Inaugurado em 21 de abril de 2001, o Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo comemora o sucesso de ter atingido seu objetivo: injetar uma vitalidade ainda maior na cena paulistana. Por meio de uma programação de qualidade e de seus programas educativos, o CCBB contribui para mudar a relação do paulistano com o centro da cidade.

A história do prédio da Rua do Teatro, 37, onde funciona o Centro Cultural Carioca, é alvo de algumas deliciosas controvérsias. O ator e compositor Mário Lago garante que, durante a década de 40, freqüentou o dancing onde furava cartões para bailar com as jovens dançarinas. Já o jornalista Sérgio Cabral afirma com segurança que no local existia uma gafieira onde Jamelão, Ciro Monteiro e Elizeth Cardoso cantavam seus sambas e boleros, os hits da época. Sem esquecer o samba-canção, é claro.

A população do Estado do Rio de Janeiro sempre teve na Light mais do que uma distribuidora de energia. Desde a sua criação, no início do século passado, a empresa se constituiu em um importante agente do desenvolvimento do país, contribuindo decisivamente para moldar a nova paisagem urbana da então Capital Federal. Hoje, o Rio já não é o centro das decisões políticas e administrativas do Brasil, mas o compromisso da Light permanece: contribuir para o progresso do Estado e para a preservação de sua cultura, componente fundamental para o pleno exercício da cidadania.

Centro Cultural São Paulo

Concebido inicialmente para abrigar uma extensão da Biblioteca Mário de Andrade, o Centro Cultural São Paulo acabou sofrendo, no decorrer de suas obras, uma série de adaptações para se transformar em um dos primeiros espaços culturais multidisciplinares do país.

O site CELPCYRO há 11 anos  registra todas as realizações do Centro de Estudos de Literatura e Psicanálise Cyro Martins. Instituição sem fins lucrativos, trabalha com e a partir da obra do escritor e médico psicanalista gaúcho Cyro Martins, abrindo-se a inúmeras abordagens e variados temas, realizando projetos, pesquisas, cursos, eventos, publicações – sempre enfatizando a perspectiva humanista da cultura e da ciência, a interação entre diferentes linguagens e áreas do conhecimento. As contribuições da instituição à comunidade sul-rio-grandense e brasileira foram reconhecidas  ao lhe ser concedido o Prêmio Fato Literário 2008.

A Universidade Federal de Juiz de Fora recebeu, em 1976, da Sra. Maria da Saudade Cortesão Mendes, viúva do poeta Murilo Mendes, parte da biblioteca particular do escritor. Ainda em vida, Murilo Mendes determinara que parte de sua biblioteca fosse doada à UFJF e parte à Universidade de Roma, onde atuara como professor da cadeira de Cultura Brasileira.

O Centro de Memória (CMU), órgão vinculado à Reitoria da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), tem como objetivo promover e integrar estudos e pesquisas interdisciplinares voltados à reconstrução da memória histórica e sócio-cultural de Campinas e região.

O Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil - CPDOC da Fundação Getulio Vargas foi criado em 1973 com o objetivo de abrigar conjuntos documentais relevantes para a história recente do país e desenvolver pesquisas históricas, tendo inicialmente seu próprio acervo como fonte privilegiada de consulta.

O Centro de Referência em Educação Mario Covas - C R E - , idealizado pela Secretaria de Estado da Educação de São Paulo, tem como objetivo ser um referencial pedagógico de excelência na disseminação da informação educacional. Para isso, conta com um acervo documental que poderá ser consultado fisicamente, em sua sede, ou acessado virtualmente pelo site.

Com a intenção de estreitar a interlocução e a interação entre educadores, pesquisadores, empresas, instituições de ensino superior, demais organizações e profissionais interessados na pesquisa da área de EJA, a Alfabetização Solidária criou o Centro de Referência em Educação de Jovens e Adultos - Cereja.

CLIRC, Centro Literário Rio Claro, é uma entidade, sediada em Rio Claro, SP, mas de âmbito regional, que reúne pessoas de qualquer idade, sexo, raça, instrução, ideologia política, religião, etc... Que gostam de escrever! Aliás, essa é a única “exigência” para se integrar ao CLIRC: gostar de escrever.   

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