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| 90 anos de morte de Olavo Bilac |
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No dia 28 de dezembro de 2008 comemora-se 90 anos de morte do poeta e jornalista Olavo Bilac (Olavo Brás Martins dos Guimarães Bilac). Bilac foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras. Criou a cadeira de número 15, cujo patrono é Gonçalves Dias. Nasceu no Rio de janeiro em 16 de dezembro de 1865. Estudou medicina, mas não chegou a concluir o curso. Tentou a Faculdade de Direito em São Paulo, mas também desistiu. A partir de 1890 resolveu dedicar-se a literatura. Trabalhou no jornal A Cidade do Rio, ao lado de José do Patrocínio. Tornou-se abolicionista e correspondente em Paris.
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Ariano Suassuna (Ariano Vilar Suassuna) nasceu em Nossa Senhora das Neves, hoje João Pessoa, na Paraíba, em 16 de junho de 1927.
É advogado, poeta, professor, teatrólogo e romancista.
Filho de João Urbano Pessoa de Vasconcelos Suassuna (ex-governador do Estado da Paraiba, no período de 1924 a 1928, assassinado no Rio de Janeiro, em conseqüência da luta política às vésperas da Revolução de 1930) e de Rita de Cássia Dantas Villar.
Em 1930, aos três anos de idade, com a morte do Pai, sua mãe se transferiu com os nove filhos para Taperoá, onde fez os estudos primários.
No sertão paraibano Ariano Suassuna se familiarizou com os temas e as formas de expressão que mais tarde vieram a povoar a sua obra.
Em 1942, a família se mudou para Recife e os primeiros textos de Ariano foram publicados nos jornais da cidade, enquanto ele ainda fazia os estudos pré-universitários.
Em 1946 iniciou a Faculdade de Direito e se ligou ao grupo de jovens escritores e artistas que tinha à frente Hermilo Borba Filho, com o qual fundou o Teatro do Estudante Pernambucano. |
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| Bibliotecário Manuel Bastos Tigre |
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Manuel Bastos Tigre - Escritor, (poeta e prosador), engenheiro, jornalista e bibliotecário, nasceu em Recife, Pernambuco, a 12 de março de 1882 e faleceu em 2 de agosto de 1957 no Rio de Janeiro.
Freqüentou, aos cinco anos de idade, a Aula Pública Mista da Rua Santo Elias, no Recife, e em seguida, o Colégio Diocesano da histórica Olinda, revelando, desde cedo, seu talento literário na composição de odes cívicas e sonetos humorísticos, onde mestres e colegas eram satirizados.
Líder estudantil encabeçou movimento em prol da obrigatoriedade de ensino, campanha que viria trazer inestimáveis serviços a população.
Formou-se engenheiro civil, em 1906 na Escola Nacional de Engenharia, no Rio de Janeiro. Mais tarde especializou-se em eletricidade nos Estados Unidos, onde permaneceu cerca de três anos, diplomando-se pela Bliss School de Washington. Regressando, trabalhou como engenheiro do Serviço Geológico e Mineralógico do Brasil.
Da sua vida universitária e de uma época trepidante do Rio de Janeiro, tudo revelou, através de seus poemas satíricos, um prenúncio de seu extraordinário humorismo. |
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| Carlos Drummond de Andrade |
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Carlos Drummond de Andrade nasceu em Itabira, Minas Gerais, em 31 de outubro de 1902 e morreu na cidade do Rio de Janeiro, RJ, em 17 de agosto de 1987.
É considerado um dos maiores poetas do modernismo brasileiro. Além de poesia escreveu livros infantis, contos e crônicas.
Formou-se em farmácia, na cidade de Ouro Preto, em 1925. Durante a maior parte da vida foi funcionário público. Foi chefe de gabinete de Gustavo Capanema, ministro da Educação, até 1945. Trabalhou também no Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e se aposentou em 1962.
Foi cronista do Correio da Manhã e do Jornal do Brasil.
Várias de suas obras foram traduzidas para o espanhol, inglês, francês, italiano, alemão, sueco e tcheco.
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| Casimiro de Abreu / 170 anos |
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Casimiro de Abreu morreu jovem, de tuberculose, com apenas 21 anos de idade, em Nova Friburgo, RJ, no dia 18 de outubro de 1860. As Primaveras, único livro de poesias escrito por ele foi lançado em 7 de setembro de 1859, com ajuda do Pai, embora este fosse avesso às tendências literárias do filho.
O sucesso varreu o país como vendaval, sendo aclamado por alguns e criticado por outros, mas até hoje é o símbolo poético da Saudade.
