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Práticas de leitura e interdisciplinaridade: em busca de um caminho possível / Limerce Ferreira Lopes

A própria história é, em “essência, interdisciplinar”. E compreender os fatos é, antes de mais nada, contextualizar o passado historiado no presente (BAIRON, 2002). A história da cultura mostrou ao longo do tempo, que o mundo cultural é uma colcha de retalhos tecida por diferentes linguagens e, conseqüentemente, diferentes áreas do conhecimento. No âmbito da educação não tem sido diferente. As discussões propostas pelos PCNs, ao inserir os Temas Transversais nos conteúdos ensinados pelos professores das diferentes disciplinas, a fim de promover uma educação para a cidadania, abriram caminhos para que a interdisciplinaridade também se configurasse como uma prática a ser realizada em sala de aula. Estas inovações tendem a questionar as aprendizagens monolíticas, positivistas e fragmentadas que configuram o quadro educacional construído ao longo do tempo.

Práticas Discursivas e Escola: Um Olhar focado na Leitura / Limerce Ferreira Lopes

RESUMO: Este artigo apresentará parte dos resultados de uma pesquisa de mestrado em que será discutido que significado tem a leitura na escola, a partir da análise dos discursos e práticas de leitura realizadas pelos professores. Para a análise, serão considerados um recorte  dos discursos produzidos pelos professores de todas as disciplinas, tendo em vista que a leitura é ponto de tangência entre os campos de conhecimento e, por isso, todos os professores devem assumir a responsabilidade em formar leitores. A análise estará centrada numa sala de quinta série do ensino fundamental, devido à importância dessa etapa na formação do leitor. O referencial teórico selecionou estudos pertinentes ao ensino da leitura, que vai desde a aquisição, até a formação do leitor. Assim, tendo em vista as teorias consideradas, analisamos na dispersão das vozes, quais formações discursivas estão presentes nos discursos e práticas do professor, sobre a concepção de leitura.
PALAVRAS-CHAVES: Análise do Discurso. Práticas discursivas. Leitura.

O QUE É CULTURA: UM CONCEITO ANTROPOLÓGICO / Jorge Schemes

O desenvolvimento do conceito de cultura é importante para a compreensão do paradoxo da enorme diversidade cultural da espécie humana. O dilema da espécie está entre sua unidade biológica e sua diversidade cultural.

“A natureza dos homens é a mesma, são os seus hábitos que os mantém separados”. (Confúcio, séc. IV a.C.)

Monogegismo: Doutrina antropológica segundo a qual todas as raças humanas procedem de um tipo primitivo único.

M Montaigne (1533-1572) - “ Na verdade, cada qual considera bárbaro o que não se pratica em sua terra”

O OLHAR DA SOCIEDADE PARA A RESPONSABILIDADE SOCIAL / Gilberto Barros Lima

A sociedade tem obtido uma crescente compreensão da Responsabilidade Social (RS) para desencadear uma série de mudanças, para desempenhar uma forte participação na vida das organizações, para desfrutar alguns direitos juntamente com as empresas e de maneira notável se fazer presente na sustentabilidade mundial. Em linhas gerais, a RS está em franca ascensão, conquistando espaço significativo na sobrevivência da humanidade. Na condução destas profundas alterações no contexto social e empresarial, um artigo de Fátima Cardoso do Instituto Akatu (2010) tem como título que “É chique ser sustentável”, a autora define que “os valores dos consumidores estão mudando em todo o mundo”, este ponto de vista é que nos chama a atenção para um olhar social de quanto às coisas alteram rapidamente no âmbito da RS.

PORTUNHOL: INTERLÍNGUA OU IDIOMA INACEITÁVEL? / Gilberto Barros Lima

As constantes transições oriundas da globalização modificaram diversos aspectos culturais da sociedade mundial, freqüentemente tais efeitos implicam na agregação de elementos para o conhecimento de novos costumes e na propagação das peculariedades regionais como fatores de integração regional. Na somatória dos aspectos apresentados, é fundamentalmente relevante para estabelecer a conexidade entre os países, o emprego de um outro idioma.

