampliaram em quase 70% as encomendas no exterior, estimam empresários da indústria gráfica. Os motivos são o câmbio e o custo Brasil. A consequência foi que boa parte das gráficas editoriais brasileiras trabalhou com alguma ociosidade a partir do segundo semestre de 2011, período em que elas costumam rodar livros didáticos. Em dezembro, representantes dos empresários e dos trabalhadores foram ao Ministério da Educação expor a preocupação com o crescimento nas importações.

MEC descarta apostila no Plano Nacional do Livro Didático

Jornal da Tarde - Fábio Mazzitelli - 26.08.2010 - A Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC) não cogita incorporar os sistemas de ensino apostilados às compras anuais feitas pelo Programa Nacional do Livro Didático (PNLD), que distribui de graça cerca de 130 milhões de obras por ano às escolas públicas do País. O ministério se posicionou após ser questionado pelo Jornal da Tarde sobre possíveis reformulações no programa, já que neste ano 143 prefeituras paulistas que mantêm escolas municipais não aderiram ao PNLD. Como a maioria fez a opção para substituir o livro didático por materiais apostilados, alguns educadores defendem a incorporação dos sistemas de ensino ao programa federal.

MEC faz ajustes nas regras dos livros escolares

Brasil que Lê - A Abrelivros, que representa as editoras de livros escolares, está exultante. Após anos e anos pelejando, o Ministério da Educação topou que as editoras que tiverem livros reprovados pelos técnicos tenham o direito de recorrer até dez dias depois da divulgação dos resultados da avaliação. Outra mudança: se forem encontrados erros pontuais nas obras inscritas para o Programa Nacional do Livro Didático, os responsáveis terão cinco dias para corrigi-los, desde que não ultrapassem 5% das páginas. Semana passada, Jorge Yunes, presidente da entidade, era só elogios ao ministro Fernando Haddad.

MEC quer identificar onde estão as 680 mil crianças que não frequentam a escola

Folha Online - 13/06/2009 - Agência Brasil -  MEC (Ministério da Educação) quer descobrir quem são e onde vivem as 680 mil crianças que estão fora da escola em todo o país. Nesta semana, o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) divulgou relatório que destaca as dificuldades de algumas populações no acesso à educação e na permanência na escola. Crianças indígenas, moradoras do campo, quilombolas, negras e com deficiência física são as mais afetadas. De acordo com o secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, uma equipe de estatísticos já conseguiu identificar 95 mil das 680 mil crianças a partir do cruzamento de diversos bancos de dados.

Livro digital falado não vai substituir braille, diz Haddad

Portal Terra - Agência Brasil  - 24.06.2009 - Ao participar da cerimônia de lançamento do software Mecdaisy ferramenta que possibilita a produção de livros digitais falados para deficientes visuais o ministro da Educação, Fernando Haddad, afirmou nesta quarta-feira que o objetivo não é substituir o braille. O programa desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) tem como base o padrão Digital Acessible Information System e possibilita que alunos com capacidade de visão eduzida ou cegueira tenham acesso gratuito a livros e documentos.

PRESIDENTE DO FNDE FARÁ PALESTRA NA BIENAL DO LIVRO DE SÃO PAULO

Uma das grandes atrações para os profissionais do mercado editorial na Bienal Internacional do Livro de São Paulo será a palestra do presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Daniel Balaban. A palestra acontece no dia 15 de agosto de 2008, às 11h, dentro da programação do Salão de Idéias Volkswagen. O tema do evento é “Políticas do Livro e Leitura no Plano de Desenvolvimento da Educação”. Daniel Balaban é economista, com mestrado em Relações Internacionais pela UNB – Universidade de Brasília.

Presidente do FNDE explica escolha de livros didáticos

Tempo Real - 22/11/2007  - O presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), Daniel Silva Balaban, reclamou durante audiência pública na Comissão de Educação e Cultura que muitos falam sem conhecer o processo de escolha para o Guia do Livro Didático do Ministério da Educação. Ele afirmou que o programa começou em 1985 e que o processo de escolha de cada livro demora cerca de dois anos e meio. Segundo Balaban, o edital de escolha é muito complexo e trata de todos os detalhes - desde as especificações técnicas, como a gramatura do papel, até o conteúdo.

PNBE/2009 publica selecionados

Publishnews - 07/10/2008 - Ricardo Costa - Em portaria de 6 de outubro de 2008 (nº 1.225) publicada no Diário Oficial da União de hoje (7/10), o Ministério da Educação divulgou a lista dos livros selecionados para o PNBE/2009. Dos 599 títulos de 88 grupos editoriais, 54 são do Grupo Ediouro, 51 do Grupo Record, 34 do Santillana e 22 da Global e da Abril. As obras selecionadas serão distribuídas nas séries/anos finais do ensino fundamental e nas séries do ensino médio das redes de ensino municipal, estadual e federal.