Sua poesia é marcada por dois traços fundamentais: o pessimismo decorrente do mal-do-século e o saudosismo nacionalista, que se revela na melancolia produzida pela saudade da terra natal e da infância. Casemiro de Abreu nasceu em Barra de São João, hoje distrito do município de Casimiro de Abreu, RJ, no dia 4 de janeiro de 1839. |
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Cyro dos Santos Martins nasceu em 5 de agosto de 1908, em Quaraí - RS, filho de Apolinário e Felícia dos Santos Martins. Em 1917 freqüenta o Colégio Municipal e recebe aulas do professor Caravaca, personagem em Rodeio e O professor. Em 1920 deixa a Campanha e vem para o internato do então Ginásio Anchieta, em Porto Alegre, vivência imortalizada em Um menino vai para o colégio. Escreve seus primeiros artigos e contos aos 15 anos. Em 1928, com 19 anos, ingressa na Faculdade de Medicina de Porto Alegre. Retorna a Quaraí, em 1934, já formado, para fazer a "prática da medicina", como dizia, sobretudo nos bairros e vilas da cidade. Nesse mesmo ano estréia com Campo fora (contos), impregnado do imaginário da campanha e da fronteira. Morre seu pai, Bilo Martins.
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Dalcídio Jurandir Ramos Pereira, nasceu em Ponta de Pedras, ilha do Marajo, Pará, 10 de janeiro de 1909, faleceu em 16 de junho de 1979, na cidade do Rio de Janeiro onde viveu maior parte de sua vida. Filho de Alfredo Pereira e Margarida Ramos.
É considerado um dos maiores escritores da Amazonia. Dalcídio estudou em Belém, até 1927. Em 1928 partiu para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como revisor, na revista Fon-Fon. Em 1931 retornou para Belém. Foi nomeado auxiliar de gabinete da Interventoria do Estado. Escreveu para vários jornais e revistas: O Radical, Diretrizes, Diário de Notícias, Correio da Manhã, Tribuna Popular, O Jornal , O Cruzeiro e A Classe Operária. No semanário Para Todos, trabalha como redator, sob a direção de Jorge Amado. Militante comunista, foi preso em 1936, permanecendo dois meses no cárcere, conseguindo a custo, levar consigo o Dom Quixote, de Cervantes. Em 1937 foi preso novamente, e ficou quatro meses retido, retornando somente em 1939 para o Marajó, como inspetor escolar.Em 1940, vai a Santarém, Baixo Amazonas, para exercer as funções de secertário da Delegacia de Recenseamento |
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Nasceu em Saluzzo, na Itália, em 16 de fevereiro de 1740, de uma família de impressores.
Foi Tipógrafo do Duque de Parma e conhecido como o Rei dos tipógrafos e Tipógrafo dos Reis.
Publicou edições refinadas de clássicos gregos, latinos, italianos e franceses.
Em 1767 foi apontado pelo Duque de Parma como diretor da "Stamperia Reale" de sua cidade. O prédio aonde a Stamperia se localizava é hoje sede do Museu Bodoni.
Em 1798 criou a tipologia "Bodoni Book", que provocou uma revolução na comunidade tipográfica da época e é usada até hoje.
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Guilherme de Andrade de Almeida era advogado, jornalista, poeta, ensaísta e tradutor.
Nasceu em Campinas, São Paulo, no 24 de julho de 1890. Filho do jurista, acadêmico e professor de Direito, Estevam de Almeida.
Estudou nos ginásios Culto à Ciência, de Campinas, e São Bento e Nossa Senhora do Carmo, de São Paulo. Em 1912 forma-se na Faculdade de Direito de São Paulo.
Trabalhou como cronista social e crítico cinematográfico, além de atuar como redator de diversos jornais paulistanos, entre eles "O Estado de S. Paulo". No ano de 1917 faz sua estréia literária com a publicação do livro "Nós". Depois publicou mais quatro livros: A Dança das Horas (1919); Messidor (1919); A suave colheita, Livro de Horas de Sóror Dolorosa (1920) ; Era uma vez... (1922). |
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| Izacyl Guimarães Ferreira |
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Escreve, traduz e comenta poesia. Presidente do Conselho Consultivo e Fiscal da UBE - União Brasileira de Escritores, para o biênio 2004-2006.
Membro da Diretoria Executiva de 2002 a 2004, faz parte do Conselho Editorial do jornal da entidade, “O Escritor”, onde assina a seção “Poesia, Poetas, Poemas”, e para o qual criou o suplemento de criação literária “A Separata” e a página regular de crítica “O Rodapé”, inaugurada em 2002 por Antônio Cândido e hoje a cargo de Fábio Lucas.