REDES SOCIAIS: Mais que uma Essencialidade Competitiva / Gilberto Barros Lima

Preliminarmente, de maneira notável o futuro parece chegar cada vez mais rápido e comumente experimentamos novidades provenientes do conhecimento científico. Como se tem verificado, as mudanças predominam neste novo século 21 e gradualmente cabe potencializar a era da informática como um dos maiores eventos da Ciência. De forma exorbitante, a tecnologia se faz presente em todos os setores da sociedade, o efeito imediato dessa diversificação de acontecimentos é que vivenciamos uma invenção sem qualquer espanto e a geração denominada de “Y” é a detentora de uma gama de novas atividades e conceitos ainda não aprovadamente absorvidos pelas demais gerações anteriores.

SEU NOME É SUA MARCA! / Prof. Douglas Zela

Dizer que Marketing é coisa exclusiva de empresas, que é antiético ou aético, ou ainda, que não se deve utilizá-lo para profissionais liberais sobre o risco de desgastar ou comprometer sua imagem é uma das maiores falácias do mundo dos negócios, do meio acadêmico e da sociedade de uma forma geral. Aqueles que afirmam isso, não sabem do que estão falando, ou imaginam que Marketing seja uma coisa que ele não é. Partindo da premissa que Marketing é a ciência que procura compreender: os anseios, desejos e necessidades das pessoas para oferecer a elas aquilo que elas querem, sua amplitude inclui as atividades profissionais das pessoas. 

Educação: Ainda um sonho / Adriana Francisca de Medeiros

A discussão sobre o acesso a escolaridade, vem de longa data, no mundo inteiro leis têm sido criadas a fim de garantir esse direito. O artigo 3 da Declaração Mundial sobre educação para todos , esclarece: A educação básica deve ser proporcionada a todas as crianças, jovens e adultos. Para tanto é necessário universalizá-la e melhorar sua qualidade, bem como tomar medidas efetivas para reduzir as desigualdades.

No Brasil a Constituição (1988) em seu artigo 205 garante: A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

A lei de nosso país  assegura que a escola deve ser democrática , isto é , ela deve estar aberta a todos, mas na realidade, isto está longe de ser efetivado.  Há tempo o saber escolar é privilégio da minoria.

Nesse longo processo percebeu-se algumas mudanças, como o acesso e obrigatoriedade da matrícula das crianças a partir de 7 anos. Porém, a igualdade de chances para todos, esteve longe de se realizar.

Ainda avaliar? / Adriana Francisca de Medeiros

O advento do pós – modernismo não deixou para trás um dos principais  desafios no campo da educação- a avaliação . Muito se tem debatido, mas, esta continua sendo considerada por muitos estudiosos a pedra angular da prática pedagógica.

Durante muito tempo a avaliação foi vista como um instrumento que servia para medir os conhecimentos dos alunos e para averiguar se os objetivos dos professores tinham sido alcançados em relação ao aluno, em outras palavras, se o que professor ensinou foi aprendido pelos alunos.

Para muitos, esta forma de avaliação serviu/serve para seletar um grupo privilegiado, o da classe dominante. Segundo Castanho (2000)  A avaliação é vista como a ferramenta de que se vale a classe dominante para garantir a prioridade a seus filhos nas vagas existentes no sistema de ensino(...) (p. 160). Dados mostram que na década de 40,  em média 50% de nossas crianças matriculadas no 1º ano do Ensino Fundamental eram reprovadas. Esse quadro só foi atenuado com a implantação da organização do ensino em ciclo a partir da década de 90, que promove o aluno nos primeiros ciclos de aprendizagem.