País melhora em matemática e piora em leitura, mostra OCDE

O Estado de S. Paulo - 05/12/2007 - por Renata Cafardo e Patrícia Campos Melo - O Brasil piorou seu desempenho em leitura, mas foi um dos países que mais melhoraram em matemática no Programa de Avaliação Internacional de Estudantes (Pisa), de 2006. O exame, considerado o mais importante do mundo em educação, é realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) a cada três anos. Cerca de 400 mil alunos de 15 anos, de 57 países, fizeram a última prova.

MEC vai investigar todas as 59 ONGs da alfabetização

Estadão - Face às denúncias de fraude, ministério opta por antecipar e ampliar fiscalização. O Ministério da Educação (MEC) decidiu antecipar os procedimentos de fiscalização e fará auditoria em todas as 59 organizações não-governamentais (ONGs) que possuem convênio para executar o Programa Brasil Alfabetizado. A informação é da representante do MEC em São Paulo, Iara Bernardi.

O novo procedimento foi determinado após uma série de reportagens publicadas pelo Jornal da Tarde e pelo jornal O Estado de S. Paulo, apontando irregularidades e fraudes nos convênios. Turmas fantasmas, professores sem receber, aulas em presídios desativados, atrasos em cursos e alfabetizadores cadastrados à revelia são algumas dessas falhas.

MEC quer mudar português já em 2009

Folha de S. Paulo - 29/03/2008 - Uma comissão do MEC elaborou uma proposta para que a reforma ortográfica da língua portuguesa comece a ser implantada no Brasil a partir do dia 1º de janeiro de 2009. A reforma prevê, entre outros pontos, o fim do trema e de acentos em palavras como vôo, herói, idéia e assembléia do vocabulário dos países de língua portuguesa. A proposta da Colip (Comissão para Definição da Política de Ensino-Aprendizagem, Pesquisa e Promoção da Língua Portuguesa) ainda tem que ser submetida ao ministro Fernando Haddad (Educação), aos ministérios da Cultura e das Relações Exteriores e à Presidência. Ela prevê um prazo de três anos para a transição entre a ortografia atual e a prevista pela reforma. Nesse intervalo, as duas normas vigorariam.

MEC lança segundo concurso Literatura para Todos

Com o objetivo de estimular a produção literária de autores que escrevem para jovens e adultos em processo de alfabetização, o Ministério da Educação (MEC) lançou nesta quarta-feira (20/06) a segunda edição do concurso Literatura para Todos.

Os candidatos podem se inscrever em quatro categorias: prosa (conto, novela ou crônica), poesia, biografia e texto de tradição oral (em prosa ou verso). Em cada modalidade serão premiados dois autores que receberão R$ 10 mil cada, além de terem seus textos publicados e distribuídos em escolas e bibliotecas públicas. As obras podem ser inscritas até o dia 21 de novembro.

MEC lança programa para distribuir acervos literários às escolas de ensino médio

ASCOM-FNDE03.04.2007 - Cerca de 30 milhões de alunos dos ensinos infantil, fundamental e médio serão beneficiados com os novos acervos literários que o Ministério da Educação vai distribuir a todas as escolas públicas em 2008. Neste sentido, o ministro Fernando Haddad lançou hoje, 3, em Brasília, o Programa Nacional Biblioteca da Escola para o Ensino Médio (PNBEM) e assinou resoluções que disciplinam o Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE) e o Programa Nacional do Livro Didático do Ensino Médio (PNLEM).

Segundo Daniel Balaban, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC), órgão gestor dos programas do livro, “o novo programa terá um formato de escolha diferente e uma metodologia inédita. Por exemplo, não será necessária a inscrição de obras, como é praxe nos programas do livro didático”.

MEC irá apurar denúncia de fraude na compra de didáticos

Folha de S. Paulo - O MEC (Ministério da Educação) vai investigar denúncia de 190 casos de possíveis irregularidades na compra de livros didáticos pelo governo para o ano que vem. Em todos os casos, a editora Moderna teria sido beneficiada com a troca dos livros pedidos pelas escolas por livros da editora apontada. A suspeita foi apontada pela Abrelivros (associação das editoras) e encaminhada ontem ao ministro da Educação, Fernando Haddad, que prometeu apresentar as primeiras conclusões do caso em 15 dias. Os incidentes teriam ocorrido em diversos Estados, entre eles São Paulo, Bahia e Paraná.