Com freqüência participa de júris (Prêmio Literário Livraria Asabeça), ciclos de palestras e oficinas de poesia, de entidades oficiais e particulares.
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João Cabral de Melo Neto nasceu no dia 9 de janeiro de 1920, no Recife, PE. Foi poeta, diplomata e membro da Academia Brasileira de Letras.
Irmão do historiador Evaldo Cabral de Melo, primo do poeta Manuel Bandeira (lado paterno) e do sociólogo Gilberto Freyre (lado materno).
Passou a sua infância em engenhos de açúcar. Primeiro no Poço do Aleixo, em São Lourenço da Mata, e depois nos engenhos Pacoval e Dois Irmãos, no município de Moreno.
Em 1930 mudou-se com a família para Recife. Estudou no Colégio Marista. Era um amante do futebol, foi campeão juvenil pelo Santa Cruz Futebol Clube, em 1935.
Em 1938 começou a freqüentar a roda literária do Café Lafayette.
Em 1940 viajou para o Rio de Janeiro, onde conheceu Murilo Mendes. Esse o apresentou a Carlos Drummond de Andrade e ao círculo de intelectuais que se reunia no consultório de Jorge de Lima.
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| José Mauro de Vasconcelos |
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José Mauro de Vasconcelos nasceu de família nordestina pobre, em Bangu, no Rio de Janeiro, em 26 de fevereiro de 1920.
Ainda bastante novo teve de se transferir para Natal, no Rio Grande do Norte. Aos 9 anos aprendeu a nadar nas águas do Rio Potengi, quando alimentava seus sonhos de ser um campeão.
Em Natal ingressou na Faculdade Medicina, mas abandonou o curso no segundo ano, retornando ao Rio de Janeiro em 1941, em um velho cargueiro, em busca de melhores oportunidades.
Com uma vida nada fácil, foi para São Paulo onde começou como garçom de boate e passou por outros empregos até que ganhou uma bolsa de estudos na Espanha, período em que viajou por vários países da Europa.
De volta ao Brasil trabalhou junto aos irmãos Villas-Boas, principalmente explorando a inóspita região do Araguaia.
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| José Olympio Pereira Filho |
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 Perde-se um jurista, ganha-se um editor
José Olympio Pereira Filho nasceu em Batatais, interior de São Paulo, em 1902. Aos 16 anos, chegou à capital levado pelo sonho de ser promotor. Com a ajuda do padrinho, o governador Altino Arantes, conseguiu trabalho na Casa Garraux. Este emprego mudaria completamente a sua vida e o mercado editorial brasileiro.
Designado para a seção de livros, conheceu toda a intelectualidade da época - Mario de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti Del Picchia, entre outros - e acabou se apaixonando pela atividade. Em 1931, comprou o acervo do escritor e jurista Alfredo Pujol e fundou a Livraria José Olympio Editora, que viria a transformar-se em ponto de encontro de políticos e intelectuais. |
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 O descobridor da fibra curta de eucalipto, que revolucionou a fabricação de papel no Brasil e no mundo, é visto até hoje como um grande empreendedor e um exemplo de vida a ser seguido.
Líder mundial na produção de celulose de fibra curta a partir do eucalipto, o Brasil deve boa parte desse mérito ao empreendedor Leon Feffer, fundador da Suzano Papel e Celulose.
A história desse audacioso imigrante ucraniano na indústria de papel e celulose brasileira começa em 1923, quando ele mostrou sua primeira empresa no país, com 21 anos de idade, a Leon Feffer.
A atividade principal da empresa era comprar e vender papel de grandes firmas. A conquista de clientes e de crédito permitiu que o pequeno empreendimento de Feffer caminhasse em direção ao sucesso e ampliações, com a criação de um aloja para venda a granel e, um pouco mais tarde, uma gráfica para fazer sacos, envelopes e embalagens de cigarros.
Já em 1930, a Leon Feffer tornou-se uma das maiores fabricantes de envelopes do Brasil. Anos mais tarde, Feffer decidiu vender tudo o que tinha construído ao longo de 15 anos para montar uma fabrica de papel e, assim, deixar de depender de produtos importados. |
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Lindolf Bell, filho de Theodoro e Amália Bell, nasceu na cidade de Timbó em 2 de novembro de 1938. Foi de seus pais que herdou a clareza dos poemas, os quais mesmo sendo produzidos na urbanidade, conservaram elementos da vida agrária. Os pais do poeta eram lavradores, porém, com um grande sentimento e conhecimento de mundo, o que definitivamente ficou enraizado em sua vida e obras.