No entanto, o ponto crucial do dilema - a avaliação continua existindo. Atualmente promovemos os alunos, na maioria das vezes sem os mesmos conseguirem atingir  competências mínimas para o ano posterior.  Hoje mais do que nunca, a avaliação nos suscita em nós educadores  inúmeras questões e provocações sobre a forma correta de avaliar o aluno. Se é que ela exista.

Algumas Considerações a Respeito da Aprendizagem da Leitura e da Escrita / Adriana Francisca de Medeiros

A leitura e a escrita, como tantas outras criações humanas, são uma invenção social. Na visão de Tfouni (2004,p.10):

A escrita é o produto cultural por excelência. É de fato, o resultado tão exemplar da atividade humana sobre o mundo, que o livro, subproduto mais acabado da escrita, é tomado como uma metáfora do corpo humano: fala-se nas “orelhas” do livro;  na sua página de “rosto”; nas notas de roda “pé”, e o capítulo nada mais é do que a “cabeça” em latim.

Como sabemos, a escrita foi criada há milhões de anos por pessoas que sentiram a necessidade de registrar nas paredes das cavernas as impressões de seu mundo.
O processo de difusão e adoção dos sistemas escritos pelas sociedades antigas, no entanto, foi lento e sujeito, é obvio, a fatores político-econômicos. O mesmo se pode dizer sobre os tipos de códigos escritos criados pelo homem : pictográficos, ideográficos ou fonéticos , todos eles, quer simbolizem diretamente os referentes concretos , quer “representem” o “ pensamento”(ou idéias), ou ainda  os sons da fala, não são produtos neutros; são antes resultado das relações de poder e dominação que existem em toda sociedade.(TFOUNI,2004,p.11)

A princípio, os desenhos representavam algo para quem os fazia, mas não eram por si uma escrita,  porque não existia uma convenção dos símbolos escritos, e dessa forma não poderiam ser compreendidos, ou seja, lidos. A partir do momento que se procurou entender e interpretar essas inscrições nasceu a leitura. Desde o período da pré-história até os dias atuais os processos de leitura e da escrita evoluíram muito.

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA PARA A PRODUÇÃO DE TEXTOS / Patrícia Ferreira Bianchini Borges

 ‘’Aprende a escrever bem ou a não escrever de jeito nenhum.’’ (Deyden)
 
‘’Para escrever bem deve haver uma facilidade natural e uma facilidade adquirida.’’ (Joubert)

 ‘’Quem me dera saber escrever!’’ (Campoamor)
 
‘’O ato de escrever é a arte de sentar-se numa cadeira.’’ (Sinclair Lewis)

 ‘’Escrever é um ócio trabalhoso.’’ (Goethe)

 ‘’O pensamento voa e as palavras andam a pé. Aí está o drama de quem escreve.’’ (Julien Green)

 ‘’A cesta de papéis é o primeiro móvel na casa de um escritor.’’ (Ernest Hemingway)
 
‘’Ainda que seja um intelectual das letras, não deveis supor que eu não tenha tentado ganhar a vida honradamente.’’ (George Bernard Shaw)
 
‘’O que se lê sem esforço foi escrito com muitas dificuldades.’’ (Enrique J. Poncela).

A LEITURA E A CONSTRUÇÃO DO LEITOR EM POTENCIAL por Patrícia Ferreira Bianchini Borges

A leitura é um dos grandes, senão o maior, elemento da civilização. De acordo com Bakthin, o ato de ler é um processo abrangente e complexo de compreensão e intelecção do mundo que envolve uma característica essencial e singular ao homem: a sua capacidade simbólica de interagir com o outro pela manifestação da palavra. (BRANDÃO:1997).

Com base na declaração de Bakthin, pode-se afirmar que ler não é unicamente decodificar os símbolos gráficos, é também interpretar o mundo em que vivemos. É, ao mesmo tempo, uma atividade ampla e livre, embora não seja uma prática neutra, pois no contato de um leitor com um texto estão envolvidas questões culturais, políticas, históricas e sociais presentes nas várias formas de tradição. Deste modo, quando lemos, associamos as informações lidas à grande bagagem de conhecimentos que temos armazenada em nosso cérebro e, naturalmente, somos capazes de interpretar, criar, imaginar e sonhar.