A investigação será feita pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), responsável pelo sistema de escolha dos livros, e pela CGU (Controladoria Geral da União), a pedido de Haddad. O ministro, no entanto, adiantou que o sistema de compra dos livros é "robusto e não dá brechas para fraudes". Disse ainda que, das 71 mil escolas atendidas este ano, recebeu reclamações de apenas 21.

Editoras escolares fecham contrato de R$ 1 bi com o governo federal

Valor - Beth Koike - 18/08/2011 - As editoras de livros didáticos fecharam vendas no valor de R$ 1 bilhão com o governo federal, que adquiriu cerca de 162 milhões de exemplares. Esses livros serão entregues em escolas públicas do país no próximo ano letivo. As negociações foram feitas pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), do Ministério da Educação.

MEC dirá que não houve fraude

Blog do Galeno - 01/12/2007 - por Galeno Amorim - O Ministério da Educação deve divulgar nesta terça (04/12) o resultado da investigação feita no seu programa de aquisição do livro didático, o PNLD. A sindicância, aberta pelo ministro Fernando Haddad e que teve a participação da Controladoria Geral da União (CGU), apurou que não houve favorecimento de nenhuma editora, conforme chegou a ser denunciado pela Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros).

MEC cobra R$ 13 mi repassados a ONGs

Folha de S. Paulo - 02/10/2007 - Angela Pinho e Felipe Seligman - O Ministério da Educação quer de volta R$ 13 milhões repassados a 23 organizações não-governamentais para a alfabetização de jovens e adultos. De acordo com a pasta, elas estão utilizando o dinheiro de forma irregular. A medida foi tomada após a realização de uma auditoria do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação) nas 47 ONGs conveniadas ao programa Brasil Alfabetizado, lançado em 2003. O ministério bloqueou R$ 3,8 milhões das entidades, que já gastaram cerca de R$ 10 milhões.

FNDE vai comprar 127 milhões de livros didáticos

MEC - 20/08/2007 - Começou nesta segunda-feira, 20, a negociação do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC) com 14 editoras e grupos editoriais para a compra de 127 milhões de livros a serem utilizados por alunos do ensino fundamental e médio a partir de 2008. Serão adquiridos livros de todas as disciplinas para 13,4 milhões de alunos de 5ª a 8ª série do ensino fundamental (ou 6º ao 9º ano, para as redes que já adotaram este nível de ensino em nove anos) e para todos os alunos da 1ª série, além de reposição para estudantes de 2ª a 4ª, perfazendo um total de 109.283.271 livros do Programa Nacional do Livro Didático (PNLD).

FNDE lança edital para escolha de livros didáticos para 2010

ASCOM-MEC - 16.01.2008 - Autores e editoras que trabalham com livros didáticos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental já podem inscrever suas obras no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) de 2010. De acordo com a coordenadora-geral do programa do livro do FNDE, Sônia Schwartz Coelho, as obras estarão nas escolas das redes públicas em 2010, mas o processo começa agora. Em 2008, explica, o fundo receberá a inscrição das obras e fará avaliação; em 2009, os professores escolherão os livros, o FNDE faz a aquisição e a distribuição para as escolas. 

Em lista de 34 países, Brasil é o que menos gasta em educação

UOL - 18.09.2007 - BBC Brasil - O Brasil é o que menos gasta com educação dos 34 países analisados por um estudo da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) divulgado nesta terça-feira (18). O país apresenta o menor investimento por estudante (desde o ensino básico até a universidade), gastando em média cerca de R$ 2.488 por ano. Os 30 países da OCDE gastam, em média R$ 14.376, e no país que mais gasta em educação, Luxemburgo, este valor chega a R$ 25.705. No Chile, o único outro país sul-americano incluído no estudo, o gasto total é de R$ 5.470. O Brasil também é o país que apresenta o maior nível de diferença entre os gastos por estudante no ensino fundamental e secundário, em comparação com os estudantes universitários.

Cristovam propõe criação do Programa Cesta Básica do Livro

Agência Senado - 17.07.2008 - Tramita na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) projeto de lei do senador Cristovam Buarque (PDT-DF) que autoriza o Executivo a criar, no Ministério da Educação, o Programa Cesta Básica do Livro (PLS 278/08). O objetivo é garantir um acervo mínimo de livros às famílias de estudantes do ensino público fundamental e médio. A matéria aguarda recebimento de emendas na comissão. De acordo com o projeto, essas famílias devem receber, a cada bimestre letivo, dois livros de conteúdo literário, artístico ou científico, constantes de um catálogo amplo que será atualizado a cada dois anos, elaborado pelo Ministério da Educação e aprovado pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação.

