Poesias, Poetas, Poemas - Por Izacyl Guimarães Ferreira

João Scortecci se multiplica de forma incomum para um poeta, mas não para o empresário que é. Na entrevista se verá que as atividades do editor e ativista cultural tomaram mais espaço que as do poeta, que aqui aparece com discrição e modéstia. Acrescento números aos mencionados por ele: edita cerca de um livro por dia, quase 400 por ano.

Os de versos são quase a metade. Mas no seu catálogo há teses acadêmicas, ficção, todos os gêneros da escrita. Agitou a CBL e a UBE. Mesmo assim, no meio da praça e portanto na chuva, faz amigos a mancheias. Brevemente o poeta e associado aparecerá em A Separata. Abro espaço maior para o editor e ex isso e ex aquilo, que não revela o que ainda fará pela literatura.

Causos literários - Por Fernanda Baroni
Entrevistar o escritor Bartolomeu Campos Queirós é como conversar sobre literatura na varanda de casa.  Sem  rodeios, o mestre dá dicas, fala sobre o processo de criação, expõe idéias, desvenda segredos e nos mostra que ainda há muitos caminhos a serem trilhados por nossos pensamentos.

Seus textos são muito emocionais, voltados para as descobertas e inquietações dos personagens. Você já afirmou que a Literatura Infantil não precisa ser um textinho fácil, e seus livros acabam atingindo leitores de todas as idades. Como é seu processo de criação? Você pensa em um leitor específico quando escreve uma história?

Quando escrevo procuro exercer o melhor de mim. Procuro uma linguagem direta, clara, frases curtas, o que não impede o texto de suportar uma análise literária. Exploro as metáforas, não apenas como figura de estilo, mas a metáfora permite vários níveis de entendimentos. Não seleciono o assunto, não gosto de literatura com destinatário, dividindo o mundo como se existisse um mundo para criança e outro para os adultos. A existência é um fio único que começa no nascimento e encerra com a morte. Tento construir um texto sem fronteiras. Cada leitor se inscreve nele a partir de suas experiências. Todos vivemos num mesmo mundo e somos portadores da fantasia,que nos permite dialogar com o universo.
A história das histórias infantis - Por Fernanda Baroni

Anna Claudia Ramos mora numa casa com seus dois filhos, um cachorro e muitos, muitos livros. Lá também é um dos lugares que escolheu para desenvolver as oficinas de Literatura Infantil e Juvenil (LIJ), e onde surgiram algumas talentosas escritoras.

Quando se chega na Vila das Artes, como a autora nomeou seu espaço, é impossível acreditar que se está em uma rua movimenta de Copacabana. Em meio a tantas estantes recheadas de histórias e_ acreditem!_ nenhum barulho, as horas passam como minutos.

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