A origem da palavra

Diário Catarinense - 08.12.2009 - Jacqueline Iensen - Em Sagração do Alfabeto, livro que Leonor Scliar-Cabral lança hoje em Florianópolis, a autora presta um tributo a um dos maiores feitos do homem na construção do saber: a invenção do alfabeto. Por meio de 22 sonetos traduzidos para o espanhol (Walter C. Costa), francês (Marie-Hélène C. Torres), inglês (Alex Levitin) e hebraico (Naama Siverman Forner), a doutora em linguística pela Universidade de São Paulo retoma o elo perdido entre os hieróglifos e o alfabeto fenício, assinalando dois desenvolvimentos exponenciais: por um lado o momento em que a um segmento, ou som, é fixado a um desenho para representá-lo.

A poesia nos ombros de Samuel Penido por Izacyl Guimarães Ferreira

Tem mais de um século a poesia urbana como temática plenamente estabelecida. Vem dos europeus do século XIX e Baudelaire é o nome que mais a caracterizaria. Há inúmeros outros desde então, cabendo lembrar Whitman, Alvaro de Campos, Mário, Drummond como os que de modo mais próximo a nós puseram a cidade no mapa da poesia.

Porque o mundo tornou-se urbano, sua percepção pela poesia deixou o campo e as serras e entrou na cidade, que se fez metrópole e megalópolis. Na veloz transformação, a realidade de novas formas de vida e trabalho, produção e convivência, a poesia necessariamente transformou-se, simultaneamente quando não antecipadamente articulando o choque de uma ininterrupta mutação.

A Prosa à luz da poesia em Carlos Drummond de Andrade por Regina Souza Vieira

Publicado por ocasião do centenário do autor e inserido nas manifestações comemorativas da data, procura mostrar a versatilidade lingüística do poeta, que se tornou também  ensaísta, cronista e contista.

Mesmo empregando uma linguagem predominantemente poética, surgiu o autor engajado com as  mudanças do seu dia-a-dia, querendo perenizar em sua obra os acontecimentos políticos, sociais e literários de seu tempo e encontrando na obra ensaística o espaço propício para que se estabeleça Este contato com autores de todos os tempos, esta intimidade que (...) entre passado e presente, desdobrável num conhecimento que (...) se torna profícuo para nosso tempo (VIEIRA, Regina Souza: 1992: pág.19).

ADOÇÃO por Eliane Pisani Leite

Para falarmos sobre adoção precisamos entender o que isso significa em termos legais em nosso país. O Estado entende que o núcleo básico que sustenta uma sociedade organizada, equilibrada deve estar fundamentada em pequenos grupos que constituem as famílias.

Essa interpretação provém da necessidade de amparo e proteção aos menores que sem sombra de dúvidas necessitam de cuidados desde o nascimento. Para compreendermos um pouco melhor o sistema de adoção vejamos sua definição: Adoção ou adopção, no Direito Civil, é o ato jurídico no qual um indivíduo é permanentemente assumido como filho por uma pessoa ou por um casal que não são os pais biológicos do adotado.

ALCAPARRAS, o que são ALCAPARRAS? / Sergio Petta

A curiosidade, que mata e também salva, me levou à internet para saber o que seriam alcaparras. Uma semente? Um fruto?  Vamos ao GOOGLE digitar o nome do condimento. ALCAPARRAS!  E depois é somente clicar em IR. Que facilidade. Quando eu estava no colégio isso não existia, pudera já lá vão quase sessenta anos! A gente procurava no velho Caldas Aulete, que respondia tudo. Ainda é o melhor. Estudávamos no Instituto de Educação Fernão Dias Paes, no bairro de Pinheiros, São Paulo. Era outra época quando ainda se vendiam batatas no Largo do mesmo nome, hoje esquecido e completamente desfigurado.