R$ 150 milhões a menos em livros em 2009

Blog Galeno Amorim - 26/2/2009 - O corte de R$ 1,1 bilhão imposto pelo Congresso Nacional à Educação no orçamento da União pode representar um duro revés para o mundo do livro e da leitura em 2009. Forçado a rever para baixo suas estimativas em praticamente todas as áreas, o Ministério da Educação quase não teve espaço para remanejar as rubricas internamente. Com isso, a indústria do livro no Brasil corre o risco de ter um ano inteiro de cinzas: só no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) e no Plano Nacional do Livro Didático para o Ensino Médio (PNLEM) a tesoura chega a R$ 150 milhões.

Pesquisa estuda devolução de livro didático

ASCOM-FNDE - 30.01.2009 - Responsável pelos programas nacionais de livros didáticos, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) promoverá, este ano, uma pesquisa sobre a devolução dos exemplares. O levantamento será feito em parceria com as secretarias estaduais de educação e pretende descobrir qual o percentual de obras devolvidas em cada escola federal, estadual e municipal e as condições de uso desses livros. “Com a pesquisa, vamos descobrir, por exemplo, em qual etapa as perdas estão maiores, se nos primeiros ou últimos anos do ensino fundamental ou se no ensino médio”, afirma a coordenadora geral dos programas do livro do FNDE, Sonia Schwartz. “De posse desses dados, poderemos direcionar e intensificar as campanhas de conscientização sobre a importância da conservação e da devolução do livro didático.”

Concluída a auditoria em programas de livros didáticos

MEC - 06/12/2007 - O Ministério da Educação divulgou na manhã da última quinta-feira (06/12), o resultado da auditoria no sistema de escolha de livros didáticos em 189 escolas públicas de ensino fundamental e médio. A medida foi motivada por denúncia da Associação Brasileira de Editores de Livros (Abrelivros). Segundo o auditor-chefe do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE/MEC), Gil Pinto Loja Neto, não há indício de favorecimento a nenhuma editora nem que comprove a acusação feita pela Abrelivros.

Analfabetismo recua 42,8%, mas educação piora

O Estado de S. Paulo - 20/12/2007 - por Lisandra Paraguassú - É na educação que o Índice de Desenvolvimento Juvenil (IDJ) traz algumas das melhores notícias para o Brasil. Entre 2003 e 2007, o analfabetismo de jovens entre 15 e 24 anos caiu de 4,2% para 2,4% e chega a menos de 1% em dez Estados brasileiros.

Também diminuiu o porcentual de jovens matriculados no ensino fundamental, de 17,7% para 12,5%, e aumentou o porcentual daqueles que estão no ensino médio e superior, onde os jovens deveriam estar estudando normalmente.

Analfabetismo em 2000 é superior aos EUA em 1940

Folha de S. Paulo - 26/5/2007 - A taxa de analfabetismo no Brasil caiu de 56,8% para 12,1% de 1940 a 2000, segundo pesquisa que foi divulgada sexta-feira (25/05) pelo IBGE. Pode parecer um avanço significativo, mas a comparação do Brasil de 2000 com os Estados Unidos de 1940 mostra o quanto estávamos - e continuamos - atrasados. Naquele ano, o censo americano registrava uma taxa de analfabetismo de apenas 2,9%, patamar que ainda estamos longe de atingir. Os 12,1% de analfabetos em 2000 no Brasil são maiores até mesmo do que os 11,5% registrados em 1940 apenas para a população negra norte-americana.

FNDE compra 132 milhões de livros didáticos

ASCOM-FNDE (Brasília) – 24.08.2012 - O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) está investindo R$ 862,2 milhões na aquisição de 132 milhões de livros que serão usados por alunos e professores das redes públicas de ensino a partir do próximo ano. O processo de negociação com as 25 editoras encerrou-se nesta semana. No total, o FNDE vai comprar 2.350 títulos diferentes. “O preço médio dos livros ficou em R$ 6,50, sendo R$ 5,73 do 1º ao 5º ano, R$ 6,24 do 6º ao 9º ano e R$ 7,85 no ensino médio”, detalha Rafael Torino, diretor de Ações Educacionais do FNDE. “O preço médio fica bem abaixo do praticado no mercado devido à grande escala de produção.”
 

