Pseudônimo (pseu-dô-ni-mo) é uma palavra composta e significa "nome falso". Trata-se do nome fictício usado por uma pessoa como alternativa ao seu nome verdadeiro. As razões são muitas. Há quem não goste do seu nome de registro por achá-lo feio, grande demais ou até desagradável dada sua ortografia ou fonética.
Alguns nomes são motivos de piada e costumam atrapalhar a vida de muita gente. Hoje a lei brasileira proíbe nomes estranhos e em alguns casos, somente com autorização de um juiz.
Escritores, artistas, políticos e até jogadores de futebol costumam usar pseudônimos. Não é regra. Nem sempre o pseudônimo é uma mudança total do nome. Alguns trocam ou duplicam letras ou incorporam ao nome verdadeiro, um apelido. O objetivo é torná-lo de fácil compreensão, atrativos, uma "marca".
Alguns escritores recorrem ao uso do pseudônimo para esconder sua verdadeira identidade. As razões são muitas: pessoais, profissionais, políticas e econômicas.
A Constituição Brasileira garante a livre manifestação do pensamento, mas veda expressamente o anonimato (art.5º, IV) que, em princípio, poderá ser interpretado como má-fé do autor. O pseudônimo adotado para atividades lícitas goza da proteção que se dá ao nome (art.19 do Código Civil).
Alguns exemplos:
Cazuza (Agenor de Miranda Araújo Neto)
Chico Anysio - Francisco Anysio de Oliveira Paula Filho
Ferreira Gullar (José Ribamar Ferreira)
Gugu Liberato - Antônio Augusto de Morais Liberato
J. K. Rowling - Joanne Kathleen Rowling
João Scortecci - João Ricardo Scortecci de Paula
Jô Soares - José Eugênio Soares
Kaká - Ricardo Izecson dos Santos Leite
Lima Duarte - Ariclenes Venâncio Martins
Lobão - João Luíz Woerdenbag Filho
Pablo Neruda - Ricardo Eliecer Neftalí Reyes Basoalto
Pelé - Edson Arantes do Nascimento
Sílvio Santos - Senor Abravanel
Tennessee Williams - Thomas Lanier Williams
Tônia Carrero - Maria Antonieta Portocarrero Thedim
Tristão de Ataíde - Alceu Amoroso Lima
João Scortecci
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