Em todo aquele espaço ao redor da Escola existiam sobradinhos, às vezes geminados, e também alguns pequenos prédios assobradados que ainda lá estão perseverando em guardar a lembrança querida de tempos que não voltarão mais. Alguns professores moravam nas proximidades, outros não. O de matemática, se a memória não falha, se chamava Epinghaus. Havia uma professora, penso que de origem nórdica de nome Taguea, que dava aulas de história natural.  Sua sala de aula era um verdadeiro laboratório onde nos sentíamos estar em uma universidade americana (do norte). Foi ali que aprendemos a examinar ao microscópio uma folha da tradescância e entender a classificação de Lineu. Todos os alunos do ginásio e do cientifico (e também do clássico) formavam fila antes de entrar para as aulas. Nessa hora cantávamos o Hino Nacional. Eram 40 alunos na sala, dos quais 32 descendentes de japoneses.

CAMINHOS DA LIBERDADE: ANÍSIO TEIXEIRA Por Antonio Carlos Lopes

Através da imensidão do infinito, o olhar, o despontar da noite, o brilho das estrelas, à luz da esperança, com este pequeno início de verso poético, faz emergir em meus pensamentos, as lembranças de um homem, que dedicou-se à  liberdade, cuja trajetória fora construída com bases sólidas no sonho de um país mais justo.

Em 12 julho de 1900, nasceu  Anísio Spinola Teixeira, na cidade de Caetité, no sertão da Bahia, um dos maiores educadores brasileiros, formou-se em Direito na cidade do Rio de Janeiro em 1922, assumiu ao longo de sua vida vários cargos na administração pública. Estudou nos Estados Unidos no Teachers College da Universidade de Columbia, Nova York, na qual recebera o Título de Master of Arts, mantivera estreita amizade com John Dewey familiarizando-se com  o pensamento e os métodos pedagógicos deste grande pensador.

Anísio Teixeira tinha como essência, o pioneirismo no processo educacional, suas ações estiveram projetadas através de medidas de vanguarda diante de um sistema que estabelecia barreiras elitistas e privilegiava uma metodologia educacional arcaica.

Carlos Drummond de Andrade por Regina Souza Vieira

Recentemente, certo cronista do Jornal O Globo manifestando sua opinião, declarou que “uma boa definição de literatura é a seguinte: aquilo que fica”.  E ao que parece nenhuma literatura, nenhuma poesia, nenhum autor tem sido mais lembrado ou mais referido do que Carlos Drummond de Andrade

E ao se fazer tal afirmação, busca-se considerar que o poeta e escritor faleceu em 1987 e, no entanto, até os nossos dias, na maioria de crônicas ou de publicações hodiernas, surge uma referência, uma alusão, uma intertextualidade buscada no autor mineiro. Ele mesmo não atentava para o poder de sua obra, ele mesmo descria dessa resistência à força de suas palavras, podendo-se admitir que tanto quanto Platão que expulsou os poetas da República,ele se expulsou rapidamente da lembrança de seu povo. 

CHICO BENTO: das histórias em quadrinhos para a vida - por Sandra Regina Nóia Mina

Através de uma linguagem interativa e feita para todas as idades, os gibis do Chico Bento retratam a história do inocente menino do campo, que fala errado (de acordo com a Gramática Normativa), tem amigos na roça em que vive, para uma melhor caracterização do personagem (espaço/campo), e um primo para caracterizar as diferenças entre campo/cidade.

Chico Bento, morador de Vila Abobrinha, é um personagem fictício, construído a partir da biografia de Mauricio de Sousa, que o espelhou em um tio-avô. Não somente Chico, mas sua Vó (Vó Dita) também faz parte dessa biografia do autor, uma vez que essa lhe contava várias histórias que por ele foram publicadas. 

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