Escritor avisa pelo Twitter que Enem errou ao reproduzir "1808"

IG - São Paulo - 11/08/2010 - Laurentino Gomes, autor do livro “1808” citado em uma das questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) foi de lisonjeado a frustrado com o fato. O trecho reproduzido, sobre a abertura dos portos, estava com a data, que é título da obra, errado. O autor conta que ficou feliz ao saber, no final da tarde de domingo, pelo Twitter, que sua obra foi usada no teste. “Me senti orgulhoso e lisonjeado”, conta. Minutos depois, viu comentários de professores sobre um erro de informação no trecho, que dizia que os portos se abriram em 2010, e passou a preocupado. “Fui correndo abrir a página para ver, temendo que tivesse publicado errado, estava correto.

Editoras fecham vendas de R$ 622 milhões

Valor Econômico - 26/08/2009 - Por Beth Koike - As editoras de livros didáticos fecharam contratos de R$ 622,2 milhões com o governo federal brasileiro. O montante refere-se à compra de 114,6 milhões de livros que serão entregues nas escolas públicas dos ensinos fundamental e médio no próximo ano letivo. Com vendas de R$ 122,1 milhões, a FTD foi a editora com o melhor desempenho. Na sequência, estão a Moderna com negócios de R$ 117,8 milhões e a Ática, com R$ 112,5 milhões. Levando-se em consideração a soma das editoras Ática e Scipione, que pertencem à Abril Educação, o faturamento foi de R$ 162,6 milhões.

Alunos da rede pública deixam de devolver 40% dos livros didáticos

Folha Online - 10/06/2007 - No início das aulas, os alunos da rede pública de ensino fundamental recebem livros didáticos de português, ciências, geografia, história e matemática, para devolvê-los ao final do ano letivo. Levantamento feito pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), do Ministério da Educação, responsável pelo Programa Nacional do Livro Didático, aponta que aproximadamente 40% dos livros não são devolvidos, sendo 46,5% no Nordeste, 41% no Centro-Oeste e Norte, 32,2% no Sudeste e 27,2% no Sul.

FNDE vai enviar dicionários para um milhão de salas de aula

FNDE - 11/01/2010 - O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) vai distribuir dicionários com a nova ortografia da língua portuguesa para todas as salas de aula dos ensinos fundamental e médio do país em 2012. A previsão é de comprar 10 milhões de exemplares para um milhão de salas da rede pública.

Portal Domínio Público

O "Portal Domínio Público", lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de 500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores - Internet - uma biblioteca virtual que deverá se constituir em referência para professores, alunos, pesquisadores e para a população em geral.

Este portal constitui-se em um ambiente virtual que permite a coleta, a integração, a preservação e o compartilhamento de conhecimentos, sendo seu principal objetivo o de promover o amplo acesso às obras literárias, artísticas e científicas (na forma de textos, sons, imagens e vídeos), já em domínio público ou que tenham a sua divulgação devidamente autorizada, que constituem o patrimônio cultural brasileiro e universal.

Desta forma, também pretende contribuir para o desenvolvimento da educação e da cultura, assim como, possa aprimorar a construção da consciência social, da cidadania e da democracia no Brasil.

MEC gasta R$ 13 mi com livros para ensinar 10 - 7 = 4

O Estado de S. Paulo - 07/06/2011 - O Ministério da Educação pagou R$ 13,6 milhões para ensinar que 10 - 7 = 4 a alunos de escolas públicas da zona rural do País. No segundo semestre do ano passado foram distribuídas com erros graves 200 mil unidades da coleção Escola Ativa, destinada às classes que reúnem alunos de várias séries diferentes.

14% das escolas públicas erraram ao pedir livros didáticos em 2007

O Estado de S.Paulo - 23.02.2008 - Renata Cafardo - Estudo do Ministério da Educação (MEC) mostra que 14% das 63 mil escolas do País que deveriam escolher livros didáticos em 2007 para seus alunos não o fizeram ou cometeram erros que anularam o pedido. Por isso, elas acabaram recebendo as coleções que tinham sido as mais pedidas em seus municípios, e não as selecionadas pela própria escola. Muitas vezes, diretores ou professores nem sequer percebem que tiveram problemas e só descobrem ao receber do governo um livro didático diferente do que consideravam mais apropriado.

Livros didáticos passam a explorar mais a cultura negra

Abrelivros - Daniel Antunes - 21/11/2011 - O tratamento dado aos negros nos livros didáticos de História, distribuídos pelo Governo do Estado nas escolas públicas mineiras, mudou. As imagens de escravos amarrados em troncos ou usados como moedas de troca estão cada vez mais distantes das salas de aula. Mas ainda há algumas publicações com desenhos e textos que subjugam os negros.

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