Ao ser líder do Movimento Catequese Poética, o qual permitiu a milhares de pessoas o acesso à poesia e à arte, Lindolf Bell foi reconhecido nacionalmente e internacionalmente.
Era um homem que abrigava o mundo no coração, que amava os girassóis, que via tudo como missão, encarando a palavra como uma dádiva e fazendo dela um instrumento de comunhão e solidariedade.
Lindolf Bell é atualmente o maior, o mais constante e importante nome da poesia catarinense, assim levantou-se a bandeira “como uma palavra tribal” em prol de sua memória, transformando seu sonho em realidade, buscando cada vez mais fazer com que o "O lugar do poema deve ser onde possa inquietar".
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Luís da Câmara Cascudo nasceu na cidade de Natal, Rio Grande do Norte, no dia 30 de dezembro de 1898.
Foi historiador, folclorista, antropólogo, advogado e jornalista.
Passou toda a sua vida em Natal e dedicou-se ao estudo da cultura brasileira. Foi professor da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Pesquisador das manifestações culturais brasileiras deixou uma extensa obra, inclusive o Dicionário do Folclore Brasileiro, obra de referência no mundo inteiro.
Durante a década de 1930 aderiu ao integralismo brasileiro e foi membro destacado e Chefe Regional da Ação Integralista Brasileira - AIB, o movimento cívico-político nacionalista de cunho fascista.
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| Machado de Assis - Biografia |
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Machado de Assis (Joaquim Maria M. de A.), jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908.
É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis.
Filho do operário Francisco José Machado de Assis e de Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência.
Foi criado no morro do Livramento e ajudou missa na igreja da Lampadosa. Sem meios para cursos regulares, estudou como pôde e, em 1855, com 16 anos incompletos, publicou o primeiro trabalho literário, o poema "Ela", na Marmota Fluminense, jornal de Francisco de Paula Brito, número datado de 12 de janeiro de 1855.
No ano seguinte, entrou para a Imprensa Nacional, como aprendiz de tipógrafo, e lá conheceu Manuel Antônio de Almeida, que se tornou seu protetor.
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Ruth Rocha nasceu em 1931 na cidade de São Paulo. Filha dos cariocas Álvaro de Faria Machado, médico, e Esther de Sampaio Machado, tem quatro irmãos, Rilda, Álvaro, Eliana e Alexandre.
Teve uma infância alegre e repleta de livros e gibis. O bairro de Vila Mariana, onde morava, tinha nessa época muitas chácaras por onde Ruth passava, a caminho da escola - estudava no Colégio Bandeirantes. Mais tarde, terminou o Ensino Médio no Colégio Rio Branco.
É graduada em Sociologia e Política pela Universidade de São Paulo e pós-graduada em Orientação Educacional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Casada com Eduardo Rocha, tem uma filha, Mariana e dois netos, Miguel e Pedro.
Durante 15 anos (de 1956 a 1972) foi orientadora educacional do Colégio Rio Branco, onde pôde conviver com os conflitos e as difíceis vivências infantis e com as mudanças do seu tempo. A liberação da mulher, as questões afetivas e de auto-estima foram sedimentando-se em sua formação.
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Oitavo ocupante da Cadeira nº 13, eleito em 23 de abril de 1992, na sucessão de Francisco de Assis Barbosa e recebido em 11 de setembro de 1992 pelo acadêmico Antonio Houaiss.
Sergio Paulo Rouanet nasceu no Rio de Janeiro (RJ) em 23 de fevereiro de 1934. Casado com a escritora Bárbara Freitag.
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Ziraldo Alves Pinto é Jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista e escritor.
Nasceu no dia 24 de outubro de 1932 em Caratinga, Minas Gerais. O nome de Ziraldo veio da combinação dos nomes de sua mãe, Zizinha, com o de seu pai, Geraldo. Filho mais velho de uma família de sete irmãos. Em 1949, foi com o avô para o Rio de Janeiro. Em 1950 voltou para sua cidade para fazer o Tiro de Guerra e terminar o Científico. Em 1957, formou-se na Faculdade de Direito de Minas Gerais, em Belo Horizonte. Em 1958 casou-se com Vilma Gontijo com quem teve três filhos. Artista desde pequeno, gostava de desenhar e de ler Monteiro Lobato, Viriato Correia, Clemente Luz, e as revistas em quadrinhos da época. Em 1954 começou a trabalhar no jornal A Folha de Minas, com uma página de humor. Ganhou notoriedade nacional ao se estabelecer na revista O Cruzeiro em 1957 e posteriormente no Jornal do Brasil, em 1963. Seus personagens (entre eles Jeremias, o Bom; a Supermãe e o Mineirinho) conquistaram os leitores. |
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